Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Após críticas, Nego do Borel pede desculpas por chamar mulher transexual de "homem gato"

 Um elogio dado a um ídolo retornou em piada considerada preconceituosa. Ao chamar o cantor Nego do Borel de "gato" no último sábado (12), a transexual Luísa Marilac foi chamada de "homem" pelo funkeiro — como ela é mulher trans, isso pode ser entendido como um xingamento transfóbico. 
Youtuber que ficou famosa com o vídeo em que usa a expressão "bons drinques", que agora virou bordão, Luísa Marilac fez o elogio em uma foto que Nego do Borel publicou no Instagram. "Cada diz que passa você está mais gato, homem", escreveu Luísa. O primeiro comentário de Nego do Borel foi uma série de emoticons dando risada. Depois, respondeu com a seguinte consideração: "Você é um homem gato também, parabéns, deve estar cheio de gatas", escreveu o cantor. 

Nego do Borel foi criticado nas redes sociais. Houve quem relacionou o fato com o clipe de Me Solta, em que ele aparece vestido de mulher e chega a dar um beijo na boca de um homem. "Na hora de se vestir de mulher e beijar homem para ganhar dinheiro tava bom, né?", escreveu um seguidor.  "Ele não é obrigado a gostar. Mas é obrigado a respeitar. E como um cara "pra frentex" que ele diz ser, foi uma tirada de máscara que ele deu. Se mostrou um verdadeiro transfóbico" escreveu outro. 
Com a repercussão negativa dos comentários nas redes sociais, o funkeiro acabou se retratando. Também no Instagram, gravou um vídeo pedindo desculpa a Luísa. Disse que, na comunidade de onde ele veio, as pessoas costumam fazer brincadeiras que podem machucar. 
— A nossa brincadeira é um pouquinho grossa e a gente acaba machucando as pessoas. Às vezes eu machuco as pessoas sem querer. Luísa, quero te pedir desculpa do fundo do meu coração, me perdoa pelo que aconteceu, pelo meu comentário — pediu Nego do Borel.
Luísa gravou um vídeo em seu canal do YouTube nesta segunda-feira (14) em que admite que ficou chocada com a postura do ídolo. 
— Fiquei sem chão. Sem saber o que falar. Sabe quando você sente aquele frio horroroso no estômago, que você sente uma coisa na garganta, que não se expressar, não consegue chorar? Passei o dia assim. É uma pessoa que tenho consideração, que eu gosto, e ele ter me respondido daquela forma tão transfóbica me fez mal. Estou acostumada com isso porque passo isso na rua o dia todo.

Do Click RBS 

 




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Mamma Bruschetta pede desculpas após ser acusada de transfobia

A apresentadora Mamma Bruschetta pediu desculpas ao vivo no Fofocalizando desta terça-feira, 15, para Luisa Marilac, após ser acusada de transfobia por tê-la chamado de "homem" no programa de segunda-feira.
Luisa chamou atenção nesta semana após se envolver em uma polêmica com o cantor Nego do Borel. Em uma foto, ela comentou: "Cada dia que passa você está mais gato, homem."
Na sequência, Nego respondeu: "Você é um homem gato também, parabéns. Deve estar cheio de gatas, né?". Luisa se disse "perplexa" e "passada" com a resposta: "Onde é que você está vendo um homem aqui?"
Ao comentar o caso no programa de segunda-feira, 14, Mamma Bruschetta deu indícios de que imaginaria a repercussão que sua fala poderia render: "Vou dizer uma coisa. É capaz que eu receba até umas pedradas por aí..."
"Escuta, mas pelo que aconteceu, é muita reclamação pra nada. O que o menino fez? Não fez nada. Ele que foi fazer uma brincadeira... Brincadeira não, que não deixa de tá falando a verdade, porque, afinal de contas, a Luisa Marilac é homem também."
Leão Lobo, então, interferiu na fala de Mamma: "Mas acho que ela falou uma coisa muito séria: 'Se coloque no lugar do outro'. Porque isso ofende muito a quem é trans". "Mas ofender o que?", rebateu a apresentadora.
Nos stories de seu Instagram, Luisa ficou revoltada com a situação: "Ah, é homem? Você vai ter que falar isso pro meu advogado, Mamma Bruschetta. Hoje eu sou mulher documentada. Eu vou lhe processar. É uma 'bobagem' e você vai tomar processo."
"Vou processar a Mamma Bruschetta! Avisem ela lá, gente, pra ela se preparar. A Mamma Bruschetta vai tomar um processo no 'toba' pra ela aprender a me respeitar. Eu não processei o Borel, mas ela eu vou processar."
"A Mamma Bruschetta teve a coragem, a audácia de falar que o Nego do Borel não estava errado, que eu realmente sou um homem. Mamma, prepara porque eu vou te processar! "Eu hoje sou do sexo feminino no documento, meu nome é Luisa Marilac da Silva, mulher, e achei um absurdo aquilo. Ela tem que aprender a respeitar o gênero", concluiu.
Em entrevista ao TV Fama, Luisa contou acreditar que haja uma intenção ruim por parte da apresentadora.
"A Mamma Bruschetta é uma pessoa muito inteligente, então acho que aquilo que ela falou foi na maldade. Senti uma maldade nela, que às vezes eu não sentiria no Borel, mas eu senti nela. Eu não processei o Borel, mas ela eu vou processar."
Durante o Fofocalizando desta terça-feira, 15, Mamma se desculpou pelos comentários feitos no programa anterior, reconhecendo que Luisa é "uma mulher oficialmente pelos documentos."
"Cometi a indelicadeza de chamá-lo... chamá-la de 'homem'. Peço desculpas a quem ficar ofendido."
Luisa deu sinais de que não vai voltar atrás em sua intenção de processar a apresentadora. "Agora fala com minha advogada", escreveu ao publicar um trecho do momento de desculpas de Mamma Bruschetta em seus stories.
Luisa Marilac ficou conhecida em 2011, quando um vídeo em que aparece em uma piscina e fala a frase: "E teve boatos que eu ainda estava na pior. Se isso é tá na pior... p***, o que quer dizer tá bem, né?"


