Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Conto: Fiz meu amigo de mulherzinha


Me chamo Leonardo, moro no Rio de Janeiro, tenho 45 anos de idade, sou moreno-claro, 170m, 80kg, másculo. Sou um homem casado e respeitado chefe de família. Tenho um ótimo relacionamento com minha esposa e uma vida sexual intensa, mas afinal de contas, sou homem e como tal, não sou santo. 

Outro dia, estava no trabalho sem muito que fazer e, como sempre, pensando besteira. resolvi então escrever relato sobre um casal que saí, onde o marido gostava de ser passivo para outro macho. Me empolguei escrevendo o tal conto e, me deixei levar pela emoção e lembrança. Estava eu com o pau duraço, escrevendo e revivendo os deliciosos momentos na minha fértil imaginação. Abri a calça, liberei o “bichinho” para dar uma respirada, pois a calça jeans estava machucando. Coloquei a camisa por cima, a fim de evitar um possível flagrante. Nem percebi quando um colega de trabalho de nome André se aproximou por trás e leu parte do que escrevi. Fiquei meio sem jeito, afinal, esse é um tipo de assunto que não se abre para qualquer pessoa, ainda menos para colega de trabalho. Ele fingindo não ter visto nada, me deu o recado que tinha que dar e saiu. Não toquei no assunto e o dia acabou sem maiores inconvenientes. Que bom, pois era uma sexta-feira e o final de semana prometia.
 
Trabalho com manutenção de equipamentos hospitalares e na segunda-feira havia um trabalho meio complicado para fazer e tínhamos que ir em dupla, aliás, quase sempre vamos em dupla. Iríamos pra lá André e eu e, estava previsto para passarmos o dia inteiro fora.
 
Fui até o banheiro da empresa e vi o André saindo do box dos sanitários, estranhei, pois ele dizia que não conseguia “fazer” num banheiro que não fosse o da sua casa, mas tudo bem, um dia a necessidade obriga, não é mesmo?”.

Saímos para a execução de tal tarefa que deveria ser difícil e demorada, entretanto, felizmente as coisas saíram melhor do que o esperado e, o tal serviço, rapidamente foi feito. Resultado: tínhamos o dia inteiro livre, já que não precisaríamos nos retornar a empresa.
 
Notei que durante o tempo em que levamos para executar a tarefa, André por duas ou três vezes, se colocou na minha frente, de forma que sua bunda roçasse no meu pau, que logo deu sinal de vida.
 
Numa dessas “encostadas”, ele sentiu a dureza da pica que insistia em não baixar, mas nada falou, nem eu. Estávamos numa cidadezinha do interior do estado do Rio, que já conhecíamos de longa data e não tínhamos muito o que fazer. André sugeriu que fossemos almoçar mais cedo e procurar uma pousada, já que não havia dormido bem durante o final de semana devido a uma festa que havia tido na casa de um parente e, queria descansar. Ok. Aceitei a idéia. Seria bom descansar um pouco em plena segunda-feira. Almoçamos e fomos. Ficamos num quarto com duas camas de solteiro e sem banheiro no quarto. Fui até o banheiro, que ficava no corredor, quase de frente ao quarto, tomei um banho rápido e retornei. Tirei a roupa para não amarrotar e fiquei só de cueca. André voltou do banho, mas não se despiu. Deitou na sua cama e ficou conversando comigo. Perguntei se não iria dormir e, ele me disse que despertou depois do banho. Perguntei se não se incomodava de amassar a roupa e me disse que não. Nada mais falei. Me concentrei na televisão, que exibia o repórter local de meio-dia. Via sem muito interesse, já que pouco do que exibia ali me interessava. De repente ele me disse: “sabe que não consigo tirar da cabeça o que li no seu conto. É verdade o que escreveu?”. Respondi que sim, é verdade André. Adoro foder o cuzinho de um macho e fazer com que vire minha minha mocinha na cama. Se ele estiver usando uma calcinha fio dental então, hummmmm, me deixa mais tesudo ainda.
 
Então ele criou coragem e abriu o jogo comigo também: me disse que sempre vestiu escondido as lingeries das irmãs e agora, da esposa, que tinha o desejo de se sentir uma mulherzinha nas mãos de um macho, mas nunca teve coragem ou oportunidade. Meus olhos brilharam e o pau subiu. rsrsrs. Chamei-o até minha cama e mandei que se sentasse ao meu lado. Disse que poderia realizar sua fantasia comigo, pois sou muito discreto e sigiloso, portanto, ofereceria total segurança e, ele por me conhecer bem e saber que não sou de jogar conversa fora, se declarou. Disse que se preparou para a situação e que se houvesse uma oportunidade colocaria em prática. Desceu a calça e que surpresa a minha ao ver André com uma calcinha linda. Seus olhinhos não desviavam do meu pau que estava a essa altura estava duro feito pedra. Liberei o pau de dentro da cueca e direcionei sua mão trêmula até ele, que logo começou a me punhetar bem gostoso. Mandei então que colocasse na boca, o que ele imediatamente obedeceu. Chupou feliz feito uma criança que ganha um pirulito.
 
Ver meu amigo só de calcinha na minha frente me deixava muito excitado. Gozei gostoso na sua boca e ele sorveu cada gotinha do meu leite quente. Em seguida, deitei minha menina na cama e comecei a acariciar aquele corpo gordinho, de poucos pelos. Coloquei minha mulherzinha deitada de bunda pra cima, deitei em cima dela e fiquei beijando sua nuca, sua orelha, seu pescoço e fui descendo, passando a língua e roçando o pau, que voltava a endurecer. Cheguei na bundinha deliciosa com aquela calcinha enterradinha e dei uma palmada,depois um beijo. Então, puxei a calcinha pro lado e enfiei a língua naquele cuzinho, até então inexplorado. Minha gatinha gemia baixinho e dizia: “isso meu macho, me faz sua. Quero ser sua mulher na cama meu macho”.
 
Molhei bastante e enfiei um dedinho, depois dois e fiquei brincado naquele rabinho virgem. então, fui na minha bolsinha, que me acompanha sempre, peguei o KY, uma camisinha , botei minha gata de quatro, coloquei a camisinha, lubrifiquei bastante o cuzinho dela e apontei a pica na direção do buraquinho apertado. Forcei a entrada, ela deu um gemido e uma empinada na bunda, dando a entender que queria tudo dentro. Segui devagar empurrando a pica até encostar os pelos do saco na bunda, aí parei os movimentos e fiquei imóvel, com a pica toda atolada no cuzinho dela, que gemia baixinho e me incentivava. “vai meu macho, me fode, me faz de tua puta, me arromba, como é bom! Realiza meu sonho de ser mulherzinha. Vai, me fode”.
 
