Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

OAB já reconheceu nome social a 62 advogados e advogadas trans

Desde que a Ordem dos Advogados do Brasil reconheceu que travestis, transexuais e transgêneros podem usar nome social no lugar do nome civil para exercer a profissão, a entidade emitiu 62 certidões com as alterações.
A autorização foi dada em 2016, por meio da Resolução 5/2016 do Conselho Federal. Desde o ano seguinte, quando o texto entrou em vigor, 11 estados e o Distrito Federal emitiram carteiras da OAB para trans. 
A Bahia foi o estado com mais registros até o momento, com nove documentos. O Distrito Federal ficou em segundo lugar, com oito. A única região do país sem emissões, por enquanto, é a Centro-Oeste.
Segundo a resolução, o registro deve seguir “a designação pela qual a pessoa travesti ou transexual se identifica”, mediante solicitação prévia.

A advogada transexual Márcia Rocha foi quem recebeu a primeira certidão do país, da seccional São Paulo, em janeiro de 2017. Depois da carteira de identidade profissional de Márcia, São Paulo emitiu outras cinco. 
Como Márcia Rocha ainda não alterou o registro civil, na carteira da OAB-SP aparecem os dois nomes, o civil e o social. Mas ela não vê problema nisso e diz que sempre foi respeitada no exercício da profissão.
Destaca que em um acórdão do TJ-SP, quando fez sustentação oral durante um julgamento, foi publicado apenas  o seu nome social. “Muito respeitoso da parte do tribunal”, diz. “Em São Paulo não há burocracia para pedir a alteração à OAB, é uma solicitação simples, sem necessidade de apresentar novos documentos”, completa a defensora.
Em fevereiro, foi a vez da seccional de Pernambuco emitir o documento pela primeira vez para a advogada Robeyoncé Lima. Ela preferiu alterar o registro civil antes de pedir a nova carteira, para não ficar com os dois nomes no registro da OAB. De acordo com Robeyoncé, o processo judicial demorou cerca de oito meses.

Após conseguir a mudança no registro civil, demorou cerca de dois meses para a OAB-PE emitir a nova carteira. “Perdi a vergonha de mostrar o documento. Antes ficava constrangida, porque não me representava, não correspondia a pessoa que eu sou”, afirma Robeyoncé.
 
Veja o quadro de emissões pelo país:
Amazonas6
Bahia 9
Ceará4
Distrito Federal8
Maranhão6
Minas Gerais2
Paraíba4
Pernambuco1
Rio de Janeiro6
Rio Grande do Norte4
Rio Grande do Sul6
São Paulo6
Total62



Do Conjur -  Por 
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BRASIL: Falta de higiene do pênis leva a amputação

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) cerca de 1000 homens têm o pênis amputado parcial ou totalmente todos os anos. O motivo? Em sua maioria, falta de higienização adequada nessa região do corpo.
Isso porque a limpeza correta da genitália evita infecções causadas por fungos e bactérias, diminuindo os chances do desenvolvimento de câncer peniano. “A higienização diminui as chances do homem obter HPV [papilomavírus humano], vírus sabidamente relacionado ao desenvolvimento da doença”, afirma Alexandre César Santos, membro da SBU-SP, à GALILEU.
Por isso é essencial que o homem limpe a região com sabonete e água abundantes, removendo todas as secreções — principalmente as que ficam nas dobras na região do prepúcio. A secagem correta da região também é essencial, ou seja, usar uma toalha úmida para enxugar o pênis muitas vezes não resolve, é preciso utilizar uma seca ou papel higiênico.
Em relação aos pêlos, Santos afirma que podem ser aparados, mas não devem ser removidos totalmente. “Eles têm a função natural de manter a pele úmida e ajudar algumas glândulas que ajudam na hidratação local. Sua remoção pode resultar em abcessos ou foliculite”, diz o especialista.
O médico da Sociedade Brasileira de Urologia também conta que a questão socioeconômica está relacionada com a maior incidência de casos de câncer peniano no país: cerca de 2% da população. Mas não é só isso, “muitas vezes por vergonha ou medo o homem não busca o médico, o que é grave, pois a doença pode se agravar e atingir camadas mais profundas do órgão”.
Por isso, Santos lembra que é essencial buscar um profissional ao menor sinal de problema. Os homens precisam ficar de olho na aparição de manchas, verrugas, úlceras e feridas: “Quanto antes for diagnosticado, maiores são as chances de sucesso no tratamento e da não remoção do pênis”.
Homens trans
Homens transsexuais que já passaram pela cirurgia de mudança de sexo também têm chances de desenvolver câncer peniano. Por isso, essa parcela da população também deve se manter alerta aos sintomas. “Se houve contaminação por HPV ou verruga genital antes da cirurgia, a possibilidade do aparecimento do câncer crescem”, relata Santos.
Entretanto, por conta do procedimento cirúrgico, muitas vezes os homens trans têm de ser diagnosticados por ginecologistas, já que a mudança de sexo conta com sistemas da genitália feminina.
Da Galileu - por Giuliana Viggiano  e Com supervisão de Isabela Moreira.
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Pesquisa indica que "Homofobia" pode ser indício de atração pelo mesmo sexo


