Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Após críticas, Nego do Borel pede desculpas por chamar mulher transexual de "homem gato"

 Um elogio dado a um ídolo retornou em piada considerada preconceituosa. Ao chamar o cantor Nego do Borel de "gato" no último sábado (12), a transexual Luísa Marilac foi chamada de "homem" pelo funkeiro — como ela é mulher trans, isso pode ser entendido como um xingamento transfóbico. 
Youtuber que ficou famosa com o vídeo em que usa a expressão "bons drinques", que agora virou bordão, Luísa Marilac fez o elogio em uma foto que Nego do Borel publicou no Instagram. "Cada diz que passa você está mais gato, homem", escreveu Luísa. O primeiro comentário de Nego do Borel foi uma série de emoticons dando risada. Depois, respondeu com a seguinte consideração: "Você é um homem gato também, parabéns, deve estar cheio de gatas", escreveu o cantor. 

Nego do Borel foi criticado nas redes sociais. Houve quem relacionou o fato com o clipe de Me Solta, em que ele aparece vestido de mulher e chega a dar um beijo na boca de um homem. "Na hora de se vestir de mulher e beijar homem para ganhar dinheiro tava bom, né?", escreveu um seguidor.  "Ele não é obrigado a gostar. Mas é obrigado a respeitar. E como um cara "pra frentex" que ele diz ser, foi uma tirada de máscara que ele deu. Se mostrou um verdadeiro transfóbico" escreveu outro. 
Com a repercussão negativa dos comentários nas redes sociais, o funkeiro acabou se retratando. Também no Instagram, gravou um vídeo pedindo desculpa a Luísa. Disse que, na comunidade de onde ele veio, as pessoas costumam fazer brincadeiras que podem machucar. 
— A nossa brincadeira é um pouquinho grossa e a gente acaba machucando as pessoas. Às vezes eu machuco as pessoas sem querer. Luísa, quero te pedir desculpa do fundo do meu coração, me perdoa pelo que aconteceu, pelo meu comentário — pediu Nego do Borel.
Luísa gravou um vídeo em seu canal do YouTube nesta segunda-feira (14) em que admite que ficou chocada com a postura do ídolo. 
— Fiquei sem chão. Sem saber o que falar. Sabe quando você sente aquele frio horroroso no estômago, que você sente uma coisa na garganta, que não se expressar, não consegue chorar? Passei o dia assim. É uma pessoa que tenho consideração, que eu gosto, e ele ter me respondido daquela forma tão transfóbica me fez mal. Estou acostumada com isso porque passo isso na rua o dia todo.

Do Click RBS 

 




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Mamma Bruschetta pede desculpas após ser acusada de transfobia