Essas palavras me excitaram ainda mais e comecei a bombar o rabo dela, aumentando as estocadas gradativamente. Sentia a pica bater no fundo do rabo de andréia, que gemia feito uma puta no cio. Mudamos de posição e me deitei de costas, com o mastro em riste (adoro foder de 4, mas uma putinha pra ser uma putinha de verdade, tem que sentar na pica e rebolar gostoso com o caralho atolado no rabo) e, mandei minha gata sentar. Ela se posicionou, segurou na base do pau e deixou o corpo arriar devagar, soltando um gemido quando a vara alcançou o fundo do buraco e agora foi sua vez de ficar paradinha. Nada fiz até que ela mesma resolveu se movimentar, subindo e descendo, agasalhando todo o pau dentro do buraquinho e tirando quase tudo. Hummmmm, que delícia!!! Avisei que queria gozar e ela me pediu que gozasse novamente em sua boquinha, o que prontamente atendi e gozei muito dentro daquela boquinha gostosa.
 
Quando demos conta da hora, nos aprontamos rapidinho, pois tínhamos que ir embora. Nos despedimos com um longo beijo e saímos.André me confessou que estava com o cuzinho ardendo, porém, feliz. Ficamos nessa brincadeira por bastante tempo.
 
Sempre que saíamos juntos, corríamos com o serviço para acabar logo e virarmos marido e mulher, mas não paramos aí. Como éramos amigos, eu ia sempre na casa dele e quando Márcia, sua esposa, não estava, a fêmea da casa era ele, que virava minha Andréia.
 
Comi muito aquele cuzinho na cama do casal, na cozinha, no banheiro, sem despertar suspeitas, e ele usava todas as roupinhas dela pra mim (calcinhas, saias, shorts, vestidos, sandálias). Ficava um tesão. Linda!
Cada lingerie sexy que colocava ficava ainda mais gostosa, minha doce Andréia.
hoje não trabalhamos mais juntos, já que saí da empresa e ela foi transferida para o sul do país.
 
Nos falamos com freqüência e ela me diz que nunca mais deu o cuzinho para outro macho, mas coloca roupinhas, se masturba com consolos na frente do espelho e, que está ansiosa para chegar o final do ano, quando vem de férias e será com certeza, minha mulherzinha novamente.

Quem gostou do relato e quiser ser minha mocinha pode fazer me chamar: pessoas do Rio de Janeiro, Baixada e Niterói com local.
 
Preferência a quem seja liso ou depilado. comedordecuzinhorj@hotmail.com ou leosouza.ni@hotmail.com
 
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Conto: O meu primeiro amor como CD





No meu tempo de cursinho eu era um dos caras mais disputados pelas meninas da escola. Surfista sarado, sempre bronzeado, cabelos negros longos até os ombros, alto com um belo par de olhos verdes num rosto de traços delicados. Eu era o "gatinho" do cursinho por quem as meninas suspiravam.

A minha popularidade junto ao público feminino só perdia para o "Gatão" da escola, o Hans. Filho de diplomata escandinavo, o Hans, também surfista, era como um deus viking. Mais alto do que eu, loiro, olhos azuis, de ombros largos e musculosos, todo coberto de pelos loiros que contrastavam com a pele bronzeada do sol de praia. 

Hans e eu estudávamos na mesma sala, sentávamos juntos, lado a lado, com a turma do fundão e formávamos a dupla dos sonhos das mulheres da nossa turma. O assedio feminino e a rivalidade com os demais caras do cursinho, sempre enciumados conosco, fez com que tornássemos bons amigos. Estudávamos, paquerávamos e íamos para as baladas sempre juntos. Muitas vezes compartilhávamos até as mesmas garotas em festinhas a quatro, verdadeiras surubas de troca de pares, às vezes em drive-ins ou em motéis.

Em meados de setembro o cursinho costumava dar uma semana de folga para os estudantes do extensivo. Um tipo de "semana do saco cheio". O Hans estava muito cansado e resolveu ir para casa de praia da família em Angra. A casa estaria vazia. A sua ideia era somente mar, sol, windsurf e nada mais. Ele me convidou para ir também já que totalmente sozinho seria chato de mais. Aceitei prontamente o convite e lá fomos nós.

Chegamos a noite. A casa era maravilhosa e ficava numa ilha praticamente deserta. Além de nós, lá estavam somente os empregados, como a cozinheira, a empregada, o caseiro e um segurança. Estávamos bem cansados da viagem e após jantarmos fomos logo dormir. 

O Hans sugeriu, para um melhor conforto e liberdade, que eu ficasse no quarto da sua irmã, que estava estudando nos Estados Unidos. No quarto, após desfazer as malas, deparei-me com algumas roupas da sua irmã, como biquínis bem cavadinhos, pois o fio dental era a moda da época, vestidinhos de praia curtíssimos, cangas, calcinhas, sutiãs, shortinhos e numa das gavetas achei ainda babydolls, corsets, cinta liga, meias 7/8, etc.

A irmã do Hans costumava dar escapas para essa casa em Angra com os seus namorados e provavelmente deixou esse "enxoval" já que a maioria das peças não teria utilidade nos EUA. Para mim que desde pequeno sempre fui fascinado pelas roupas femininas era um sonho ter tudo aquilo disponível na total privacidade do meu quarto. Naquela noite eu praticamente não dormi. Experimentei tudo o que havia ali, incluindo até um "modess" dentro da calcinha. Quando finalmente me rendi ao sono fui deitar de calcinha, sutiã e baby doll. Que delícia!

Na manhã seguinte encontrei o Hans na cozinha já tomando o café. O Hans perguntou-me se eu havia dormido bem já que ele levantou a noite para tomar água e viu pela janela do quarto a luz acesa.

Eu gelei. Será que ele tinha me visto travestido? Não poderia ser. As cortinas tampavam as janelas e a porta estava trancada. Eu desconversei e disse que havia estranhado a cama.

Após o café, fomos aproveitar aquela praia paradisíaca. Nadamos, andamos por quilômetros, tomamos muito sol. Num certo momento o Hans resolveu tirar toda a roupa para sentir o sol e o mar totalmente em pelo. Eu fiz o mesmo e foi delicioso. O sentimento de liberdade e privacidade era demais. Depois de muita atividade ficamos os dois deitados desfalecidos, cada qual na sua toalha, morgados pelo suave sol de setembro.

De olhos fechados eu recordava como eu fiquei linda na noite passada vestida com as roupas da irmã do Hans. Fiquei imaginado que à noite eu estaria novamente sozinha com todas aquelas roupas sexy. Fiquei bastante excitada e planejei que naquela noite iria usar maquiagem e bijuterias também. Eu queria ficar uma perfeita mulherzinha.

