Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Dicas Especialmente para as Cdzinhas iniciantes


Ola meninas!!! Tudo Bem?
Bem, resolvi postar algo para vocês, já que visitam muito meu blog e costumam deixar comentários nos vídeos e fotos, ou pelo formulário de contato, vamos ao que interessa rs.
Muitas das perguntas que recebo elo formulário de contato vão diretamente para o meu celular e não deixo de responder ninguém, acho importante essa interação, saber quem assiste o blog e curte os vídeos, respondo a todos sem distinção ou qualquer tipo de preconceito.


 

A pergunta mais feita pelas amigas cdzinhas iniciantes é como ser mais feminina ou dar dicas para a cama, respondo agora a vocês, não existe essa resposta no mundo!!!! 

Eu digo isso porque quando comecei a me montar sentia isso também e queria alguém para me dar dicas, conselhos e tudo mais que pudesse me ajudar no mundo das T-girls, vou exemplificar, tudo e enumerar alguns pontos que acho super importante e contar um pouco da minha história para vocês.

Tudo começou num passado distante quando saia com um menino judoca de um bairro próximo, que pediu para eu usar uma calcinha na cama, de início confesso a vocês que achei aquilo um pouco estranho mais fui, peguei a calcinha fui ao banheiro e a coloquei, não sei ao certo quanto tempo eu demorei lá dentro, eu me olhava no espelho e me sentia um pouco envergonhada, mais ao mesmo tempo sentia um misto de tesão, olhando o meu bumbum empinadinho com uma calcinha atochadinha que deslizava sobre o cuzinho, cada vez que eu andava ela sarrava e me deixava maluca, fiquei algum tempo no banheiro tomando coragem para sair, até que respirei fundo e com o rostinho vermelho de vergonha totalmente nua (pois na época eu não era uma cross), somente com uma calcinha no corpo.
Ao sair do banheiro me deparei com aquele homem deitado na cama, se masturbando, olhou para mim com uma cara de safado, mandou eu dar uma voltinha sem tirar o olho da minha calcinha me disse: Você esta linda!!!! (reparem ele me elogiou no feminino), aquilo mexeu com minha cabeça, minha vergonha foi embora na hora, me ajoelhei na cama e fui engatinhando em direção a ele de 4, ele me pegou pela nuca e foi empurrando minha cabeça para baixo olhando fundo nos meus olhos, depois pediu para eu ficar sentar e cavalgar pois essa era a posição que ele mais gostava, ao terminarmos, ele me deixou em casa, ele não sabe, mais ao sair de lá, minha cabeça estava a mil dentro do carro, aquilo mexeu comigo demais, fiquei confusa, e pela primeira vez me senti a menina de um cara.
Após isso foram meses pensativa, lembrando de como poderia fazer com que mais vezes isso pudesse acontecer, dai comecei a pesquisar sobre isso e ai sim fui conhecendo o Mundo das Cross, descobrindo o nome, como funcionava, vendo vídeos e tudo mais, queria sentir aquela sensação novamente queria me sentir a menininha sapeca novamente, comprei uma calcinha e guardava ela a 7 chaves, era o meu segredo mais profundo, mais secreto e que não podia compartilhar com ninguém, tirava fotos e as guardava bem escondida, somente contemplava solitária.
Bem dai em diante, criei um site completamente secreto e postava tudo nele, quando me senti mais confiante fiz o blog e fui postando, já que não fico montada em casa, tinha que existir uma maneira das pessoas verem quem eu era, que eu existia, tudo era real e não somente mais uns fakes que rodam a internet e nos fazem perder tempo. Decidi que o blog deveria ser divertido para ambas as partes, que eu não deveria me expor, nem  o meu rosto e nem o de ninguém, e, é assim até hoje, nossos rostos são os nossos segredos, e assim serão por longos e longos anos.
Ao longo do tempo fui percebendo que o blog não era meu, o blog é de todos vocês, cada um tem um pedacinho especial, vocês são acionistas (rsrsrsrs), me cobra vídeos me cobram fotos, e assistem, curtem, querem ter os seus vídeos aqui para poderem ver a hora que quiserem, acho isso legal e aos poucos vamos construindo o nosso cantinho, o nosso pequeno mundo paralelo.
Meninas coragem, tudo sempre dá certo no final, sonhem, continuem com seus desejos mais profundos, afinal tudo é possível, sejam as cdzinhas casadas, solteiras, viúvas, novinhas, de idade ou seja lá o que for, sejam vocês mesmas sempre e não sintam vergonha do seu grelinho rsrs, os meninos acham lindo e estão com vocês porque justamente vocês o tem, não liguem para a insegurança de como é seu corpo, todos tem algo que gostariam de mudar, e se o menino não te quisesse, tenha a certeza que não estaria com você!!! Entre segura, decidida, quando aparecer para ele seja somente a garotinha sapeca do seu garotão.
(PS: Gravei um vídeo lindo dançando somente com luzes projetadas no corpo, esta ficando lindo, espero que curtam, aos meninos que ainda não postei os vídeos que gravamos, não preciso falar nada não é? vocês sabem que meus horários estão loucos, e estou trabalhando tanto,

Mil Bjinhos molhados a todos, com carinho Camilinha Lafert

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Transexual brasileira ganha permissão para ficar mais 6 meses na Itália

A transexual brasileira cuja detenção na área masculina do Centro de Identificação e Expulsão (CIE) da cidade italiana de Brindisi tem causado muita indignação e polêmica na Itália será liberada do centro em breve graças à decisão de um tribunal de Nápoles.

À ANSA, Cathy Latorre, advogada do Movimento de Identidade Transexual (MIT) da Itália que assumiu o caso de Adriana, disse que o tribunal de Nápoles concedeu à brasileira uma permissão de estadia no país de seis meses, tempo no qual a mulher deverá ser ouvida pela Comissão Ministerial Territorial, que analisará o seu pedido de proteção humanitária.

