Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: O desejo de me sentir feminizada.

Faço de tudo para não sucumbir ao que tanto desejo... Mas acabo voltando ao começo do ciclo e sucumbindo ao desejo. O fato é que me sentir fêmea na cama me domina ardentemente...

Então me deparo com esse texto, que mexeu comigo estes dias, exatamente depois de eu ver umas fotos aqui e ali... Então achei por bem postar todas juntas para eternizar esse momento somente meu... E agora seu também!


VOCÊ ME DOMINA

Suas mãos deslizando pelas minhas costas,
a delicadeza de suas mãos me surpreendem
a sinceridade na expressão de sua olhos...
Me dominando...
 Me fazendo prender os sentidos lentamente.
Quero ficar assim pra sempre,
não quero ir embora...
sei que você também gosta.
então para de fingir e se entrega pra mim.
solta seu corpo...

Deixa eu te dominar também...
Senti meu coração, o suor das minhas mãos.
O fogo que só você tem pra aquecer meu coração !!!

Por Bárbara Fernandes

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Dicas para sair com uma CD




Olá meninos, conversando com alguns meninos na internet, alguns dizem que sou meiga, carinhosa e educada já que algumas outras CD´s não são, procurei conversar com elas também e procurar entender o que passa na cabeça de algumas meninas e dos meninos, para isso tive que relacionar algumas coisas e estão abaixo listadas:
  • Primeiro, nem todas as cd´s curtem virtual, sexo fone, ou outras coisas do tipo, algumas curtem só real, outras só virtual e algumas curtem as duas coisas, portanto se não quiser ver uma menina com TPM, procure saber o que realmente ela curte, é mais fácil, facilita o entrosamento e evita demais a perda de tempo de ambas as partes.
  • Algumas meninas não conseguem ficar montadas em casa, pois não moram só dentre outras coisinhas.
  • Telefones podem ser trocados, quando o menino passa o telefone dele também isso deixa a menina mais segura, mais em casos como meninos casados ou com namoradas isso deve ser respeitado e aberta exceções.
  • Meninos que marcam, pegam telefone e não ligam, ihhhhhhhhhh  essa é a pior e mais falada reclamação, e depois vem com desculpazinhas, mesmo que não dê para ir por algum tipo de problema, vale sempre o respeito e manda uma sms né.
  • As meninas jamais vão sair com meninos que: não mostram foto e exigem ver a menina, que colocam fotos antigas e estão completamente diferentes, ou que coloquem fotos de outras pessoas. Eu pessoalmente já fui ao encontro de um menino que não era nada do jeito da foto que me mostrou, resultado da noite, deixei ele sozinho e no 5 contra um rsrsrsrsr.
  • Os meninos reclamam das CD´s que andam furando o encontro, meninas tomem jeito, a nossa classe jamais deve fugir de uma pica, fomos feitas para isso lembram do nosso juramento? Só paramos quando o menino não estiver com a pica em pé rsrsrsrs.
  • Na hora do rala e rola, não adianta mentir e falar que faz coisas que você não faz, isso é feio e acaba queimando o filme da pessoa que está mentindo, não tenha vergonha de falar o que curte se é ativo/passivo/flex, o que vale é ser sincero e curtir o momento a dois com toda a putaria que existe entre 4 paredes.
  • Sabemos que as meninas são gulosas então não minta em quantos centimetros você tem, afinal temos uma ótima fita métrica na língua que não mente nunca.
  • Fetiches especiais devem ser falados, até porque é bom saber o que a outra pessoa curte e ainda de quebra vocês podem gostar das mesmas coisas e fazer o sexo bem mais prazeroso para ambas as partes.
  • Procurem saber e definam como vai funcionar o local, se é casa ou motel ou lugares inusitados, algumas meninas gostam de lugares diferentes e podem sair de casa montada outras so podem se montar no local.
  • Nunca apresse uma menina na hora de se montar, se você gosta de uma putinha, sabe que isso ficará muito mais bonito quando a menina sai prontinha e perfeita, ela se sentira mais bonita e gostará muito mais de se exibir na cama para você.
Bem por enquanto foi isso que consegui resumir, mais ainda estou conversando com todos caso tenha mais alguma coisa eu adiciono a esse post mais tarde.
Bjos molhados Camilinha

Postado originalmente no blog da
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Documentário brasileiro ‘Laerte-se’ estreia na Netflix