Era pena não haver um consolo de borracha para que o meu deleite ser ainda maior. Com esses pensamentos na cabeça e cheio de excitação imaginando-me mulher, olhei para o Hans que dormia ao meu lado. Aquele macho lindo, másculo e bem maior do que eu, atiçava as minhas fantasias. Comecei a imaginar eu todinha produzida sendo bolinada pelo Hans, o número um das menininhas do cursinho. Ai, que tesão gostoso e diferente comecei sentir...

Já cheios de sol e mar voltamos para a casa. Tomamos uma ducha fria ao lado da piscina e fomos almoçar lá pelas quatro da tarde. Os empregados da casa eram discretíssimos deixando-nos sempre a sós. O que me intrigava era que quando tínhamos contatos com as mulheres da casa elas sempre me olhavam de forma meio estranha.

Comentei isso com o Hans e ele me contou que a irmã dele fazia muitas festinhas por lá. Verdadeiras orgias na praia, pela casa e principalmente na piscina. Os empregados estavam acostumados e talvez até estranhassem quando tinham hospedes na casa tão comportados como nós.

Imaginando as orgias da irmã do Hans, que provavelmente rolaram na cama que eu dormiria, aflorou ainda mais o meu lado feminino. Eu não via a hora de ir "dormir". À noite, após o jantar, fui logo dizendo boa noite e dirigindo-me para o quarto. O Hans estranhou muito e ficou na sala, varando lendo revistas...

Naquela noite eu me montei o melhor que pude usando a maquiagem, presilhas no cabelo e demais adereços. Fiquei com um rosto bem feminino. Vesti a calcinha fio dental, sutiã, cinta liga, meias 7/8 e o corselete, todos pretos. Por cima de tudo pus um vestido preto longo, mas com uma abertura na perna que ia até a calcinha. 

O "clavage" nos meus peitos grandes ajudou muito, mas para melhorar o visual pus ainda, como enchimento, algumas meias. Ainda bem que apesar dos peitos grandes o resto do corpo sempre foi franzino. Quando me olhei no espelho, tomei um susto. Eu estava uma linda mulher.

A única coisa que realmente atrapalhava eram os pelos das pernas, já que no resto do corpo, inclusive no rosto, eu praticamente não tinha pelos.

Infelizmente esse era um detalhe que eu não podia mudar o que me frustrou muito. Nessa segunda noite perdi a conta de quantas vezes eu me masturbei, sempre fantasiando com o Hans.

Na manhã seguinte acordei cansada e bem tarde, lá pelas 11hs. Pus o meu "bermudão" de surfista, mas não resistindo, por baixo, vesti um biquíni fio dental branco. Eu não queira parar de sentir aquela doce sensação de algo enterrado no meu bumbum. O Hans aguardava-me na praia já há muito tempo.

Assim que cheguei na areia ele me perguntou se a "noitada" tinha sido boa para eu acordar assim tão tarde. Achei a pergunta estranha e comecei a desconfiar que ele sabia de alguma coisa, mas isso era impossível, pois estive sempre trancada e sozinha no quarto. Eu retruquei que afinal era para isso que nós tínhamos vindo, ou seja, descansar. 

Ele deu um risinho maroto dizendo: é isso aí. Nesse segundo dia de praia o Hans tirou logo o seu bermudão e sunga, ficando nu. Fiz o mesmo, mas tirando tudo de uma só vez para ele não ver o que eu vestia por baixo da bermuda. O dia estava quente e ficamos lá morgando sob o sol. Para relaxarmos tomávamos muitas caipirinhas que o caseiro nos servia a todo a hora. Antes de irmos para nadar, fizemos uma longa caminhada. Quando voltamos tomamos mais caipirinhas e logo caímos na água.

No mar, já meio alto, o Hans começou a brincar de me dar caldo e volta e meia ele mergulhava para me agarrar por traz e afundar a minha cabeça. Assim que eu lutando me livrava dele lá vinha ele de novo me dominando com facilidade já que ele era maior e mais forte do que eu. Solto pelo álcool, extasiado pela liberdade de nadar nu numa praia deserta, fui deixando me levar pela excitação.

A cada nova investida dele ele eu oferecia menos resistência. Ele me agarrava tentando brincar e eu me imaginava vestida de biquíni fantasiando que estava sendo estuprada por aquele homem que se tornou o meu objeto de desejo. Ele começou também a brincar de me encochar em cada caldo. 

Ele dizia que como não tinha mulher por ali eu ia ser a putinha dele. Eu protestava dizendo: "pega aqui no meu cacete, seu bundão!" Eu fingia, que por estar bêbado, não conseguir desvencilhar-me dele. Ainda bem que ele não percebeu a minha excitação e ereção do meu membro.

Depois da brincadeira, recompostos, voltamos para areia. Já era fim de tarde. Vestimos a nossa roupa e voltamos para a casa. Que delícia sentir o meu biquininho entrando de novo entre as minhas nádegas. Antes de tomarmos a ducha de água quentinha no cano que ficou o dia todo sob o sol, tomamos mais algumas caipirinhas. 

A essa altura eu já estava bem embriagado e sem muito controle do que fazia. O Hans levantou-se e foi para a ducha primeiro. Tirou toda a roupa e percebendo que eu não tirava os olhos dele, começou a esfregar o sabonete bem devagar exibindo o seu corpo de macho para mim. Depois passou a usar o sabonete para esfregar o seu pau e o saco sem parar até que o seu membro estar bem ereto.

Ele estava a me provocar descaradamente. Eu estava paralisado, num misto de excitação e susto. Tinha medo de lançar-me em algo que sempre desejei, mas nunca havia feito. Eu não queria cruzar além a linha da fantasia e do prazer de só vestir-me de mulher. Xinguei ele de viado e parei de olhar. Ele retrucou que sabia que eu gostava, mas talvez temendo expor os seus desejos parou a bolinação no seu pau. 

Ele sentou-me ao meu lado e eu imediatamente levantei-me e fui para a ducha. Não queira ficar do lado dele com medo de ficar ainda mais excitada, perder o controle e fazer alguma besteira. Havia uma certa tensão no ar. O meu instinto já sabia que daqui para frente alguma coisa iria acontecer.

Estávamos ainda no segundo dia das nossas férias e de forma inusitada o Hans estava realmente flertando comigo. Eu não sabia o que fazer, pois não estava preparada para esse tipo de comportamento dele. Eu podia controlar as minhas fantasias e desejos, mas jamais iria supor que ele, o Hans, um dos caras mais machões que eu conhecia iria me assediar. O pior e que não tinha como fugir daquela situação...

Enquanto eu estava sob a ducha, mesmo bêbada, tentava me controlar e pensar em como agir frente aos seus assédios caso a suas brincadeiras fossem longe demais. Ainda meio alta pela bebida e amortecida pela água morna da ducha, continuei o meu banho pensando em como barrar qualquer provável investida do Hans. Estava até disposta a parar as minhas brincadeiras solitárias de mulherzinha das últimas noites. Talvez assim, o Hans não me deixasse desconcertada e nem excitada com as suas insinuações. Eu estava com muito medo de soltar a "franguinha" que sempre viveu debaixo da minha carcaça de garanhão. 

