Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Reflexão e Desabafos: Rótulos, quem precisa deles!?

Quem nunca disse a seguinte frase: “Nossa ela é tão antipática.” ou “Aquele cara é gente finíssima.” dentre outros rótulos que o ser humano tem o prazer de sair por aí distribuindo a tudo e a todos.
Sinceramente, isso me cansa, e muito!
Por que ninguém está satisfeito com o outro? Por que sempre querem que a outra pessoa aja, pense, fale, se vista, sorria e faça tudo do jeito que é certo ao seu modo de ver?
Sempre sou rotulada como a metida, a antipática, a que fala pouco, a estressada, a contestadora, enfim… no auge dos meus 30 anos já recebi muitos rótulos. E de muitas pessoas que me deram esse rótulo, depois ouvi coisas do tipo “Poxa Carol, você é legal, mas no começo achava você tão séria.” (leia “séria” como um eufemismo de “antipática”).
E daí as pessoas acabam vendo que sou simplesmente uma pessoa reservada e que há muito tempo deixei de querer agradar a todos. Se nem Jesus conseguiu, o que dirá eu!
Eu também já errei ao rotular outras pessoas – sou humana, tenho defeitos e pecados como qualquer um – e depois também me surpreendi positivamente. E uma dessas pessoas hoje é a minha amiga mais antiga, nos conhecemos quando eu tinha 13 anos no Ensino Médio e graças a Deus somos amigas até hoje – lá se vão quase 20 anos.
Por isso, hoje aprendi que quando antipatizo com alguém a primeira vista, pode esperar, vamos nos dar bem depois que formos nos conhecendo. Dito e feito! Isso sempre acontece.
Portanto, parei de rotular tanto as pessoas, agora trabalho essa sensação que tenho a priori e deixo o tempo passar e me mostrar o que acontecerá.
O mundo está cheio de “gente perfeita”, que se acha exemplo de caráter, e que pode julgar e rotular a todos. Cansei de ouvir pessoas falando “Fulano? Meu amigo pessoal! Amo de paixão”, outras mal conhecem a outra e já saem falando “Amiga, te adoro!” e por aí vai…
Quando o tempo passa, as máscaras caem e acabam revelando o que realmente achavam da outra e, principalmente, a essência destas pessoas tão “bacanas” – que adoravam tudo e todos.
Seria muito bom se chovesse uma chuva de humildade, lealdade, transparência e sinceridade. De forma que lavasse toda essa falsidade e hipocrisia que hoje se instala na maioria da sociedade.
Para aquelas pessoas que adoram sair por aí rotulando todo mundo, algumas perguntinhas:
  • Por que você se incomoda tanto se o colega de trabalho não quer participar da panelinha? O que mudaria na sua vida se ele participasse da sua panelinha? O que mudaria na vida dele? Nada!
  • Por que você se incomoda se aquele cara passa e não sorri pra você? Já pensou que ele pode ser distraído e nem ter percebido a sua presença?
  • Por que você se incomoda com aquela garota do trabalho que fala palavrão, ri alto, brinca com todo mundo ? Será que você não gostaria de ser que nem ela? Autêntica, verdadeira e que não se importa com rótulos.
  • Por que aquele cara que não saí pra beber com o restante da galera é rotulado como antisocial? Ele por acaso tem obrigação de sair com você? Já pensou que ele pode ser um ex-alcoólatra? Ou ter algum problema que faça essa “social” ser algo que ele queria evitar?
Enfim, como dizia minha avó: “O coração do outro é terra que ninguém pisa.”
Você não passou pelo caminho que o outro seguiu. Você não viveu a vida da outra pessoa. Portanto, você não sabe por quais armadilhas, dificuldades, problemas e vitórias ela passou. Então, antes de sair por aí rotulando, criticando e disseminando seu veneno gratuitamente, pense: eu gostaria que falassem isso de mim?
Duvido que a resposta seja Sim, por isso aprenda a respeitar o outro e a guardar suas opiniões para você.
Finalizando, deixo essa imagem para refletir…

Luz e sabedoria a todos.

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Coração "doeu de felicidade": como um pai postar a foto do filho com o namorado só ajudou

Você já pediu para não ser beijado pela sua mãe na frente dos amigos? Ou fez cara feia quando viu um comentário "babão" do seu pai nas redes sociais? Uma demonstração pública de afeto pode incomodar os mais tímidos ou aqueles que ficam constrangidos quando os pais não disfarçam as emoções, mas para Abhner Benevides, 23, aconteceu bem o oposto. "Eu senti necessidade de agradecer porque eu sei que muita, muita gente não tem esse carinho", diz.
O jovem morador de Campo Grande (MS) se refere a um post que o pai dele, Aldo Benevides, fez no Facebook com uma foto em que o filho aparece ao lado do namorado, Gustavo, 22. Além de marcar os dois na publicação, o pai de Abhner fez uma brincadeira e chamou Gustavo de "noro". Os rapazes estão juntos há quatro anos.
"Meu pai já tinha feito essa brincadeira com a palavra 'noro', mas eu só tinha agradecido a ele em particular, não tinha postado nada sobre isso. Eu realmente não esperava que ele fosse fazer de novo", ele conta.
Eu pensei: eu tenho que compartilhar isso, porque foi emocionante para mim
Abhner Benevides, 23
O pai de Abhner é policial militar em Mato Grosso do Sul, está perto de completar 50 anos de idade e mora a 160 km do filho, em Rio Brilhante --uma cidade com cerca de 36 mil moradores, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Há cerca de dez anos, ele e a mãe de Abhner se separaram, e pai e filho se encontram de uma a duas vezes por mês.