Adriana foi levada ao CIE, espaço de detenção de pessoas irregulares no país, em 21 de fevereiro, onde está até o momento. A brasileira mora na região da Púglia há 17 anos, no entanto, há três anos ela perdeu seu trabalho, e com ele a permissão de estadia do território italiano. Por isso, Adriana foi transferida ao centro e teve que dividir a cela com vários homens, sofrendo ameaças de morte e de violência diárias e não tendo o seu gênero reconhecido e respeitado.

Agora, há três dias ela está sozinha em uma cela de alta segurança no mesmo espaço, que não conta com uma ala feminina. De acordo com Latorre, a decisão da libertação da brasileira pelo tribunal foi muito influenciada pela "atenção da opinião pública solicitada pelas condições desumanas da detenção de Adriana". Muitos travestis e transexuais brasileiros decidem se mudar para a Itália na esperança de recomeçar a vida em um país com menos preconceito e violência.

No entanto, é comum que a imprensa italiana divulgue matérias que mostram que a recepção desses homens e mulheres nem sempre é das melhores. O país conta com vários casos de pessoas trans brasileiras que sofrem muito preconceito e chegam às vezes até a serem assassinadas. Além de Adriana, um dos casos que mais gerou polêmica nos últimos meses foi o da jogadora de vôlei transexual Tiffany Abreu, de 32 anos, que atua como oposta em um time feminino na Itália e que reabriu a discussão sobre pessoas trans e esporte no país. 


Do JB
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Femininas às escondidas, crossdressers relatam medos e prazeres de vida dupla


Homens que se vestem como mulheres na intimidade chegam a relatar diferenças de suas personalidades femininas em relação às masculinas do dia a dia, mas preferem viver no anonimato por temerem a incompreensão e o preconceito da sociedade
Por Leonardo Fuhrmann

Um corpo dividido entre duas personalidades diferentes, uma masculina e outra feminina, é a forma que Cléo usa para explicar a sua coexistência com sua personalidade masculina. A diferenciação, para ela, começa ao atender a ligação no celular. Sai a voz notadamente de um homem que atendeu a chamada e volta outra bem mais identificável como de uma mulher. Cléo, cujo nome foi dado por conta de uma fantasia de Cleópatra, existe há pouco mais de um ano e surgiu quando um parceiro sexual sugeriu que vestisse uma calcinha e meia-calça durante o sexo. Segundo ela, essa personalidade foi se desenvolvendo assim como os figurinos e as montagens (maneira como elas tratam o ato de se vestir de mulher). “Em dado momento, me surpreendi com meus gostos femininos, não só na hora de escolher as roupas, mas nas minhas preferências também. Como Cléo, gosto de homens gordinhos, por exemplo, que é algo que não me atrai normalmente. Outra novidade foi quando percebi que, além do sexo, eu sentia a necessidade de receber carinho também quando estou como mulher”, conta.
 Cléo: “Meu namorado não faz ideia que tenho outros parceiros e me visto de mulher para eles”

Apesar de sua preferência sexual por homens ser comum às duas personalidades, Cléo mantém segredo sobre a existência desse lado feminino. Ela tem um blog na internet e um perfil nas redes sociais dedicado a contar suas experiências e também a buscar parceiros. “Geralmente, tenho em torno de duas horas para me vestir como mulher, manter esse encontro, que tem finalidade sexual, e depois retirar todos os vestígios de feminilidade do meu corpo”, explica. Como homem, mantém uma relação estável com outro rapaz há quatro anos. “Meu namorado não sabe que tenho outros relacionamentos, tampouco que me visto como mulher para eles. Em casa, eu sou o homem, apenas ativo, e talvez tenha surgido daí essa minha necessidade de extravasar”, conta.


Cléo conta que não tem vontade de contar a esse namorado sobre sua vida dupla nem de terminar o relacionamento por conta disso. “Se algum dia terminarmos, vou querer alguém que conheça e aceite esses meus dois lados”, afirma. Apesar de gostar de sua existência feminina, garante que não tem intenção de abandonar a existência como homem. Ela convive com outras crossdressers em redes sociais, principalmente em grupos fechados onde trocam informações sobre roupas femininas e vivências sexuais. Baseada nessa experiência, ela explica que é apenas um exemplo de uma grande diversidade existente no grupo. “Existem as que são homo, hétero e bissexuais. Algumas são casadas com mulheres e as parceiras sabem, outras vivem uma vida dupla. Eu gosto de ficar bem feminina como Cléo, outras têm prazer em ter um corpo masculino com roupas femininas, inclusive com barba e pelos no corpo”, exemplifica. Segundo outra crossdresser entrevistada, pessoas heterossexuais e as casadas geralmente tendem a ser mais reservadas.
A divisão entre as personalidades masculina e feminina é ainda maior para Nicole. “Eu me considero bissexual. Quando estou como homem, tenho interesse por mulheres, já tive namoradas, mas elas nunca souberam desse meu outro lado. Montada, eu prefiro homens, mas nunca tive nada mais duradouro. Cheguei a me relacionar um tempo com um casal, tinha um lado de dominação e eles chegaram a me levar para algumas festas em que eu ia vestida como Nicole”, explica. Nicole é crossdresser há mais de 10 anos, mas, com exceção dessas situações, ainda não se vestiu como mulher em público. “Tirando essas ocasiões, nunca tive coragem de sair na rua com roupas femininas. Tenho medo de ser reconhecida e de criar constrangimentos à minha carreira. O trabalho é muito importante na minha vida. A sociedade tem dificuldade de assimilar as transexuais, não estou disposta a isso. Acho que o preconceito segura bastante”, relata.