Absorta nos meus pensamentos e meio zonza pelo álcool tirei a bermuda e fiquei lá no banho de sunga. Imaginava eu estar de sunga. Naquele instante eu esqueci que estava de biquíni fio dental. De repente, senti as mãos do Hans massageando os meus ombros.

O Hans sempre foi ligado em do-in e outros esoterismos orientais. Ele começou a falar para mim que eu devia esquecer as brincadeiras dele, pois eram apenas brincadeiras. Essas palavras dele me deram segurança e eu fui relaxando o medo e a tensão. O álcool, o calor da água e a massagem do Hans me levaram para um outro estado de consciência e relaxamento. 

Eu não percebia que tudo isso me inebriava e que uma sensação de torpor tomava o meu corpo. O Hans aproximou o seu corpo do meu. Uma das suas mãos começou a alisar a minha barriga e depois subiu para os meus peitos. A outra mão subia pelas minhas coxas, lentamente até a bunda. Quando a sua mão esfregou indecentemente a minha bunda eu percebi que eu estava de biquíni e não de sunga. Eu tinha me revelado. 

A essa altura o membro do Hans estava duríssimo e roçando entre as minhas pernas. Fiquei em estado de choque e quase entrei em pânico, mas estava paralisada pela surpresa de suas ações. O Hans, senhor total da situação, começou a chupar a minha nuca e a sussurrar no meu ouvido. Ele chamava-me de tesão. 

Ele falava que era meu amigo incondicional. Dizia para eu me soltar que estávamos sozinhos lá e que devíamos liberar os nosso desejos. As minhas pernas tremiam de tesão e eu me sentia fraca de mais para reagir. Fui caindo no domínio daquele homem. 

A mulher que eu sou aflorava suavemente, mas de forma imperativa. O Hans desceu a sua mão dos meus peitos e deslizou até o meu sexo. Só então eu percebi que o meu membro estava duríssimo como pedra. O Hans estava me mostrando o quanto o meu corpo denunciava os meus desejos. Tentei olhar para traz para ver o seu rosto e assim acreditar que tudo aquilo estava realmente acontecendo. 

Olhei nos seus olhos e ele novamente, antecipando as minhas reações, beijou a minha boca. Foi como se um raio tivesse me atingido. A mão do Hans no meio pênis, o seu cacete encoxando a minha bunda e a sua língua invadindo a minha boca tirou de mim os últimos resquícios de masculinidade e de resistência. Retribui com furor o seu beijo. Ele continuou a bolinar suavemente o meu pênis dizendo no meu ouvido: "Ah que bocetinha gostosa".

A sua outra mão já puxava o biquíni para o lado e seus dedos entravam pela porta do meu buraquinho. Outro beijo. Eu já estava desesperada de tesão por aquele homem. Naquele momento eu me sentia totalmente mulher.

O Hans pegou a minha mão e conduziu-me para o meu quarto. Sentado na cama, enquanto ele me beijava, ele puxou a minha mão para o seu membro. Era enorme. Eu já suspirava só de segurar aquele pinto nas minhas mãos. O Hans levantou-se e me segurou pelos cabelos ordenando: Chupa o meu pau sua putinha! 

Eu ajoelhei-me a seus pés, debrucei as minhas mãos sobre as suas coxas musculosas e comecei a abocanhar aquele mastro enorme. A sensação era incrivelmente deliciosa. Eu me sentia totalmente submissa tentando dar o máximo de prazer para o meu homem. 

O Hans, cada vez mais excitado, iniciou um vai e vem puxando e empurrando a minha cabeça com as suas mãos grandes. Eu era um objeto a mercê do seu prazer (ou do meu prazer?). O ritmo aumentou e eu, já ansiosa, preparava-me para receber uma cachoeira de leite na boca. O Hans então, subitamente, parou, me puxou para cima e virou-me de costas para ele. Eu instintivamente inclinei-me apoiando as mãos sobre a cama. Oferecida, empinei o meu traseiro para traz. 

Confesso que eu esperava mais preliminares, mas o Hans, estava louco e descontrolado. Com medo da sua força, muito superior a minha, eu fazia o que ele mandava incondicionalmente. Ele puxou o biquíni para baixo. Ui, que gostoso! E logo meteu a sua língua no meu reginho. Eu tremia muito, suspirava de tesão e confessava os meus desejos de mulher, dizendo: "Ai meu macho, meu tesão, me lambe toda. Ai, é disso que eu gosto, de homem, de macho. Me fode, me faz mulher." 

O Hans esfregou hidratante no meu bumbum e a seguir enfiou os seus dedos nas minhas entranhas. Eu gemia muito, pois a sensação e o tesão eram intensos demais. Ele no vai e vem dos seus dedos debruçou-se sobre mim e chupava a minha nuca e orelha. Ele dizia: "Vou te comer toda. Vou te foder sua putinha. Vou te fazer minha cadelinha".

Eu não aguentando mais gozei com as suas palavras, com as suas coxas me apertando, com o seu corpo de macho sobre o meu e os seus dedos me violando. Ele rindo maliciosamente disse: "Que putinha tá gozando só de sentir o seu macho brincado com o dedinho é?" Eu retrucava: "Ai meu amor, eu já me sinto fodida por você. Já me sinto tua mulher". Mais bolinação de dedos e gozei novamente.

 Ele continuava a tortura de bolinação, de baixarias no meu ouvido e agora dava tapas na minha bunda quando me chamava de puta. Louca de tesão eu implorava que ele me penetrasse, não sei se pelo tesão ou pela dor dos tapas daquele gigante. Finalmente ele foi me penetrando com maestria, bem devagar, mas de forma segura e constante.

Eu gemia de dor, mas o tesão era tão grande que eu empurrava a minha bunda para traz tentando enfiar tudo o que eu tinha direito. Assim que eu estava totalmente preenchida, ele ficou parado por alguns instantes dizendo mais coisinhas para mim. 

Ele perguntava. "Tá gostando de ser minha putinha, benzinho?" E eu respondia: "Ai amor, estou gostando demais. Eu te quero muito meu macho, meu homem. Goza em mim, goza". Eu tentava segurar um novo gozo, mas em vão, gozei mais uma vez. Ele, a seguir, começou o vai e vem bem devagar. O ritmo foi pouco a pouco aumentando entre tapas no bumbum e mordiscadas na nuca e orelhas. Eu já não agüentava mais, mas ainda me esforçava empurrando meu traseiro para trás. 
 