Da esquerda para a direita: Abhner Benevides, Aldo Benevides e Gustavo Freitas 

"Meu coração dói de felicidade"

"No dia que ele compartilhou a foto, eu liguei para ele, e ele me falou que, independentemente de tudo, eu sou filho dele e que ele sente muito orgulho de ser meu pai. A gente teve uma conversa sobre isso [Abhner no post com o namorado]. Ele disse que não teria por que esconder isso, que não é uma vergonha para ele compartilhar isso", o jovem afirma.
Depois de ver a mensagem na linha do tempo do pai, Abhner fez um agradecimento público, reproduzindo o post no Twitter com esta frase: "Meu pai não sabe o tanto que meu coração dói de felicidade quando ele faz isso".
Em pouco tempo, o tuíte recebeu milhares de curtidas. Em menos de uma semana, foram 15 mil compartilhamentos e mais de 90 mil likes. "Eu não esperava tanta repercussão", ele diz. "Nos comentários, as pessoas se dizem orgulhosas pela atitude e entraram no perfil do meu pai para elogiá-lo."
Meu pai não sabe o tanto que meu coração dói de felicidade quando ele faz isso pic.twitter.com/
 
 
 
 
 
 
— abhney (@abhnerbenevides) 3 de dezembro de 2017  

"99% dos meus amigos não têm aceitação dos pais"

Criado em uma família evangélica, Abhner tem outros três irmãos homens (um deles é pastor) e só revelou que era gay há pouco tempo, quando tinha 19 anos. Ele morava com a mãe, na época. Logo depois, contou para o pai.
"Como ele é policial militar, a gente estava com medo da reação dele", diz.
A família se reuniu na sala de casa e Abhner se revelou. "A gente estava apreensivo, mas, quando eu contei, ele falou: 'Nossa, era só isso? Pensei que era alguma outra coisa muito séria, que você estava com câncer, que estava doente'. Foi a primeira reação positiva que eu tive, ele foi o primeiro que me aceitou."
Todo mundo se surpreendeu. Fiquei de boca aberta. Contei para meus amigos e ninguém acreditou. Foi ótimo, eu me senti muito bem
Abhner Benevides, sobre a aceitação do pai de sua homossexualidade
O rapaz diz que a maioria das pessoas LGBT que ele conhece não pode contar com esse mesmo tipo de apoio. "Noventa e nove por cento dos meus amigos não têm aceitação dos pais, e eles acham incrível minha relação com os meus pais, me perguntam como é. Todo mundo acha o máximo."
A foto que viralizou nas redes sociais foi feita em um domingo bem cedo, com o celular, quando Abhner voltava de uma festa onde tinha trabalhado como DJ.
"O que eu vivo hoje com a minha família é um exemplo de que você pode ser gay, pode estar com pessoas do mesmo sexo e pode ter uma convivência boa com a família. Muita gente não tem isso, mas eu acredito que, com o tempo, as pessoas vão abrindo mais a cabeça. Que mais pais possam agir como o meu pai."

Do UOL
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Reflexões que não são minhas mas poderiam ser...

Minha querida amiga Aline Ishtar fez um lindo post (aqui) no Facebook acerca da transição dela... 

Achei lindo e emocionante o texto dela que muito me tocou... 

Assim, depois de pedir autorização, achei por bem dividir ele com vocês que cultuam esse universo feminino das crossdressers...

Segue o post:


"Refletindo...🤔
Quando já se viveu 40 anos de um jeito e começa-se a viver experiências de outro, como no meu caso... uma vida toda de homem 👱🏻e de repente começa a experienciar vivências típicas femininas👩🏼, é tudo muito, muito diferente.
Pra quem nasce mulher é tudo normal. Elas não tem o fator de comparar. Elas não sabem como é diferente usar uma saia, um soutien, uma maquiagem💄, porque pra elas sempre foi assim. Elas desde pequenas sabem que quando crescer irão sair de salto alto👠, de batom. Elas vão furar as orelhas pra colocar brincos lindos e não pra se "subverter" como era antes com os meninos que faziam isso.
As meninas não sabem como é estranho usar uma sandália delicada, 👡unhas pintadas💅🏻... porque isso é parte da vida delas desde sempre.
Mas pra uma pessoa que viveu como homem, é tudo muito novo e estranho. Tudo diferente, sensações diferentes demais.
Lembro até hoje a primeira vez que usei um vestido fora de casa💃, na casa de um amigo. A sensação era de estar pelada. Já que a vida toda usei bermuda e camiseta. Um vestido de alcinha e comprimento no meio das coxas da uma fragilidade enorme. A saia mexendo, podendo subir com o vento. Os ombros de fora... tudo exposto. 👗
É algo a se acostumar.
E eu quero acostumar.
Quero sentir como se "sempre tivesse dito assim".
Sei que isso pode não acontecer. Já que metade da vida já passou e tive que viver como se fosse homem mesmo graças a este corpo em que eu vim.🙏🏼
Hoje entendo que sou mulher💖 e não é meu corpo que determina isso. É meu "eu" mais interior.💆
Não preciso de seios ou de salto alto, nem vestido pra ser mulher. Eu já sou. Sempre fui. Mas nunca aceitei.
Agora que sei quem sou, me aceito.
E quero usar as coisas porque gosto delas. Não porque eu preciso.
Sou mulher mesmo em roupas masculinas. Uma mulher sem seios ainda é mulher.💃💃
Mas ela aumenta, coloca, se cuida.
Hoje me sinto mais madura.
Aos poucos, isso pode e deve se manifestar.
Obrigada se leu tudo.
É um desabafo mesmo, uma constatação e uma satisfação as pessoas que me acompanham e me amam aqui pelo Facebook.
Não está sendo fácil, mas está sendo. Acontecendo !
❤️❤️❤️❤️💛"

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Nunca peça desculpas por essas 13 coisas (mesmo que ache que deva)

Pedir desculpa, não é feio, pelo contrário, quando erramos, o ato de reconhecer um erro, é nobre. Porém, quantas vezes pedimos desculpas por algo que não éramos culpados ou errados? Abaixo, listamos 13 itens, que você nunca deve se desculpar, nem carregar peso na consciência por isso.