Nicole: Quando estou como homem, tenho interesse por mulheres. Montada, eu prefiro homens
Ela conta, no entanto que não sabe se viveria tempo integral como mulher mesmo se não sentisse esse constrangimento. “Passo horas no processo de me feminizar. Digo que me visto assim sempre que tenho oportunidade. Não sou das que se satisfazem pondo uma calcinha por baixo da roupa para ir trabalhar. Não me monto só para me relacionar com homens, gosto de me ver como uma mulher, geralmente, me visto para homens que querem me ver assim e deixo rolar”, diz. Nicole recorda que começou a usar escondida as roupas da mãe e da irmã quando morava na casa dos meus pais. “Lembro que cheguei a comprar algumas roupas femininas em sites da internet. Quando vim para São Paulo, em 2009, fiquei mais livre, morava numa república, mas já tinha as minhas roupas femininas, que mantinha trancadas. Chegava a alugar um quarto em hotéis para passar o fim de semana todo vestida de Nicole”, diz. O auge, no entanto, foi quando passou a dividir o apartamento no qual mora atualmente com outra crossdresser. “Ela era casada e a mulher não sabia desse segredo. Apenas guardava as roupas dela aqui, enquanto eu morava aqui sozinha. Eu tinha um perfil no Orkut, onde colocava as minhas fotos femininas. Os elogios que recebia sempre foram importantes para investir em uma montagem cada vez melhor, aprender a usar maquiagem, comprar saltos, perucas etc.”, conta.
Estudante universitária, Gabi conta que é assumidamente um rapaz homossexual, mas mantém segredo sobre o fato de ser crossdresser. Tem 19 anos e começou a se vestir como mulher faz um ano. Como mora com a família, as roupas ficam escondidas em seu quarto e ela não costuma sair em público como Gabi. Com o corpo depilado e longos cabelos encaracolados, ela conta que costuma marcar encontros pela internet, com homens que frequentam sua página em perfis sociais.


Gabi: Ser crossdresser desperta a atenção de homens que normalmente não se sentiriam atraídos por um garoto gay

De vez em quando, se exibe também para eles. “Ser crossdresser desperta a atenção de homens que normalmente não se sentiriam atraídos por um garoto gay. E sinto que sou tratada também com mais carinho quando estou assim”, diz. Gabi conta que costuma se vestir basicamente com finalidade sexual. A primeira vez, segundo narra, foi como uma brincadeira. “Ouvia dizer que eu parecia uma garota e resolvi me vestir de mulher de curiosidade, para saber como ficava”, diz ela, que admite que não assume publicamente que é crossdresser por medo do preconceito das pessoas.
Experiência pré-transexual
Apesar de ter uma vivência de se vestir de mulher apenas em lugares reservados, Carla diz que não se considera uma crossdresser. “Eu me considero uma transexual que ainda não pode viver do jeito que gostaria. Tenho um pouco de vergonha e medo de que as pessoas não me entendam. Principalmente a minha família, acho que a gente sempre depende desse apoio”, explica. Atualmente, se veste diariamente como Carla. “Quando chego do trabalho, fico à vontade. Faço maquiagem, coloco uma peruca e escolho as roupas que tenho vontade de usar, uma minissaia e uma blusa. Espero viver algum dia isso em toda sua plenitude, mas não sei se estou preparada. As pessoas mais próximas sabem do meu desejo sexual por homens, mas não comento sobre a questão de gênero. Acho que o meu maior receio é ser marginalizada, não sei como serei vista no meu ambiente de trabalho. Não quero jogar fora meus estudos, minha carreira”, afirma.

Carla: “Acho que o meu maior receio é ser marginalizada, não sei como serei vista no meu ambiente de trabalho”

Ela conta que começou a se vestir como Carla há cerca de dez anos, incentivada por um parceiro. “Ele me deu um fio dental. Lembro que fiquei com vontade de vestir na hora, mas fiquei sem graça de admitir. Existe um processo de aceitação. Foi importante ele ter tomado a iniciativa de propor”, recorda, destacando que hoje se considera alguém que espera iniciar esse processo de feminização. “Mas não é algo simples. Cheguei a ir algumas vezes de biquíni para a praia. Escolhi uma mais afastada, com poucas pessoas, e fui sozinha. Fui com uma bermuda e, quando vi que estava em segurança, tirei e fiquei tomando sol.”
Monique também vive uma fase intermediária entre ser crossdresser e se assumir como transexual e viver integralmente como mulher. Aos 27 anos, ela faz uso de hormônios para feminilizar o corpo, o que já destaca os seus seios quando está em roupas femininas, mas ainda mantém o seu trabalho como homem. No cotidiano, usa técnicas para ressaltar a feminilidade quando está como Monique e para disfarçá-la quando está “de sapo” (expressão usada pelas crossdressers para identificar o momento em que usam roupas masculinas). Para ela, a vida como crossdresser acaba sendo um estágio para muitas pessoas perceberem se são transexuais ou não.

Monique passou as férias em trajes femininos, pela primeira vez, na cidade onde vivem os pais

Como Monique, começou a frequentar festas LGBTs e cada vez mais vive como mulher no dia a dia. “Nas férias, fui para a cidade dos meus pais. Foi a primeira vez que fiquei montada lá. Eles já sabiam que eu me vestia de mulher, mas acham que é melhor que eu não assuma isso integralmente. Acho que vão aceitar com o tempo, no começo foi difícil inclusive para eles entenderem o meu gosto por rapazes”, conta.
Sallie explica que, para ela, se vestir de mulher começou quase como uma brincadeira. “Uns amigos diziam que eu iria ficar legal e resolvi experimentar. Acho que é mais fácil para quem é homossexual experimentar essas coisas, porque já tem uma atração pela feminilidade”, comenta.
Ela conta que, a partir daí, houve grandes mudanças em sua vida. “Depois que comecei, ficou difícil parar. Hoje, compro muito mais roupas femininas do que masculinas. É como estar casado comigo mesmo”, brinca.