A apresentadora Mamma Bruschetta pediu desculpas ao vivo no Fofocalizando desta terça-feira, 15, para Luisa Marilac, após ser acusada de transfobia por tê-la chamado de "homem" no programa de segunda-feira.
Luisa chamou atenção nesta semana após se envolver em uma polêmica com o cantor Nego do Borel. Em uma foto, ela comentou: "Cada dia que passa você está mais gato, homem."
Na sequência, Nego respondeu: "Você é um homem gato também, parabéns. Deve estar cheio de gatas, né?". Luisa se disse "perplexa" e "passada" com a resposta: "Onde é que você está vendo um homem aqui?"
Ao comentar o caso no programa de segunda-feira, 14, Mamma Bruschetta deu indícios de que imaginaria a repercussão que sua fala poderia render: "Vou dizer uma coisa. É capaz que eu receba até umas pedradas por aí..."
"Escuta, mas pelo que aconteceu, é muita reclamação pra nada. O que o menino fez? Não fez nada. Ele que foi fazer uma brincadeira... Brincadeira não, que não deixa de tá falando a verdade, porque, afinal de contas, a Luisa Marilac é homem também."
Leão Lobo, então, interferiu na fala de Mamma: "Mas acho que ela falou uma coisa muito séria: 'Se coloque no lugar do outro'. Porque isso ofende muito a quem é trans". "Mas ofender o que?", rebateu a apresentadora.
Nos stories de seu Instagram, Luisa ficou revoltada com a situação: "Ah, é homem? Você vai ter que falar isso pro meu advogado, Mamma Bruschetta. Hoje eu sou mulher documentada. Eu vou lhe processar. É uma 'bobagem' e você vai tomar processo."
"Vou processar a Mamma Bruschetta! Avisem ela lá, gente, pra ela se preparar. A Mamma Bruschetta vai tomar um processo no 'toba' pra ela aprender a me respeitar. Eu não processei o Borel, mas ela eu vou processar."
"A Mamma Bruschetta teve a coragem, a audácia de falar que o Nego do Borel não estava errado, que eu realmente sou um homem. Mamma, prepara porque eu vou te processar! "Eu hoje sou do sexo feminino no documento, meu nome é Luisa Marilac da Silva, mulher, e achei um absurdo aquilo. Ela tem que aprender a respeitar o gênero", concluiu.
Em entrevista ao TV Fama, Luisa contou acreditar que haja uma intenção ruim por parte da apresentadora.
"A Mamma Bruschetta é uma pessoa muito inteligente, então acho que aquilo que ela falou foi na maldade. Senti uma maldade nela, que às vezes eu não sentiria no Borel, mas eu senti nela. Eu não processei o Borel, mas ela eu vou processar."
Durante o Fofocalizando desta terça-feira, 15, Mamma se desculpou pelos comentários feitos no programa anterior, reconhecendo que Luisa é "uma mulher oficialmente pelos documentos."
"Cometi a indelicadeza de chamá-lo... chamá-la de 'homem'. Peço desculpas a quem ficar ofendido."
Luisa deu sinais de que não vai voltar atrás em sua intenção de processar a apresentadora. "Agora fala com minha advogada", escreveu ao publicar um trecho do momento de desculpas de Mamma Bruschetta em seus stories.
Luisa Marilac ficou conhecida em 2011, quando um vídeo em que aparece em uma piscina e fala a frase: "E teve boatos que eu ainda estava na pior. Se isso é tá na pior... p***, o que quer dizer tá bem, né?"


 
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'Ele é como um pai', diz transexual que adotou o sobrenome do padre Julio Lancellotti

Uma agente de saúde transexual homenageou o padre Julio Lancellotti, coordenador da Pastoral da Rua, ao escolher o seu nome de mulher. Na terça (15), Alessandra Lancellotti Sousa retirou a sua nova certidão de nascimento, com o gênero feminino.

EM NOME DO PAI 

“A vida me deu ele como um pai”, diz Alessandra. O clérigo a ajudou a se adaptar e a arrumar emprego em SP quando ela chegou de Presidente Prudente (SP), em 2017. “No interior, os padres têm repulsa da gente.”

AMÉM 

O padre diz se sentir “tocado pelo carinho”. “Ela perguntou se eu aceitava [que seu nome fosse usado] e eu disse que tudo bem. Ela está fazendo um caminho de emancipação.”

Lei a coluna completa aqui.
Mônica Bergamo
Jornalista e colunista. 


Da Folha
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Solongo Batsukh, uma miss transexual que rompe tabus na Mongólia