 
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No mês da visibilidade transexual, organizações preparam Caminhada pela Vida Trans

Janeiro é o mês da visibilidade das pessoas transexuais ou travestis, ou seja, pessoas que não se identificam com gênero que foi designado a elas no nascimento. Para dialogar melhor sobre o tema com a sociedade, organizações e órgãos públicos como o Mães Pela Diversidade, o Espaço Trans do HC e a Defensoria Pública do Estado de Pernambuco promovem a Caminhada pelas vidas Trans. O evento acontecerá no dia 26 de janeiro com concentração a partir das 14h na Praça do Derby e segue em direção ao Monumento Tortura Nunca Mais, com chegada prevista ás 17h
Edição: Monyse Ravenna

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Alemanha aprova opção de “terceiro gênero” aos documentos

O parlamento da Alemanha aprovou uma lei que deve adicionar uma opção de  “terceiro gênero” . O uso, pelo menos a princípio, seria exclusivamente para pessoas nascidas intersex (antigamente chamadas hemafroditas, ou seja, nascidas biologicamente com ambos os sexos).
Com a medida, assim que decidirem, pessoas intersex também poderão também trocar de gênero e nome facilmente nos documentos sem precisar de autorização médica ou jurídica pra isso.
A medida garante assim que a pessoa decida seu gênero. E a família possa registrá-la em uma terceira opção até que ela se entenda.
Ativistas LGBTs receberam bem a notícia mas alertaram que falta muito ainda. Anton Hofreiter disse: “Poderia ter sido mais abrangente, a lei não vai muito longe além das pessoas intersex”, afirmou o militante Anton Honfreiter.
O motivo da queixa seria de que gênero não se define só pela característica biológica/física, como é o caso de pessoas intersex.
O terceiro gênero também poderia se aplicar com facilidade a pessoas trans que simplesmente declarem que não se encaixam no gênero feminino ou masculino, mas pelo menos por enquanto, a lei não contempla estas pessoas.
“Gênero não se define só por características físicas, mas também sociais e psicológicas”, explicou o membro da Federação Alemã de Lésbicas e Gays na tentativa de alertar autoridades de que a lei poderia ser mais abrangente e plural a todas as pessoas trans.

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Transição aos 55


Começou com uma brincadeira: o artista plástico dinamarquês Einar Wegener (1882-1931) posava vestido de mulher para a esposa, Gerda, produzir suas pinturas. Ele gostou da ideia, até assumir a identidade de Lili Elbe e passar por uma das primeiras cirurgias de readequação sexual da história, drama contado no filme "A Garota Dinamarquesa" (2015). A taxista paulistana Marcella Almeida, de 55 anos e 1,74m, começa a entrevista comparando-se ao casal de artistas. Ela já se vestia de mulher com roupas da irmã na infância e a ajuda de suas ex-mulheres enquanto se identificava como Marcus Vinícius. Foi só há seis meses que iniciou sua transição de gênero. Ela conta como tem sido à Universa.

"Tenho uma irmã um ano mais velha que eu. Aos 6 anos, eu pegava as roupas dela e me admirava no espelho. Adorava ser menina. Roubava as calcinhas e colocava batom da minha mãe. Gostava de boneca. Esperava todo mundo sair de casa para ficar me montando.

Quando adolescente, era bonito, loiro, olhos claros, e pegava muita menina. Quando elas dormiam, eu colocava suas roupas, ou trocávamos mesmo. Gostava do ser feminino, não para transar. Via uma mulher bonita e a invejava.

Minha questão não era ser gay, mas ser mulher. O problema é que, na minha juventude, não tinha acesso a tratamento no Brasil. E aceitei minha situação da seguinte forma: amo Ferrari mas tenho Chevrolet, então serei feliz com o que tenho. Nesses 55 anos, o Marcus Vinícius foi feliz como pode.

