Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Australia: Transexual violada mais de duas mil vezes numa prisão masculina

Mary, nome fictício, viveu momentos de puro terror depois de saber que tinha sido condenada a quatro anos de prisão. Esta não é uma prisioneira “normal”, sublinha o NY Post, é uma mulher transexual que esteve encarcerada numa prisão para homens.

Tudo começou nos anos 90 em Queensland, Austrália, mas só agora é que teve coragem de contar a sua história. Viveu décadas atormentada, com recordações perturbantes de memórias vividas entre as grades.

Mary foi enviada para a cadeia depois de ter roubado um veículo, mas sempre pensou que seria transferida para uma prisão feminina. Estava enganada. Segundo a própria, foi alvo de todo o tipo de agressões e as violações eram recorrentes, chegava a ser abusada mais do que uma vez por dia.

"Basicamente tentavam que trocasse o meu corpo por proteção", revela, acrescentando que "ou tentam manipular ou ameaçam e assim que se cede às ameaças são um alvo fácil e todos querem ter relações sexuais, sejam forçadas ou consentidas".

Mary nunca quis ter relações com os prisioneiros, mas aceitou a primeira vez porque tinha medo de ser atacada. Chegou a ser transferida para outras prisões, mas em todas foi violada, sendo que na Boggo Road foi onde viveu momentos mais perturbadores.

A transexual diz ter sido violada mais de duas mil vezes durante o cumprimento da sua sentença. "Era o inferno na terra, era como se tivesse morrido e aquele era o meu castigo", afirma.

Por três vezes tentou escapar, o que levou a que ficasse numa prisão de alto risco, com os prisioneiros mais violentos daquele país. "Só me queria livrar daqueles abusos", é assim que justifica a sua tentativa de fuga.

Durante o tempo em que lá esteve foi-lhe negada a toma de hormonas, ou seja, os pelos voltaram a crescer na sua face. A partir desse momento, Mary sentiu que tinha perdido a sua identidade. A mulher já se tinha submetido a uma cirurgia para colocar implantes mamários, mas não tinha feito a transformação total.

Desde então, a transexual não conseguiu seguir com a sua vida. "Não tenho nenhuma relação amorosa, não consigo confiar nos homens e nunca irei conseguir", termina.


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Sexswap - Transformações...

Cada vez que você faz uma opção está transformando sua essência em alguma coisa um pouco diferente do que era antes.

Todos os seres derivam de outros seres mais antigos por transformações sucessivas.
 

Todo Homem é o principal agente da transformação da sua própria vida.



Nossos Eus
Estamos em constante transformação:
nossas idéias se renovam a cada dia
e a cada segundo surge uma nova versão de nós.

Cada novo Eu questiona,
discorda
e nos faz refletir sobre o que antes acreditavamos ser incontestável...

A VIDA É UMA JORNADA, ELA NÃO LEVA A UM DESTINO EXATAMENTE,MAIS A UMA TRANSFORMAÇÃO.



"Nesta profunda aceitação de seu ser natural está a semente de sua transformação. E quando ela vem por si mesma, então é um crescimento."

Enclausuro-me,
Como se fosse uma pérola em transformação,
À espera...

A vida é movimento e transformação. Há sempre certo nível de tensão para que novos significados possam fluir. A mesma tensão que desorganiza também organiza, gerando caos ou criatividade, alienação ou sabedoria

Parece existir uma profunda transformação na visão que os homens hoje possuem do mundo, como se uma única verdade pudesse negar outra, como se, uma vez, não sendo a verdade de uns, a outra se tornasse uma mentira.

Não há amor sem sofrimento - sem o sofrimento da renúncia a si mesmo, da transformação e purificação do eu para a verdadeira liberdade. Onde não houver algo pelo qual valha a pena sofrer, também a própria vida perde o seu valor.


Parece existir uma profunda transformação na visão que os homens hoje possuem do mundo, como se uma única verdade pudesse negar outra, como se, uma vez, não sendo a verdade de uns, a outra se tornasse uma mentira.

