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Transexual Andréia Amado pode ter sido morta por puro preconceito em Porto Alegre

A morte da transexual Andréia Amado, 29 anos, a tiros na madrugada desta quinta, no Bairro Floresta, em Porto Alegre, pode ter sido um crime de homofobia. Essa é a principal linha de investigação adotada pela 2ª DHPP a partir das primeiras informações colhidas no local do crime.

— É uma hipótese que não descartamos e parece a mais concreta até agora. Mas ainda vamos apurar outras situações — esclarece o delegado Filipe Bringhenti.
Segundo testemunhas, pelo menos dois homens teriam chegado à Rua Câncio Gomes caminhando e fumando maconha. Teriam xingado um travesti que se prostituía no local e, em meio à discussão, apontaram a arma contra ele, ameaçando mata-lo. O travesti correu e eles seguiram caminhando até se depararem com Andréia.

Teriam falado alguma coisa para ela e atiraram quatro vezes contra o peito da vítima, que não teve reação. Fugiram caminhando até entrarem em um táxi.
A polícia procura testemunhas que possam esclarecer o que os suspeitos teriam falado com Andréia antes dos disparos. A partir desta sexta, imagens de câmeras de monitoramento próximas serão analisadas.

Do Diário Gaúcho

Foi identificada como Andréia Amado, 29 anos, a transexual morta a tiros pouco depois da 1h desta quinta-feira, na Rua Câncio Gomes, Bairro Floresta, em Porto Alegre. Segundo testemunhas, três homens teriam se aproximado dela e, depois de fazerem uma pergunta, atiraram. Os assassinos teriam fugido em um táxi.

Andréia havia nascido Andrey Felipe Amado e era maquiadora, mas teria se afastado da profissão. A polícia investiga a possibilidade de que ela estivesse se prostituindo no local onde foi morta. O caso é apurado pela 2ª DHPP, que ainda não tem suspeitos. Câmeras de monitoramento de edifícios próximos terão as imagens analisadas a partir de hoje.

Do Diário Gaúcho

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