Sallie: “Depois que comecei, ficou difícil parar. Hoje, compro muito mais roupas femininas do que masculinas”

Sallie conta que não vê se vestir de mulher como uma mera fantasia. “Para mim, revelou uma essência que sempre tive”, acredita. Ela acredita que está em meio a um processo transexual, no qual não alcançou ainda o ponto de se assumir completamente, no entanto, já frequenta lugares fechados como mulher e é assumida perante amigos e familiares.
Feminização controlada
Bruna também faz uso de hormônios femininos, mas garante que não pensa em levar o processo de feminização mais adiante. “Uso para ser uma crossdresser mais ‘top’, como os homens costumam falar”, diz ela, que interrompe o uso dos hormônios femininos por dois meses quando percebe que as mudanças em seu corpo estão muito acentuadas. Bruna afirma ter começado o uso desses produtos tarde, aos 23 anos, mas destaca os resultados rápidos. “O contorno do rosto e da cintura mudam, a pele fica mais fina, por isso, vou administrando com cuidado para não despertar muita atenção, mas os seios estão fazendo sucesso”, comenta. Ela diz que as interrupções são importantes também para que ela não perca a ereção. “Gozar é muito bom”, diz.

Bruna interrompe o tratamento com hormônios femininos quando nota que as mudanças em seu corpo estão muito acentuadas
 Hoje, aos 25 anos, Bruna conta que começou a se vestir constantemente de mulher aos 20 anos, por causa de um namorado. “Era muito legal porque ele investia em mim. Comprava lingeries lindas para eu esperá-lo chegar do trabalho”, recorda. Ela garante que tem amigos que já a viram vestida de mulher e garantem que seriam incapazes de reconhecê-la. Ela trata como indescritível o prazer que sente ao se vestir como mulher e diz que lhe agrada também receber elogios dos homens. Nos relacionamentos, especialmente como crossdresser, costuma sair principalmente com homens que são exclusivamente ativos, muitos deles casados.
Atualmente, parentes e amigos mais próximos sabem que ela é crossdresser e Bruna também não tem constrangimento de publicar fotos de rosto na internet. Ela fica de salto alto, fio dental e outras roupas femininas quando está sozinha, inclusive peças íntimas para dormir e, apesar de se vestir como mulher basicamente em ambientes privados, já fez algumas experiências públicas. “Uma vez fui para academia com um short de mais ou menos um palmo, uma regatinha e uma calcinha minúscula. Um amigo meu percebeu, mas não fiquei com vergonha, ele até gostou. Também já viajei para outros estados vestindo calcinha por baixo da calça jeans. É algo que me excita”, revela.
Bruna afirma que as crossdressers costumam ser alvo de preconceito de travestis e transexuais. “Somos muitas vezes motivo de piadas por parte delas. Elas são muito mais vítimas de violência do que nós, podiam ser um pouco mais tolerantes conosco”, diz.

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“O feminismo avançou, mas não consolidou avanços”, diz socióloga