A felicidade não é exata, pois tudo está em constante transformação. O ideal seria vivê-la no exato momento em que se está feliz.
Ale Ruffini 




Aprimore seu conhecimento, cresça,o mundo está em constantes transformações... não seja você um extraterrestre de seu próprio planeta, evolua! Valéria Domanski de Medeiros





A coragem não é feita de atos demonstrativos de força, mas da bravura em reconhecer as transformações necessárias para evoluir emocionalmente. Eis o tipo de coragem necessário para que você evolua, neste momento em que tanta coisa está se redesenhando.

Somos o ser da metamorfose ininterrupta. Nossas transformações são mais alucinantes que de uma larva, que depois de virar borboleta, morre.

Quem sou eu?
Uma pessoa em constante transformação e mudanças, se são boas ou más só o tempo dirá.
Estou pronta para mudanças da vida, estou aberta para as novas possibilidades que a vida está me dando.
Quer me conhecer.
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França aprova lei que multa clientes de prostitutas

A França aprovou na quarta-feira uma lei que pune quem paga por sexo, ou seja, os clientes de prostitutas.
A lei foi aprovada com 64 votos a favor, 21 contra e ainda 11 abstenções. A nova medida diz que “a compra de atos sexuais será punida com uma multa de 1500 euros em caso de reincidência”. Ou seja, apanhados uma vez pela polícia, os clientes pagarão uma multa de 1500 euros. Se foram apanhados novamente, terão de pagar 3500 euros. Pagar por ter sexo com prostitutas menores pode levar a penas entre os três e os seta anos de prisão, bem como o pagamento de multas entre os 45 mil euros e os 100 mil euros.
Foram precisos dois anos para que a lei fosse aprovada uma vez que o tema gerava imensa controversa entre as duas câmaras do Parlamento francês. O tema fazia ainda parte das promessas do presidente francês, François Hollande durante a sua campanha eleitoral.
Os membros do sindicato dos trabalhadores do sexo, o Strass, garantem que a lei vai afetar a subsistência dos trabalhadores do sexo no país. Em França estima-se que existem entre 30 mil a 40 mil prostitutas.
A nova lei prevê ainda várias medidas para acompanhar as prostitutas que queiram deixar a profissão.
Várias prostitutas manifestaram-se ontem em frente ao Parlamento com cartazes. “Não me libertem, eu tomo conta de mim própria”, lia-se.
Países como Suécia, Noruega, Reino Unidos e Islândia já praticam esta lei.
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Bárbara Aires cursa jornalismo para humanizar população trans


A militante transexual Bárbara Aires, que se tornou nacionalmente conhecida após trabalhar na produção do programa “Amor e Sexo”, da TV Globo, acaba de entrar na faculdade de jornalismo da FACHA – Faculdades Integradas Hélio Afonso, no Rio de Janeiro. 

 
+ Bárbara Aires vai interpretar famosa travesti dos anos 90 no cinema
Ela anunciou que está tendo o nome social e a identidade de gênero respeitadas no espaço. E que está bastante empolgada com o curso.

“Sempre me falaram que sou comunicativa, que sei me expressar e que tenho facilidade com as palavras. Dizem quando eu falo, fica fácil entender. A experiência profissional (como produtora do Amor e Sexo, de 2012 a 2013) me deu o rumo que eu precisava, me mostrou que sou capaz e posso ter uma profissão”, escreveu nas redes sociais
Ela diz que pensou em jornalista depois de observar a maneira como muitas reportagens trata o grupo de travestis, mulheres transexuais e homens trans. E pela vontade de promover um jornalismo humanizado, respeitoso e sério.
“A maioria (das reportagens) só cita travestis quando são presas ou arrumam briga e confusão. Como se nenhum outro grupo de pessoas fizesse também, e como se travestis não fizessem outras atividades. Ou citam mortes por questões marginalizadas. Fazem questão de citar o nome de registro, isso quando nem usam o nome social É uma espetacularização do ser travesti e transexual, exposições vexatórias e com tom de deboche. Brincadeiras do tipo “é ele ou ela? Menino ou Menina?”, entre outros.

Bárbara afirma que pretende honrar o juramento profissional da profissão: “ter compromisso com a informação, atuando dentro dos princípios universais, da justiça e democracia", além de "buscar o aprimoramento das relações humanas, visando um futuro mais digno e justo para todos os brasileiros.  "Não é o que vejo na maioria dos casos”.