Vestia roupas das ex-mulheres

Casei duas vezes. Com a primeira mulher, fiquei cinco anos e tivemos um filho quando ela tinha 14. Ela sabia das minhas manias e transávamos vestidas de mulher, fazíamos trocas de roupas. A segunda mulher, com quem estava há 30 anos, me dava baby dolls.

De uns anos para cá, comecei a acompanhar casos de transição de gênero e imaginar como seria comigo. Estudei os locais em que poderia ser atendida e, há três anos, cheguei ao Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento, em São Paulo. Me inscrevi para o tratamento gratuito, e somente em maio de 2018 me ligaram para a triagem.

Eu sei que não serei 100 % mulher. Eu sou trans. São gêneros diferentes, e o importante é ser feliz.
Fiz exames de sangue para saber se podia tomar hormônio e não tive dificuldade para começar o tratamento. Fui a duas sessões com um psicólogo e, em junho, iniciei a terapia hormonal.

Sem orgasmos

A Marcella nasceu de julho para agosto deste ano, quando estava completando 55. Tomo bloqueador de testosterona. Já emagreci 20kg. Em 40 dias de hormonização, meu sexo encolheu 50%. As calcinhas nem me incomodam. Minha certidão de nascimento já foi mudada. Sempre achei que tinha cara de Marcella. Hoje, por causa do tratamento, choro à toa. Perdi 30% da minha força física. Parece que a massa muscular está derretendo, a pele está fina. Ainda faço depilação a laser. Ser mulher custa caro. Só não tenho orgasmo, mas prazer.
Minha mulher pediu para não fazer a transição. Ela teve um ataque, disse que ia colocar veneno na minha comida. Não pensou que minha vontade de ser mulher sairia das quatro paredes.
Ela vomitou, ficou mal. Contei o que faria no dia do aniversário da nossa filha, de 23 anos. Uma vez, ela foi atrás de mim no DST [sigla usada para o ambulatório]. Queria quebrar meu carro, abriu as portas do ambulatório.

A gente se ama muito. Brigamos pouco nesses 30 anos e ela criou meu filho do primeiro casamento. Mas estamos contornando. Ela procurou um psicólogo e já conheceu uma pessoa. Entramos no processo de divórcio.

Questionei muito a mim mesma se faria tudo isso. Foram 55 anos da minha vida analisando. E, como ela sabia disso, pensei que aceitaria mais fácil essa transição. Ela ama o Marcus e a Marcella, mas sabe que o primeiro não existe mais. Eu o enterrei. Quando a gente sai, ela me apresenta como uma amiga. 

"Enfiei a Marcella goela abaixo"

Minha mulher se culpa por ter me vestido de mulher durante todo esse tempo. Às vezes, dormimos juntos, e dia desses ficamos. Se ela me aceitasse assim, seria bom, porque sempre a amarei. É difícil perdê-la. Era infeliz quanto à minha sexualidade, mas feliz no casamento. Agora é o contrário. 
Arquivo pessoal
Marcella trabalha como taxista pelas ruas de São Paulo Imagem: Arquivo pessoal
Eu enfiei a Marcella goela abaixo. Simplesmente acordei, fui no departamento jurídico do transporte público de São Paulo e falei que ia mudar meu gênero. Fui no ponto de táxi que fundei, em Moema, e falei para todo mundo.
Meu filho mais velho, de 31 anos, foi a única pessoa que me ofendeu nesses seis meses de transição. Ele queria que eu me afastasse e o atendi.
Ele está preso após uma briga com um policial e fui na cadeia como mulher visitá-lo. O pessoal de lá falou que ele deveria tirar o chapéu para mim e se encher de orgulho pela coragem.
Minha filha aceitou e meus cinco netos estão aprendendo a conviver. Meus pais são falecidos e minha sogra, que mora conosco, é cega e tem Alzheimer. Não compreende. Acho que minha mãe iria se decepcionar, porque eu era um filho lindo. Minha irmã chora todo dia. Não consegue aceitar. Disse que nunca vai me chamar de Marcella.
Tive amigo que jantava na minha casa e hoje não olha na minha cara. Às vezes fico chateada, porque as pessoas à minha volta estão tristes enquanto deveriam me apoiar. 

Experiência com homens

Nunca tinha ficado com homem e, a princípio, achei que era lésbica. Tenho muito prazer com mulher. Mas conheci um carinha na rede social há dois meses, casado com uma moça e bissexual. Saímos algumas vezes e me senti maravilhosa. Tive muito prazer nos braços dele, porque me senti feminina. Nunca transamos. Me apaixonei como uma menina de 15 anos, e não soube lidar com a situação. Eu queria algo sério.