Para explicar a importância da igualdade entre gêneros para os homens, a socióloga Eva Blay diz que sempre conta uma historinha.
“Eu fazia a conta. Você [homem] ganha R$ 20. A tua mulher ganha R$ 10. Quanto entrou na sua casa? R$ 30. Então ficou faltando quanto? Quem ficou com esses R$ 10 [que estão faltando]? Quando você joga essa pergunta: ‘quem ficou com os R$ 10?’ – e não foi nem você, nem sua mulher nem sua casa – era fantástico”, disse, em entrevista dada à Agência Brasil, na semana passada, no campus da Universidade de São Paulo (USP), na sede do escritório da USP Mulheres.
Eva prefere não falar de si, mas sua história de luta pelos direitos das mulheres é longa. Socióloga e professora titular da Universidade de São Paulo (USP), Eva Blay, 79 anos, foi senadora e atualmente coordena o Escritório USP Mulheres, que trabalha para o enfrentamento da violência contra a mulher, para a garantia da igualdade de gênero no Brasil e conta com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU).
Para ela, o feminismo avançou muito ao longo dos anos, mas a consolidação dos direitos das mulheres no mundo nunca foi, de fato, consagrada. “Na sociedade não existe, nunca [houve] uma consolidação. O que existe é sempre um processo”, destacou.
Na entrevista, Eva fala sobre o surgimento do Dia Internacional da Mulher e diz que a data remonta a várias lutas femininas.
Ela destaca que a violência contra a mulher continua em todo o mundo, mas que no Brasil a distorção é ainda pior. “O Brasil está em quinto lugar no assassinato de mulheres”, destaca.
Confira abaixo os principais trechos da entrevista:
Como tiveram início as comemorações pelo Dia Internacional da Mulher?
O dia 8 de março não começou no dia 8 de março. Começou com a Clara Zetkin, uma socialista que apresentou em um congresso socialista [2º Congresso Internacional de Mulheres Socialistas], em 1911, uma proposta de um dia internacional para as mulheres. Então, como socialista, ela queria uma coisa geral. Naquela época, mais ou menos como agora, havia uma série de dificuldades. Mas acho que, naquela época, a situação era pior. As mulheres não tinham horário de trabalho. Então, trabalhava 12 horas, 15 horas, as crianças trabalhavam. Quando as mulheres, naquela época, saíram às ruas com essa proposta – ainda era época do czar – elas achavam, e aí já não eram as socialistas, que podiam conseguir do czar um certo apoio, uma certa redução da jornada, mas ele mandou a polícia para cima delas e foi um morticínio total. Depois disso, sempre do ponto de vista político, as mulheres continuaram a lutar por um dia de reivindicação, um dia de luta, não festivo. Mas em vez de pensar em luta, o que a sociedade capitalista inventou? Vamos dar bombons e flores. Ora, nós não queremos bombons e flores apenas. Venham os bombons e as flores, mas não só isso. O que nós queremos é a igualdade de direitos e de deveres como está na Constituição de 1988.
E quais foram os avanços conquistados pelas mulheres desde então?
Homens e mulheres são iguais perante a lei. E ser igual significa o que? As mesmas oportunidades de estudar, de não ter limitações nas carreiras, de não ter um teto de vidro que limita a ascensão das mulheres nas carreiras. Enfim, uma mudança geral na estrutura da sociedade. E estou falando especialmente da brasileira. Mas isso acontece em todas as outras sociedades. Por volta dos anos 50, essa reivindicação tornou-se o centro do movimento feminista no mundo todo. Não era só socialista, era feminista, era suprapartidária. E o movimento feminista incluiu todas essas reivindicações: a igualdade de direitos, a igualdade sobre, por exemplo, na família, de a mulher poder dizer quem é seu filho e quem é o pai do seu filho. Nós não podíamos fazer isso. A mulher, para trabalhar, precisava de autorização do marido. Para viajar, precisava de autorização. Ela não podia nem usar o próprio dinheiro. O movimento feminista começou a trabalhar todas essas questões. E, de uma certa maneira, avançamos. Avançamos do ponto de vista do direito, do ponto de vista da educação, as mulheres se tornaram altamente escolarizadas comparando com os homens e muitas foram para a universidade. O caminho da universidade é mais ou menos heterogêneo. Nas carreiras que são das ciências chamadas duras ou exatas, temos menos mulheres que homens. Mas estamos fazendo muita força para ampliar isso.
E o que falta conquistar?
Qual foi a área que não avançou? A violência. Na violência, nós não conseguimos avançar. Ela continua. Na pior situação, há o assassinato de mulheres, a violência dentro de casa, o estupro, o incesto. Tudo isso continua acontecendo e esta é a área que a gente menos conseguiu avançar. Não só no Brasil como na América Latina toda e no mundo, de forma geral. Mas aqui a distorção é muito pior.
Por que você diz que aqui é muito pior?
Por causa do número de mulheres. O Brasil está em quinto lugar no assassinato de mulheres.
A senhora tem escrito artigos destacando esse momento que o mundo vive com Trump [Donald Trump, presidente dos Estados Unidos] e Putin [Vladimir Putin, da Rússia]. Como a senhora enxerga épocas como essa que parecem de retrocesso?
Acho que vivemos um momento em que há várias forças em atuação. Evidentemente, quando você pega alguns grupos religiosos ou alguns indivíduos conservadores e muito conservadores, eles não admitem os avanços que nós conseguimos. Tem um aí que acha que a mulher tem que ser subserviente ao homem. Ou ele acha que o casamento entre homossexuais é uma aberração. Não concorda com o aborto mesmo em caso de anencéfalos. Até em coisas que já avançamos existem aqueles que querem voltar atrás. Por isso, acho muito importante a gente nunca perder de vista que o feminismo avançou, mas não consagrou os avanços. Você tem que estar sempre alerta porque senão volta para trás. Vide o Trump que, nos Estados Unidos, quem imaginaria que ia fazer as propostas tão retrógradas como ele está fazendo?
Há como recuperar o Dia Internacional da Mulher como um evento de luta? Esse ano parece um ano especial, de mobilização e de greves, em nível internacional. Tem como voltar a marca do dia de luta e não do dia de bombons?
Acho que hoje em dia ninguém ousa pensar o Dia Internacional da Mulher como o dia do bombom. Eu não vejo mais isso não. Se você andar pela rua ou mesmo aqui pelo campus [da USP], o que você vê? Frases e cartazes assim [ela mostra postais com frases que pedem o fim do assédio e da violência contra a mulher], de que isso tem que parar. A violência sexual tem que parar. Elas podem ser chefes no trabalho, elas podem andar como quiserem. Você deve apoiá-las. Isso nós estamos fazendo. Agora, elas podem sair à noite sozinhas. Hoje você pega uma adolescente e ela não aceita mais vir com essa conversa. Ela quer andar de shorts sim, decotada sim e ninguém tem nada a ver com isso. Elas já absorveram esse feminismo.
Esse é o momento que você falou que está faltando, da consolidação do feminismo?
Na sociedade não existe, nunca [houve] uma consolidação. O que existe é sempre um processo. É um processo que pode ir e voltar. Se você comparar hoje com, por exemplo, quando conquistamos o direito ao voto, quando a Bertha Lutz [biológa] lutou pelo direito ao voto, em 1920. Sabia que ela jogava panfletos por avião? Quem tinha avião naquela época? Ela fez todo um trabalho de direito ao voto. Então já era uma coisa forte. Havia muitas jornalistas feministas. Se você pegar de 1850 para frente, o número de mulheres jornalistas e feministas era muito grande. E depois teve um retrocesso.
As adolescentes podem ser um novo [avanço]?
Acho que estamos avançando. Por exemplo, na violência, a gente não superou os limites. Mas a gente tem a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. Mas agora é uma questão de cultura. Você tem a lei, mas não tem ainda a cultura para implantar isso.
Tem alguma lei que pode ajudar?
Lei não adianta. A lei ajuda. Ela pune. Isso é importante. Mas nós vivemos em uma cultura patriarcal, uma cultura machista. Então, enquanto você viver em uma cultura machista, você não consegue acabar com isso. Vou dar um exemplo. Tem um fulano, que não quero citar, que matou a mulher e era uma pessoa notória porque ganha dinheiro. Dois dias depois, o que vejo nos jornais? A seguinte frase: ‘fulano de tal [ela não diz o nome, mas ela está falando do goleiro Bruno, condenado por assassinato] está muito magoado com seus companheiros que não foram visitá-lo na prisão’. Eu acho que os companheiros não foram visitá-lo na prisão porque não estavam de acordo por ele ser um assassino. Mas a mídia não está passando isso. A mídia está passando ‘coitado, ele pagou o seu crime, então agora ele tem que ser recepcionado’. Você colocar na mídia essa tentativa de dizer vamos recuperá-lo? A moça sumiu. Nunca se achou o corpo dela.
E as transgêneros?
Gênero significa o seguinte: quando você está pensando em uma pessoa, em um corpo, até agora a gente pensava apenas do ponto de vista biológico. Hoje não pensamos mais do ponto de vista biológico. Hoje pensamos mais. Você vive em uma sociedade e é a sociedade que tem uma cultura que vai ensinar para você a ser mulher, a ser homem. Isso é gênero. Gênero é o contexto dentro do qual as pessoas estão. Ao lado disso você tem homens que podem ser biologicamente homens, mas não se sentem homens, se sentem mulheres. E vice-versa. Homens que são bissexuais, mulheres que são bissexuais. Hoje tem os crossdresser [termo que designa pessoas que se vestem com roupas associados ao sexo oposto], que é uma coisa muito interessante, que são homens que se vestem como mulheres. É raríssimo o caso contrário, mas tem também. Você vive em uma sociedade que, felizmente, as coisas agora estão aparecendo. Em vez de o cara ficar enrustido ou se suicidar, em vez de ele ficar sofrendo, hoje em dia não. Claro que não é todo mundo que hoje em dia aceita essa decisão. Porque a pessoa é o que ela é. Não importa. Desde os 3, 4 anos de idade, ela já começa a se definir. Ela não está escolhendo. Faz parte dela essa atuação, essa maneira de ser.
O 8 de março é um dia de luta também para a mulher trans?
Elas podem, por que não? Acho que sendo um dia internacional, cada um vai para a rua fazer o que quer.