Laerte-se começa com uma hesitação de Laerte Coutinho. As diretoras do documentário, Lygia Barbosa da Silva e Eliane Brum, acham importante que as entrevistas com a cartunista para a produção sejam feitas na casa dela. Laerte pede mais tempo: ainda não está à vontade para gravar lá. Elas já estão há tempos nessa negociação. Numa troca de e-mails, Eliane acaba a convencendo. “Minha porção exibida falou mais alto (risos)”, graceja Laerte, em conversa com a imprensa, em São Paulo, para divulgar o documentário – o primeiro da Netflix original do País, produzido pela Tru3Lab -, que entra nesta sexta, 19, no serviço de TV por streaming no Brasil e em mais de 190 países.
“A hesitação já é de outra etapa. A Laerte aceitou fazer o documentário”, emenda Eliane. “Mas tinha uma questão que aparece no início do filme que é essa hesitação, que é a questão com a casa. A gente levou quase um ano para a Laerte nos receber, e isso nos deu uma pista para entender os caminhos que tínhamos de trilhar nesse documentário, porque a Laerte estava fazendo toda essa reflexão publicamente, tinha feito fotos nuas, ou seja, ela já estava exposta.”
Para Eliane, elas precisavam buscar uma outra ‘nudez’. “A gente entendeu ali, nessa dificuldade com a casa, que o documentário ia acontecer mesmo no momento em que a gente entrasse nessa casa, que, de certa maneira, é uma casa-corpo: as coisas vão acontecendo um pouco juntas. Essas reflexões, eu e a Lygia íamos fazendo a todo tempo. A gente foi aberta, e com essa ideia de seguir as interrogações, as pistas, mas sempre refletindo sobre o que a gente estava escutando.” Lygia lembra que elas fizeram um filme que estava acontecendo na frente delas. “Não era um documentário em que você faz uma pesquisa, traça uma pauta. Obviamente todo documentário depois te traz coisas novas, esse era 100% novo”, observa ela.
Enquanto as diretoras registravam os pensamentos da Laerte sobre questões de gênero, sexualidade, entre outros temas, e como tudo isso está inserido no seu dia a dia, de trabalho, no convívio com a família, a casa da cartunista passava por uma reforma. Uma sintonia simbólica: tanto Laerte quanto seu lar passavam por um momento de transformação – não de reconstrução. Sua casa talvez já esteja finalizada, mas a própria Laerte avalia sua vivência como transgênero como algo pelo qual ainda passa. “É um processo”, afirma ela. “Em princípio, acho que as pessoas não têm nada a ver com isso, mas elas têm, sim, a ver com isso. A minha cultura, a minha sociedade, o meu tempo têm a ver com isso, sim, e acho legal que haja uma curiosidade, uma inquietação, e que seja feita também uma abordagem disso como eu estou fazendo.”
Além de codiretora, Eliane Brum também conduz as entrevistas com Laerte diante da câmera. A jornalista e escritora tem notória experiência em lidar com temas que precisam ser tratados com delicadeza. E, com Laerte, não é diferente. Eliane lança perguntas, muitas vezes de cunho mais íntimo, e automaticamente se coloca na posição de ouvinte e não da jornalista afoita por respostas rápidas ou emendando mais questões. Ela percebe que os silêncios são necessários para Laerte elaborar sua resposta mais sincera, mais profunda, ou expor sua mais latente insegurança. Assim, Laerte vai se expondo pouco a pouco naquela casa que, até então, parecia inacessível.
O que permite que Eliane vá, como ela mesma diz, por camadas mais profundas, partindo da relação da cartunista com os pais e como foi para eles ter o filho, com quase 60 anos, três casamentos e três filhos, se mostrando ao mundo como mulher. “Eu sabia que ela não ia de maneira nenhuma me renegar, ou coisa desse tipo, mas eu sabia que ela tinha objeções a colocar”, diz Laerte, no documentário, sobre a mãe, que chegou a lhe oferecer saias e vestidos que não usava.
Mais adiante no filme, a cartunista fala de seu desejo e também de suas inseguranças em fazer implante de seios. Na conversa com a imprensa, nesta semana, Laerte diz que ainda não resolveu essa questão. “O nosso querer aos 66 anos é diferente do querer aos 3 ou 4”, afirma. “Passada uma experiência de vida como a que eu passei, o que é entrar numa mesa de cirurgia aos 66 anos? Meu cotidiano comporta isso: ficar um mês de molho? Tem uma série de pequenas questões. Depois outra: o que é este corpo? Todas essas coisas se colocam entre uma decisão de eu ligar para o cirurgião e falar ‘vamos fazer na semana que vem?’. Pode ser que eu nunca faça.” 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo - Via Isto É.