A ideia muito propagada de que os homofóbicos são, na verdade, “gays enrustidos” ganha apoio da ciência com um estudo realizado por integrantes das universidades de Rochester e da Califórnia, nos Estados Unidos, e de Essex, na Inglaterra.

A pesquisa aponta que pessoas que crescem em ambientes familiares repressores podem se privar de seus desejos internos. Para evitar o estigma, elas suprimem a atração que sentem pelo mesmo sexo e se tornam preconceituosas, como forma de se defender.

Esse resultado foi publicado na edição mais recente do periódico Journal of Personality and Social Psychology. A conclusão veio a partir de quatro experimentos que testaram, de acordo com o tempo de resposta, a relação entre o apoio à autonomia dado pelos pais e a diferença entre a sexualidade declarada e a implícita.

Cada teste foi feito com cerca de 160 universitários. Nos dois primeiros, eles tiveram que classificar palavras e imagens como “gays” ou “heterossexuais” e, depois, procurar fotos de pessoas de gêneros diferentes. Isso foi feito para que os pesquisadores pudessem analisar a orientação sexual implícita de cada um.

Os experimentos seguintes tiveram foco direcionado à situação familiar, valores, opiniões, crenças e preconceitos presentes na criação dos pesquisados. Após os testes, foi percebido que houve uma maior discrepância entre a orientação sexual implícita e explícita nos participantes cuja família (principalmente a figura paterna) era homofóbica e não dava apoio à autonomia do filho.

Quem se dizia heterossexual, mas demonstrava não ser “internamente”, tinha mais propensão a agir com agressividade contra pessoas gays. Os conflitos revelados e a repressão da própria sexualidade decorrem, segundo os cientistas, do medo de contrariar e decepcionar os pais. Por isso, ao disfarçar sua homossexualidade, elas acabariam se tornando homofóbicas.

De Exame Por Luciana Carvalho
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Adriana Sales: "população trans não existe para a escola brasileira"

Antes de qualquer título acadêmico – ela é mestre em Educação e está terminando o doutorado –, Adriana Sales gosta de ressaltar que é travesti. E foi prostituta. “São palavras carregadas de estigma, preconceito e discriminação. Então, quero me marcar nesse rótulo para dar visibilidade para a gente desconstruir os estigmas que foram elaborados em cima desses termos”, diz, logo no início da nossa conversa.
Nascida em Londrina, numa família pobre, junto a outras duas irmãs, foi aos 12 anos que ela descobriu a travestilidade. Assim como acontece com a maioria das travestis, foi expulsa de casa pelo pai. Decidiu, a partir daquele momento, que a educação seria seu cabedal de salvação.
Entrou para uma universidade pública, passou num concurso de professores, cursou mestrado e está prestes a ser doutora. “Sempre acreditei na educação e percebi que, através do conhecimento, eu tinha uma moeda de troca para me manter nos lugares e acessar muitos outros”, explica. Feminista, revolucionária, determinada, Adriana fala sério, mas sem perder a ternura. Ela esteve em Vitória, onde foi palestrante. Na plateia, um auditório lotado de professores, ouvindo sua história e os possíveis caminhos para sermos uma sociedade menos preconceituosa e com oportunidades para todos. Adriana, mais do que tudo, acredita na educação.

Você é uma exceção. Uma das poucas travestis do país a cursar um mestrado. Como isso acontece?