Ela afirmou ainda que não entrou em uma faculdade antes porque até então as referências que teve de pessoas trans só estavam dentro da prostituição – profissão que acabou sendo vista como único destino. Ela participou da iniciativa PrepaNem, que auxilia travestis, mulheres transexuais, homens trans e outras pessoas sujeitas à vulnerabilidade social a se prepararem ao Exame Nacional do Ensino Médio. “É por essa visibilidade, por um jornalismo inclusivo e respeitoso para com todos, de verdade, que eu quero ser jornalista!”

 
 

Do NL
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Mikaela Hatsune Crossdresser: Mineiro diz que encontrou a felicidade após se assumir como crossdresser

Roupas coladas, cabelo grande e salto alto são itens que fazem parte do guarda-roupa do servidor público Michel Alvim, de 36 anos. Ele é nascido em Muriaé, na Zona da Mata mineira, e se assumiu recentemente como crossdresser - pessoa que se veste com roupas do sexo oposto. A revelação foi feita em uma rede social e gerou elogios e críticas.
O muriaeense contou que, diferente do que possa parecer, ser crossdresser não significa ser homossexual. “Sempre tive curiosidade por coisas de mulheres. Em dezembro do ano passado comecei a praticar como crossdresser. Aprendi a me maquiar, a usar salto e até tirava algumas fotos para mostrar para os amigos. Considero-me um ‘não binário’, ou seja, não sou homossexual, heterosexual nem bissexual. Apenas vivo de acordo com a minha vontade”, explicou.
Alvim contou que já foi casado com uma mulher, mas que atualmente o coração dele está livre. Segundo ele, a esposa não aceitou que ele se transformasse em Mikaela Hatsune, criada por ele para assumir o “lado feminino”. “Quando encaro o personagem me sinto sexy, poderosa. Quando a Mikaela entra em cena, o Michel sai”, afirmou.
O servidor público contou que Mikaela Hatsune foi inspirada na personagem de um jogo eletrônico japonês, Hatsune Miku. “Ainda não cogitei em trocar de sexo ou tomar hormônios. Eu gosto de ser o Michel e também a Mikaela”, completou.
O tema inclusive está sendo abordado na novela global ‘A Regra do Jogo’ com o personagem de Otávio Müller (Breno/Valquíria).
Sobre a aceitação das pessoas perante o crossdresser, o mineiro afimou que ainda há muito preconceito. “Tive amigos e colegas de trabalho que me apoiaram e que disseram admirar minha coragem. A minha família achou estranho no começo, mas hoje já aceita a minha escolha. Já os homossexuais que conheço não gostaram e acabaram me criticando muito. Independentemente de tudo, estou feliz me assumindo como verdadeiramente eu sou. Encontrei a felicidade”, afirmou.
Mikaela Hatsune
Para fazer bem a personagem, o servidor público emagreceu 12 quilos, pesquisou bastante e treinou como “ser mulher”. Para ele, a maior dificuldade são os saltos, as roupas apertadas e as roupas íntimas.
“No começo foi diferente, mas aos poucos fui me adaptando e conhecendo truques para conseguir ser mais feminino. Hoje consigo ficar até duas horas em cima de um salto alto, mesmo calçando 40”, contou.
Para aqueles que têm medo ou vergonha de se assumir, o servidor público deixou um recado. “Existem muitos crossdressers que são casados e não conseguem falar com suas esposas sobre seus 'quereres' e acabam sofrendo muito e fazendo a transformação às escondidas. A gente não pode ter medo de ser feliz. Antes se assumir do que ficar infeliz pelos cantos passando uma imagem que não existe”, acrescentou.