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Suspeito de assassinar travesti em Juazeiro do Norte confessa crime e é liberado após depoimento


O homem suspeito de assassinar a travesti Ketlin, na madrugada do último domingo, dia 14, se apresentou à Delegacia Regional de Polícia Civil deste Município na manhã de hoje. Em depoimento, o servente de pedreiro Cícero Frazão Ribeiro, de 21 anos, confessou o crime e justificou afirmando que agiu em legítima defesa. Ainda segundo o suspeito, a travesti teria tentado agredi-lo com uma faca.
“Ela pegou a faca e disse que ia me matar. Eu tomei a faca e me defendi”, disse. Cícero confessou ainda que estava sob efeito do álcool e drogas. “Usei cocaína e estava bebendo”, acrescentou, sem esboçar arrependimento.
No entanto, para o delegado da divisão de homicídio de Juazeiro do Norte, Giovane Aquino, a hipótese de legitima defesa está descartada. “Era o Cícero quem estava portando a faca. E quem quer se defender, não golpeia por 15 vezes outra pessoa. Não foi legitima defesa, ele está apenas com um arranhão no braço”, pontuou.
O sargento Geová Souza foi o responsável pela condução de Cícero Frazão da sua residência, localizada no bairro Triângulo, até a Delegacia. Segundo o PM, o suspeito já conhecia a vítima e tinha o costume de frequentar o local em que ocorreu o homicídio, apontado como ponto de prostituição. “Ele nos confessou que já tinha bebido outras vezes com a travesti. Na noite do crime, Cícero disse que estava bebendo e quando passou pelo local, atrás da rodoviária, encontrou Ketlin. Eles teriam discutido e depois Cícero a matou”, explicou.
Após prestar depoimento, o servente de pedreiro foi conduzido para exame de corpo de delito na Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e, em seguida, liberado. “Não há flagrante, nem mandado de prisão, por isso a liberação do suspeito”, justificou o Delegado, ao acrescentar que o mandado pode ser expedido a qualquer momento.
O Crime
A travesti Ketlin, de 31 anos, com nome de registro Francisco Carlos de Miranda, foi morta com 15 golpes de faca na madrugada do último domingo, atrás da rodoviária de Juazeiro do Norte. A vítima morreu no local, antes mesmo da chegada do resgate médico.
Violência
Nos primeiros meses deste ano, três assassinatos de travesti tiveram ampla repercussão diante da crueldade dos crimes . Em fevereiro, Dandara dos Santos foi brutalmente assassinada a golpes de pedra e pauladas. O crime foi filmado e divulgado nas redes sociais.
Hérica Izidória foi outra vítima de homofobia em Fortaleza. A travesti foi espancada e jogada de um viaduto. Priscila foi outra assassinada na capital cearense no primeiro trimestre de 2017. Após os crimes, foi assinado decreto determinando o atendimento de travestis e transexuais nas Delegacias da Mulher de todo o Estado.

Do DN

 
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Travesti é assassinada com golpes de faca em Juazeiro do Norte

Uma travesti foi assassinada a facadas na madrugada deste domingo (14), em Juazeiro do Norte, Região do Cariri do Estado.
De acordo com a Polícia Militar, Francisco Carlos de Miranda de 31 anos, que também usava o nome de "Ketlin" estava em rua próximo ao Terminal Rodoviário da cidade quando foi abordado por um homem. O suspeito efetuou vários golpes contra a travesti que morreu ainda no local.
A polícia apurou com familiares que "Ketlin" já tinha relatado vários casos de preconceito. A Delegacia Regional de Juazeiro do Norte (20ª Região) investiga o caso. Até a manhã desta segunda-feira (15), ninguém foi preso. 

