Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Transexual russa condenada pela Justiça cumpre pena em prisão masculina

Uma transexual russa, que está prestes a passar por uma cirurgia de mudança de gênero, foi condenada pela justiça e cumprirá a sentença em uma prisão masculina. Alina Davis, de 25 anos, que no passado se chamava Dmitry Kozhukhov, chegou a solicitar que a pena fosse cumprida em um presídio feminino, mas não conseguiu. Ela foi condenada a dois meses por dirigir com habilitação falsa.

Como contou o jornal Metro, do Reino Unido, a Justiça russa alegou que Alina ainda não passou pela transição completa para se tornar mulher e ainda seria homem perante a lei. No entanto, a solicitação para cumprir a pena em uma cela exclusiva também foi negada, pois a unidade prisional alegou que não tem esse tipo de acomodação.

Agora, Alina está compartilhando a cela com outros quatro condenados, na cidade de Egorievsk, na região de Moscou, no oeste da Rússia.

"Kozhukhov, também conhecido como Davis, é um homem de acordo com seus documentos e, como resultado, ele foi enviado para uma prisão masculina", disse um porta-voz da polícia.

A prisão por dirigir com carteira falsa em Moscou não é automática, mas Alina já tinha antecedentes criminais. No início do ano, ela foi presa por posse de entorpecentes, mas na ocasião as autoridades decidiram não mantê-la sob custódia, por não saber em que tipo de prisão ela deveria ficar.

Alina é conhecida na Rússia por ter se casado com uma jovem chamada Allison Brooks. Elas conseguiram "burlar" a rígida legislação do país, que não permite a união entre pessoas do mesmo sexo, porque, legalmente, Davis ainda era um homem.

Do Extra

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Fuzileiro naval dos EUA é condenado por matar transexual

Um fuzileiro naval dos Estados Unidos foi condenado a 12 anos de prisão por matar uma mulher transexual em um quarto de hotel em outubro do ano passado. Joseph Scott Pemberton foi considerado culpado de homicídio por ter assassinado Jennifer Laude na cidade de Olongapo, a noroeste de Manila, a capital das Filipinas.

Segundo o jornal “NY Daily News”, o militar estava participando de exercícios com o Exército filipino quando conheceu Jennifer num bar. Os dois foram vistos saindo juntos e, em seguida, entraram no hotel Celzone Lodge. Acredita-se que ele não sabia que ela era transexual até chegar ao quarto. Após uma briga, o fuzileiro a estrangulou no banheiro.

Além da prisão, Joseph terá que pagar R$ 315 mil à família da vítima. Segundo o “Daily Mirror”, a mãe de Jennifer, Julita, disse que estava feliz com o veredito detalhado, mas não estava satisfeita com a pena. “Mas o importante é que ele vai ser preso. A vida da minha filha não foi em vão”, disse.

O fuzileiro alegou no tribunal que sufocou Jennifer quando descobriu que ela era uma mulher transexual, mas disse que ela ainda estava viva quando ele a deixou no chuveiro, de acordo com seu advogado, Rowena Garcia Flores. Os advogados da família Laude, no entanto, disseram que ela já estava morta quando ele a deixou. O fuzileiro ainda pode recorrer da decisão.

Do Extra


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Transexual com infecção no seio denuncia hospital público por preconceito e omissão

 Quando deu entrada, na quarta-feira, no Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Caxias, Baixada Fluminense, a estudante de técnica de enfermagem Kauana Vitória da Silva, de 22 anos, sentia febre e dores causadas por complicações de uma prótese de silicone, colocada no seio há dois anos. Diagnosticada com mastite — infecção na mama —, ela, que é transexual, afirma ter sido constrangida por médicos e funcionários, que a chamavam de “ele” e se recusavam a dizer seu nome social. 

No pulso, o registro de paciente lembrava a identidade que já não é a sua: Genivaldo Junior da Silva, o nome de batismo. Quatro dias depois, a promessa médica de retirar a prótese, para tratar a infecção, não foi cumprida: Kauana recebeu alta sem a cirurgia. (foto ao lado)

— Eles me trataram que nem bicho. Aliás, nem bicho a gente trata assim. Voltei para casa com febre e muitas dores no peito — conta Kauana, que relembra o constrangimento: — Sempre que me chamavam por Genivaldo as pessoas me olhavam e eu tinha que explicar.

