Conto: Feminizado, virei mulher do amigo que morava comigo - Katia Steelman Walker Blog

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9 de set de 2015

Conto: Feminizado, virei mulher do amigo que morava comigo


Eu me chamo Carlos e tenho hoje 35 anos, moro com amigo e sempre fui macho, mas ele brincava comigo que eu tinha um corpo feminino e que eu deveria ser mulher e que ainda ia me comer, eu claro sempre brigava e falava que eu era macho. Mas ate que um dia ele me encheu tanto o saco que acabei chupando o pau dele, a partir dai ele só me chamava de Carla. 
Um dia estava em casa ele chegou do Trabalho com um "presente". Quando abri, era um conjunto de calcinha e sutiã. Perguntei: - O que significa isto?
Ele respondeu: - Mulher minha não usa cuecas e sim calcinha e soutien. E como desde o dia que você me chupou eu trato você como minha mulher quero você mais feminina.
- mas só chupei uma vez e não vou chupar mais.
Ele falou: - Hoje não só vai chupar como vai me dar também. E não aceito mulher minha me negando sexo.
Falei: - não vou ser sua mulher...
Ele gritou: - Cala a boca e vai tirar esta roupa de homem, pois o macho aqui sou eu. Anda logo pois eu já joguei fora todas as suas roupas de homem e seu guarda roupa so tem roupas de mulher.
Eu disse: - como assim só tem roupas de mulher
Ele disse: -É isto mesmo agora você é minha esposa anda tira esta roupa e se veste como toda mulher, e hj vou te comer e muito e a partir de hoje vou te comer todos os dias.
Mas eu perguntei: - vou ter que me vestir 24hs de mulher?
Ele respondeu: - Claro. Também, marquei com um amigo meu que é médico para começar a sua harmonização. Quero você com seios.
Eu disse: - mas eu sou homem e...
Ele gritou me interrompendo: - você foi homem agora é mulher e pronto, agora vai eu estou mandando você se trocar...
Abaixei a cabeça e fui para o quarto e quando abri meu guarda roupas só tinha mesmo roupas femininas. Me troquei e sai para sala onde ele estava. Ele então disse: - assim esta melhor...
Jantamos, conversamos amenidades e assistimos um pouco de televisão. Dai a pouco ele começou a me beijar e já foi logo levando a minha mão para o pau dele e ele mandou
- Chupa logo! 
Comecei a chupar ele disse: - Vamos para cama, porque você vai dar para mim
Eu tentei recusar, e ele me falou impositivamente: - nunca negue sexo para mim, pois vou te comer e pronto você é minha esposa e se comporta como tal.

Fomos para o quarto ele mandou eu tirar a minha roupa me colocou de 4 e me comeu muito.

Fiquei sem jeito ele me disse: -vai se acostumando pq eu adorei te comer, você é muito gostosa e amanha antes de eu ir trabalhar vou te dar outro trato.
Quando amanheceu ele me acordou falando assim: - acorda! Mulher minha tem que estar pronta para dar para mim agora!
 
Nem retruquei, me levantei tirei minha calcinha fiquei de 4 ele me comeu novamente.
Quando ele se acabou de me comer ele foi logo dizendo: - percebeu que tem câmeras por todos os lugares da casa?
Eu disse : - não
Olhei para todos os lugares e vi as câmeras...

Ele disse: - Como você trabalha em casa vou te vigiar para ver você não esta com roupas masculinas, ou seja, nem pense em me desobedecer.
 
Hoje sou esposa dele e tenho seios grandes, e claro sou fodida todos os dias e amo meu marido, sou super submissa a ele, pois ele sempre me lembra que mulher tem que obedecer o marido. E como eu não quero desagrada-lo nunca mais tentei ser homem.
Somos feliz como marido e esposa a 10 anos

Autor:  carlinhacd - Fonte: ptcontoseroticos - Edição e adaptação Kátia Steelman Walker

Um comentário:

Katia Steelman Walker disse...

Uma era de felicidade simplesmente não é possível porque as pessoas querem apenas desejá-la, mas não possuí-la, e cada indivíduo aprende durante os seus bons tempos a de facto rezar por inquietações e desconforto. O destino do homem está projetado para momentos felizes — toda a vida os têm —, mas não para eras felizes. Estas, porém, permanecerão fixadas na imaginação humana como ‘o que está além das montanhas’, como um legado de nossos ancestrais: pois o conceito de uma era de felicidade foi sem dúvida adquirido nos tempos primordiais, a partir da condição em que, depois de um esforço violento na caça e na guerra, o homem se entrega ao repouso, estica os membros e sente as asas do sono roçando a sua pele. Será uma falsa conclusão se, na trilha dessa remota e familiar experiência, o homem imaginar que, após eras inteiras de labor e inquietação, ele poderá usufruir, de modo correspondente, daquela condição de felicidade intensa e prolongada.”

Friedrich Nietzsche

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