Da Exame
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Como usar as tendências para conquistar um look plus size sexy e estiloso

 Curvilíneas, lindas e sensuais, mulheres plus size estão se libertando das roupas largas e apostando no look sexy sem medo. Para ajudar na conquista do visual, o UOL Estilo conversou com consultores de moda e preparou um guia de tendências que estão bombando e deixam a silhueta GG ainda mais bela.

FENDA

Em saias longas e em peças assimétricas, as fendas retas ou transversais são ideais para mostrar as pernas com muito estilo. "Elas são ultra femininas, deixam qualquer look mais sexy, valorizam e alongam qualquer silhueta", indica a consultora de moda e blogueira plus size Débora Fernandes. "A mulher plus size está mais ousada. Por muito tempo teve vergonha de mostrar o corpo, mas hoje vivemos uma mudança de comportamento de consumo, estilo e lifestyle que traz muito mais liberdade", diz.

JUSTINHO

Looks apertadinhos contornam as curvas e caem superbem nas gordinhas. Ao contrário das peças soltas, que acrescentam volume ao visual, os modelos colados ajudam a dar mais forma a silhueta. "Não precisamos mais nos esconder sob roupas largas ou sermos escravas das regras de moda que impõem peças que nem sempre combinam com nossa personalidade", explica a consultora de moda Rafa Coelho.Aposte em saias-lápis ou vestidos bem justos e tecidos estruturados, como neoprene, piquê, jeans ou gabardine, que trazem um efeito elegante em todos os formatos de corpo - do PP;ao GG. Modelos de malha também estão em alta, caem bem e podem ser encontrados a preços acessíveis. Se estiver insegura, use bodies, bermudas ou calcinhas modeladoras.

SALTO ALTO E GROSSO

Saltos altos são sexy e muito bem-vindos. "Precisamos sempre pensar em proporções. Uma silhueta grande com um salto muito fino dá a impressão de desequilíbrio. Os saltos grossos estão em alta e servem como ferramenta para harmonizar o look", ensina Rafa.A boa notícia é que os modelos mais grossos também são muito mais confortáveis e não cansam tanto os pés e as pernas. Além disso, são versáteis e podem ser usados em passeios diurnos, no trabalho e até na balada.

BRILHO

Gaby Amarantos inspira com seu estilo sexy e ousado. "Ela se joga no brilho e faz isso muito bem", comenta Gustavo de Carvalho, estilista responsável por alguns looks da cantora. Em qualquer peça, o metalizado está com tudo e complementa o visual. "A combinação do brilho com fendas e recortes é uma boa opção para quem quer valorizar a forma. Outro jeito legal é usar detalhes pontuais reluzentes para destacar partes específicas do corpo", indica.

TOP CROPPED

A personal stylist e blogueira plus size Karen Martinelli recomenda uma peça que está bombando: o cropped, aquele top curtinho que mostra parte da barriga. “É uma peça versátil que deixa o look mais sexy na medida certa. A faixa da cintura à mostra demarca a silhueta violão”. A dica para todas, e não apenas para as plus size, é combiná-lo com partes de baixo de cintura alta: assim, revela-se um pouquinho do corpo, sem expor demais.

Por Julia Guglielmetti - Colaboração para o UOL
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Detida após perder a permissão de estadia Transexual brasileira faz greve de fome por estar confinada com homens na Itália

O caso de uma transexual brasileira que foi levada para o Centro de Identificação e Expulsão (CIE) em Brindisi, na Itália, tem causado polêmica no país. Identificada apenas como Adriana, a mulher mora há 17 anos no país europeu e, após perder o emprego na Itália há três anos, também perdeu o direito de permanecer em território italiano.

Por causa disso, ela foi transferida para o centro, que é uma espécie de detenção para pessoas irregulares no país. No entanto, o local abriga apenas homens e não tem departamento feminino. Por isso, Adriana iniciou há oito dias uma greve de fome para tentar acelerar sua transferência para um centro que abrigue mulheres.

O caso da brasileira foi denunciado pelo Movimento de Identidade Transexual (MIT) e pelo grupo político Esquerda Italiana - que apresentará um questionamento formal ao governo italiano na segunda-feira (20).