Do G1




Crossdresser assumido gera polêmica em Muriaé 
 
No dia 22 de janeiro, o muriaeense Michel Alvim, de 36 anos, resolveu se assumir como crossdresser – pessoa que se veste com acessórios do sexo oposto. A revelação aconteceu nas redes sociais e ganhou apoio de muitos amigos, mas também gerou críticas e preconceito por outros. Em entrevista ao Guia Muriaé, ele falou um pouco sobre o assunto.
Michel é Técnico Ambiental e é funcionário público. Diferentemente do que possa parecer, ser crossdresser não significa ser homossexual. “Minha orientação sexual é ‘não-binário’, não me encaixo como homosexual, hetero ou bi, estou mais pra transgênero crossdresser não binário, termo que define quem não se rotula e que vive de acordo como sente vontade. A grande maioria dos crossdresser são heterosexuais, sendo que uma pequena parte é bissexual ou homosexual”, afirmou. O tema inclusive está sendo abordado em uma novela da Rede Globo na qual o personagem do ator Otávio Müller passa a ser crossdresser
Ele conta que a curiosidade pelo assunto começou aos 18 anos. “A partir daí foi ficando mais intenso e aumentando quando comecei a ler sobre crossdresser e trans”, diz. “Sempre admirei personagens femininos de jogos eletrônicos e animes japoneses. Quando me visto, me inspiro na Hatsune Miku (personagem de um jogo eletrônico). Quando estou vestido de mulher, me transformo na ‘Mikaela Hatsune’ e me sinto poderosa e sexy, como a mulher dentro de mim ganhasse vida e Michel não existisse”, contou.
Ao se revelar como crossdresser, Michel recebeu elogios pela sua coragem, mas também várias críticas. “Alguns amigos e colegas de trabalho me apoiaram, mas também recebi muitas criticas. Minha família me deu apoio, mas acharam esquisito no inicio. Tive admiração por parte dos crossdresser’s e travestis, já parte dos homosexuais não gostaram. Mas gosto é gosto, né?”, disse.
Questionado se seria feliz caso não tivesse se assumido como crossdresser, Michel é enfático. “Não seria totalmente feliz eu sendo crossdresser e não me assumindo. Terminei meu casamento porque minha ex não aceitava. Estou sozinho, mas estou feliz e me descobrindo”, afirmou.
Para aqueles que tem medo/vergonha de se assumir, seja como crossdresser ou homosexual, Michel dá um conselho. “Caso queira se assumir, não tenha medo, pois o pior medo é ficar reprimido e infeliz pra fazer os outros felizes”.
Maioria se esconde e se contenta em usar apenas roupas íntimas
A antropóloga Anna Paula Vencato, que fez uma tese de doutorado sobre crossdresser, se dedicou a estudar como os adeptos dessa prática se relacionam em sociedade e acabou descobrindo que há mais crossdressers invisíveis do que visíveis. “Existem aqueles que têm muito a perder, como emprego e família, caso assumam. Por isso, muitos se contentam em usar apenas sutiã e calcinha por baixo da roupa”, disse em entrevista ao jornal O Tempo.
É grande também, segundo ela, o número de crossdressers casados. “A maior parte deles prefere ter uma distinção clara entre as duas vidas, a masculina e a feminina. Quando se montam, eles circulam em lugares relativamente protegidos. Não vão a jogos de futebol, mas a restaurantes e shoppings, que são ambientes mais tolerantes”, afirma.

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Crossdresser: DEPOIS DA PRIMEIRA... NÃO TEM MAIS VOLTA!

A virtude vem de nós mesmos. É uma escolha que só a nós pertence. Quando um homem perde a capacidade de escolher, deixa de ser homem. - Laranja Mecânica 
DEPOIS DA PRIMEIRA, NÃO TEM MAIS VOLTA !!!
A PRIMEIRA VEZ DE UMA CDZINHA, O GRANDE DIA !!!

Depois que sua calcinha cair, não terá mais volta. Um pênis, de outro homem, vai penetrar mais que apenas seu cuzinho virgem... 
Vai entrar na sua vida, e abrir um espaço dentro do seu corpo e de seu coração, para novos sentimentos, para uma nova postura. Quando você vestir esta calcinha novamente, e vai vestir , não será mais a mesma cdzinha que a tirou.
 
Você será mais forte, mais independente. Será mais amada, e mais amante. Será dona de seu corpo e de suas escolhas. Não será simplesmente "uma safada".
Será uma cdzinha mais desejada. Por mais homens, e mais pelo seu homem, especialmente por aquele que te fez de mulher pela primeira vez.