Quase sem forças as minhas pernas começavam a dobrar, mas o Hans me segurava. A essa altura ele urrava, tirava e puxava os meus quadris sem dó. Eu estava a ponto desfalecer, pois não aguentava gozar mais e nem mesmo continuar de pé. 

Finalmente, urrando muito e me batendo fortes tapas no bumbum ele gozou muito, enterrando o seu pau e levantando-me para cima. Parecia que eu seria rasgada ao meio e surpreendentemente, também gozei novamente. O meu gozou desta vez foi longo e intenso, mas sem ejaculação, pois eu não tinha mais nem uma gota. 

Nunca na minha vida eu tinha sentido um prazer tão forte. O Hans me empurrou na cama e ficamos lá deitados, quase desfalecidos, com ele sobre mim. O seu membro semi duro ainda enterrado na minha "buceta".

Depois dessa verdadeira catarse, dormimos juntinhos na minha cama. Abraçadinhos, trocávamos beijos e caricias como dois velhos amantes, enquanto jazíamos naquela cama de putaria e amor. Ainda estávamos no segundo dia de férias, ou melhor, de "Lua de Mel", mas o resto da estória fica para a parte dois.

Parte II

Acordei na manhã seguinte com um pouco de ressaca da bebedeira. O Hans dormia ao meu lado. Estava meio tonta e constrangida com tudo o que aconteceu. Preocupada eu indagava. Como seria a nossa amizade daqui para frente? Seria a minha masculinidade comprometida depois dessa minha entrega? Levantei-me para tirar o biquíni quando o Hans acordou. Ele se levantou todo sorridente e deu-me um beijo na testa.

- Bom dia, Bruninha.

Eu fiquei ainda mais embaraçada por ser chamada de Bruna ao invés de Bruno.

- Olha, Hans, não é nada disso que você está pensando. Eu não sou homossexual e não quero mais esse tipo de relação. Eu gosto de mulher, você sabe disso. 

O Hans alegre e de alto astral me perguntou: - Você gosta de vestir esse fio dental?

- Sim, mas eu não sou...
- Eu sei que você não é viado. Já estive em muitas baladas contigo.Além do mais quando você está como Bruna você não é homem e sim mulher, não é?
- Olha Hans eu não sei o que você está pensando, mas...
- Não tem, mas, mas. Vocês brasileiros são muito preconceituosos e preocupados demais com a masculinidade. Nós escandinavos, bem mais liberais, não temos nenhum problema em curtir os nossos desejos sexuais. Relaxe! Eu gostei bastante e não estou nem aí. Afinal eu te desejei e o você era um homem vestido de mulher, certo? E daí, qual é o problema? Tenho certeza, que a despeito disso tudo, vamos continuar azarando as gatinhas, como dois garanhões que somos. Sabe, acho que somos privilegiados porque além de curtir a mulherada podemos também ter outros tipos de prazeres. Isso é um privilégio e não um problema. Tem muito machão por aí que não consegue nem ter prazer sexual direito com as mulheres. Nós, ao contrário somos afortunados, pois podemos ter mais de um tipo de prazer.

O Hans com aquelas palavras demonstrava uma segurança incrível. Fiquei mais calma e acreditei nele. Ele tinha razão. Eu tenho uma mulher dentro de mim, isso ficou claro, mas era um homem também. O Hans prosseguiu.

- Além do mais, que legal que isso aconteceu entre a gente, dois amigões do peito, que jamais fariam qualquer coisa que prejudicasse a amizade. Não é melhor assim, que o seu lado mulher e o meu desejo por alguém travestido tenha sido entre nós?
- Sim, você tem razão.
- Se você acha que eu tenho razão vamos tomar banho juntos, mas como dois homens, sem rolar nada. Depois disso a gente conversa sobre esse assunto novamente.

Fomos juntos para a ducha. O Hans começou a falar sobre outros assuntos sobre a turma do cursinho e do seu stress pré-vestibular e outras amenidades. Eu esqueci o ocorrido e tudo pareceu ter voltado ao normal. Saímos do banheiro e no quarto peguei a minha bermuda e a camiseta para vestir. Foi então que o Hans interveio.

-Olha, como eu te disse, eu gostei muito da Bruna. Eu gostaria muito se ela ficasse até a semana terminar como a minha namorada, em tempo integral ou parcial. Agora é com você. O que você decidir eu vou respeitar, mas pense bem, pois temos uma oportunidade única de explorarmos os nossos desejos sem censura, com privacidade e segurança. A menos que você não confie em mim.
- Agora vendo como você está tirando de letra essa situação, eu confio ainda mais.
- Ok, eu vou descer então e te esperar para o café. Você vir como Bruna ou Bruno. Vou torcer pela Bruna. Não se preocupe com os criados, pois são discretíssimos e estão acostumados com qualquer tipo de coisa.

Fiquei sozinha pensativa por algum tempo lutando entre o desejo e o medo do desconhecido. Comecei então a analisar todas as roupinhas da irmã do Hans, o mundinho feminino daquele quarto. Comecei a ficar excitada e impulsivamente vesti um biquininho amarelinho, fio dental. Ajeitei o quanto pude a peça de cima do biquíni. Pus uma tiara amarela nos cabelos. Com muito cuidado, passando a gilette, retirei todos os pelos das minhas pernas, bunda e nas axilas. Depois usei e abusei de cremes para amaciar a pele da irmã do Hans. Pintei as unhas dos pés e mãos de vermelho vivo. Acrescentei um batom vermelho forte nos lábios. Acertei as sobrancelhas com lápis e passei sombras nos olhos. Por fim vesti uma canga amarela alaranjada, curtinha e aberta do lado para exibir as minhas pernas depiladas. Um par brincos de pressão de conchinhas, colarzinho de ossinhos de tubarão e pulseiras de argolas de casca de tartaruga, completaram o visual de ratinha de praia. 

O resultado final, comprovei no espelho, foi fantástico. Nascia ali a Bruna, agora uma mulher decidida e assumida.

O Hans quando me viu descendo a escada, rebolando suavemente, engasgou de susto o café que tomava.
- Oi amor, demorei muito? Eu sou uma dorminhoca, né, benzinho?
- Não meu bem, vale a pena esperar por você. Tome logo o seu café para irmos bronzear e marcar esse corpinho de mulherzinha gostosa. Estou doido para passar o bronzeador nessas pernas.

Foi um dia maravilhoso. Eu agia o tempo todo como mulher. Passeamos de mãos dadas. Tomei banho de sol com o biquíni e ganhei as tão invejadas marquinhas no bumbum e nos peitinhos.