"Adriana está no CIE de Brindisi desde o dia 21 de fevereiro e está entre centenas de homens, correndo risco de violência a todo o instante. Ela mora na Púglia e foi levada de um hotel onde estava com seu namorado. Vem de uma região perigosa no Brasil, onde a cada ano matam-se 200 trans. Queremos que a questão interesse o ministro da Justiça e o DAP porque Adriana passa 23 horas ao dia na cela tentando proteger-se", disse Cathy La Torre, advogada do MIT e componente da secretaria do grupo político.

Segundo La Torre, a entidade chegou a enviar uma carta ao prefeito de Brindisi sobre a situação da brasileira e ele informou que já pediu pela transferência dela.

"O problema é que não há no CIE de Brindisi um departamento feminino. E nem a terapia hormonal está sendo dada a ela porque não há ninguém que possa prescrevê-la no local. Para resolver a situação, seria apenas necessário uma circular ministerial", acrescentou a advogada.

Além de apresentar um questionamento ao governo italiano, o MIT informou que fará outras manifestações públicas para tentar solucionar a situação de Adriana e sensibilizar as instituições sobre o tema. A publicação da notícia pela entidade já começou a surtir efeito no mundo político e dois deputados do Partido Democrático (PD), ao qual pertence o premier Paolo Gentiloni, já informaram que se mobilizarão para resolver a situação.

"Para garantir a Adriana o respeito aos seus direitos, irei ao Ministério do Interior e me dirigirei a Frederico Gelli, presidente da Comissão parlamentar de investigação sobre o sistema de acolhimento, identificação e expulsão, para que a sua situação seja analisada e gerida de maneira que garanta a proteção prevista na ordem italiana do respeito aos direitos humanos", publicou em nota a deputada Elisa Mariano.

Gelli já se manifestou sobre o caso e disse que irá levar o caso ao ministro da Justiça, Andrea Orlando, e ao ministro do Interior, Marco Minniti, para que "intervenham e façam tudo o que for possível para acelerar a transferência de Adriana, que se encontra evidentemente em situação de risco".

"Levarei a questão ao escritório da presidência da Comissão para entender sobre quais caminhos poderemos tomar para resolver o mais rápido possível essa situação e vê-la protegida em sua dignidade e direitos como uma pessoa que chegou ao nosso país com muitas esperanças e aspirações", acrescentou Gelli.


 Da Band

 Uma transexual brasileira, identificada apenas como Adriana, de 34 anos, que está detida no Centro de Identificação e Expulsão (CIE) em Brindisi, na Itália, iniciou uma greve de fome há oito dias para denunciar as condições de sua detenção. Adriana, que mora no país europeu há 17 anos, perdeu o emprego há três anos e também o direito de permanecer na Itália.
Mantida no local destinado a estrangeiros em situação irregular, ela está fazendo greve de fome por ter sido colocada na ala masculina do CIE. O objetivo dela, ao recusar todas as refeições oferecidas pelas autoridades italianas, é forçar uma transferência para um local destinado a abrigar mulheres na mesma realidade.
A situação da brasileira foi denunciada ao Movimento de Identidade Transexual (MIT) e pelo grupo político Esquerda Italiana. A advogada Cathy La Torre, do MIT, disse que vai cobrar providências do governo italiano. Segundo ela, Adriana está correndo risco de violência dentro do centro.
“Ela foi levada para o CIE de Brindisi no dia 21 de fevereiro e está no meio de centenas de homens, correndo cada a segundo risco evidente de violência. Ela vive em Puglia e foi levada de um hotel onde estava com o namorado. Adriana vem de uma área perigosa do Brasil, onde a cada ano são mortos 200 transexuais. Queremos levar o assunto ao ministro do Interior para garantir o respeito aos seus direitos. Adriana passa 23 horas por dia na prisão tentando se proteger “, disse Cathy La Torre, em entrevista a jornais italianos.
A advogada enviou uma carta ao prefeito de Brindisi sobre a situação da brasileira e ele informou que já pediu pela transferência dela.

Do Extra
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: "O Dono da Felicidade"







Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.


A razão de ser da sua vida é você mesmo.


A sua paz interior deve ser a sua meta de vida; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe dentro de si.

Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe.


Não tenha objetivos longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje.

Se está desesperado devido a problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque no seu interior a resposta para se acalmar, você é reflexo do que pensa diariamente.



Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.

Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer.

Com um sorriso, as pessoas terão melhor impressão sua, e você estará afirmando para si mesmo, que está "pronto"para ser feliz.


Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.


Pare de esperar que a felicidade chegue sem trabalho.


Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.


Agradeça tudo aquilo que está na sua vida, neste momento, incluindo nessa gratidão, a dor.


A nossa compreensão do universo ainda é muito pequena, para julgarmos o que quer que seja na nossa vida.


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Valentina Sampaio: Modelo transgênero da SPFW fala sobre exibição do corpo na passarela


Valentina Sampaio na passarela da grife Amir Slama na noite desta quinta-feira, 16, no SPFW era um dos assuntos mais comentados e esperados na temporada de moda. A modelo transgênero afirmou ao EGO que riscar a passarela exibindo o corpo quase nu não é tabu. "É meu trabalho e minha profissão. 

Não fico nervosa e não tenho medo, mas como toda mulher claro que tenho celulite e estria. Me cuido o ano inteiro para manter medidas e estar pronta para este momento. Já desfilei de biquíni e sei como é este momento de mostrar o corpo", afirmou ela, garantindo que não segue nenhum tipo de truque para deixar as pernas lisinhas antes da apresentação.
 
