Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Rio Crossdresser Club promove encontro "en femme" no Rio de Janeiro


O Rio Crossdresser Club, divulga através do Grupo UCD - Universo CrossDress composto por meninas do Rio de Janeiro promove encontro Crossdresser no próximo sábado dia 7 de julho de 2018, a partir das 19 horas no Wendaval da Lapa, um bom restaurante situado na Av. Gomes Freire, 663 no Centro do Rio de Janeiro. O encontro deverá contar com a presença da bela Sttefanne Camp Saint Vincent (entrevistada do programa "A Liga").

As interessadas devem confrmar presença através do link:

Para maiores informações favor enviar mensagem para

UCD - Universo CrossDress: Enviar uma mensagem ao organizador

 

 

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BDSM: Festa no Frágil Reino dia 14 de julho!!!


A querida Beth Andrade, também conhecida como Rainha Frágil promoverá no próximo dia 14 de julho de 2018, a partir das 20 horas o encontro sadofetichista Festa no Frágil Reino.

O evento conta com o apoio do Grupo BDSMCe e o patrocínio da Via Libido Sexsphop.

O evento contará espaço e equipamentos para práticas sadofetichistas para realização de cenas de dominação, podolatria dentre outras.


Maiores informações pelos telefones Beth 85 992478669 (whatsapp) e Via Libido 85 32429595 e 41413088.

O evento só permitirá a entrada de maiores de 18 anos.

O evento só permitirá a entrada de maiores de 18 anos.

By Kátia
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Atriz transexual Gabriela Loran consegue mudança de sexo em certidão

Gabriela Loran ficou conhecida ao dar vida a professora de dança Priscila, em “Malhação: Vidas brasileiras”. A participação foi durante a história de Leandro (Dhonata Augusto), e apesar de rápida, fez barulho. Tudo porque, na vida pessoal, a atriz é transexual. E nesta segunda, dia 25, em seu Instagram, Gabriela comemorou uma nova vitória: a atualização da sua certidão de nascimento para o sexo feminino.
“Agora é oficial: Gabriela”, escreveu a atriz ao compartilhar a foto da certidão nova.




À coluna da jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Gabriela falou sobre a oportunidade para pessoas trans na TV:
"É muito importante que nós tenhamos chances. O filme da Daniela Vega (atriz do longa 'Uma mulher fantástica', premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro, e primeira mulher trans a participar da cerimônia) ganhou porque teve representatividade, ela estava presente. E, quando a pessoa está presente, a gente vê que ela existe. Estamos conquistando um espaço legal, mas não podemos nos acomodar, senão perderemos o pouco que alcançamos. Hoje, há diversas mulheres trans buscando espaço, mas a gente precisa de mais e mais. Porque eu posso ter sido a primeira a ocupar esse espaço de 'Malhação', mas não quero ser a única", disse. 

Do Extra

Aos 24 anos, a atriz transexual Gabriela Loran nunca mais se esquecerá do dia 25 de junho de 2018. Isso porque a artista conseguiu de maneira oficial nesta segunda-feira (25) a mudança de sexo em sua certidão de nascimento.
“Agora é oficial: Gabriela”, escreveu ela ao compartilhar a foto da certidão nova em seu Instagram.
A atriz é uma aposta de ‘Malhação – Vidas Brasileiras’ e vem se destacando com sua personagem Priscila, professora de dança na trama.