O Hans me deu um trato de bronzeador que me deixou excitadíssima. Se não fosse o segurança estar na praia eu teria implorado para ser fodida ali mesmo. No mar ele me agarrou e ficamos malhando o tempo todo em beijos e abraços apaixonados. Eu me esqueci completamente da minha masculinidade. 
Alie eu era a mulher do Hans, apaixonada e totalmente entregue ao meu homem. Voltamos para areia agora deserta. O Hans me abraçou novamente e trocamos um longo beijo. Ele pegou as minhas mãos e levou até o seu pau duríssimo. Enquanto uma das suas mãos alisava as minhas costas a outra esfregava indecentemente a minha bunda. Quando ele terminou o beijo me deu tapa na bunda: - Ai! - tirou o calção!!!!
E disse:
- Ajoelha e chupa meu cacete sua vagabunda.

Eu mais do que depressa entrei na brincadeira e cai de joelhos. Peguei o seu membro e inicie uma chupetinha bem vagarosa, enfiando e tirando a sua glande na minha boca. Com a outra mão eu ora apertava levemente o seu saco, ora alisava a suas pernas loiras e musculosas. O Hans gemia. Fui aumentando o vaivém, enfiando o seu pau cada vez mais fundo, até que sentindo a iminência do seu gozo, enterrei tudo até a sua glande tocar a minha garganta. Ele urrando gozou. Um gozo longo e farto. Eu estava com a boca cheia da porra do meu homem, quando ele me puxou para um beijo. Juntos, saberemos aquele leite.

O Hans era assim, um doce de homem. Tratava-me como uma princesa, mas quando transávamos, ele era dominador e me fodia como uma puta. Cansada, deitei-me de bruços sobre a toalha com o Hans do meu lado. Ficamos ali deitados. Ele me acariciava, beijava as minhas costas e nuca, passava a mão nas minhas pernas e bunda. Fui ficando excitada e ele já estava duro de novo. Ele tirou com violência o meu biquíni, pós uma toalha dobrada embaixo dos meus quadris e encharcou o meu reguinho com hidratante. Os seus dedos invadiram-me e ele manipulava o meu ânus, alargando as paredes. Ele dizia:
- Vamos relaxa essa boceta, vagabunda.

Um tapa forte nas nádegas me excitou ainda mais. Ai, como eu gosto de apanhar desse homem.

Excitadíssima, comecei a suplicar para ser penetrada logo. O Hans ajoelhou-se atrás de mim, abriu as minhas pernas e em seguida puxou para os lados as minhas nádegas me expondo toda para ele. Ele deitou-se sobre mim colocando a cabeça do pau na entrada do meu buraquinho. 

Ter aquele homem grande, pesado e musculoso deitado sobre mim era um sonho. Ele então de forma autoritária, ordenou.

- Tá gostando, cadela? Pede para eu te meter, pede!
- Ai, amor, mete, mete tudo. Come a sua puta. Sou tua, toda sua. Por favor, mete logo que eu não posso mais viver sem esse caralho dentro de mim.

Ele agarrou as nádegas e iniciou a penetração. Eu empinei os quadris para traz e tentei relaxar ao máximo. Doía, mas à vontade de dar era enorme. Ele foi enfiando e parando para eu ir acostumando. As muitas caipirinhas que tomamos ajudou a minimizar a dor. Logo o seu membro de 20 cm estava todo dentro de mim. 

O Hans ficou lá um tempão, com o pau enterrado, sem se mover. A única coisa que fazia era manter o seu pau latejando lá dentro, me levando a loucura de tesão. Eu não demorei muito para gozar. Novamente gozei sem tocar no meu membro. Depois do meu gozo ele começou, lentamente o vaivém. Ele metia o seu mastro bem fundo, apertando as suas bolas contra a minha bunda, depois puxava para traz deixando apenas a cabecinha no meu ânus.

O meu membro estava encolhidinho, quase sumido, mas assim mesmo gozei de novo, sem ejaculação e sem ereção. Seria um gozo de mulher? Ai, eu era a mulher mais feliz desse mundo. O meu homem era uma máquina de me dar prazer. O vaivém foi se tornando pouco a pouco mais frenético. O Hans entre tapas na minha bunda puxou o meu quadril e eu, submissa, fiquei de quatro. Arrebitei todo o bumbum para traz e ele deu um risinho dominador. 

Ele enterrava com força, sem dó. Parecia que eu estava sendo atravessada ao meio. Eu gemia baixinho sem parar. Ai, ui, ai.
- Me come toda, sou tua puta, tua mulher.
- Puta, sua puta, galinha...

Ele urrando, enterrou bem fundo e gozou, enquanto ora me batia nas nádegas ora puxava os meus cabelos. Caímos desfalecidos lado a lado sob a toalha. Já era fim de tarde. Eu olhei para ele. Aquele homem lindo de morrer, dormindo lá do meu lado, numa praia só nossa. Eu estava perdidamente apaixonada por ele. Depois de recompostos, levantamos. Ele me beijou na boca suavemente. Eu vesti a minha canga, calcei os meus chinelinhos amarelos, retoquei o batom, escovei e prendi os cabelos com a tiara.

O Hans, cavalheiro, pegou as cadeiras de praia e as toalhas. Voltamos para o nosso ninho de amor de mãos dadas sob um céu cor de rosa. Rosa de mulher. Rosa de amor.
 
Parte III

Foi um fim de tarde maravilhoso. O Sol já se punha num céu sem nuvens. O mar estava calmo, baixo e revestido por uma coloração de prata como um tapete sem fim.

Sob aquele céu carmim e aninhados pela suave brisa quente, caminhávamos vagarosamente de mãos dadas como se não quiséssemos nunca chegar. Eu andava sensualmente como uma mulher, balançando as ancas e trocando olhares e sorrisos com o Hans. Sem trocar palavra alguma, o Hans passou o seu braço na minha cintura e apertou-me junto ao seu corpo. Deu-me um beijo suave e longo.

Chegamos a nossa casa. Fui para o banho na suíte da irmã do Hans. Queria privacidade para me produzir. Tirei a canga e o biquíni e me admirei no espelho. As marquinhas me deixavam bem feminina, mesmo nua. Que delícia ver-me mulher no espelho. Eu estava apaixonada e feliz. Estava amando um homem e só queria dar prazer e carinho para ele. 

Sob o chuveiro só pensava na tarde maravilhosa que passei ao lado do meu homem. Depois, passando creme pelo meu corpo todo, deslizando as mãos pelas coxas e nádegas depiladas eu sorria de alegria. Sou mulher, disse a mim mesma. 

Neste momento, neste lugar, neste ninho de amor, com este homem, sou mulher, pensei. Eu esqueci totalmente do meu gênero biológico. Escolhi demoradamente a calcinha, uma tanga branca cavada e rendada. Sem sutiã, vesti um top branco bem apertado, ajeitando os meus seios. Uma mini saia pequenérrima rosa e sandálias de tirinhas, brancas e pronto. Escovei bem o cabelo e prendi com um tiara branquinha. O resto foi na maquiagem. 