1. Nunca peça desculpas por amar alguém.
São poucos capazes de amar genuinamente alguém, comemore. Não importa quem você ama, mesmo se for platônico, o fato de que você tem essa capacidade de amar, é o que importa.




2. Nunca peça desculpas por dizer não.

Auto-respeito e conhecer suas limitações são muito importantes. Se você não puder dedicar-se completamente do seu tempo para algo, você não deve sentir-se culpado por dizer não. Grandes líderes tem enorme capacidade de dizer ”não”.

3. Nunca peça desculpas por seguir um sonho.

Seguir nossos sonhos é o que nos torna vivo. Não existe idade para ir atras de seus objetivos, são os sonhos que nos moldam. Se você contentar-se com o que tem e não com o que deseja, você será um eterno infeliz.


4. Nunca peça desculpas por tirar um tempo para si.

Cuidar de si é muito importante para a vida, tirar um tempo e ser feliz, dedicando-se apenas a suas necessidades.


5. Nunca peça desculpas por escolher suas prioridades.

Nunca deixe ninguém fazer você se sentir culpado por escolher suas próprias prioridades. Sempre cuide do que realmente importa em primeiro lugar. Se é importante para você, então é importante e o assunto dispensa maiores explicações. As pessoas que realmente importam respeitarão a sua decisão.


6. Nunca peça desculpas para terminar um relacionamento tóxico.

O único arrependimento que você deve ter por terminar um relacionamento tóxico é por não ter feito isso antes. Uma relação não prazerosa impede-o de alcançar seu potencial. Abrir mão dela não é algo para sentimento de culpa e sim para alívio.

7.  Nunca peça desculpas por suas imperfeições.
É o que nos torna originais. Abrace-as e aceite.

8. Nunca peça desculpas por lutar.
Não abra mão de suas crenças, defender valores, moral e ética é sinal de determinação e liderança.


9. Nunca peça desculpas por não saber a resposta.

Todos estamos em busca constante por conhecimento, é isso que mantém nosso cérebro jovem, porém, infelizmente, nunca iremos alcançar o conhecimento pleno. E nesses momentos, em que não sabemos a resposta, devemos ser capazes de admitir, pois isso é um sinal de força e humildade.


10. Nunca peça desculpas por ter grandes expectativas.


Ter grandes expectativas em alguém, não é motivo de culpa, apenas significa que você se importa o suficiente para empurra-los para frente.

 


11. Nunca peça desculpas por gastar dinheiro consigo mesmo.

Nunca peça desculpas por tratar-se de maneira especial. Comprar algo agradável para si melhora a auto-estima. As pessoas felizes e bem-sucedidas sabem que, se as compras forem algo saudável e não compulsivo, realizar seus próprios desejos pode ser um bom ingrediente para uma vida plena. O único cuidado é não se perder na sociedade consumista em que vivemos hoje.
 
12. Nunca peça desculpas pelo atraso em sua resposta.

Nós não vivemos apenas para responder os outros, temos nossas obrigações, demora na resposta, não é sinal de não dar importância, as vezes existem outras prioridades ou emergências que devem ser cuidadas de imediato.

 
13. Nunca peça desculpas por dizer a verdade.

Pessoas brigam pela verdade, mas vivem constantemente na mentira, e quando o que falamos não é de seu agrado, nos acham rudes. Pessoas fortes dizem a verdade, por mais dolorosa que seja.
Reserve o “Sinto muito” para quando você realmente cometer um erro.  