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Transexual é assassinada por jogador de futebol

Na manhã de quinta-feira, 21 de junho, foi encontrado o corpo da transexual Thalia Costa Barboza, nas margens do Rio Uruguai. A mulher de 33 anos trabalhava como vendedora em uma lotérica da cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul, e foi morta pelo companheiro. O jogador de futebol Douglas Gluszszak Rodrigues, de 22 anos, membro da Associação Esportiva São Borja, matou Thalia com golpes de garrafa.
O casal tinha uma relação de aproximadamente 15 dias. O relacionamento quase foi interrompido próximo ao Dia dos Namorados, quando Thalia quis terminar mas Douglas se recusou. A motivação do crime seria porque o jogador não queria que o relacionamento fosse exposto nas redes sociais. Devido à condição transexual da namorada, Douglas teria se recusado a postar fotos do casal.
Apesar de oculto, o relacionamento entre Thalia e Douglas parecia normal. No celular da vítima foram encontradas inúmeras mensagens características de uma relação harmoniosa e apaixonada. Thalia confiava e admirava muito o namorado, que a ia buscar na rodoviária, toda segunda-feira, de madrugada. Essa rotina se dava porque o jogador sempre treinava na região metropolitana de São Borja.
Thalia era muito conhecida no bairro onde morava. Atuando na profissão de vendedora, era muito querida por todos da cidade com quem se relacionava com simpatia e bom humor. A irmã de Thalia, Mariane Costa Barbosa, de 26 anos, contou que a vítima superou a transfobia na cidade cativando os habitantes.

O crime

Thalia Costa Barboza foi morta no quarta-feira, dia 20 de junho, na região Oeste de São Borja. As câmeras de segurança do condomínio onde Douglas morava flagraram o casal entrando no prédio na noite do crime. Segundo depoimento de Douglas à polícia, a motivação do crime foi a vontade que Thalia manifestou em expor o relacionamento nas redes sociais.
O casal foi até o apartamento para comemorar o namoro. Diante da questionamento de Thalia sobre a negativa em expor o namoro, Douglas teria desferido golpes de garrafa. A vítima foi encontrada na manhã seguinte com o rosto desfigurado.
A polícia chegou até Douglas através das imagens das câmeras de segurança e por denúncias dos moradores do prédio. Uma pessoa comunicou à polícia que havia rastros de sangue na escada do condomínio. Depois disso, a pessoa responsável pela limpeza encontrou uma toalha manchada de sangue no imóvel. Um outro indício que incrimina Douglas é que seus dedos estão cortados, provavelmente lesionados no momento em que quebrou a garrafa no rosto de Thalia. Por fim, o carro e documentos da vítima foram encontrados próximos à residência de Douglas.
O jogador de futebol foi preso em flagrante no dia seguinte ao crime. Douglas foi levado para a Penitenciária Estadual de São Borja e vai responder por homicídio triplamente qualificado. A Associação Esportiva São Borja se manifestou em nota dizendo que lamenta o ocorrido e que já desligou o atleta.

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OMS retira a transexualidade da lista de doenças mentais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou de considerar a transexualidade como um transtorno mental e reconheceu o vício em videogames como um distúrbio de comportamento, segundo a nova edição da Classificação Internacional de Doenças (CID), publicada nesta segunda-feira. A última revisão desta norma havia sido feita 28 anos atrás. Durante a última década, especialistas analisaram as informações científicas mais recentes para criar um novo padrão que pudesse ser usado por profissionais da saúde do mundo inteiro. Cada país, no entanto, precisa se adaptar à nova CID, com prazo até 1º. de janeiro de 2022.
A CID é uma codificação padronizada de todas as doenças, distúrbios, condições e causas de morte. Essa norma serve para que os países obtenham dados estatísticos e epidemiológicos sobre sua situação sanitária e possam planejar programas de acordo com isso.