Do G1

Uma travesti foi assassinada a facadas em Juazeiro do Norte, na região do Cariri cearense, na madrugada de sábado, 13. A vítima do homicídio é Ketlin, cujo nome de registro é Francisco Carlos Miranda, 31 anos, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
Um procedimento sobre o caso foi instaurado na Delegacia Regional do município, mas as investigações serão realizadas pela unidade da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa, em Juazeiro do Norte. Até o momento, ninguém foi preso.
O POVO Online tentou entrar em contato com o delegado responsável pelas investigações, Giovanni Aquino, mas as ligações não foram atendidas.
Coordenadoria de Políticas Públicas para LGBT
O coordenador estadual de Políticas Públicas para LGBT, Narciso Juniro, que tomou conhecimento do caso através da imprensa, lamentou mais um caso de homicídio contra travesti. "Acredito que por mais que o Estado tenha se preocupado em implementar políticas públicas que garanta o direito, ainda assim a sociedade tem construído reações homofóbicas e transfóbicas", disse ele.
Narciso cita os avanços nas políticas públicas conquistados recentemente, após o caso da travesti Dandara dos Santos. Em março deste ano, foi assinado decreto que determina o atendimento de travestis e transexuais nas Delegacias da Mulher do Ceará, além do direito de ter o nome social respeitado nos serviços prestados na estrutura do Governo.
"Campanhas de conscientização ao respeito à diversidade sexual têm sido feitas, os trabalhos nos municípios do Interior, mas ainda assim a gente se depara com situações como essa (da morte de Ketlin)", comentou.
No próximo dia 23, o secretário da Segurança Pública, André Costa, se reunirá com membros da Coordenadoria de Políticas Públicas para LGBT, segundo Narciso. A pauta não foi divulgada.
Crime contra travestis
Homicídios contra travesti tiveram repercussão no primeiro trimestre do ano. Um deles é o caso Dandara dos Santos, espancada até a morte no dia 15 de fevereiro, no bairro Bom Jardim. O crime foi filmado e divulgado nas redes sociais.
A travesti Hérica Izidório, 24, também foi vítima de homicídio em Fortaleza. Ela foi espancada na avenida José Bastos, quando voltava de uma festa de Pré-Carnaval. Ela teve lesões na cabeça e no rosto e morreu após dois meses internada em coma no Instituto Dr. José Frota (IJF).

Do O Povo 
 
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Muito tempo sem me montar...

Essa vontade que não cessa.
Essa impulsividade que não passa...
Sinto que poderia me virar do avesso!
E nem assim me livraria dessa desgraça.
Nay

😓😅😆😢😢😢😢😢😢😢

É sempre assim... passo muito tempo sem me montar começo a dar "defeito"... Mesmo abraçando minhas imperfeições e sabendo que elas me fazem a pessoa singular e original que sou, sigo passando por esses momentos de profunda tristeza e inquietação....😢😢😢😢😢 É muito duro não entender e não saber a resposta porque isso me aflige de tempos em tempos... Sei que todos estamos em busca constante por conhecimento, é isso que mantém nosso cérebro ativo, porém, infelizmente, nunca iremos alcançar a plena noção do que sou e do quanto me conheço... Nesses momentos, em que não sabemos a resposta eu escrevo e sou capaz de admitir minha limitação com humildade.😓😅😆😢

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Advogada transgênero destaca luta por igualdade durante evento em universidade

Na presença de mais de 800 universitários, a advogada Bianca Figueira, conhecida por ter sido aposentada compulsoriamente pela Marinha do Brasil, por ter mudado seu gênero – submetendo-se ao processo de cirurgia de mudança de sexo, destacou nesta quarta-feira (17) no Teatro Jorge Andrade, as batalhas promovidas pelas pessoas que buscam o respeito e direito à diversidade sexual. O evento alusivo ao Dia Internacional do Combate à Homofobia, também celebrado nesta quarta, integrou a programação da II Semana de Diversidade e Gênero da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
Além de compartilhar toda a trajetória de sua vida pessoal até a decisão da mudança de sexo, Bianca Figueira discorreu sobre diversas situações enfrentadas pela população GLBT, como o uso de banheiros públicos por transexuais, mudança de nome social independente de cirurgia, e também interpretação das leis brasileiras. “Não queremos oprimir o direito de ninguém, queremos igualdade, pois tudo o que se consegue para a população LGBT é através de muito sacrifício. As conquistas vêm através de um ativismo judicial muito importante, especialmente para que o legislativo faça sua parte.” - destacou.


Video: https://globoplay.globo.com/v/2776508/ 
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Ambiguidades...