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Relato de um homem lésbico

Marcos Augusto tem 20 anos e é estudante de sociologia. Ele entrou em contato com o BlogSoubi para relatar seus estudos e descobertas sobre os homens lésbicos. Além de ter entrevistado alguns deles, ele também se encaixa nessa categoria. Abaixo, alguns trechos do relato.
“Atualmente, depois de tantos estudos e descobertas, é bem mais fácil você conseguir se descobrir sexualmente. Ao entender mais sobre sexualidade, você logo começa a perceber que é homossexual, bissexual ou transgênero. Porém, ainda há pessoas que dizem não se encaixar em nenhuma dessas categorias, o que acaba sendo um transtorno imenso, muitas vezes por toda a vida. Dentre essas novas tipagens, há o homem lésbico. Imagine você, um homem que gosta de mulher. Tudo normal, certo? Errado. Por mais que acreditemos estar tudo tranquilo, um mar de perturbações se passa pela cabeça deste homem. Como esta é uma classe em “fase de descoberta”, ainda há muitos conflitos e contradições.
Algumas pessoas confundem e acreditam que o homem lésbico é apenas um cara “sensível demais”. Outras já confundem com crossdressers (homens heterossexuais que gostam de se vestir de mulher).
Mas o homem lésbico é diferente. A sua sensibilidade é maior, seus sentimentos são como de uma mulher. Entretanto, isso nada tem a ver com homossexualidade, muito pelo contrário. Apesar de ter seu lado feminino, esse homem não se sente um transgênero, pois, teoricamente, está satisfeito com seu corpo. Eles gostam de ser homens, mas sentem que sua “alma” feminina é lésbica.Tenho me dedicado a esse assunto há algum tempo e tirei algumas conclusões.Com base em casos que presenciei, nos relatos que li e nas confissões que fizeram a mim, percebi que há vários níveis de homens lésbico, do mesmo modo que existem homossexuais mais ativos, passivos ou relativos (que alternam entre ativo e passivo). Os homens lésbicos podem ser “mais masculinos” ou “mais femininos”. Mas o fato é que todos têm algo em comum: são homens que gostam de mulheres, mas não se sentem homens na relação sexual. É complexo.
Presenciei um caso de um homem que se considerava uma mulher, mas no corpo de um homem. Ele realmente queria ser tratado como “uma princesa”. Mas isso em nada impedia ele de curtir rock, videogame, sair com uns amigos e tomar umas. Ele gostava de ser totalmente passivo. Já outros são difíceis de distinguir, visto que são homens lésbicos ativos. Há ainda os relativos, que estão no meio termo. Às vezes gostam de ser mais femininos, outras vezes mais masculinos. O que os coloca na mesma categoria é que na hora do sexo, esses homens não sentem necessidade de utilizar órgão sexual no ato. Alguns até repudiam a penetração peniana e fazem sexo como uma mulher lésbica. Há alguns (mais passivos) que gostam de ser penetrados por sua parceira.
Pela falta de entendimento de muitas mulheres sobre o assunto, muitos desses homens acabam escondendo sua verdadeira identidade e vivem como homens heterossexuais, embora no fundo, por mais que amem sua parceira, nunca serão completamente felizes. O maior desafio é encontrar alguém que os aceite como realmente são. Relacionamento com lésbicas é, teoricamente, impossível, afinal, elas gostam de mulheres. E relacionamento com bissexuais também costuma ser complicado, principalmente para os mais passivos, pois geralmente uma garota bi, quando se relaciona com um garoto, prefere que ele seja ativo na relação. Ainda há muito a pesquisar, muito a discutir e muito a aprender. Mas como sempre digo, o importante é não haver discriminação e, claro, por mais diferente que se possa ser, toda forma de amor é válida, afinal, o importante é ser feliz”.
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Acredito que muitas mulheres já devam ter se relacionado com homens lésbicos. Se alguma puder dar o seu depoimento, seria extremamente valioso. Deve ter sido difícil de compreender. Eu, como uma mulher bissexual, confesso que também teria dificuldades em me relacionar com um parceiro assim. Mas sabendo de tudo isso e amando a pessoa, talvez eu tentasse me adaptar a essa situação, desde que isso, de alguma maneira também me realizasse.
Não adianta satisfazer o outro se para você a situação não é prazerosa.Somos complexos, somos todos diferentes, cada um com seu desejo, manias e gostos. Cresceremos como sociedade quando entendermos de verdade tudo isso.

Foto ilustrativa - Texto do Blog do blogsoubi
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: "You know what you are. Don`t pretend to measure up".



Incrível como a gente faz de tudo! Tudo mesmo para se afastar de "certos apelos"... Faz de tudo para ter paz e tranquilidade. Faz de tudo para se libertar do buscando paz interior...

 Ai, depois de tudo que rolou (aqui) eis que a pessoa me manda uma mensagem:

- "You know what you are. Don't pretend to measure up" = Você sabe o que você é. Não finja não entender. 

Agora observe o sublinhado (Don't pretend = do not pretend) e compare com o cartaz ilustrativo ai embaixo... 
Soa ou não como um aviso? Como um ultimato. Como se quisesse ameaçar de nunca deixar em paz, porque essas "indiretas" rolam a mais de 6 meses... Estou lutando muito para me sair dessa dominação psicológica.


Depois disso, so posso me sentir humilhada... E de varias formas confirmo que sinto que existem varias maneiras de uma pessoa se sentir humilhada. E eu estou sendo "afogada" nessas maneiras todas...

O que fazer quando uma pessoa quer te dominar e te faz sentir humilhada te menosprezando, te diminuindo ao ponto de te deixar imóvel!

E quando além disso ela arma uma cilada e te pega com desdém pelo seu massacrante “calcanhar de Aquiles”: O meu próprio desconhecimento sobre mim mesma.

Expondo (e nos lembrando) as nossas fraquezas e emoções mais ocultas que a gente julga ter superado e abandonado em estado de letargia no fundo do armário... 

Ai que essa vida dupla de crossdresser dói muito... Queria muito esquecer me isolar... Como eu posso lutar contra sensações que me dominam e que quero tanto deixar de lado? E pior é que a pessoa não deixa...

Fica naquela de mandar indiretas, diretamente no meio da minha cabeça. Esvaziei a malinha de roupas da Kátia. Nunca fui tão fundo em desistir para buscar preencher com coisas novas. Novas situações e sensações novas... Quando vou me livrar desse vicio que me domina... So quero fugir dessa mistura de todas as emoções, sensações, limitações e momentos.

Diante disso nada melhor que outro texto que me trouxe algum discernimento:

"Há muitas maneiras de uma pessoa se sentir humilhada. A mais comum é aquela em que alguém nos menospreza diretamente, nos reduz, nos coloca no nosso devido lugar - que lugar é este que não permite movimento, travessia?. Geralmente são opressões hierárquicas: patrão-empregado, professor-aluno, adulto-criança. Respeitamos a hierarquia, mas não engolimos a soberba alheia, e este tipo de humilhação só não causa maior estrago porque sabemos que ele é fruto da arrogância, e os arrogantes nada mais são do que pessoas com complexo de inferioridade. Humilham para não se sentirem humilhados.
Mas e quando a humilhação não é fruto da hierarquia, mas de algo muito maior e mais massacrante: o desconhecimento sobre nós mesmos? Tentamos superar uma dor antiga e não conseguimos. Procuramos ficar amigos de quem já amamos e caímos em velhas ciladas armadas pelo coração. Oferecemos nosso corpo e nosso carinho para quem já não precisa nem de um nem de outro. Motivos nobres, mas os resultados são vexatórios.

Nesses casos, não houve maldade, ninguém pretendeu nos desdenhar. Estivemos apenas enfrentando o desconhecido: nós mesmos, nossas fraquezas, nossas emoções mais escondidas, aquelas que julgávamos superadas, para sempre adormecidas, mas que de vez em quando acordam para, impiedosas, nos colocar em nosso devido lugar".
Martha Medeiros.
 