"Se a grife passar óleo, tudo bem. Mas eu mesma não passo nada. No meu dia a dia costumo fazer ioga e muitos exercícios aeróbicos para manter a boa forma física. Não gosto de academia ou pegar peso. Agachamento, por exemplo, nunca fiz na vida", diz ela, que exibiu bumbum perfeito em maiô com fio-dental supercavado. "Quando vou à praia, uso de tudo. Desde cortininha até aquelas calcinhas tipo surfista mais largas. Acho lindo fio-dental e uso muito no meu dia a dia. Deixa a mulher bem poderosa", diz ela.
Na hora do bronzeado, Valentina dispensa aquelas marquinhas da cor do pecado. "Quando morava no Ceará, ia com mais frequência à praia e pegava muito sol. Hoje, por causa do trabalho evito e quase não consigo ir", disse.


Do Ego






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Sexo pela manhã: Confira razões para fazer e dicas para arrasar

 Ouvir o despertador tocar é uma tristeza para a maioria das pessoas. A dica dos especialistas para tornar a manhã mais feliz e mais saudável é fazer sexo. Em entrevista, a especialista Debby Herbenick, fala sobre sexo ao acordar.

Por que fazer

Ter relações sexuais no período da manhã libera oxitocina, conhecida como o hormônio do amor, que proporciona sensação de bem-estar físico e emocional. Segundo a especialista, o hormônio conecta o casal e faz a mulher se sentir mais amada durante ao dia.

Ainda de acordo com a especialista, o sexo pela manhã aumenta os níveis de IgA, um anticorpo que fortalece o sistema imunológico, protegendo-o de infecções. Outro ponto a favor do sexo matinal é o fato de o nível de testosterona dos homens ser muito mais alto após horas de sono, o que pode resultar em uma relação de mais prazer.

 
DICAS PARA O SEXO PELA MANHÃ

Segundo Herbenick, escovar os dentes antes de acordar o parceiro carinhosamente garante beijos mentolados e pode proporcionar boas sensações ao parceiro no sexo oral.

A dica é concentrar na cabeça do pênis por ser uma área rica em nervos, completa.A posição de conchinha é uma ótima pedida para o sexo matinal porque além de não demandar muita força e energia, permite que o parceiro fique com as mãos livres e sussurre no ouvido da parceira.

Em entrevista à publicação, o acupunturista Alexis Arvidson ensina uma massagem que estimula a circulação sanguínea na área genital do parceiro. Coloque os polegares na parte interna das coxas dele apontando para o pênis dele. Mova os dedos em movimentos circulares lentos de dois centímetros de diâmetro.

Do - Via: Meio Norte


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Marcela Thomé (Ex-Marcela Ohio) abre desfile do SPFW e esbanja beleza e talento


A modelo Marcela Ohio – que agora assina como Marcela Thomé - foi uma das estrelas da 43ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW), na Fundação Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, que ocorre de 13 a 17 de março. 
Agenciada pela Allure, a top simplesmente abriu o desfile do estilista Lino Villaventura, na terça-feira (14), mostrou beleza e talento na arte de desfilar. E esteve em destaque em todos os sites de moda.
Na primeira entrada, Marcela e as demais modelos trouxeram looks todos brancos. Eles foram da camisaria aos vestidos oversized, com alfaiataria desconstruída, deixando as pernas à mostra, que deram sofisticação e sensualidade. 

Na quarta-feira (15), ela esteve linda em street style para a marca PatBo. A estilista Patricia Bonaldi investiu em looks modernos, com moletons, veludos, parkas e bonés. Mais uma vez, Marcela nos encheu de orgulho!
Depois de uma temporada na Ásia, onde ganhou concurso Miss International Queen e trabalhou como modelo, Marcela voltou ao Brasil para dar continuidade na carreira. Aos 21 anos, ela tem um mundo de oportunidades para alcançar. 

Do Nlucon


Nesta quinta-feira (16), a modelo transgênero Marcela Thomé estreou nas passarelas e foi destaque no desfile da grife do estilista Amir Slama.
De maiô supercavado e com frases de empoderamento feminino no corpo, Marcela brilhou no quarto dia do evento e deu maior visibilidade à causa da discriminação sexual.

Amir Slama também contou com a top transgênero Valentina Sampaio, que acaba de estampar a capa da revista "Vogue" francesa.

Mesmo com a diversidade exibida na passarela, o estilista afirmou que não escolhe as modelos por raça e gênero, mas sim pelos corpos estonteantes e postura.
Do noticiasaominuto
 
Paulista de Andradina, Marcela Thomé decidiu seguir a carreira de modelo há apenas dois meses, e já estreou com tudo nesta temporada do SPFW. Nesta quinta-feira, 16, a top transexual de 20 anos foi um dos destaques do desfile de Amir Slama. Coube à ela encerrar a apresentação da grife, usando um maiô supercavado.

"Fiz a cirurgia aos 18 anos, no Rio, e ficou perfeita. Já sou 100% mulher, então estou tranquila porque não tem como escapar nada aqui", brincou Marcela, ainda no backstage da marca.
"Sempre me senti mulher, mas a cirurgia me deixou plena, fez eu me olhar no espelho e reconhecer a mulher que sou", disse a modelo, que nesta edição da semana de moda também desfilou para Lino Vilaventura, PatBo e À La Garçonne.

Amir Slama também convidou Valentina Sampaio, top trans que estourou ao estrelar uma campanha de cosméticos ao lado da atriz Grazi Massafera e que acaba de estampar a capa da "Vogue" francesa. "É claro que a Valentina abriu portas. Acho que daqui a um tempo todo desfile terá uma modelo trans. E é importante mostrarmos que podemos ser modelos mas também atuar em qualquer profissão, como qualquer pessoa", declarou Marcela.

"Vemos as modelos sem saber gênero, raça. Gostamos da atitude delas e dos corpos estonteantes. Não botamos escrito "loira", "morena", "olhos verdes". Vocês da imprensa que acabam divulgando", afirmou Slama.

Do Ego gay1

 
 
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Sobre pessoas....

Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivência e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor...
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é pra na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo, porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo...
E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças a Deus deu tudo certo".
Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...


TEXTO by Luís Fernando Veríssimo

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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