Até agora, as pessoas que não se identificavam com o sexo que lhes foi atribuído ao nascer eram consideradas doentes mentais pelos principais manuais de diagnóstico, devido à classificação da OMS. As entidades LGTBI passaram anos reivindicando que a transexualidade, que é um transtorno de identidade de gênero, saísse do compartimento das doenças mentais e entrasse no de comportamentos sexuais. Com esta mudança, a OMS mantém a transexualidade dentro da classificação para que uma pessoa possa obter ajuda médica se assim desejar, já que em muitos países o sistema sanitário público ou privado não reembolsa o tratamento se o diagnóstico não estiver na lista.
“Queremos que as pessoas que sofrem dessas condições possam obter assistência médica quando a necessitarem”, explicou o diretor do departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS, Shekhar Saxena. Mas a transexualidade deixou de ser considerada uma doença mental “porque não há evidências de que uma pessoa com um transtorno de identidade de gênero deva ter automaticamente um transtorno mental, embora aconteça muito frequentemente seja acompanhado de ansiedade ou depressão”.
Saxena observou que se uma pessoa transexual é identificada automaticamente como vítima de um transtorno mental, “em muitos países ela é estigmatizada e pode ter reduzidas as chances de procurar ajuda”.
Outra das modificações mais chamativas da nova CID é a inclusão do vício em videogames como doença mental. Este transtorno se caracteriza por um padrão de comportamento de jogo “contínuo ou recorrente”. A OMS estima que entre 2% e 3% dos jogadores de videogames têm um comportamento abusivo, mas salienta que por enquanto faltam dados empíricos.
Saxena esclareceu que o fato de jogar a um game não é nocivo por si só, assim como ingerir álcool também não é, por exemplo. O problema, diz, ocorre quando o consumo é abusivo e altera o comportamento da pessoa. “Se a criança, adolescente ou adulto que joga faz isso sem parar e deixa de sair com seus amigos, deixa de fazer atividades com seus pais, se isola, não estuda, não dorme e só quer jogar, esses são sinais de alerta de que poderia ter um comportamento aditivo e que precisa procurar ajuda”, afirmou Saxena.


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Curso qualifica travestis e transexuais para o mercado de trabalho

Curso de gastronomia deve chegar ao Rio nos próximos meses. Na Maré, há um projeto semelhante

Ao assumir a opção de se travestir e a identidade afirmada por um novo nome feminino, muitas portas se fecharam para Anderson Palma e Francisco Teixeira, dentro e fora de casa. No mercado de trabalho, o preconceito foi a principal barreira para que eles se desenvolvessem profissionalmente. Mas essas dificuldades ficaram para trás. Hoje, são aceitos como Bia Mattos e Alessandra Martinelly no lugar onde trabalham. A oportunidade de emprego com carteira assinada foi resultado do programa de capacitação 'Empregabilidade de Pessoas Trans Cozinha & Voz', que forma travestis, homens e mulheres transexuais em situação de vulnerabilidade para o cargo de assistente de cozinha.