Produzi os olhos com rímel e lábios de batom com brilho vermelho desejo. Acertei as sobrancelhas, que ficaram o mais próximo possível do feminino. Os brincos de argolas de pressão e as várias pulseiras de prata, além do colarzinho branco de pérolas, complementaram a gata. As minhas unhas ainda estavam pintadas de vermelho da produção da noite anterior.

Desci para o jantar. A mesa estava posta pelos criados, mas o Hans estava na varando curtindo a noite quente. Abracei-o por traz. Ele se virou e nos beijamos. Ficamos sentados na varanda trocando carícias e risos, esperando pela fome. Jantamos a luz de vela trocando olhares. 

O Hans perguntava sobre a Bruna. Como se fôssemos namorados recentes, ele queria saber sobre os meus gostos e preferências: música, cores, passeios, relacionamento e homens. Eu entrando na brincadeira respondia com desenvoltura. As respostas saiam naturalmente e eram muito diferentes do que o Bruno responderia. O Hans comentou.

- Você percebe, Bruna, que você realmente está respondendo o que sente. Isso não é brincadeira é o seu eu verdadeiro.

Refleti por um momento e disse:
- É verdade Hans. Eu gosto realmente de música romântica, de vermelho e rosa, de relacionamentos sinceros, sem jogos, e de homens carinhosos, mas dominadores. Meu deus! Eu gosto de homens.
- É natural, Bruna. Você é mulher.

Depois do jantar e da conversa voltamos a varanda. Namoramos bastante na rede. Ele me beijava quase tirando-me o fôlego. E eu sentia o seu membro duro como estaca pressionando a minha bunda. Suas mãos percorriam as minhas costas,coxas e nádegas como se as condissessem a muito tempo. Já louca de tesão, pedi que ele me levasse para o quarto. Fomos para o quarto dos seus pais, onde uma enorme cama redonda nos aguardava. 

O Hans dócil da rede, no quarto tornou-se impetuoso. Beijava-me loucamente. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e seus dedos tocavam o meu ânus. Suas chupadas no pescoço e ouvido me derretiam toda. Eu me entregava totalmente a ele. Faria qualquer coisa que esse homem pedisse. Eu beijava o seu peito grande e cabeludo...

Agarrava a suas pernas musculosas e viris. Eu era todinha dele e ele sabia disso. Ele de pé, ordenou me que de joelhos no chão o chupasse. Ajoelhei-me e lambi docemente as suas bolas, a parte interna das suas coxas e segurando o saco com uma das mãos enfiei aquele membro dentro da minha boca, lambendo sempre em volta da glange. O gosto e cheiro do macho me embriagava, tornando-me uma fêmea no cio.

Agarrei as suas pernas e num vai e vem fundo e ritmado fiz com que ele gozasse abundantemente na minha boca. Eu engolia e lambia cada gota daquele leite do meu macho. Ele então levantou-me e retribuiu com um beijo molhado de língua enquanto suas mãos deslizavam nas minhas costas, nádegas e seus dedos penetravam novamente a minha intimidade. Sua virilidade era impressionante. Seu membro novamente duro como pedra cutucava a minha barriga. 

Virei-me de costas, então. Adora ser bolinada por traz. Ele beijava o meu pescoço e mordiscava minha nuca com ninguém, enquanto suas mãos percorriam coxas e peito. Ele sussurrava: Vou te comer fundo. Você vai querer ser mulher para sempre, ouviu. Vai sentir-se vazia sem um macho te agarrando e te penetrando. 

Eu louca de tesão, implorei: - Hans, meu amor, me fode. Me fode toda. Quero tua gala bem dentro de mim. Quero ser tua fêmea, tua puta, tua cadelinha no cio.

Ele jogou me de bruços sobre a cama e deitou-se. Aquele corpo grande me cobria toda. Ele continuou a chupar a minha nuca e pescoço e a sussurrar baixarias no meu ouvido. 

Encheu o meu ânus de creme hidratante, abriu as minhas nádegas, expondo-me todinha para ele e iniciou a penetração. Com jeito foi entrando. Apesar da dor eu desejava demais ser comida. Quando tudo finalmente estava dentro ele mexia devagar e continuava a chupar, mordiscar e sussurrar no meu ouvido mostrando-me a putinha que eu me tornara. Tesão e amor. É tudo que eu sentia. Eu tremia de tesão e jorrava em gozo. Ele puxou me de quatro e começou a meter e a tirar fundo. 
 
Ai, como eu apanhei! Ele adorava bater numa bunda enquanto metia sem dó. Quando gozou, enterrou tão fundo o seu cacete, que quase desfaleci. Gozamos aos gritos. Naquela noite ele ainda me comeu diversas vezes. Praticamente não dormimos. Tornamo-nos definitivamente amantes. Sei que não poderia mais ficar sem esse homem.

No dia de voltarmos o Hans disse que eu podia levar o que quisesse das roupas da sua irmã. Como eu morava sozinha em Sampa, peguei tudo. A Bruna tinha agora um enxoval. Coloquei a roupa de sapo para a viagem de volta, mas por baixo mantive a calcinha. Cueca? Nunca mais usei na vida. Não vou contar aqui o resto da minhas estória com o Hans, pois se por um lado fomos amantes por ano, teve também suas desilusões. 

Fui uma amante apaixonada e muito feminina e durante o tempo do nosso amor. O meu sapo ficou morto e enterrado, pois eu só queria ser mulher, a fêmea do Hans.

Do Casa Maite - Por: Bruna Lippi - brunalippi@hotmail.com
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Conto: No motel com o coroa


Tudo começou quando me cadastrei no extinto Uol K. Coloquei fotos minhas lá e logo começaram a chamar a atenção. As pessoas entravam em contato, faziam comentários e comecei a trocar emails com gente interessada em algo mais. Até que um dia aconteceu...
Um cara, ou melhor, um coroa, se interessou por mim. No começo não dei muita corda, mas ele insistiu, disse que viu minhas fotos, gostou da minha bundinha e queria me conhecer. Depois de mais de dois meses da minha última trepada com o Saulo, acabei cedendo. Estava doidinha pra dar de novo. Combinamos de nos encontrar no estacionamento de um shopping. Antes de sair de casa, fiz a higiene íntima. Fui à paisana, é claro. Pelo celular fui seguindo as coordenadas até que o encontrei. De início estava bem tensa. Sei que a chance de que ele fosse alguém conhecido era pequena, mas acidentes acontecem. Para meu alívio não era ninguém conhecido. Entrei no seu carro e agora meu medo era que ele fosse um tarado com más intenções. Mas logo começamos a conversar e fui me descontraindo.
 