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman: "duvido que a Katia consiga morrer, é tão forte quanto o mordomo tem vida própria..."

Tem uns dias que falei para uma pessoa com quem gosto de estar que não dava mais certo ficarmos junto  porque quando estamos é muito intenso e isso mexe demais comigo... Por isso mesmo pedi para pararmos porque não quero sofrer mais do que ja estou sofrendo... Falei também que desmontei o guarda roupa e aos poucos a Katia está deixando de existir, pois não me vejo tendo dilemas aos 50 anos... Por fim, "O tempo passou e não há mais espaço para isso".

O fato é que quando me monto parece que viro outra pessoa. No meu dia a dia eu sou homem, comporto e me visto como homem. Não sou afeminado nem nada, no dia a dia você não perceberia, juro!

Não sinto a mínima atração por homens... Já tive relação com várias mulher não tenho problema em satisfazer uma mulher, adoro o jogo sexual, gosto de fazê-la gozar mais do que gosto de gozar. Amo o corpo da mulher e as acho lindas...

Mas quando me visto de mulher e estou com essa pessoa (que citei la em cima nesse texto) só consigo ser o passivo. Quando estou na cama com essa pessoa me liberto e viro outra pessoa. Quero ser fêmea e ser tratado como uma princesa... E por isso mesmo tenho para mim que sexo é muitas vezes mais psicológico do que físico. É uma questão de sintonia.


Essa pessoa me respondeu que eu estava desprezando ela, que eu havia enchido ela de esperança e que por isso estava me excluindo de tudo. e me desejou felicidades me chamando pelo nome de sapo... (coisa que essa pessoa sabe que não gosto). Passado uns dias, a pessoa me escreve no whatsapp: "duvido que a Katia consiga morrer, é tão forte quanto o mordomo tem vida própria..."

Diante disso, consegui conforto neste breve texto de Cora Coralina:


"Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé.
Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende!"

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Eu Queria Ser Assim...

Eu queria ser assim
coração de pedra nunca estar afim
mesmo que você diga pra mim
eu queria ser assim
e pra você nunca dizer sim
mesmo que esse dia nunca tenha fim

meu coração já não aguenta
sua incerteza sua displicência
por enquanto nem tão distante
quero viver na indecência de não ter você

deixo uma palavra pra você
não adianta tentar me esquecer
sei que como
cedo ou tarde você vai sofrer

eu queria ser assim
coração de pedra nunca estar afim
mesmo que você diga pra mim
eu queria ser assim
e pra você nunca dizer sim
mesmo que esse dia nunca tenha fim


Musica: Eu Queria Ser Assim - De Matheus Chamone

As Fotos são da Bela, Rayla Rios uma linda morena estilo mulherão ela tem 24 anos, pesa 90 quilos e tem 1,93 de altura. Ela é de São Vicente/SP e o telefone dela é (13) 98119-5388. Mais fotos você encontra aqui...

 

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker:Penso que "Para ser sexy não precisa ser vulgar".

Uma pessoa que eu até considero (considerava), veio me dizer que minhas fotos não mostravam nada e que elas só agradavam a mim... Que eu tinha de ser mais sexy e por mais foto de bunda... e tal... 

Confesso que fiquei surpresa... E eu ate achava o cara "gente boa"... Demorou para "cair a ficha"... Fiz uma boa auto critica por conta do que "ouvi" e da pessoa que falou...
 
Pois bem, "amigo" de fato, minhas fotos tem que me agradar. Acho que para ser sexy não precisa ser vulgar. Penso que basta ter atitude, personalidade e elegância. Ser sexy não precisa usar vestido curto, decote ousado ou bunda de fora. Agindo assim ninguém me vê com seriedade, apenas como "lanchinho" da internet.

Se eu ficar pondo foto da bunda, vou ganhar o que? Mais curtidas? Não "amigo"... Deixe quieto. Me deixa em paz... Sei que sempre tem gente que vai olhar para um belo decote ou uma bunda ajustada dentro de uma saia curta, mas não é isso que me fará ser desejada. Tão pouco almejo ser rotulada da fama de "safada". Afinal, nesse mundo cada vez mais ao contrário, ganhar esse tipo de fama até eleva a "moral" mas não é o que busco para mim... Não quero ficar com fama de "CD - Crossdresser Chumbinho". Comeu. Morreu...

Já não tenho idade para ficar primando por quantidade ao invés de qualidade. E não tenho a menor pretensão de teu como único atrativo o fato de usar roupas curtas.
Você é homem e como tal pensa como um. E exatamente por isso "peca por teimosia" e sempre continuará desejando as "gostosas" produzidas em larga escala dentro das "academias e boates" da vida... 

Obrigada, pela sua gentileza, em ter me dado uma "dica" mas vou declinar...
Deixe quieto. Me deixa em paz... Seja feliz!
Eu sou...

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"Minha mulher se tornou transexual e eu perdi minha identidade lésbica", relata americana

A escritora e designer Kendra Lee casou com a namorada que conheceu ainda na faculdade, com quem teve uma filha. Após quase 10 anos juntas, Amy se tornou Simon. "Sou uma lésbica que um dia acordou casada com um homem -e não poderia estar mais feliz e orgulhosa", escreveu ela. Leia o relato.

 "Eu me assumi bem antes de Ellen, muito tempo antes de Katy Perry cantar sobre beijar uma garota (e gostar). Eu era uma caloura na universidade quando descobri, para minha surpresa, que estava loucamente apaixonada por minha melhor amiga. Era o meio dos anos 90 e, nesta época, certamente não era nada "da moda" ser gay.