Entro no mestrado em 2011 e nunca foi um desejo. Aconteceu e foi muito bom, me abrindo outros caminhos. E a academia cometeu um grande erro ao dar espaço para nós, travestis e transexuais (diz, em tom de ironia). Há 20 anos a academia falava sobre a gente. Quando começamos a nos organizar como coletivo, e ela percebe a nossa força intelecto e teórica, começa a chamar a gente para falar com ela. E de 10 anos para cá, como temos acessado este universo acadêmico, falamos por nós próprias. Agora não tem mais volta, porque temos mais de cinco travestis doutoras, outras no mestrado e muitas querendo entrar na universidade, vide a procura pelo Enem. Abrimos a porta e não tem retorno. A academia terá de engolir que essas pessoas existem.

Você sempre foi bem aceita no universo acadêmico?

Nunca. Nenhuma travesti é bem aceita e bem-vinda em lugar nenhum. Nós somos resistentes. Não somos bem-vindas em lugar nenhum, mas encontramos parceiros. Alguns pesquisadores – ou de qualquer outra profissão –, que fazem parte de um grupo muito restrito, têm um feeling voltado ao direito das pessoas, à diversidade e ao respeito. Eles têm produzido muita coisa sobre a transexualidade e a travestilidade.

Qual o tema de sua pesquisa no mestrado e no doutorado?

O tema geral trabalha com “Travesti e escola”, fazendo um mapeamento das travestis que estavam nas escolas pública de ensino médio do Mato Grosso. Fizemos um diálogo com elas, porque quando comecei tinha certeza que as travestis não queriam frequentar a escola. E eu errei feio. Porque todas as participantes mostraram que queriam estar na escola. Não naquele modelo, mas queriam. Só que a população trans não existe para a escola brasileira. Então pesquisei qual a pauta de educação que elas (travestis) querem e, no doutorado, trouxe para a psicologia.

As universidades estão abertas e preparadas para receber travestis e transexuais?

Jamais. Elas não estão abertas para travestis, transexuais, negros, pessoas quilombolas, indígenas... As escolas brasileiras estão preparadas daquela maneira que elas foram pensadas, para o filho mais velho que vai poder cursar Direito e defender o seu latifúndio. É uma escola para branco, homem e pessoas heterossexuais, totalmente misógina. A universidade brasileira precisa ser implodida. Essa escola é ineficiente e inexistente, ela está fadada à falência. Ou essas pessoas que resistem dentro deste espaço rearticulam essa escola ou seremos uma sociedade falida.

Então, para você, o modelo de educação tem de ser mudado?

Precisa ser mudado. Ou a gente muda ou vamos continuar reproduzindo pessoas que não entendem da política, da história do Brasil, do que foi a ditadura militar e a escravidão. Elas sabem decodificar, ler e escrever, mas de modo muito limitado. Ou reorganiza – o que é um currículo, a formação profissional e a formação nas universidades – ou essa escola vai continuar reproduzindo essa sociedade emburrecida.

A ocupação dos espaços do conhecimento é uma atitude política?

Totalmente. Por isso que fazemos questão de mantermos a pauta da travesti e transexual quando adentramos em qualquer espaço. Tenho observado que só o fato de existir uma travesti, uma transexual ou homem trans, um negro, que transite nesse espaço, já é um marco político. Porque é um diferente ali dentro.

Como foi a sua infância?

Sou a mais velha de três filhas de uma família estruturada, tida como padrão, mas venho da extrema pobreza, em Cuiabá, no Mato Grosso. Um infância normal até se deparar com a questão da sexualidade na escola, por volta dos 12 anos. Logo em seguida, assumo a travestilidade, meu pai me coloca para fora de casa, como acontece com qualquer outra companheira minha, e eu vou para a vida. Em momento algum eu optei por largar a escola. Eu sempre acreditei nela. Era um lugar em que me sentia bem e eu comecei a perceber que, através do conhecimento, eu tinha uma moeda de troca. Para me manter nos lugares, para acessar o emprego formal. O primeiro foi aos 13 anos, como vendedora de loja, logo em seguida fui contratada para ser professora de inglês da rede pública. Eu sempre achei que a escola era um cabedal de salvação.

E aí você passa no vestibular aos 17 anos...