Por duas noites, Kauana fez jejum de 12 horas para entrar na cirurgia, sempre cancelada pelos médicos. A promotora de eventos chegou a ser levada para a sala de espera na clínica cirúrgica, em que só havia homens — foi a gota d’água para buscar a assistência social do hospital, que a transferiu para uma sala feminina.

— Por que me deram alta alegando que não precisava de cirurgia se, no primeiro dia, me botaram na clínica cirúrgica e mandaram eu me preparar para a operação? — questiona Kauana: — Eu só quero tirar a prótese, mais nada.

Seu marido, Lucas Souza dos Santos, de 19 anos, a acompanhou durante os quatro dias de internação. Preocupado com o estado de saúde da mulher, ele também reclama do tratamento na unidade e diz que o casal não tem condições de arcar com a retirada da prótese fora de um hospital público.

— Nós pedimos para chamar só pelo nome social, eles disseram que não era possível. O que custava colocarem o nome social dela entre parênteses, pelo menos? Assim ela não precisava ser humilhada cada vez que a chamavam para dar os remédios — diz Lucas, que mora com Kauana em Saracuruna, bairro de Caxias: — Eu só não quero perder a minha mulher. Disseram que ela não podia ser atendida no hospital público, mas nós não temos condições de arcar com essa operação em outro lugar.

Os médicos do hospital disseram que Kauana devia se tratar com o cirurgião que implantou a prótese. Porém, a clínica que fica na Tijuca, Zona Norte do Rio, de José Vieira Júnior, responsável pela cirurgia, foi fechada. O cirurgião plástico responde a processos na Justiça e já operou mulheres que tiveram sérias complicações nos seios — pelo menos uma delas morreu. Procurado pelo EXTRA, Vieira Junior disse que ainda faz consultas, mas apenas por agendamento.

Risco de infecção que pode levar à óbito

Em casos de infecções como a de Kauana, a prótese precisa ser retirada o mais rápido possível, pois oferece risco de óbito. É o que explica o cirurgião plástico José de Gervais:

— Pode causar septicemia, infecção generalizada nos órgãos que pode levar à morte. Tem que ser retirado rápido, pois essa infecção já está consumindo o organismo e deixando ela mais fragilizada.

O diretor do Grupo Atobá de diversidade sexual, Carlos Alberto Migon, repudiou a atitude dos médicos:

— O hospital deveria estar preparado para receber seus pacientes e precisa aceitar o nome social dela. Sua saúde agora é prioridade, mas quando ela melhorar é preciso denunciar, já que a cidadania dela não foi reconhecida.

A direção do hospital informou que Kauana “foi submetida a tratamento venoso com antibióticos para combater uma infecção e recebeu alta após o resultado dos exames apontarem quadro normal, já sem sinais inflamatórios, com pressão normal e sem febre”. A direção disse, ainda, que no prontuário constam seu nome social e civil da paciente e que seu quadro não indicava a necessidade de uma cirurgia de emergência. “Nesses casos, a paciente é tratada para infecção e orientada a buscar o médico que colocou a prótese, para avaliação do implante, o que foi explicado à sra Kauana Vitória”, diz a nota.

Para denunciar casos de homofobia
DENÚNCIA

No Rio, o disque cidadania LGBT (0800 0234567) está temporariamente fora do ar. Emergências — como violência e discriminação — podem ser denunciadas pelo telefone da Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos: 21 2334-9561. Também é possível denunciar pelo Disque Direitos Humanos: disque 100.

ATENDIMENTO

O Rio Sem Homofobia oferece atendimento jurídico e psicológico e assistência social. A previsão é que seus serviços voltem nesta semana.

DELEGACIA

As delegacias têm de estar preparadas para atender vítimas de homofobia. No Rio, o registro de ocorrência já tem o campo "homofobia" como motivação do crime.


Do Extra
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‘Estupraram minha mãe e nos venderam’: norte-coreana relata dramática fuga pelo deserto aos 13 anos

Yeonmi Park fugiu da Coreia do Norte quando tinha apenas 13 anos.
Ela teve que atravessar desertos e rios gelados, e chegou a ser vendida por traficantes de pessoas na China.

Park, que hoje vive e estuda nos EUA, contou à BBC sobre a experiência, há quase uma década, e os motivos da fuga de um dos países mais fechados do mundo.