Não terá volta depois que você fizer. E mesmo que decida fazer uma única vez, as marcas positivas, se você as fizer assim, serão para sempre e não haverá volta.
 
Mas não pare. Não pare enquanto não perceber que se tornou a mais feliz das cdzinhas , a cada experiência você se tornará mais você , mais completa , mais próxima da mulher que existe em você.
Post do Facebook da minha colega Marianne Marie Mariechen
 
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Justiça manda prender suspeito de matar e ocultar corpo de travesti desaparecida

A Justiça do Rio mandou prender Igor Cassiano Vitória de Oliveira, suspeito de homicídio qualificado com ocultação de cadáver.

Policiais da DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros) realizam buscas para encontrar o suspeito que saiu de um pagode junto com a travesti Letícia Campos, no dia 8 deste mês, em Praça Seca, zona oeste.

A jovem Letícia Campos está desaparecida desde então. Ela conheceu um homem em um pagode e foi para a casa dele. Ao chegar ao local, Letícia avisou por meio de áudios em um aplicativo de mensagem que o rapaz não sabia que ela era travesti e, por isso, estava com medo de uma reação dele.

http://4.bp.blogspot.com/-FUaamA3KY_c/VkSJZynbEtI/AAAAAAAAFlg/E6xxQGmk0wU/s1600/cartaz-desaparecida-leticia-campos.jpgLetícia e o rapaz se conheceram no pagode e saíram de lá juntos. Após deixar a amiga da travesti em casa, os dois foram para um sítio do homem em Vila Valqueire, na mesma região. A irmã de Letícia, Nathália Campos, diz que poucas pessoas sabiam da identidade de gênero da jovem.

— Se ela não te falar, não tem como você saber. Ela era muito bonita e chamava muito a atenção, mas quem conhece de primeiro momento não sabe que é um homem, um travesti.
Ao chegar ao sítio, Letícia avisou uma amiga sobre a localização e enviou dados do rapaz. Ela estava muito preocupada. A mensagem foi o último contato da jovem, que sumiu misteriosamente. "Amiga, eu estou no Valqueire, num sítio. Eu faço é bosta na minha vida, viu? Ele não sabe que eu sou travesti. Se acontecer alguma coisa comigo, eu estou aqui."
Do R7

Assista ao vídeo:


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Padre Fabio de Melo e travesti Luana Muniz ficam amigos e planejam trabalhar juntos

Quatro meses depois daquele encontro na quadra da Mangueira, padre Fabio de Melo e a travesti Luana Muniz seguem amigos. Na época, o religioso, durante um testemunho, admitiu seu preconceito e reconheceu seu erro ao julgar Luana, que comanda um projeto social na Lapa, onde vive. “Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro”, disse o padre.

Eles conversam por telefone, dividem dramas pessoais e planejam organizar juntos um evento beneficente. “Dividimos a preocupação dele com a mãe, que estava doente e debilitada. Também passei por isso quando a minha teve câncer. Mas também falamos de coisas boas. Ele tem muito bom humor, é engraçado e prático”.

Luana e Fabio de Melo ainda não tiveram um encontro pessoalmente, mas planejam um na casa de Alcione, amiga de ambos: “Vamos organizar alguma coisa juntos, os três, para ajudar as pessoas”.

No último domingo, Luana deu um testemunho numa homenagem ao padre num programa de TV. Ela guardou segredo até o quadro ir ao ar: “Brinquei com ele que fiz voto de silêncio e que já poderia virar freira. Ele se divertiu muito”.

Do Extra









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transexual é agredida por 20 pessoas em São Paulo


Uma transexual de 22 anos foi agredida por um grupo de 20 pessoas, na madrugada do último domingo, na rua Augusta, ponto de São Paulo com a vida noturna muito movimentada. 
A maquiadora Melissa Hudson estava acompanhada de algumas amigas quando foi atingida por uma garrafa na nuca, repentinamente. Única a não conseguir escapar dos agressores, Melissa foi derrubada no chão, levou chutes e socos em sequência, e teve roubados seu celular e documentos que estavam em sua bolsa.