O curso, uma ação em conjunto entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), teve conteúdo desenvolvido pela chef Paola Carosella. A segunda turma do projeto celebrou a formatura na última terça-feira. As aulas aconteceram na Faculdade Hotec, em São Paulo. Segundo a OIT, a intenção é que o programa de capacitação seja levado para outros estados em breve, como Rio de Janeiro, Goiás, Pará e Bahia.
Bia Mattos e Alessandra Martinelly participaram da primeira turma, que concluiu as aulas em novembro. Em pouco tempo, o encaminhamento para a vaga de emprego já promove transformações em suas vidas. Alessandra morava em um abrigo e conseguiu alugar um apartamento no segundo mês de trabalho. "Mudou tudo, pois agora tenho maior liberdade e privacidade. Minha intenção é dar entrada em uma casa própria no ano que vem", projeta Alessandra, que atua como assistente de cozinha em um outro abrigo.
Aos 39 anos, é a primeira vez que ela tem carteira assinada. "Tentei emprego muitas vezes. Mas as chances não aparecem para uma travesti. Até hoje faltam oportunidades para a gente sobreviver de forma digna. Por isso que muitas caem na prostituição, por necessidade de sobreviver. E isso é cruel", diz.
Para Bia, que trabalha num restaurante, a oportunidade de emprego surgida após o curso está possibilitando a retomada dos estudos. "Estou concluindo a escola e pretendo cursar faculdade de gastronomia. Nós podemos. Basta força de vontade", diz.
Coordenadora pedagógica da Faculdade Hotec, que abriga o projeto 'Empregabilidade de Pessoas Trans Cozinha & Voz', Beatriz Rampim conta que os alunos saem do curso com novas perspectivas não só de trabalho, mas de vida. "A autoestima melhora muito. Eles passam a acreditar que têm possibilidades reais de entrar no mercado de trabalho formal, com carteira assinada", diz Beatriz.
Além da capacitação na cozinha, o curso também contempla aulas de poesia, com as atrizes Elisa Lucinda e Geovana Pires.
COZINHA NA FAVELA
Um projeto semelhante está sendo estruturado no Complexo da Maré pelo Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas, que fica na comunidade da Nova Holanda. No momento, a instituição busca financiamento para construir uma 'cozinha trans' na região. "As políticas públicas de empregabilidade não chegam à população trans das comunidades. E a falta de oportunidades é mais uma agressão que a gente sofre. Temos quatro chefs de cozinha na Maré que são travestis. Elas comandarão o projeto, que vai seguir o mote 'nós por nós mesmas'", antecipa Gilmara Cunha, diretora geral do Grupo Conexão G.
Com a cozinha implantada, a proposta, segundo Gilmara Cunha, é que o projeto possa ser um caminho para o empreendedorismo. "A ideia inicial é vendermos o que vamos produzir em eventos de empresas parceiras. Essa atuação vai mostrar a forma correta de enxergarmos a travesti, para além do imaginário erótico, ligado ao fetiche", diz.
O Grupo G está com edital aberto para jovens que irão atuar na prevenção de DSTs na Maré. Os candidatos selecionados receberão bolsa-auxílio.


Por Bernardo Costa - O Dia
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Roberta Close posa de maiô aos 53 anos

A atriz Roberta Close mostrou que está em ótima forma e aproveitou para posar de maiô enquanto curte o sol em Zurique, na Suíça, onde mora há 20 anos.

A ex-modelo transexual estava em um lago da região e aproveitou para curtir o momento e compartilhá-lo com seus pelas redes sociais.

Famosa no Brasil entre nos anos 1980 e 1990, Roberta Close tem uma vida tranquila na alta sociedade da Europa e não deseja mais saber da fama.

Ela foi a primeira modelo trans a posar nuca na revista Playboy e pioneira em fazer a cirurgia de mudança de sexo no Brasil, em 1989.

Do RD1
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Travesti é transferida para presídio feminino após decisão judicial

Uma decisão da Justiça autorizou a transferência da travesti Kellyta Rodrigues de Sousa, de 29 anos, para um presídio feminino. Kellyta foi presa na última quinta-feira (7) suspeita de assassinar outra travesti, conhecida como Vitória Castro, em abril do ano passado, após desentendimento em ponto de prostituição.

Registrada no nascimento como Samuel, Kellyta teve os seus direitos desrespeitados com prisão em cadeia masculina, segundo o juiz Antonio Dantas de Oliveira Júnior. "Os direitos humanos precisam sair do papel e serem cumpridos, é que o discurso, por si só, é um natimorto", escreveu o magistrado na sentença.

O defensor público Sandro Ferreira Dias, responsável pela ação, explicou que a suspeita tem "expressão física de mulher e personalidade feminina", o que torna "ilegal a sua manutenção em cadeia masculina".

Kellyta já foi transferida e é mantida em cela isolada na na Cadeia Pública de Babaçulândia, no Tocatins, de acordo com o G1, com informações da Secretaria de Cidadania e Justiça.

Crime

A presa é suspeita de matar atravesti Vítória Castro em abril de 2017, no Setor Entroncamento. Segundo investigações, Vitória se prostituía no local há vários anos, com outras travestis.

Ainda de acordo com a polícia, Kellyta foi ao local de prostituição e disse que havia comprado o ponto de outra travesti. Sendo assim, todos que trabalhavam no lá tinham de pagar uma taxa a ela, além de percentuais sobre os programas.

