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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: "You know what you are. Don`t pretend to measure up".



Incrível como a gente faz de tudo! Tudo mesmo para se afastar de "certos apelos"... Faz de tudo para ter paz e tranquilidade. Faz de tudo para se libertar do buscando paz interior...

 Ai, depois de tudo que rolou (aqui) eis que a pessoa me manda uma mensagem:

- "You know what you are. Don't pretend to measure up" = Você sabe o que você é. Não finja não entender. 

Agora observe o sublinhado (Don't pretend = do not pretend) e compare com o cartaz ilustrativo ai embaixo... 
Soa ou não como um aviso? Como um ultimato. Como se quisesse ameaçar de nunca deixar em paz, porque essas "indiretas" rolam a mais de 6 meses... Estou lutando muito para me sair dessa dominação psicológica.


Depois disso, so posso me sentir humilhada... E de varias formas confirmo que sinto que existem varias maneiras de uma pessoa se sentir humilhada. E eu estou sendo "afogada" nessas maneiras todas...

O que fazer quando uma pessoa quer te dominar e te faz sentir humilhada te menosprezando, te diminuindo ao ponto de te deixar imóvel!

E quando além disso ela arma uma cilada e te pega com desdém pelo seu massacrante “calcanhar de Aquiles”: O meu próprio desconhecimento sobre mim mesma.

Expondo (e nos lembrando) as nossas fraquezas e emoções mais ocultas que a gente julga ter superado e abandonado em estado de letargia no fundo do armário... 

Ai que essa vida dupla de crossdresser dói muito... Queria muito esquecer me isolar... Como eu posso lutar contra sensações que me dominam e que quero tanto deixar de lado? E pior é que a pessoa não deixa...

Fica naquela de mandar indiretas, diretamente no meio da minha cabeça. Esvaziei a malinha de roupas da Kátia. Nunca fui tão fundo em desistir para buscar preencher com coisas novas. Novas situações e sensações novas... Quando vou me livrar desse vicio que me domina... So quero fugir dessa mistura de todas as emoções, sensações, limitações e momentos.

Diante disso nada melhor que outro texto que me trouxe algum discernimento:

"Há muitas maneiras de uma pessoa se sentir humilhada. A mais comum é aquela em que alguém nos menospreza diretamente, nos reduz, nos coloca no nosso devido lugar - que lugar é este que não permite movimento, travessia?. Geralmente são opressões hierárquicas: patrão-empregado, professor-aluno, adulto-criança. Respeitamos a hierarquia, mas não engolimos a soberba alheia, e este tipo de humilhação só não causa maior estrago porque sabemos que ele é fruto da arrogância, e os arrogantes nada mais são do que pessoas com complexo de inferioridade. Humilham para não se sentirem humilhados.
Mas e quando a humilhação não é fruto da hierarquia, mas de algo muito maior e mais massacrante: o desconhecimento sobre nós mesmos? Tentamos superar uma dor antiga e não conseguimos. Procuramos ficar amigos de quem já amamos e caímos em velhas ciladas armadas pelo coração. Oferecemos nosso corpo e nosso carinho para quem já não precisa nem de um nem de outro. Motivos nobres, mas os resultados são vexatórios.

Nesses casos, não houve maldade, ninguém pretendeu nos desdenhar. Estivemos apenas enfrentando o desconhecido: nós mesmos, nossas fraquezas, nossas emoções mais escondidas, aquelas que julgávamos superadas, para sempre adormecidas, mas que de vez em quando acordam para, impiedosas, nos colocar em nosso devido lugar".
Martha Medeiros.
 

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