Contei tudo para minha mulher. Uma vez, marquei de dormir com esse rapaz. Comprei camisola e mostrei para ela. Mas não aconteceu. Também fiquei com um modelo famoso, mas ele é casado e tem filha. Nos falamos até hoje. 
Eu me considero bissexual. Transei com uma mulher dia desses, mas tenho gostado mais de ficar com homem. Minha primeira experiência sexual com homem foi com um menino de 22 anos e foi maravilhoso porque tirei todas as vontades que tive durante esses 55 anos. 
Não sei se farei a cirurgia de redesignação sexual. Num primeiro momento, não queria mais usar meu órgão, mas os caras gostam assim e posso querer usar com uma mulher. Também não sei se colocarei silicone. Não quero ser uma miss. 
Nunca sofri nenhum tipo de agressão, nem tenho medo. Eu votei no Bolsonaro (presidente eleito), mas se ele acabar com o tratamento gratuito para pessoas trans, vou lá e compro os medicamentos.
Depois de ficar 55 anos dentro de um corpo que não é meu, nada me atinge. Pode chamar de travesti, trans, 'viado' mas o que me importa é minha família. Não dependo de ninguém para nada. Uma mulher que foi cliente minha por 20 anos não quer mais meu serviço como taxista, por causa da religião dela. Respeito, e quero que me respeitem também".

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Thalita Zampirolli investe em carreira nos Estados Unidos



Há alguns meses, Thalita Zampirolli começou uma grande mudança não só na sua vida pessoal, mas também na profissional.

A modelo decidiu se mudar para os Estados Unidos a fim de aprimorar seus conhecimentos e assim refletir isso na carreira que pretende traçar daqui uns anos.

A morena estuda o idioma local e faz cursos de artes cênicas.

"Vim para os EUA para estudar e estou totalmente focada nessa nova fase da minha vida. Estudo inglês e artes cênicas e pretendo investir na minha carreira de atriz aqui”, disse Zampirolli.
 
Ainda sabendo da dificuldade que é conseguir um espaço em um mercado tão concorrido como o mundo do entretenimento norte americano, ela disse estar disposta a superar seus limites e conquistar seus sonhos.

“Eu sei que não será fácil, mas estou pronta para seguir essa jornada enfrentando tudo o que vier pela frente.

O que nos faz forte o suficiente para vencer uma batalha, seja ela em qualquer campo de nossas vidas, é o quanto você deseja cruzar a linha de chegada, o quanto você resiste até o final da corrida e eu estou pronta para superar os meus limites", disse a atriz.

Do Fuxico

 
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"Sou prostituta e não quero ser salva": elas contam propostas que receberam



No clássico filme "Uma Linda Mulher", a personagem de Julia Roberts, uma prostituta, larga as ruas depois que seu cliente milionário, interpretado por Richard Gere, se apaixona por ela. Na dramatização da vida de Raquel Pacheco, a "Bruna Surfistinha", a personagem principal também larga a prostituição para se casar com seu primeiro cliente.

Histórias de trabalhadoras sexuais que são "salvas" do meio por homens mais ricos, que prometem pagar tudo a elas ou que propõem um relacionamento, são repetidas vez ou outra no entretenimento e também na sociedade. Mas será que estas mulheres realmente querem mudar de vida?

À Universa, prostitutas contam quais foram as propostas que receberam de seus clientes, quais os motivos para recusá-las e porque elas consideram que não precisam ser salvas de suas ocupações:

"Mesmo com outro emprego, não deixei de ser puta"
"Eu não recebia propostas em dinheiro, o que recebi foram propostas de emprego, como quando eu virei assessora parlamentar do Jean Wyllys [deputado federal pelo PSOL-RJ], mas nem por isso deixei de ser puta. Eu gosto disso. A gente convive com outras prostitutas e elas dizem que sempre precisam de uma renda extra em alguns momentos, como na vida de qualquer outra pessoa. Agora, falar para uma prostituta parar de se prostituir para trabalhar como faxineira, como manicure, para ganhar bem menos? É claro que elas não vão largar a profissão. Muitas tiveram a oportunidade de sair, mas não ganhariam tanto".

Indianare Siqueira, 47 anos, prostituta e ativista pelo direito de trabalhadores sexuais

"Me propôs R$ 15 mil por mês para ser amante exclusiva"
"Tive propostas de clientes 'apaixonados', que queriam que eu voltasse a advogar, que eu tivesse um relacionamento sério com eles, e não só rejeitei como nunca mais tive contato. Teve um indivíduo, que tinha cerca de 36 anos, mulher grávida de gêmeos e me propôs R$ 15 mil por mês para ficar só com ele, ser amante exclusiva. Deletei nas redes sociais e telefone. Ele insistiu com outros números, bloqueei todos. Eu sou da opinião de que nenhuma mulher, exceto as que são colocadas quando são menores de idade para serem exploradas, vira trabalhadora sexual sem vontade. Eu sou totalmente avessa a esse tipo de reprodução de discurso de que precisamos de alguém que nos tire deste caminho, acho antifeminista e contra a era da informação".