Solongo Batsukh, uma midiática miss transexual, sempre se apresenta elegante e enfrenta o inverno glacial na Mongólia com um delicado vestido preto debaixo de um casaco em tom pastel.
"Não quero parecer um muffin", diz, em um de seus vídeos no Facebook, esta jovem de 25 anos, enquanto se dirige ao salão de beleza onde trabalha como agente publicitária.
Graças a esta sinceridade e autoestima, Solongo decidiu se apresentar em outubro à primeira competição organizada em seu país para escolher a candidata da Mongólia ao concurso Miss Universo, que foi celebrado no último dia 17 na Tailândia.
A filipina Catriona Gray foi a vencedora da edição deste ano do concurso, celebrado em Bangcoc.
Embora não tenha conseguido representar seu país na competição, Solongo Batsukh virou um símbolo em seu país, muito conservador.
Se tivesse vencido a seletiva, teria competido em Bangcoc ao lado da espanhola Ángela Ponce, a primeira candidata transexual da história do Miss Universo.
"Queria inspirar o maior número de mulheres possível", disse Solongo em entrevista à AFP. "Estou muito orgulhosa por ter tido a oportunidade de competir. A Solongo que criei é uma verdadeira vencedora no meu coração", acrescentou.
No entanto, sua participação no concurso de beleza gerou grande polêmica na Mongólia.
"O mundo teria uma imagem negativa do nosso país se um homem nos representasse, tendo milhares de mulheres magníficas", escreveu um leitor na página do Facebook da Miss Universo Mongólia.
- 'Não devemos nos esconder' -
Estas críticas, no entanto, não intimidaram Solongo, que nasceu em um corpo de menino em Bilguun, na província semidesértica de Dundgovi, no centro da Mongólia.
Quando trabalhava para a associação "Juventude pela Saúde", que dá orientação sexual a pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), se deu conta de que na realidade era uma mulher presa no corpo de um homem.
Então, começou a usar perucas e vestidos e iniciou um tratamento hormonal.
É das poucas pessoas que afirmam abertamente sua transexualidade na Mongólia, onde 80% das pessoas LGBT preferem omitir sua verdadeira orientação sexual, segundo um estudo da ONU.
"É muito difícil para os transexuais encontrarem trabalho", lamenta Baldangombo Altangerel, encarregado do centro LGBT.
No ano passado, foi divulgado nas redes sociais o vídeo de uma pessoa transexual vítima de agressões físicas, o que evidenciou a difícil situação das pessoas LGBT neste país asiático de 3 milhões de habitantes.
Solongo tenta agora aproveitar a fama para combater esses preconceitos. Tanto nas redes sociais quanto na TV, explica que ser transexual não resulta de uma doença mental, nem significa prostituir-se.
Solongo trabalha como maquiadora, viaja muito frequentemente e ficou famosa em seu país após ter terminado na décima posição um concurso de beleza transexual na Tailândia.
"Se continuarmos nos escondendo, a sociedade continuará nos odiando. Não nos conhece", defende.
- Um exemplo -
No entanto, Solongo também se mostra crítica à comunidade transexual por lamentar demais e não fazer esforços suficientes para ser reconhecida.
"Ao invés de dizer, 'somos seres humanos como os demais', temos que demonstrá-lo através dos nossos próprios atos. Mostrar às outras pessoas que ganhamos a vida como todo mundo".
Solongo, cuja página do Facebook tem 120.000 seguidores, incentivará um programa no qual participarão cinco mulheres que queiram ter uma nova imagem. Ela as ajudará a perder peso, a mudar o penteado ou como se maquiar.
"Seus objetivos e sua paciência são inspiradores", afirma Sarangoo Sukhbaatar, de 25 anos, uma das cinco mulheres pré-selecionadas. "Se um homem pode ser tão bonito quanto ela, as mulheres podem ser ainda mais belas", afirma Sukhbaatar.
Do EM




 
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Suspeito de matar transexual também é investigado por estupro de adolescente