Após o ataque, a maquiadora correu até um carro da Polícia Militar e foi levada a um Pronto-Socorro para cuidar de escoriações no rosto e no corpo. Em tempo: foram rompidos os pontos de uma cirurgia de feminização facial que Melissa havia feito em dezembro. (foto abaixo)

Ao EXTRA, Melissa contou detalhes sobre o ataque:

— Eram 4h30 quando recebi uma garrafada do nada. Lembro de ter caído no chão e ter ouvido xingamentos, como “traveco nojento”. Fui salva por um homem desconhecido, que ajudou a afastar as pessoas de mim. E, apesar de não conhecer quem me agrediu, sei que eram homossexuais

Registrado inicialmente no 78º DP (Jardins), o caso está sendo investigado pelo 4º DP, responsável pela região onde ocorreu a agressão. No boletim, não consta o nome social da maquiadora, que foi tratada integralmente no masculino enquanto esteve na delegacia. Também não há qualquer menção sobre a possibilidade da agressão ter sido motivada por preconceito com a orientação sexual da jovem. No registro, o caso foi anotado apenas como “roubo a transeunte”.


A ausência do nome social, aliás, contraria uma determinação anunciada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em novembro, quando foi decidido que os registros passariam a ter “espaços para o preenchimento do nome social e para a inserção da motivação do crime, caso ele seja decorrente da orientação sexual ou identidade de gênero da vítima”.

Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informa que a ausência do nome social de Melissa no boletim está sendo apurada: “A Polícia Civil informa que a ocorrência foi registrada como roubo, pois este é o crime mais grave cometido no caso. Além disso, a agressão é relatada no boletim de ocorrência. Foi requisitado exame de corpo de delito da vítima. O caso está sendo investigado pelo 4º DP (Consolação), distrito responsável pela região dos fatos. A Polícia Civil esclarece que a falta do nome social da vítima no boletim de ocorrência será apurada”.


Do Extra





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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Devaneios... Eu sei por que você está triste!



Você chega em casa do trabalho se mal dizendo com cara triste... Então chego e lhe pergunto o que esta errado. O que houve. Como foi teu dia...
Você cabisbaixo e com uma voz mansa e cansada, diz que foi um dia ruim no trabalho. Foi um daqueles dias que tudo deu errado...

Ouvindo isso, te digo para sentar... Te dou um beijo na testa e lhe ajudo a tirar a roupa. Depois te encaminho para o chuveiro e enquanto você toma seu banho arrumo seu jantar na cozinha...

Quando você chega, a mesa esta posta e eu te sirvo o seu bife com batatas fritas que você tanto gosta... Bem molhadinho com aquele molho de carne...

Você pensa que vou te fazer companhia, mas te digo que vou no quanto  pegar uma coisa e peço licença.

Você acha que fui ao banheiro ou coisa parecida. Mas antes que você termine a ultima garfada eu volto a cozinha. Me prostro na porta, vestindo aquela blusa transparente que você tanto gosta porque delineia meus peitos e a "famosa" sainha colegial que você tanto adora! 

Com um sorriso sacana e devasso no rosto, balanço os quadris de um lado para o outro e te digo: - Eu sei por que você está triste! Eu sei o que você precisa para colocar um sorriso em seu rosto agora!

Sonhei isso hoje pensando em você!
Kátia


Nota: Vou começar a postar aos poucos os trechos de sonho que tenho sob o marcador "devaneios"
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Transexual Inglesa vai para prisão masculina e gera revolta

A maquiadora britânica Tara Hudson, de 26 anos, passou uma cirurgia de mudança de gênero há seis anos, mas está presa há 12 semanas numa prisão masculina na Inglaterra porque seu passaporte ainda diz que ela é homem. Mais de 5 mil pessoas assinaram um abaixo-assinado pedindo que Tara seja transferida para um presídio feminino.


Segundo o “Metro”, a mãe dela, Jackie Brooklyn, chamou a decisão de “ultrajante” e teme pela segurança da filha. “Não há nada de sexo masculino sobre ela, ninguém saberia a diferença. Ela parece uma mulher. Eu apenas sinto que os homens ficarão atrás dela”, disse a mãe.