Sou normal, sou estranha,
Sou fogo, sou gelo,
Sou amor, sou ódio,
Sou carinho, sou paixão,
Sou desastre, sou um furacão,
Sou amor, sou saudade,
Sou amiga, sou coragem,
Sou fraca, sou forte,
Sou sorrisos, sou choro,
Sou menina, sou mulher,
Sou boa, sou má,
Sou o vento, sou mar,
Sou a chuva a te molhar,
Sou carne, sou osso,
Sou doce, sou amarga,
Sou sol na estrada,
Sou fervor, sou quente
Eu sou o amor.
Paolla Cristiny 

😌😌😌😚😜😜😝😄😇😉😉🙂😊😏😏
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Curitibana é a 1ª trans autorizada a jogar em times femininos no Brasil


A curitibana Isabelle Neris, de 25 anos, é a primeira transsexual autorizada no país a jogar por times femininos de vôlei. Na quinta-feira (2), atleta foi liberada para competir em torneios ligados à Federação Paranaense de Vôlei (FPV). No domingo (5), ela já estreia oficialmente em um time feminino em um torneio amador de São José dos Pinhais, na Região de Curitiba.

Também já tem jogo oficial da FPV marcado para o time das “Voleiras”, equipe que Isabelle faz parte. Entre os dias 20 a 24 de março, as jogadoras competem pela Taça Curitiba.
“Estou bem animada, a Taça é um evento de grande porte; a ansiedade bate por saber que é o meu primeiro jogo oficial realizado pela federação”, relatou.
A atleta foi liberada para jogar após uma reunião com a FPV, na quinta. Isabelle apresentou a identidade social e o documento de mudança de nome civil, além de exames hormonais que comprovam que seu nível de testosterona é igual aos de outras atletas da modalidade.
Trâmites legais
Para receber liberação para os campeonatos federais, a parte administrativa das “Voleiras” entrou em contato com a federação depois da atleta demonstrar interesse nas competições oficiais.
“Sempre apoiamos em tudo e começamos a correr atrás dos meios legais para que ela pudesse participar oficialmente”, informou uma das representantes das Voleiras, Ildeane Baldo Schiochet.
Conforme superintendente da FPV Jandrey Vicentin, não há nenhuma regulamentação oficial para casos como o de Isabelle, que é o primeiro do país. “É um fato novo. No documento dela, consta sexo feminino e nós quisemos garantir os direitos civis dela”, disse.
Além disso, Jandrey relatou que fez um pedido de ajuda para a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para que um estudo científico seja feito para casos como esse. A intenção é garantir ainda mais os direitos esportivos e civis para pessoas trans.


Inspiração e determinação
A atleta entrou para a equipe em maio de 2016 e a inspiração para continuar a treinar veio por parte da jogadora de vôlei Tiffany Abreu, que é brasileira e conseguiu permissão da Federação Internacional de Vôlei para atuar entre as mulheres na Itália.
“A Tiffany jogava em um time masculino e, depois, vi que ela conseguiu a liberação para entrar em um feminino. Foi o estopim para que eu não desistisse desse sonho”, contou.

Isabelle já participou de dois torneios amadores e de categoria mista. Ou seja, em cada time jogam três homens e três mulheres. De acordo com ela, a organização de cada competição amadora cria suas próprias regras. Nessas disputas, ela teve que apresentar exames hormonais para comprovação de que poderia entrar na cota feminina.

A atleta disse ainda que viu a desistência de muitas mulheres transsexuais na modalidade e que isso fez com que ela persistisse ainda mais. “Nós devemos correr atrás do que queremos, somos a geração da mudança. As pessoas vão querer nos barrar, mas não devemos desistir se aquilo é o nosso sonho”, desabafou.
Torneio
O time de Isabelle joga no, às 12h, no Ginásio Cobra, em São José dos Pinhais. O torneio é organizado pelo Galatasaray Voleibol. No campeonato, os jogadores usam um uniforme com a hashtag “#SomosTodosIsabelle”. A ação é em resposta ao preconceito sofrido por ela em um dos jogos que participou.

Do G1
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Minha mensagem para as nossas rainhas... As nossas mães...

Assim como todos hoje vou postar minha singela mensagem de dia das mães...
FELIZ DIA DAS MÃES💓
A melhor maneira de descrever o amor de MÃE é através da soma de tudo que existe na vida com o melhor que podemos oferecer as pessoas que amamos,Ser MÃE é vive e em prol dos filhos e da família,e ser incondicional em seu amor,Ser MÃE é manifestar todos os dias uma partícula de DEUS que guia e orienta os FiLHOS na longa jornada da vida...😁😁😁😁😂😂😃🤗🤗😎😎😝😝😳🤔😏😏😏😏
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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