Passo no primeiro vestibular que prestei, em 1995, em primeiro lugar, para o curso de Letras-Francês. Eu era apaixonada por línguas, então um grupo de amigos que conheci, da comunidade LGBT, me incentivou. Estudar em universidade pública é caro, por isso ganhei todo tipo de material e de bolsas até o final do curso, porque não tinha condições financeiras. E, quando entro na universidade, me desperta essa veia ativista do movimento LGBT, principalmente na minha pauta, porque é na universidade que eu assumo o nome social, a expressão de gênero, a travesti. Esse momento coincide de eu passar no concurso da rede de ensino do Mato Grosso. Vou me garantindo nesse lugar do qual não queria sair, que é a escola.

Nesse período, década de 90, a palavra transexual nem era citada pelas pessoas.

A própria palavra travesti me assustava. Até hoje a palavra travesti é carregada de estigma, preconceito e discriminação. Tudo que não presta está ali. Ao mesmo tempo, fui me encantando por tudo isso que ‘não presta’. Aonde tem sujeira e marginalidade, é onde eu quero estar. Não quero ser capturada pelo embranquecimento social, pela misoginia e pelo falocentrismo. Faço questão de, no meu currículo, colocar que sou professora. Mas, antes de qualquer tipo de título acadêmico, sou travesti. E puta. Outro estigma que carrego, mesmo não atuando mais. Quero me marcar nesse rótulo para dar visibilidade para a gente desconstruir os estigmas que foram elaboradas em cima desses termos.

Assim que você termina a graduação você vai para Paris. O que você vai fazer lá?

Eu ganhei uma bolsa de especialização, junto a outras sete pessoas do Brasil, para três meses, mas acabo ficando um ano. E aí eu viro puta de verdade, porque precisava saber o que era. Todas as minhas amigas eram, só eu que não. Só eu era professora, só eu frequentava aquele espaço, eu queria saber o porquê. Durante esse tempo, conheço um ativismo muito forte na Europa e, quando eu volto para o Brasil, meu voo tinha uma escala no Rio de Janeiro, onde eu decido ficar por mais um ano. Depois, como estava prestes a perder o meu concurso de professora, volto para o meu Estado, porque protelei dois anos e meio para tomar posse.
O que sua experiência como prostituta ensina a respeito do universo masculino?
Me dá mais subsídio para ser feminista. Assumir este lugar, não só por ter passado por ele, é me assumir uma travesti feminista que reconhece um feminismo que agrega, que respeita o direito das mulheres e de todos os tipos de feminilidade, não somente este tipo vaginizado. E sempre levantando essa bandeira contra esse padrão, essa norma universalista que é falocêntrica. Não sou contra os homens e amo ter masculinidade no meu corpo.

Quem é o homem que procura pelo serviço das travestis?

É o mesmo homem que mata. O Brasil hoje é, no globo, o que mais acessa sites de conteúdo erótico com travestis e transexuais. Mas também é o país que mais mata travestis com requintes de crueldade. Então o mesmo homem que me procura na virtualidade é o que me assassina na esquina. É um paradoxo que precisa se enfrentado. A maioria de nós morre simplesmente por ser travesti.

Você bagunça muito a cabeça das pessoas, sendo uma travesti com doutorado?

Eu corro risco de morte todos os dias. Gosto muito do conceito de parresía, de Michel Foucault (filósofo francês), que é a pessoa que sabe que está correndo risco de vida, que a luta dela pode, em contrapartida, encontrar um assassinato, mas ela não desiste. As travestis são parresíastas. É preciso que exista esse embaralhamento na cabeça das pessoas, para que elas enxerguem outras possibilidades de ser. As pessoas não podem tutelar meu corpo e minha sexualidade, o que eu faço com ela no dia a dia só diz respeito a mim.
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Gabriela Loran é a primeira atriz transexual de 'Malhação'