A vítima não aceitou e isso se transformou em impedimento para o aliciamento de prostitutas. A discórdia teria motivado o crime. Vitória foi espancada e morreu alguns dias depois com traumatismo craniano.

Do NM
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TRF-2 mantém decisão que proíbe reforma de militar transexual da Marinha

Por entender que não há urgência para a Marinha reformar compulsoriamente uma mulher transexual e deixar de tratá-la por seu nome social, o desembargador Marcelo Pereira da Silva, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES), negou efeito suspensivo a agravo de instrumento da União. O recurso questiona tutela de urgência que impediu que a militar fosse retirada da ativa e exigiu que ela fosse tratada pelo gênero que escolheu.
Há mais de 20 anos na Marinha, a segundo-sargento foi afastada do serviço em 2014 por incapacidade temporária após ter sido diagnosticada com “transexualismo e dislipidemia mista (altos níveis de colesterol e triglicéridos no sangue)”. Em 2017, após laudo de incapacidade definitiva, a Marinha iniciou um processo de reforma compulsória da mulher trans.
Ela então foi à Justiça. Alegou que está em perfeitas condições de saúde e que a Marinha lhe negava o registro de seu nome social na carteira de identidade funcional e nos assentamentos. Assim, pediu que a Marinha seja impedida de continuar seu processo de reforma e que respeite seu nome social nos assentamentos militares e no tratamento pessoal.
Em defesa da Marinha, a Advocacia-Geral da União argumentou que a militar não poderia ser transferida. Isso porque a medida só é permitida entre oficiais, e segundo-sargente não é um cargo desse nível. Além disso, os procuradores federais sustentaram que a mulher trans entrou na Marinha em um posto que só admitia vagas masculinas. Sem autorização legal para transferi-la, isso violaria o princípio da legalidade, disse a AGU.
A 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro concedeu tutela de urgência ordenando que a Marinha paralise a aposentadoria da militar e mude a forma de tratamento dela. Em sua decisão, o juiz apontou que a autora foi afastada de suas atividades diversas vezes por ser transexual, uma vez que uma das terapias recomendadas para isso é se vestir e portar de acordo com o gênero desejado — o feminino. E isso, para a Marinha, conflitaria com a atividade militar.
Porém, o julgador destacou que “não se verificou em nenhum momento redução da capacidade cognitiva ou física da parte autora em razão da busca de sua identidade de gênero”. Pelo contrário: médicos relataram que a ansiedade e a depressão da segundo-sargento diminuíram depois que ela se assumiu como mulher.
“Portanto, a transexualidade não determina, por si só, a incapacidade laborativa, nem incompatibilidade funcional com sua condição de militar da ativa da Marinha do Brasil. Veja-se que a manifestação da AGU nem sequer faz referência ao laudo médico, limitando-se a defender a tese segundo a qual não seria possível a transposição do quadro masculino para o feminino”, ressaltou o juiz federal.
A seu ver, aceitar a tese da União de que é proibida a transferência do quadro masculino para o feminino “equivaleria a dizer que transexuais não podem ser admitidos no serviço militar”. E isso, de acordo com ele, violaria “frontalmente” o artigo 3º, IV, da Constituição. O dispositivo prevê como objetivo fundamental do Brasil “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.
Sem suspensão
A AGU recorreu da decisão, pedindo a atribuição de efeito suspensivo ao agravo de instrumento, mas o desembargador federal Marcelo Pereira da Silva negou o requerimento.
Em sua opinião, a Advocacia-Geral não demonstrou o perigo da demora na suspensão do processo de reforma da militar e na retificação de seus documentos — o que foi efetivamente determinado pela tutela de urgência.
Clique aqui para ler a íntegra da decisão.
Processo 0000511-73.2018.4.02.0000

Do CONJUR
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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