"Escapei em 2007 com minha mãe, atravessando um rio gelado e sob risco de sermos baleadas.

Quando estava na Coreia do Norte, a única coisa que queria era ter algo para comer. Não havia como sobreviver lá. Por sorte eu vivia na fronteira, via as luzes no lado chinês e pensava que poderia encontrar comida se chegasse à China.

Quando estava na Coreia do Norte, a única coisa que queria era ter algo para comer

Não tínhamos internet na Coreia do Norte. Há apenas um canal de TV e não há revistas.

Minha mãe e eu não sabíamos o que encontraríamos ao fugir. Cruzamos o rio gelado e caímos nas mãos de traficantes de pessoas na China.

Após a travessia estupraram minha mãe na minha frente. Fomos separadas e vendidas a dois fazendeiros chineses.

 Venderam minha mãe por US$ 55 (cerca de R$ 200), e pagaram US$ 200 (R$ 722) por mim.

Isso é muito comum. Quando norte-coreanos fogem para a China, o governo chinês não nos considera refugiados e não nos ajuda a chegar à Coreia do Sul.

Em vez disso, costumam nos capturar e devolver ao regime norte-coreano, apesar de saber que seremos castigadas ou executadas.

Por isso, quem escapa da Coreia do Norte fica muito vulnerável - os chineses sabem disso e se aproveitam.

Quando fui vendida ao fazendeiro e me separaram da minha mãe, tentei o suicídio. Mas o fazendeiro disse que se virasse sua amante ele faria com que me reeencontrasse com minha mãe e traria meu pai da Coreia do Norte.

E ele cumpriu a promessa.

Tinha a imagem dos americanos com narizes muitos grandes e olhos azuis, verdadeiros monstros.

Após um tempo fui da China à Mongólia, atravessando o deserto de Gobi, e finalmente cheguei à Coreia do Sul.

Depois de cinco anos lá, vim há pouco tempo para os Estados Unidos, onde estou estudando na Universidade de Columbia, em Nova York.

 Gostaria de voltar a meu país algum dia, mas isso não quer dizer que sinta falta do regime ou do sistema.
"Lavagem cerebral"

Cresci no norte da Coreia do Norte. Meu pai foi preso por trabalhar no mercado negro, por isso tive que me mudar para a região central do país e conheci Pyongyang.

Fui à escola por vários anos e só sabia da existência de poucos países no mundo. Nunca havia ouvido falar da internet.

Tudo o que sabia era sobre os "malditos americanos". Assim eram chamados.

Tentam lavar seu cérebro a todo momento. Tinha a imagem dos "malditos americanos" com narizes muitos grandes e olhos azuis, verdadeiros monstros.

Nunca soube que a Coreia do Sul era um país livre. Pensava que havia sido colonizado pelos EUA e que os soldados americanos estupravam mulheres e crianças, matavam pessoas.

Pensava que era o pior lugar do mundo.

Amor proibido
O ponto de virada na minha vida foi quando vi o filme Titanic . Jamais tinha visto nada parecido, porque histórias de amor não são vistas na Coreia do Norte.

O amor é considerado algo vergonhoso lá, nunca falamos sobre isso.

 Não há músicas, filmes ou novelas sobre o amor. Por isso, quando vi Titanic , não acreditei que alguém pudesse ter feito um filme sobre algo tão vergonhoso como o amor, e como alguém poderia morrer por amor, e não pelo regime.

Isso foi uma revolução na minha vida, deu-me uma primeira ideia sobre a liberdade.

O amor é considerado algo vergonhoso na Coreia do Norte, nunca falamos sobre isso.

Na Coreia do Norte sabemos que os americanos são mais ricos do que nós, mas como no livro 1984 de George Orwell, as pessoas nas ruas continuam achando que vivem no melhor país do mundo.

Esse livro explica tudo o que aconteceu comigo sob o ponto de vista psicológico.

 Quando (o líder norte-coreano) Kim Jong-il morreu (em 2011), eu morava na Coreia do Sul com minha mãe e não conseguíamos acreditar.

Minha mãe disse: 'como pode ser que Deus morreu?' E vivíamos na Coreia do Sul!

Na Coreia do Norte não acreditam que ele tenha morrido. Estão certos que seu espírito vive entre nós, como Jesus, e que ele lê mentes e sabe tudo o que fazemos, como no filme O Show de Truman ."

Da BBC - Via Terra
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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