Claudia de Marchi, 36 anos, acompanhante de luxo e ex-advogada

"Não estou à espera de um príncipe"
"Um dos meus primeiros clientes pediu para eu deixar para lá o meu trabalho, disse que eu não precisaria me preocupar com nada, pois, dali para frente, ele cuidaria de mim, me sustentaria. Bom, nunca levei muito a sério essas propostas. Depender de alguém não é o meu objetivo. Isso eu já vivi quando era menor de idade e dependia dos meus pais. Agora, basta! Algumas mulheres atuam na área por necessidade, outras porque gostam, outras por ambição, mas todas atuam no meio porque querem. Poderiam procurar outro segmento, mas, por algum motivo, optaram por este meio. Não estou à espera de um príncipe que me salvará, me sustentará e depois irei me converter. Estou fora dessa!".

Maria Angélica, 20 anos, prostituta

"Todas as oportunidades de sair são, na verdade, trocas"
"Já tive várias propostas, algumas por pervertidos só querendo me enganar, dizendo estarem apaixonados --quando, na verdade, só queriam sexo grátis. Já tive propostas de pessoas que me ofereceram uma vida 'estável': apartamento, carro, comida, faculdade. Porém, eu teria que ser fiel a eles e, mesmo eles sendo casados, queriam que eu fosse somente deles. Caso eu os 'traísse', o acordo acabava. Resumindo, eu seria uma escrava a troco de pão. No geral, todas as oportunidades de sair são, na verdade, trocas: eu dou minha juventude para um cara velho e casado, e em troca ele me dá o que no momento eu preciso --no caso, dinheiro. Acho que ninguém precisa ser salva, entramos nessa vida por escolha: cada uma com seu motivo pessoal, mas todas por vontade própria".

Júlia Mar, 20 anos, acompanhante


Da Universa - Por Jacqueline Elise

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Romário cobra na Justiça Thalita Zampirolli


O ex-jogador de futebol, hoje senador da República, Romário, cobra na Justiça, uma dívida de R$ 15.600,00 da transexual de Cachoeiro de Itapemirim, Thalita Zampirolli, que teria “namorado” o baixinho, conforme disse em entrevista ao Portal Ego.

Romário, que tem fama de pegador e teve matéria publicada pelo Portal Uol em 29 de janeiro de 2016 sobre as “14 mulheres que contribuíram para que ele ganhasse essa fama”, foi flagrado por um paparazzi em 2013 saindo de uma boate no Rio de Janeiro acompanhado de Thalita. Na época, o ex-jogador pediu a seu motorista que obrigasse o paparazzi a apagar a foto, mas ela acabou sendo publicada em vários jornais e sites do País.

Em 2014, Thalita revelou ao Portal Ego que namorou o ex-craque por um ano e que ele era carinhoso e companheiro com ela. Tudo teria mudado quando foi revelado que ela havia se submetido a uma cirurgia de troca de sexo. Thalita garante que o ex-namorado não sabia que ela era transexual. “Acredito que ele deve ter ficado chateado comigo, sim. Mas ele tem que entender que sou uma mulher. Tivemos um relacionamento durante um ano e foi bom enquanto durou”, contou em entrevista.

Romário negou o relacionamento e disse que no dia do flagra feito pelo paparazzi “ele foi para sua casa e ela foi para a casa dela. Não aconteceu nada. Ela não pode dizer que namorou comigo durante um ano porque estou separado há 1 ano e depois disso só tive dois relacionamentos. Não consigo namorar escondido”, rebateu na época.
Romário, por se sentir enganado, já que teria acreditado namorar uma mulher e não um homem que fizera cirurgia para mudança de sexo, entrou na Justiça Cível, em Brasília, com uma ação de indenização contra Thalita e teve o pedido favorável. A transexual foi condenada a indenizar o baixinho em R$ 15.617,77.

Execução
Como a dívida não foi paga, a execução foi encaminhada para a 2ª Vara Civil de Cachoeiro de Itapemirim, sob o número 0004269-26.2018.8.08.0011.
No último dia 10 de outubro, o juiz George Luiz Silva Figueira deu um parecer sobre o caso. “Considerando o teor das certidões, no qual informam que a requerida encontra-se residindo no exterior, sem endereço certo/conhecido, e como a tentativa de citação nos demais endereços encontrados gerará custos desnecessários, determino que se expeça edital de citação de Thalita Campos Zampirolli, pelo prazo de 20 dias, para tomar conhecimento do feito e, caso queira, apresente a defesa que tiver, no prazo de 15 dias, sob pena de revelia”, diz trecho do despacho.
*Com informações dos portais Ego, Extra, UOL, Blog do Elimar Cortes e TJES.


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Enfermeira é a primeira transexual a conseguir se registrar como mulher em Ouro Fino

Sabemos que a classe LGBT passa por muitas dificuldades no Brasil. A luta é diária para a conquista de sua liberdade e para o fim da violência, que infelizmente, ainda registra números lamentáveis.

Em Ouro Fino, Acácia do Nascimento, assim como a maioria da classe LGBT, tem lutado pelos seus direitos. A enfermeira é transexual desde os 20 anos de idade, e nos últimos dois anos tem batalhado para conseguir seu registro civil como mulher.