Uma adolescente de 16 anos procurou a polícia após ser sequestrada e estuprada dentro de um carro, no topo de um morro, localizado na cidade de Camapuã. O suspeito do crime seria um jovem de 19 anos, o mesmo que estrangulou e matou uma transexual no dia 20 de dezembro do ano passado, na mesma cidade.
De acordo com a polícia, a adolescente só decidiu falar, porque o suspeito está preso desde o último dia 22 pela a morte da transexual, com quem ele manteve um relacionamento de pelo menos 6 meses. A polícia atestou que o perfil do jovem é de psicopatia. 
Conforme a jovem, na noite do crime, ela estava em uma conveniência na cidade, onde o suspeito também estava. Em depoimento a menina disse que o homem a “observava o tempo todo”. 
Por volta da 0h, a vítima foi ao banheiro, mas, a fila estava grande, então ela decidiu ir até uma praça da cidade, a três quadras do local, para usar o sanitário.
Ainda segundo o depoimento, a menina foi abordada pelo suspeito quando chegava ao banheiro, e após ser atingida com um golpe de ‘mata-leão’ foi jogada dentro do carro e levada até um morro da cidade , distante a dois quilômetros da região central.
Ela foi estuprada por cerca de 20 minutos, no banco da frente do veículo, enforcada e ameaçada de morte, mas, conseguiu fugir após dar uma cotovelada na barriga do suspeito, abrir a porta do carro e se jogar morro abaixo.
A polícia informou que a adolescente ficou bastante ferida na queda. Depois de bater em uma cerca de arame farpado, ela teria caminhado por um trecho de 800 metros até conseguir pedir ajuda em uma casa. O casal na residência teria acionado o pai adolescente. 
Na delegacia o pai da jovem informou que a filha chegou em casa de madrugada “toda ensaguentada”. Ela disse que tinha sido estuprada pelo suspeito e também contou que ele teria tentado matá-la. Pai e filha decidiram não procurar a polícia no momento porque estavam com medo das ameaças feitas pelo rapaz. Uma terceira mulher também teria sido vítima do suspeito. 
De acordo a investigação, a jovem será submetida a exames da perícia médica legal, em Coxim (MS), onde fica o Instituto Médico Legal (IML), que atende a região de Camapuã. A adolescente será encaminhada para o Centro de Apoio Psicossocial Álcool e Droga (Caps), onde fará um acompanhamento psicossocial.
OUTRO CASO 
Uma transexual de 29 anos foi encontrada morta por estrangulamento no dia 20 de dezembro, em Camapuã. O assassino de Marcinha Rodrigues, que na época tinha 18 anos, se entregou à polícia, alegando estar arrependido. O crime teria sido motivado pela recusa dele em ter relações sexuais com a vítima.
Segundo a polícia, o suspeito contou estar bebendo cerveja com a vítima e amigos quando, por volta das 3h, Marcinha pediu carona a ele, que estava de bicicleta. Durante o trajeto, Marcinha teria lhe aliciado, provocando a reação violenta.

O jovem contou os detalhes: deu o golpe conhecido como 'mata-leão', apagou a vítima e, com ela caída ao chão, forçou o joelho em sua garganta, matando-a asfixiada. Mesma ação tentada para matar a menor. 
A denúncia será anexada as investigações, e o jovem deve responder por homicídio qualificado, sequestro e estupro.  

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No mês da visibilidade transexual, organizações preparam Caminhada pela Vida Trans

Janeiro é o mês da visibilidade das pessoas transexuais ou travestis, ou seja, pessoas que não se identificam com gênero que foi designado a elas no nascimento. Para dialogar melhor sobre o tema com a sociedade, organizações e órgãos públicos como o Mães Pela Diversidade, o Espaço Trans do HC e a Defensoria Pública do Estado de Pernambuco promovem a Caminhada pelas vidas Trans. O evento acontecerá no dia 26 de janeiro com concentração a partir das 14h na Praça do Derby e segue em direção ao Monumento Tortura Nunca Mais, com chegada prevista ás 17h
Edição: Monyse Ravenna

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Netflix: Filme conta a trajetória de transexual que sonha em se tornar bailarina