Eu fui a primeira pessoa gay que a maioria de meus amigos conheceu. Mas eu gostava de ser gay. Tinha uma obsessão antes com a ideia que meu completo desinteresse pelos meninos significava que havia algo errado comigo. Então descobri que não tinha nada de errado -eu só era gay.

Meus pais, por outro lado, não gostaram muito. Eles passaram anos pregando que era só uma fase (spoiler: não era). Os dois queriam netos e um casamento heterossexual para mim. Encontrar um homem que me amasse e tomasse conta de mim era um de seus principais objetivos na vida.

Mas enquanto meus pais estavam preocupados com meu futuro, eu estava mergulhada na cena gay da faculdade. Encontrei minha turma. Nós nos divertíamos, éramos felizes, amávamos uns aos outros, éramos ótimos alunos. Sabíamos que tínhamos um futuro e não estávamos preocupados de jeito nenhum.

Viver o fim do meu primeiro amor foi devastador. Sofri muito. Mas a despeito dessa montanha-russa que sempre foi minha vida amorosa, eu era uma lésbica assumida e orgulhosa. Essa era minha identidade. Ir para as festas com outras amigas lésbicas ou à Parada Gay de Atlanta me fazia sentir cercada por pessoas que entendiam uma parte de mim que o mundo queria que eu escondesse.

Conheci Amy no fim dos meus 20 anos, num bar de lésbicas. Eu já a tinha visto antes, mas ela tinha namorada. Desta vez ela estava solteira e eu, de volta à pista. De cara, nosso encontro mostrou que tínhamos uma conexão perfeita. Amy e eu dávamos tão certo juntas que era algo difícil de negar.

Nós duas estávamos passando por momentos difíceis: ela havia perdido o irmão no ano anterior e eu lidava com a depressão -na época, ainda não identificava como uma doença. Nossas personalidades eram complementares. Ela me entendia melhor do que eu mesma em muitos assuntos.

Então fizemos o que qualquer casal lésbico faria... fomos morar juntas. Em seguida, casamos. Bem, não legalmente. Era 2006 e o casamento gay ainda levaria 9 anos para ser aprovado na Flórida. Mas fizemos uma cerimônia ao ar livre com todos nossos amigos, dissemos nossos votos, juramos amor uma à outra e festejamos.

Amy e eu amávamos estar casadas. Mas logo surgiram as primeiras turbulências. Nós duas continuamos saindo muito para festas. Flertávamos com a infidelidade, tínhamos muitas discussões bêbadas. Tinha sempre muita gente entrando e saindo de nossa casa. Mas, principalmente, éramos duas pessoas que se amavam muito e também se odiavam. Éramos autodestrutivas e o álcool potencializava tudo.

Então, em outubro de 2008, nós duas paramos de beber. Nos tornar sóbrias envolvia, primeiro, rever todas as coisas que nos faziam querer beber e enfrentá-las. Uma tarefa difícil e desgastante emocionalmente. O processo, em muitas partes, é solitário. Mas aprendemos a incentivar uma à outra. Ensaiávamos como seria a reunião no AA, ríamos do café fraco e lidávamos juntas com os efeitos físicos e psíquicos da falta do álcool. Começamos a crescer e a assumir responsabilidades.

No dia 28 de janeiro de 2011, nossa filha veio ao mundo com um punho em riste, como um símbolo de triunfo. Era a primeira expressão de sua grande personalidade. Foi o fim de uma batalha de dois anos lidando com tratamentos contra infertilidade e um aborto espontâneo.

Agora, tínhamos tudo que meus pais haviam sonhado para mim: uma casa, um casamento, uma filha. Eu estava completamente apaixonada pela minha vida e ser gay continuava sendo parte central da minha identidade. Falar que era gay era uma das primeiras coisas que dizia numa conversa. Sempre mencionava minha mulher ou falava sobre a "outra mãe" da minha filha. Queria mostrar ao mundo que gays estão prontos para casamento e filhos, que amamos e vivemos como qualquer um.

Então não é difícil imaginar o abalo sísmico em minha identidade quando Amy sentou uma noite comigo, depois de voltar da terapia, e disse que era transgênero. Para dizer a verdade, a revelação em si não foi um choque. Ela há anos se mostrava insatisfeita com o corpo. Era constantemente chamada de "senhor" em público e não demonstrava o menor incômodo. O que a incomodava, na verdade, era quando a pessoa se corrigia -com se tivesse perdido o encanto.

Eu sabia disso, mas torcia para que fosse alguma disforia de gênero. Afinal, eu sou lésbica, me sinto atraída por mulheres, não homens. Mas a verdade era uma só: Amy, no seu coração, na sua mente, era um homem. Fingir, evitar ou negar não ia mudar isso. O esforço que estava fazendo a estava mergulhando numa depressão. E eu estava vivendo com uma sombra da pessoa que havia amado.

Para Amy, viver essa verdade era uma questão de vida ou morte. E eu só poderia decidir entre ficar ou ir embora. Ela começou a transição e passou a se chamar Simon.

O que uma mulher em seus quase 40, orgulhosa de ser lésbica, poderia fazer diante do parceiro homem transexual? Eu não sei. O que posso dizer é que escolhi ficar. Se Simon é um homem, sempre foi assim, não importa se eu tinha consciência ou não. Resolvi ficar porque ele é corajoso, gentil, honesto e amoroso em maneiras que Amy nunca teria a mesma abertura e transparência para ser. Resolvi ficar em nome da família que criamos juntos e porque não posso imaginar minha vida sem ele.

Quando eu começo a analisar demais o que estar com Simon significa para minha identidade lésbica, eu entro um pouco em pânico. É como perder uma parte de mim. Mas quando olho para a pessoa com quem vivo há quase dez anos, para a filha que nos adora, sei que estou no lugar em que quero e preciso estar. Eu o amo. E ele ainda me ama como ninguém mais. Isso transcende qualquer rótulo.