Tara foi considerada culpada por um assalto a um bar em 2014. Ela está numa prisão em Bristol, na Inglaterra, onde há 600 homens. “É política de longa data colocar os infratores de acordo com seu gênero legalmente reconhecido. Há regras rígidas em vigor para garantir que presos transexuais sejam geridos de forma segura e em conformidade com a lei”, afirmou um porta-voz da prisão.

Do Extra
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Padre Fábio de Melo posa com travesti e relata experiência surpreendente: ‘Um tapa na cara da gente’

Convidado para o aniversário da cantora Alcione, que aconteceu no final de novembro na quadra da Mangueira, Zona Norte do Rio, o padre Fábio de Melo viveu uma experiência, segundo ele, surpreendente. A travesti Luana Muniz, admiradora do sacerdote, pediu para tirar uma foto com ele, que atendeu prontamente.

Durante uma pregação na Canção Nova, em São Paulo, no último domingo, Fábio de Melo, no entanto, relatou o encontro, assumindo que, inicialmente, sentiu um desconforto com o pedido da travesti, mas que logo em seguida se comoveu ao saber da história de vida da Luana, que pratica caridade com moradores de rua da Lapa, no Centro do Rio.

O vídeo emocionante do padre relatando esta experiência está disponível no Youtube (veja abaixo, a partir dos sete minutos de palestra) e transcrito aqui:

“Semana passada eu vivi uma situação. A Alcione me convidou para estar no aniversário dela, lá na quadra da Mangueira... Fiquei lá por uma hora mais ou menos... Mas o que me chamou a atenção foi um travesti que estava lá. Posso confessar uma coisa para vocês? Quando eu vi, ele estava olhando para mim (pausa). E olha que eu não sei ficar sem graça... Mas sabe o que me ocorreu? Vou confessar publicamente a minha hipocrisia: ‘Meu Deus do céu, se esse rapaz pedir para tirar uma foto comigo? Como que eu vou reagir?’(pausa). Independente de qualquer julgamento, estou confessando a hipocrisia do meu coração naquela hora. Muitas pessoas começaram a se encorajar para tirar foto comigo. E ele (o travesti) lá do fundo olhando. Quando, de repente, eu só vi a sombra dele na minha direção, e o meu preconceito, o medo de me expor, tudo vindo à tona. Que coisa horrorosa isso em nós... Como se eu fosse melhor. Isso é mesquinho, é vergonhoso o que eu estou dizendo pra vocês”.

“Aí ele veio, com um vestido longo e falou pra mim: 'O senhor costuma tirar fotos com pecadoras?'. E eu percebi que tinha uma ironia ali. E eu respondi: mas é claro! E abracei ele e tiramos a foto. Antes de sair, ele disse: ‘eu não acredito que o senhor permitiu’. E os olhos dele estavam emocionados. Assim que ele saiu, Maria Helena, a irmã da Alcione, me contou a história. Ela disse que ele mora na Lapa e criou um grupo que alimenta e recolhe todos os miseráveis daquela região. Ele dá banho, alimenta, não tem nojo de ninguém. E faz de tudo para aquela pessoa retornar à vida. E não é só isso. Ele torna-se uma espécie de vigilante, protegendo os moradores..."

"Quando ela me contou aquela história, eu comecei a unir as coisas dentro de mim. Eu não entro no mérito da questão da vida que ele leva, vamos deixar que Deus faça isso. Não sou síndico da Eternidade. Agora, que é um tapa na cara da gente, é!

"Aquele que você enxerga e que, naturalmente, provoca um desconforto por ser tão diferente de nós, não sabemos quantas coroas da dignidade foram recolocados na vida daquela pessoa quando ele alimenta o próximo. Você é cristão e nem sempre está disposto a cuidar de quem está doente, colocar dentro da sua casa e dar de comer”.

"Não cabe nenhum julgamento do lado de lá, cabe aqui. Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro. Como se o nosso cristianismo tivesse pronto. Como se nós já tivéssemos chegado ao último estágio dessa santidade que Deus nos convida. Não, eu ainda me envergonho dos que são diferentes de mim. Eu ainda tenho medo de ir ao encontro daqueles que precisam de mim. E a palavra de Paulo é dura: a missão de vocês é junto daqueles que estão necessitado".

Do Extra

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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