Inspirada na história de Nora Monsecour, bailarina profissional belga e transgênera, a nova produção da Netflix, “Girl”, chega na plataforma de streaming no dia 18 de janeiro. O longa foi apresentado no festival de Cannes, onde ganhou o prêmio Fipresci (Federação Internacional dos Críticos de Cinema) e o Queer Palm, que premia o melhor filme LGTBQ+ do festival. Além disso, “Girl” foi indicado ao Globo de Ouro na categoria Melhor Filme Estrangeiro. 
O filme conta a história de Lara (Victor Polster), um adolescente transexual de 15 anos que ama dançar. Seu sonho é se tornar uma bailarina profissional, para isso treina incansavelmente. Porém, o fato de ter nascido com um corpo de garoto é um enorme obstáculo. Afinal, ao mesmo tempo em que quer se destacar pela sua dança, também busca se encaixar como uma bailarina comum.
Além disso, muda-sera uma nova escola e, como se não bastassem os problemas de comuns alunos novos, ainda tem que lidar com os preconceitos de seus colegas. Tudo isso acontece enquanto Lara, com o apoio de seu pai e família, está começando a terapia hormonal e se preparando para uma cirurgia de readequação sexual.  
A história de criação do filme começou em 2008, quando o diretor Luke Dohnt, após ler um artigo que contava a história de Nora, entrou em contato com a bailarina. Nora desempenhou um papel ativo na produção do longa, tendo participado na construção da personagem principal e na escolha dos atores.
Porém, o filme vem sendo duramente criticado pelo fato de que tanto o diretor quanto o ator que interpreta Lara (Victor Polset) são cisgêneros - isto é, se identificam com o sexo biológico com o qual nasceram. Mitas críticas questionam que “Girl” é uma produção que se compromete a contar as experiências de um transsexual sem efetivamente ter algum no filme.


Do Correio do Estado
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Videos de transição

Transição de gênero é o período pelo qual uma pessoa passa no momento em que se submete a tratamentos hormonais e cirúrgicos para paulatinamente transformar suas características primárias e secundárias nas do sexo desejado.

Com 802 mortes entre 2008 e 2015, o Brasil ocupa a posição de líder do ranking mundial de violência contra pessoas transgênero (em números absolutos).

Diante disso, youtubers trans enfrentam o preconceito na esperança de ajudar outras pessoas a passar pela transição – enquanto falam também sobre outros assuntos.

Abaixo alguns canais que abordam o tema:

    Mandy Candy (foto) - 1 e meio milhão de inscritos
    Thiessita - 600 mil inscritos
    Princess Online - 10 mil inscritos
    Ariel Modara - 100 mil inscritos
    Barraco da Rosa TV - 32 mil inscritos

Selecionei estes vídeos pois os achei muito legais e penso que eles tratam bem da questão. Estes vídeos passaram o ano de 2018 postados em destaque no meu blog.












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RENOSP: Policiais LGBTs brasileiros criam rede de apoio no Instagram

Quem acha que profissional LGBT é só um ou dois na corporação da polícia, bombeiros, aeronáutica marinha, exército, ou qualquer outra instituição de segurança pública, muito se engana.
Um grupo de profissionais de segurança pública brasileiros forma a rede RENOSP (Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública), que em seu Instagram já conta com milhares de seguidores. Eles publicam diariamente posts mostrando profissionais LGBTs da área. Pessoas corajosas que acreditam na luta contra o preconceito e ignorância predominante nestas instituições e na sociedade como um todo.
A proposta existe há alguns anos, mas ganhou força desde a semana passada, quando veio a tona a história do PM Leandro Prior, que teve um inferno feito da sua vida após covardemente e anonimamente, alguém tê-lo gravado se despedindo com um simples selinho em outro homem no metrô de São Paulo.
Em um vídeo lançado semana passada, mostramos muitos policiais heterossexuais que fizeram muito além e sem jamais sofrer penalidades:



Por todas as redes sociais, foram muitos os comentários odiosos e até ameaças de morte de dentro da própria corporação da Polícia Militar, como foi o caso do PM Renato Nóbile, que feriu o juramento de honrar a vida – da própria Polícia Militar – ao ameaçar Leandro de morte (na pedrada ainda!).
Mas felizmente, há males que vem pra bem. Por outro lado, apareceram profissionais de dentro dessas mesmas corporações manifestando total apoio ao Leandro. Uma atitude corajosa, uma vez que a maioria dos profissionais LGBTs destes segmentos não se assume e vive uma vida acuada em seus armários pelo medo de todo preconceito que sabem que enfrentariam na profissão.
Inspirados na coragem destes, existe a Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTI+ RENOSP.  Como diz a bio do Instagram, é um grupo de pessoas em combate a homofobia, lesbofobia e transfobia dentro da Instituições de Segurança Pública. Todos podem seguir e pode fazer parte e mandar sua foto demonstrando apoio, todo profissional de segurança LGBT.
Pra quem acha que isso é novidade, o Brasil – pra variar – está atrasado. Na Europa, por exemplo, já existe desde 2004 uma Associação de Policiais LGBTs que integra profissionais de todos os países do continente e dá apoio a estes e apura casos preconceito nas corporações, por lá algo cada vez mais raro, diga-se de passagem.
Você pode seguir o Instagram do RENOSPLGBT aqui. Estamos juntos e precisamos nos APOIAR pra mostrar ao poder público que EXISTIMOS e merecemos dignidade e respeito em todas as esferas da sociedade.
Seguindo o perfil, você fica ligado nas atualizações, fotos e stories postados diariamente. Por lá, pode-se ver textos e fotos inspiradores de muitos profissionais LGBTs, todos com muita coragem e vontade de mudar o mundo para melhor.
Pelo fim do machismo e homofobia nestas corporações, que sinceramente, deveriam ter como prioridade acabar com tanto preconceito interno, uma vez que servem, acima de tudo, para garantir o bem estar e segurança de TODAS as pessoas.

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Alemanha aprova opção de “terceiro gênero” aos documentos

O parlamento da Alemanha aprovou uma lei que deve adicionar uma opção de  “terceiro gênero” . O uso, pelo menos a princípio, seria exclusivamente para pessoas nascidas intersex (antigamente chamadas hemafroditas, ou seja, nascidas biologicamente com ambos os sexos).
Com a medida, assim que decidirem, pessoas intersex também poderão também trocar de gênero e nome facilmente nos documentos sem precisar de autorização médica ou jurídica pra isso.
A medida garante assim que a pessoa decida seu gênero. E a família possa registrá-la em uma terceira opção até que ela se entenda.
Ativistas LGBTs receberam bem a notícia mas alertaram que falta muito ainda. Anton Hofreiter disse: “Poderia ter sido mais abrangente, a lei não vai muito longe além das pessoas intersex”, afirmou o militante Anton Honfreiter.
O motivo da queixa seria de que gênero não se define só pela característica biológica/física, como é o caso de pessoas intersex.
O terceiro gênero também poderia se aplicar com facilidade a pessoas trans que simplesmente declarem que não se encaixam no gênero feminino ou masculino, mas pelo menos por enquanto, a lei não contempla estas pessoas.
“Gênero não se define só por características físicas, mas também sociais e psicológicas”, explicou o membro da Federação Alemã de Lésbicas e Gays na tentativa de alertar autoridades de que a lei poderia ser mais abrangente e plural a todas as pessoas trans.