Eu sou uma lésbica que um dia acordou casada com um homem -e não poderia estar mais feliz e orgulhosa dele ou de nós. Só não deduza que, por isso, sou hétero."

*A íntegra do artigo de Kendra Lee foi publicado no site XOJane. Clique aqui para ler (em inglês).

 

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‘Você se casaria com uma travesti?’


Ela me disse ao telefone como era incrível ter me conhecido, a pessoa maravilhosa que eu era, e o quanto me adorava.
“É, tá bom”, disse eu, rindo. “Mas casar comigo você não quer, né?”
Foi apenas uma brincadeira minha, e a resposta foi um longo silêncio. Agora pensando nisso, eu pergunto a você, leitor, até que ponto é verdadeiramente a pessoa que importa para você.
Homem ou mulher, se você realmente encontrasse uma pessoa incrível em sua vida, mas para estar com ela você tivesse que enfrentar o mundo todos os dias, o que você faria?
Ir a um restaurante, ao cinema, ou até mesmo um mero passeio no parque comigo não é algo simples. As pessoas olham, observam, estranham e julgam o tempo todo.
Eu ignoro, já nem reparo mais nos outros, como se estivesse em uma bolha de mim mesma, um escudo de autoestima onde os olhares ricocheteiam e já não penetram mais. Porém, quem está comigo os sente inevitavelmente.
Deficiência
Imagino que seja parecido com ter uma deficiência muito visível ou uma característica muito notória, como cego, baixo demais, azul com listras alaranjadas, sei lá.
Entretanto, uma mera característica ou deficiência não vem carregada de valores negativos, certezas morais e acusações mentais. Estar com uma travesti, beijá-la, abraçá-la ou mesmo pegar em sua mão, vem.
Imagine chegar para o papai ou a mamãe e contar que está namorando uma travesti. Já pensou? Crie a cena em sua mente, seja você quem for, veja-se dizendo o quanto a ama e a pessoa maravilhosa que ela é.
Gostar?
Não sou fácil de gostar realmente de alguém, nunca fui. Relacionamentos e pequenos casos vêm e vão por toda a minha vida como brisas que me contornam e seguem adiante. Talvez levando um pouco de mim, às vezes deixando algum frescor, mas amores de verdade, daqueles que ficam marcados para sempre, foram mesmo muito poucos.
Gostar de mim o suficiente para estar ao meu lado de cabeça erguida, não é uma qualidade, a meu ver, é uma obrigação. Por isso, não sei se voltarei algum dia a ter alguém assim em minha vida, diante de tantas dificuldades somadas à minha assumida condição.
Claro que não espero que todas as pessoas tirem suas máscaras, mas acho que muitos relacionamentos terminam por conta delas. São mentiras demais, falsidades e teatrinhos demais que, muitas vezes, não podem ser sustentados por muito tempo. E quando a verdade vem à tona, longas construções afetivas desmoronam.

Somente quando expomos nossas mais profundas verdades é que podemos ter certeza de que a outra pessoa não estará gostando de uma imagem que passamos ou de uma mentira que contamos. E somente essa pessoa, igualmente exposta, será merecedora de toda nossa dedicação e adoração, digna mesmo da doação de nossa própria vida.
Ou não.

Acervo pessoal*Márcia Rocha é advogada, militante e travesti. Livre como poucas, vive sua vida o mais intensamente possível, criando suas próprias regras da mesma forma como criou seu corpo escultural. Uma mulher especial com algo a mais, que vive para ser e fazer feliz.

Por
MÁRCIA ROCHA* - Do Site Pau Pra Qualquer Obra
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KAROL STEFFANY: POR UM AMOR VERDADEIRO!

A bela e apaixonante Karol esta em um processo evolutivo da sua independência! Seus sonhos, lutas e ambições, se voltam para o campo das disputas por espaço em seu direito a dignidade sentimental; a garota esta respondendo em seu processo de libertação e entretenimento com seu verdadeiro eu: - SIM, eu quero viver. E a vida é aproveitar àquilo que é capaz de saciar a sede e se embriagar prazeirosamente; ou não!  A vida é o mar, o sol e o calor do verão; mas, não deixa de ser o friozinho aconchegante, que aproxima e apaixona mais as pessoas no inverno! A vida são as flores da primavera que se tornarão frutos no verão... A vida para Karol é o amor!
E amor apaixonado é racional, é o amor consciente e disposto a crescer com ela em entendimento e enfrentamento aos preconceitos
e discriminações que por ventura venham atravessar ao caminho do casal! É isto que Karol, com sua vida estabilizada e organizada procura! Não se trata de procurar aventureiros ou pessoas que só conseguem conversar na cama, no ato sexual e pronto; não, é um companheiro que seja capaz de ajudá-la a evoluir em seu processo de redefinição e reencontro com o seu verdadeiro Eu que havia sido exilado por conta das pressões e imposições sociais em sua mais tenra infância. Se você é capaz de entender o amor a dois como um processo em que dois seres humanos se encontram para melhor enfrentarem as
dificuldades da vida e crescerem juntos a partir desses enfrentamentos, se você acredita que é capaz de dar as mãos a pessoa que você ama e ir ao parque, a praça, ao cinema e passear na praia recebendo a brisa mar chutando marolas, Karol pode estar nesse momento sonhando com você!!! Alguém especial, disposto a um relacionamento sério como todas as pessoas que desejam merecem sonhar; ser especial é saber que o amor é um dom humano e que ele
é possível desde que qualquer um coloque suas faculdades mentais, àquilo que lhes separa de qualquer outro animal, para funcionar e ver que a vida é curta e muito bela para limitarmos e nos prendermos com o que A, B ou C pensa, se na hora da dor só contamos com as pessoas que verdadeiramente gostam de nós... 
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Casal de adolescentes transgêneros luta contra o preconceito

Nos locais mais improváveis surgem encontros que geram paixão, como a história do casal que se conheceu em uma clínica para tratar distúrbios alimentares


Agora, um outro caso chama a atenção: o de Katie Hill e Arin Andrews. À primeira vista, os dois têm tudo para ser mais um casal adolescente americano. Exceto pelo fato de que ambos fizeram intervenções estéticas para mudar de sexo.