Porém, ela encontrou diversas barreiras durante a realização deste sonho. Mesmo com advogados qualificados cuidando do caso, Acácia não conseguia o tão sonhado registro civil. Mas, graças ao funcionário do cartório do Distrito de Crisólia, o Sr. Luiz Henrique dos Santos, enfim, ela conseguiu o registro.

No dia 08 de novembro, Acácio tirou seu novo RG, agora, no sexo feminino. Este é o primeiro caso de transexual que consegue alterar seu registro civil em Ouro Fino. Uma bela conquista para a classe LGBT de Ouro Fino, que poderão seguir o exemplo da enfermeira e buscar seus direitos como ser humano.

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1º transexual a competir no Miss Universo é aplaudida de pé


Neste domingo (16), aconteceu a 67ª do Miss Universo, que elegeu a modelo Catriona Gray, de 24 anos, representante das Filipinas, como vencedora. A cerimônia foi realizada em Bangcoc, na Tailândia.

amazonense Mayra Dias, 27, foi classificada no top 20, mas não avançou para o segundo corte, o top 10, onde também se classificaram as misses Costa Rica, Curaçao, Nepal, Canadá e Tailândia.
 
Além da entrega do prêmio para a vencedora, outro momento emocionou quem assistia ao concurso. Angela Ponce, a Miss Espanha, foi a primeira participante transgênero da história do Miss Universo. Em sua homenagem foi exibido um vídeo sobre sua trajetória de vida e a miss desfilou no palco sozinha, o que fez com que os convidados a aplaudissem de pé. Confira:


Angela, que nasceu em uma cidade perto de Sevilha, iniciou um tratamento hormonal aos 16 anos e passou pela cirurgia para mudança de sexo aos 24. Ela é manequim e trabalha em uma ONG que ajuda jovens transgêneros.






 Angela Ponce: primeira candidata trans do Miss Universo faz história

A Miss Espanha, Angela Ponce, fez história ao se tornar a primeira concorrente trans do Miss Universo. A 67ª edição aconteceu na Tailândia nesse domingo (16/12). Pelo horário local, já era segunda-feira.

Angela não se classificou entre as 20 primeiras colocadas da competição. No entanto, sua participação é um avanço na pauta da diversidade. A modelo já conquistou mais de 500 mil seguidores no Instagram.

Vem comigo!

A Miss Espanha afirmou que o importante para ela não era ganhar, mas participar do evento. “As mulheres trans vêm sendo perseguidas e apagadas há muito tempo. Estou mostrando que podemos ser o que quisermos”, disse em entrevista à Reuters.

Aos 16, Angela começou um tratamento hormonal e, depois de oito anos, passou pela cirurgia de redesignação sexual. Hoje em dia, ela atua em uma ONG que apoia jovens transgêneros.

No desfile preliminar, Angela usou um conjunto brilhoso de minissaia e cropped. O traje de banho foi um biquíni rosa. Para a roupa típica, a escolha foi uma “bata de cola”, modelo usado na dança flamenca.
A filipina Catriona Gray foi a vencedora do Miss Universo 2018. A candidata da África do Sul ficou em segundo lugar, e a da Venezuela, em terceiro. A amazonense Mayra Dias, representante do Brasil, chegou entre as 20 semifinalistas. O concurso é transmitido para 190 países.

Para outras dicas e novidades sobre o mundo da moda, não deixe de visitar o meu Instagram. Até a próxima!
Colaborou Rebeca Ligabue

Do Metropoles - Por:Ilca Maria Estevão



 
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"Homem? Nem pensar! Eu gosto é de mulher", diz caminhoneira trans e lésbica


 Foi só após realizar a transição de gênero, em 2010, que a caminhoneira Fabiana Ferreira, 58, passou a ter a vida sexual ativa. Antes disso, quando ainda tinha o órgão sexual masculino e se chamava Hamilton, ela se considerava sem interesse por relações amorosas, tanto com homens quanto com mulheres.

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"Parece que antes [da operação] eu era uma pessoa neutra. Achava alguns homens bonitos e queria me parecer com uma mulher. Mas me envolver com homem? Nem pensar, cruz credo! Só para amizade e poucos. Eu gosto é de mulher", diz Fabiana, que afirma nunca ter transado com um homem e, hoje, se define como mulher trans lésbica.
"Toda vida parece que eu tinha vontade de ser feminina. Fiquei muito bem depois que fiz a cirurgia. Agora me sinto mais feliz."
O desejo por mulheres, no entanto, só apareceu de verdade depois de mais de um ano da cirurgia. "Quando operei, fiquei um ano e quatro meses sem fazer nada, sem ter prazer algum. Depois deste tempo, consegui transar com uma mulher. No dia, lembro que era quase 23h e liguei para a doutora que me operou, dizendo que eu tinha conseguido."
Antes de passar pela transição, Fabiana chegou a se envolver com uma mulher, com quem tem um filho, hoje com 28 anos. "Quando eu ainda era do sexo masculino, uma mulher invocou comigo. Ela tinha quatro filhos e largou do marido por minha causa." Os dois acabaram morando juntos. "Aí, por incrível que pareça e depois de muita insistência dela, tivemos um filho."   