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Homofobia e Transfobia agora são crimes com pena de 3 anos de prisão na Suíça

A Suíca acaba de aprovar uma lei criminalizando homofobia e transfobia. Se trata de um ato inédito considerando criminalizar este tipo de discriminação com uma pena severa de até 3 anos de detenção para os infratores.
Um dos responsáveis pela aprovação da lei, o Mathias Reynard, postou em seu Twitter: “Um grande passo para os direitos humanos!”.
Falando ao Shortlist, ele comemorou a nova medida explicando sua importância muito além da Suíça: “A decisão do parlamento da Suíça é uma ótima notícia porque manda uma mensagem ao mundo de que homofobia não é opinião, como o racismo. É uma violação.”
Sobre a justiça sueca, ele ainda disse: “Trabalhando com leis, percebia que estes casos de ódio eram tratados de maneira muito leve pela justiça. Já tive amigos próximos que sofreram homofobia e transfobia e pouco foi feito a respeito.”
Vale lembrar que, ainda que avançada na questão de se criminalizar o preconceito, a Suíça ainda está bem atrasada em questões com casamento homoafetivo e adoção por casais homossexuais, que ainda não são garantias legais em seu território.


Do Poe na roda
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Descubra a Modelo Trans Yasmine Petty


A modelo transgênero Yasmine Petty posou em Nova York para uma campanha da Calvin Klein (foto acima). "As vezes é muito difícil levantar da cama", brincou a gata americana ao postar uma foto do ensaio no Instagram... Mas quem é ela? Traduzi esse texto do IMDb de autoria do Eriq Chang: "Descrevendo rapidamente, Yasmine Petty é uma modelo transexual americana de ascendência marroquina. Petty trabalha principalmente como modelo de passarela e modelo fotografia, mas tambem realiza trabalhos como atriz e fotógrafa.


Ela pode parecer uma boneca viva do lado de fora, mas embaixo de sua beleza ela incorpora partes iguais de intelecto, ambição e impulso. Este ícone moderno destrói o fingimento e o preconceito com sua beleza exótica e arrojada, confundindo as linhas entre a fantasia e a realidade.

A verdadeira paixão de Yasmine é ajudar os indivíduos a alcançarem seu verdadeiro potencial, inspirando-os a serem os melhores do mundo. Sua crença é que você pode conseguir qualquer coisa na vida que você coloca sua mente e ela espera que ela possa ser um testemunho vivo desse lema.

Nascida no norte da Califórnia, com uma herança italiana e marroquina, Yasmine sempre teve grandes aspirações. Com formação educacional em artes visuais, design de moda e fotografia, ela se mudou para Nova York, onde se aventurou por várias facetas da indústria da moda, criando momentos lindos e icônicos na frente e atrás da câmera. 

Estudou fotografia no ICP, design de moda na faculdade de Anza e artes culinárias no West Valley College. Enquanto morava em Nova York, Yasmine trabalhou como modelo, e exerceu também cargos de diretor de várias agências de modelos bem como diretor de criação/estilista de moda para várias revistas de moda, incluindo a Surface Magazine.





Como musa, Yasmine despertou o interesse de muitos estilistas e fotógrafos internacionais. Ela começou a desfilar pelas passarelas internacionais como modelo ao lado de ícones como Naomi Campbell e Karolina Kurkova, fazendo aparições em desfiles produzidos pela Vogue Itália entre outros.

Ela tem sido destaque em muitas das principais revistas de moda atuais, como a W Magazine, Hercules e modelada para Louis Vuitton, desenhada por Marc Jacobs para a LOVE Magazine.

Ela também foi baleada por alguns dos fotógrafos mais emblemáticos do setor, incluindo Patrick Demarchelier, Mario Sorrenti, Ellen Von Unworth e Marianno Vivanco.

Não demorou muito para que Hollywood se interessasse pelos talentos de Yasmine. Suas últimas realizações incluem um papel de protagonista em um próximo filme de Adam Shankman e Frank Meli, bem como várias aparições em vários programas de televisão e vídeos musicais. Yasmine está muito animada pelo mais novo capítulo de sua carreira.

Dada sua paixão pelo entretenimento e pelas artes, ela está ansiosa e aberta para continuar sua carreira como atriz profissional e está ativamente estudando com um dos melhores treinadores de atuação de Nova York."

Por Katia Walker - Via: IMDb por Eriq Chang



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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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