Aos 24 anos, Gabriela Loran faz sua estreia na TV como a professora de dança Priscila, de "Malhação - Vidas Brasileiras". Na história, ela incentiva o personagem Leandro (Dhonata Augusto) a enfrentar os preconceitos e viver sua paixão pela dança:
- O final da história é incrível, mas não posso contar. Vai acontecer uma desconstrução muito bonita da questão do gênero no que diz respeito à dança.
Gabriela é a primeira atriz transexual a aparecer em "Malhação". Ela se diz muito feliz por estar servindo de exemplo para jovens como ela:
- Acho muito interessante que seja no horário em que os adolescentes estão assistindo. Eu, quando jovem, não tive essa referência. Quando a pessoa vê uma mulher trans e empoderada, ocupando um espaço de respeito, ela acredita que existe, sim, uma oportunidade. Estou tendo um feedback maravilhoso. Muitas meninas trans me escrevem, comemorando. Isso, para mim, como Gabriela e militante, não tem preço. Servir de referência para alguém como você é incrível.
Gabriela espera que surjam mais oportunidades para atores e atrizes transgêneros:
- É muito importante que nós tenhamos chances. O filme da Daniela Vega (atriz do longa 'Uma mulher fantástica', premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro, e primeira mulher trans a participar da cerimônia) ganhou porque teve representatividade, ela estava presente. E, quando a pessoa está presente, a gente vê que ela existe. Estamos conquistando um espaço legal, mas não podemos nos acomodar, senão perderemos o pouco que alcançamos. Hoje, há diversas mulheres trans buscando espaço, mas a gente precisa de mais e mais. Porque eu posso ter sido a primeira a ocupar esse espaço de 'Malhação', mas não quero ser a única.
A atriz conta que adorou a experiência na TV:
- Fiquei fascinada, não tinha noção do quão difícil é. Espero que surjam novos convites, porque pretendo continuar fazendo televisão.
Além da novela, Gabriela está em cartaz com a peça "InCômodos". No espetáculo, que trata dos desconfortos do universo feminino, ela é a única transexual entre 14 mulheres:
- Ao final da apresentação, ressalto que o Brasil é o que mais mata transgêneros e travestis no mundo, ao mesmo tempo em que somos o país que mais consome pornografia com transexuais. E nesse momento as pessoas percebem que, entre as 14 mulheres, eu sou trans, o que não é dito em nenhum outro momento. É um experiência muito legal e tenho recebido um retorno ótimo.

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Fortaleza: Travesti é morta no Jangurussu

Uma travesti conhecida como Paulinha foi morta por disparos de arma de fogo no Jangurussu. Segundo investigação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime teria sido cometido por um homem conduzindo uma motocicleta, na noite dessa segunda-feira, 30.
 
Este é, pelo menos, o sexto assassinato de travestis e transsexuais em 2018 no Ceará. A Polícia Civil deve analisar se existem imagens do crime obtidas por câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais próximos ao local do assassinato.
 
Após o crime, ocorrido na avenida Jornalista Tomaz Coelho, conhecida como Perimetral, o suspeito se evadiu. “Um inquérito policial foi instaurado e as diligências estão em andamento visando prender o autor do homicídio, bem como identificar a sua motivação”, informou a assessoria de comunicação da Segurança Pública e Defesa Social, por meio de nota.
 
Segundo levantamento feito pelo O POVO, foram registrados cinco homicídios contra essa população até o dia 5 de abril, sendo dois em Fortaleza e outros três em Maranguape, Pacajus e Barbalha.
 
Na data, um tribunal do júri popular considerou culpados os primeiros cinco réus responsáveis pela tortura e execução de Dandara Kethlen. A morte da travesti, um ano antes, foi registrada em vídeo que viralizou nas redes sociais. 

Do O Povo
 
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Pessoas mais felizes conversam com desconhecidos no transporte público

Se você é incapaz de ficar muito tempo em silêncio, adora fazer novos amigos e não resiste a uma boa conversa no ônibus ou no metrô, mesmo com estranhos, saiba que, de acordo com a ciência, você é pessoa muito feliz.

 Conversar com estranhos no ônibus ou metrô pode te deixar feliz

Para chegar à conclusão, pesquisadores orientaram participantes de um estudo a conversarem com desconhecidos em um trem, se sentar sozinhos e em silêncio ou agir normalmente para, depois, responder a um questionário sobre seus sentimentos. Os dados foram recolhidos em viagens em meios de transporte público de Chicago, EUA.
O levantamento, divulgado pelo site Scientific American, mostrou que as pessoas que conversavam com estranhos relataram ter experiências mais prazerosas do que as que ficaram sozinhas e caladas.
Perguntados sobre os cenários opostos, os passageiros que agiram normalmente no experimento concordaram que o bate-papo no coletivo poderia realmente deixar o dia deles mais feliz.
A pesquisa ainda descobriu que, apesar de ser considerado um hábito prazeroso, as pessoas evitam puxar conversa com estranhos no transporte público porque acreditam que os colegas de assento não estão dispostos a dialogar.

Estudos científicos curiosos

Do Vix
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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