A vida na estrada para uma mulher

Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), existem cerca de 180 mil mulheres habilitadas para dirigir caminhão no Brasil. Elas representam apenas 6,5% do total de motoristas de caminhão no país. Mas, apesar de ser uma profissão predominantemente masculina, Fabiana, que começou a dirigir carretas em 1986, garante que nunca se intimidou.
Divulgação
A caminhoneira Fabiana Ferreira Imagem: Divulgação
"Nunca dei moral para ninguém. Se eu desço em um ponto, pode ter 50, 60 pessoas, não olho na cara de ninguém, vou onde tenho que ir e falo com quem tenho que falar." Apesar de se comportar assim, ela não nega que exista preconceito --mais na forma de piadas. "Você tem que fazer de conta que não está vendo nada e vai levando a vida. Se for ligar para isso, você não vive. Você vegeta."
Além disso, Fabiana diz que acha muito bonito ver uma mulher dirigindo caminhão e nunca deixaria de fazer algo por causa da opinião dos outros. "Não é só o homem que tem direito de trabalhar [dirigindo]. A mulher também tem. Às vezes, a mulher até faz as coisas melhor do que o homem, mas eles não querem aceitar", acredita.
Fabiana, recentemente, se aposentou e já sente falta da estrada. "Eu gostava do que fazia, das amizades que a gente faz viajando e da liberdade. Caminhão é um vício. Agora que estou sem trabalhar, fico com a cabeça estressada." Para não ficar parada, ela planeja abrir sua própria transportadora.

"O que mais admiro na Fabiana é sua liberdade"

A história de Fabiana virou um documentário, que foi exibido, recentemente, na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival Mix Brasil, também realizado em São Paulo e dedicado à produção audiovisual LGBT.
A diretora do documentário, Brunna Laboissière, conheceu Fabiana ao pedir carona para ela. "Já viajei muito de carona e gosto de ouvir as histórias dos motoristas. Em geral, sempre eram caminhoneiros homens, mas, uma vez, indo para Goiânia, conheci a Fabiana. Viajamos por dois dias", lembra Brunna.
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Imagem: Divulgação
"Na hora, não me liguei que ela era uma mulher trans. Muitos amigos dela nem desconfiam que ela é trans. A Fabiana não fica falando muito sobre isso."
Brunna conta até que, em uma das exibições do filme, perguntou para Fabiana se poderia convidar uma das colegas evangélicas da caminhoneira. A mulher nem imaginava que ela era uma mulher trans e lésbica.
Questionada sobre o que aprendeu com Fabiana, ao longo das filmagens, diz: "O jeito que ela leva a vida é tremendo, apesar de todas as dificuldades que tem. Ela também tem uma intuição muito forte e segue seu coração. Fabiana é pura liberdade. Ela não deixou o mundo e a sociedade sabotarem quem ela verdadeiramente é."
A previsão é de que o documentário "Fabiana" chegue às salas do cinema nacional no primeiro semestre de 2019.


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C&A abre vagas de emprego exclusivas para travestis e transexuais


Em parceria com a ONG Transempregos, a C&A abriu mil vagas exclusivas para travestis e transexuais. A intenção da empresa é proporcionar um espaço no mercado de trabalho para esses profissionais que muitas vezes sofrem preconceito durante a disputa por um emprego.
As vagas anunciadas são para trabalhos temporários agora no fim de ano, em mais de 270 lojas da C&A espalhadas pelo Brasil. O candidato deve ter ensino médio completo, mas não precisa ter experiência anterior na função. Alguns pontos serão considerados diferenciais positivos, como ter atuado em atendimento ao cliente, interesse em moda, entre outros.
Os interessados devem se inscrever na Operação de Loja da C&A. As informações sobre as vagas e como será o processo seletivos estão disponíveis no link.
A Transempregos é uma organização que ajuda na inserção de pessoas travestis e transexuais no mercado de trabalho formal. A instituição também oferece capacitação às empresas, com foco em Recursos Humanos e Departamento Jurídico, a fim de construir um ambiente de trabalho mais humano e inclusivo.
Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 90% dos travestis e transexuais do Brasil acabam marginalizados na sociedade. Com baixa escolaridade e o preconceito das empresas, a prostituição se torna o único meio de sobrevivência.

DO B9

Em 2017 a A C&A apostau, mais uma vez, na diversidade e sua campanha publicitaria apresentando uma mulher trans - AQUI

 
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Fotos de soldados nazistas fazendo crossdressing na 2ª Guerra são encontradas por colecionador

Imagens inusitadas de soldados nazistas vestidos com roupas femininas foram compiladas por um colecionador alemão de fotos de guerra. Martin Dammann encontrou centenas de registros desses homens usando saias, vestidos, lingerie e maquiagem. O material foi publicado em um livro chamado "Soldier Studies - Cross-Dressing in der Wehrmacht" (Estudos de Soldados - Cross-Dressing nas Forças Armadas, em tradução livre).