Katie, de 19 anos, nasceu como Luke e iniciou um tratamento hormonal para desenvolver seios naturais sem precisar de implantes de silicone. 
Um doador anônimo, comovido com a história, colaborou com 40 mil dólares (cerca de R$ 80 mil) para a mudança de sexo de Katie, como presente de aniversário de 18 anos, em 2012. “Mesmo quando tinha 3 anos de idade, eu sabia que, no fundo, queria ser uma menina. Tudo o que eu desejava era brincar com bonecas.
Eu odiava meu corpo de menino e numa me senti bem nele”, disse Katie ao canal do Youtube Barcroft TV.

Arin, de 17 anos, nasceu como Emerald, menina que ganhou concursos de beleza e fazia balé. “Os professores separavam os meninos das meninas. Não entendia por que me colocaram entre elas”, disse ele na mesma entrevista. Arin falou também que sempre sonhou em pilotar motos, mas não podia pois diziam que era "coisa de menino. Foi uma tortura todos os dias”. Graças aos pais, ele fez a cirurgia de remoção dos seios e de mudança de sexo.

O ENCONTRO
Os dois começaram a fazer terapia, se conheceram em um grupo de apoio aos transgêneros, em Oklahoma, nos Estados Unidos, e se apaixonaram.

Arin disse ter ficado chocado com a beleza de Katie e que a achava bonita demais para ser transexual. Atualmente, o casal dá entrevistas sobre a história para ajudar outros jovens que passam pela mesma situação, traumas e falta de apoio dos pais. Quanto aos dois, após a difícil aceitação da família, eles lidam bem com o assunto e estão apaixonados. “Somos perfeitos um para o outro porque sofremos os mesmos problemas”, concluiu Katie.

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Depressão é coisa séria...

Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste.

Na depressão, o tratamento rápido, intensivo e completo (até o desaparecimento total dos sintomas) diminui o risco de recaídas, de depressões de tratamento difícil no futuro e de atrofias de Hipocampo. Isso é importante para portadores de depressão que perdem meses em psicoterapias e tratamentos alternativos. Terapia é muito importante, mas na depressão ela é ator coadjuvante e não principal.

Como Depressão significa tristeza, as pessoas acham que o principal sintoma da Depressão é a tristeza. Mas não é. O principal sintoma da Depressão é a queda de energia. É a energia vital da pessoa que está deprimida.

Depressão é uma doença do corpo inteiro, não só do cérebro. O paciente se sente pesado, lento (ou com agitação improdutiva), com dores no corpo, dores de cabeça, Fibromialgia, alteração do ritmo intestinal, da digestão, alteração da pele, cabelos, unhas, alterações do sono, etc. Depressão baixa a resistência a infecções, aumenta a chance de infarto, derrame, diabetes, etc.

A atriz americana Demi Moore foi internada na segunda-feira (23) em um hospital de Los Angeles, na Califórnia, devido ao "cansaço", informou nesta terça-feira (24) seu empresário Carrie Gordon. Os paramédicos foram chamados à casa da atriz durante a noite de segunda e, depois de atendê-la por meia hora, levaram-na a um hospital local. Demi Moore decidiu "buscar assistência profissional para tratar seu esgotamento", afirmou o empresário , em comunicado. "Devido ao estresse que sofre em sua vida neste momento, Demi decidiu buscar assistência profissional para tratar seu cansaço e melhorar seu estado de saúde geral", disse Gordon. De acordo com o site TMZ.com, especializado em personalidades, a atriz foi internada devido ao "abuso de substâncias". Demi Moore anunciou em novembro seu divórcio do ator Ashton Kutcher, com quem esteve casada durante seis anos, em meio a rumores sobre supostas infidelidades do protagonista da série 'Two and a Half Men'. A atriz de "Proposta Indecente" (1993) e "Striptease" (1994), que nos anos 1990 tornou-se uma das mais bem pagas de Hollywood, causou impacto no mundo do espetáculo quando posou nua exibindo sua avançada gravidez na capa da revista Vanity Fair, em 1991. Moore tem três filhas com seu segundo ex-marido, o ator Bruce Willis.

Do G1

Como se percebe a depressão é uma doénça e muito séria. E o caso acima liustra bem que não importa o sucesso, muito menos o dinheiro, ou a beleza que se tem...

O Ser Humano é um ser social também! E na vida é muito essencial que se enha um bom bom relacionamento
. Fica clara a a responsabilidade que se deve ter com o parceiro... Terminar é uma coisa. Trair (e publicamente) é uma dor sofrida e muito maior que se possa imaginar...

Verdadeira causa de internação de Demi Moore foi ataque epilético, diz fonte



O motivo da internação de Demi Moore nesta segunda-feira, de acordo com o site "Radar Online", foi um araque epilético. Ela também recebe tratamento para anorexia e abuso de substâncias químicas.

Tudo indica que o motivo de tanto descuido com a saúde e emagrecimento muito veloz seja o fim do casamento da atriz com Ashton Kutcher, após escândalos de que ele tivesse traído a esposa. Eles mantiveram a relação durante seis anos.

"Devido ao estresse que sofre em sua vida neste momento, Demi decidiu buscar assistência profissional para tratar seu cansaço e melhorar seu estado de saúde geral", disse Carrie Gordon, seu empresário, em comunicado nesta terça-feira.

Do SRZD


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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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