O colecionador encontrou as fotos quando pesquisava sobre a vida de soldados do Terceiro Reich. O material é intrigante porque os nazistas reprimiram e mataram milhares de homossexuais durante a Segunda Guerra Mundial. "Se as imagens não existissem, não acreditaria", disse Dammann



Não se sabe ao certo as circunstâncias de produção das fotografias. As imagens vieram de diversas fontes diferentes. Dammann acredita que os soldados poderiam se vestir de mulher para celebrar o Carnaval. 


 
De acordo com o sociólogo Harald Welzer, manifestações parecidas não eram incomuns e também aconteciam entre soldados americanos e britânicos. Essas imagens eram registradas durante festas ou celebrações promovidas para aliviar o estresse da guerra. 


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Reflexão e Desabafos: Rótulos, quem precisa deles!?

Quem nunca disse a seguinte frase: “Nossa ela é tão antipática.” ou “Aquele cara é gente finíssima.” dentre outros rótulos que o ser humano tem o prazer de sair por aí distribuindo a tudo e a todos.
Sinceramente, isso me cansa, e muito!
Por que ninguém está satisfeito com o outro? Por que sempre querem que a outra pessoa aja, pense, fale, se vista, sorria e faça tudo do jeito que é certo ao seu modo de ver?
Sempre sou rotulada como a metida, a antipática, a que fala pouco, a estressada, a contestadora, enfim… no auge dos meus 30 anos já recebi muitos rótulos. E de muitas pessoas que me deram esse rótulo, depois ouvi coisas do tipo “Poxa Carol, você é legal, mas no começo achava você tão séria.” (leia “séria” como um eufemismo de “antipática”).
E daí as pessoas acabam vendo que sou simplesmente uma pessoa reservada e que há muito tempo deixei de querer agradar a todos. Se nem Jesus conseguiu, o que dirá eu!
Eu também já errei ao rotular outras pessoas – sou humana, tenho defeitos e pecados como qualquer um – e depois também me surpreendi positivamente. E uma dessas pessoas hoje é a minha amiga mais antiga, nos conhecemos quando eu tinha 13 anos no Ensino Médio e graças a Deus somos amigas até hoje – lá se vão quase 20 anos.
Por isso, hoje aprendi que quando antipatizo com alguém a primeira vista, pode esperar, vamos nos dar bem depois que formos nos conhecendo. Dito e feito! Isso sempre acontece.
Portanto, parei de rotular tanto as pessoas, agora trabalho essa sensação que tenho a priori e deixo o tempo passar e me mostrar o que acontecerá.
O mundo está cheio de “gente perfeita”, que se acha exemplo de caráter, e que pode julgar e rotular a todos. Cansei de ouvir pessoas falando “Fulano? Meu amigo pessoal! Amo de paixão”, outras mal conhecem a outra e já saem falando “Amiga, te adoro!” e por aí vai…
Quando o tempo passa, as máscaras caem e acabam revelando o que realmente achavam da outra e, principalmente, a essência destas pessoas tão “bacanas” – que adoravam tudo e todos.
Seria muito bom se chovesse uma chuva de humildade, lealdade, transparência e sinceridade. De forma que lavasse toda essa falsidade e hipocrisia que hoje se instala na maioria da sociedade.
Para aquelas pessoas que adoram sair por aí rotulando todo mundo, algumas perguntinhas:
  • Por que você se incomoda tanto se o colega de trabalho não quer participar da panelinha? O que mudaria na sua vida se ele participasse da sua panelinha? O que mudaria na vida dele? Nada!
  • Por que você se incomoda se aquele cara passa e não sorri pra você? Já pensou que ele pode ser distraído e nem ter percebido a sua presença?
  • Por que você se incomoda com aquela garota do trabalho que fala palavrão, ri alto, brinca com todo mundo ? Será que você não gostaria de ser que nem ela? Autêntica, verdadeira e que não se importa com rótulos.
  • Por que aquele cara que não saí pra beber com o restante da galera é rotulado como antisocial? Ele por acaso tem obrigação de sair com você? Já pensou que ele pode ser um ex-alcoólatra? Ou ter algum problema que faça essa “social” ser algo que ele queria evitar?
Enfim, como dizia minha avó: “O coração do outro é terra que ninguém pisa.”
Você não passou pelo caminho que o outro seguiu. Você não viveu a vida da outra pessoa. Portanto, você não sabe por quais armadilhas, dificuldades, problemas e vitórias ela passou. Então, antes de sair por aí rotulando, criticando e disseminando seu veneno gratuitamente, pense: eu gostaria que falassem isso de mim?
Duvido que a resposta seja Sim, por isso aprenda a respeitar o outro e a guardar suas opiniões para você.
Finalizando, deixo essa imagem para refletir…

Luz e sabedoria a todos.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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