- Você não parece a mesma da foto.
- Espere e verá.
Ele não era exatamente um coroa, talvez um pouco acabado para a idade dele. Mas como eu sempre digo o que conta mesmo é uma boa cantada. Então ele começou a contar que gostava muito de cdzinhas e já tinha até namorado uma. Elas sabem como seduzir um homem, dizia ele. E nem é preciso muito, basta vestir a roupa certa. Fiquei me perguntando se eu tinha trazido a roupa certa. Mas ele era muito bom de conversa, enfim, Tanto é que tinha conseguido tirar a Leyla de casa.
 
Chegamos no motel, fui para o banheiro me montar. tinha trazido tudo numa mochila. Peruca loura, lisa, maquiagem, brincos (de argola, adooooooro) e colares, sandália plataforma. A roupa em si era simples: shorts jeans bem apertado e curto, calcinha fio dental preta e sutiã preto, camisa branca folgada, mas com um belo decote para realçar meus "seios". Tinha aprendido no You Tube, com a Heidi, a como fazer seios de mentirinha com massa de modelar e meias. Quem saiu do banheiro, meia hora depois, foi a verdadeira Leyla. O coroa estava assistindo pornô, só de camisa e cueca boxer. Já tinha tomado duas cervejas.
- Hmmm valeu a pena esperar. Agora está melhor que na foto.
- Eu disse.
Levantou-se, veio até mim e segurou na minha mão:
- Dá uma voltinha, gata.
 
Rodopiei bem devagarzinho enquanto ele segurava minha mão por cima da minha cabeça e me comia com os olhos. Bom era pensar que depois ia me comer com outra coisa... Depois me levou até a cama, sentou e disse:
- Vem pro colinho do papai.
 
Ufa, aquilo me deixou toda fogosa. Adoro sentar no colinho, sentir aquele volume todo apertando minha bundinha. Começou a me beijar o pescoço, passar a mão na perna, no peito. Fui sentindo o volume aumentando e pressionando minha bundinha. Aqueles beijos estavam me matando. Por dentro da camisa, comecei a acariciar o peito dele também. Estava adorando aquele corpo maduro, aquela segurança em tomar a iniciativa. Me senti uma menininha sendo possuída. Então ele apoiou as mãos na cama e foi pressionando mais minha bundinha com o cacete. Virei de costas pra ele pra encaixar melhor e comecei a rebolar. O volume só crescia, parecia enorme. Aí ele segurou na minha cintura e foi acompanhando o rebolado. Meu traseiro todo arrebitado. Depois me fez levantar e tirou o pau pra fora da cueca. Nossa! Que rola enorme.
- Chupa gata.
Chupei.
- Tira esse shorts.
Tirei.
- Fica de quatro.
Fiquei.
 
Estava adorando ser comandada. Fui bem obediente! A recompensa foi uma rola enorme arrombando meu cuzinho. Eu gemia gostoso, ele dava tapa no meu traseiro e me chamava de cadela e potranca. Empinei mais a bunda e deixei que ele enfiasse tudo, até o fundo, me arregaçando. Não conseguia ficar parada, ele estava num vai e vem frenético e eu rebolando adoidado. Parecíamos possuídos. Até que ele gozou.
 
- Toma cadela sem vergonha. - Continuou ainda me estocando, entre gemidos e uivos, por alguns minutos. O cacete dele não amolecia. Aí foi diminuindo o ritmo, tirou de dentro de mim e se jogou na cama. Eu estava ofegante e não queria que ele parasse. Mas aos poucos minha respiração foi voltando ao normal e me deitei do lado dele. Acabamos caindo no sono. Uma hora depois acordamos e trepamos de novo. Dessa vez mais comportados, tipo papai-mamãe. Durante todo esse tempo, a única peça de roupa que tirei foi o shorts. Nem mesmo a calcinha e a sandália tirei. Parece que eu estava mesmo usando a roupa certa. pelo efeito que causou...
 
Se quiser ler mais das minhas histórias, acesse:
 
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Conto: Minha Primeira vez de cdzinha com amigo da Internet !

Minha Primeira vez com amigo da Internet Oi pessoal,sou NIKITA UMA CDZINHA Sempre li contos eróticos e sempre tive uma vontade louca de relatar alguma experiência sexual minha, com o único objetivo de que os leitores sintam um tesão enorme! Mas faltava a tal da experiência verdadeira... Bem... não falta mais! Vou contar pra vocês como foi a minha primeira vez como crossdresser, que aconteceu na última quarta-feira, 10/7/2013, e como cheguei até lá. Vou falar sempre no feminino, pois CDzinha que é CDzinha deve agir como menina! kkkk Tenho 39 anos, mas desde a adolescência tenho meus amassos, mas sempre sem penetração em mim.
O principal era com meu primo, um ano mais velho que eu. Ele, gay, sempre curtia me mamar e ser comido por mim no quarto que dividíamos toda vez que ele visitava a minha família. Eu adorava! Mas, um dia, ele virou e pediu prá eu provar o gosto do pau dele... hummmm... saboreei... Desse dia em diante, eu sempre ativa, às vezes chupava o cacete dele para provocar tesão nos dois. E não passou disso. Mas o gosto do pau e a vontade de brincar como passiva ficaram... Sozinha em casa, puxava as cuecas até entrar bem no bumbum e me admirar no espelho. Minha bunda e peitos lisos por natureza facilitavam que eu ficasse gostosa. Quando comecei a ter namoradas fixas e liberdade na casa delas pude experimentar roupas femininas. Nossa... me sentia realizada...! Sempre que podia vestia calcinhas escondida. O contato da rendinha com o corpo nu, o tecido liso de seda, o fiozinho forçando a entra da bundinha e meu grelão pra baixo me deixavam sempre bem molhada. Aos poucos fui descobrindo que essa fantasia que eu curtia tinha nome: crossdress. Algo como "roupas opostas". Ou seja, agir no dia-a-dia como homem mas sentir prazer em usar as roupas do sexo oposto... Bem... estar vestida de mulher é um passinho para experimentar o que uma mulher sente... e esse desejo que passei a alimentar. Usei em mim todos os consolos da minha mulher.
Vesti todas as calcinhas e fantasias sensuais que comprava "para ela". Quando sozinha em casa passei a me fotografar para dividir com os amigos da internet. Nossa... quando descobri como os homens ficavam excitados na webcam me assistindo meter vibradores de calcinha, fiquei tarada! Virei uma putinha virtual... kkkk. Numa só noite fiz 9 homens gozarem on line!
Adoro ver leite espirrando! Percebi que eu ficava muito mais excitada com eles no comando, dizendo posições, me mandando ficar de quatro, escolhendo que roupas eu ia vestir e o que eu ia meter no cuzinho. Um dos mais gostosos mandou eu enterrar um consolo inteiro e botar, prendendo ele, uma calcinha bem cavada. Por cima, mandou eu vestir um shortinho bem apertado... Depois mandou eu rebolar em frente à CAM e me tocar com um dedinho em círculos por cima da roupa fazendo meu pau de grelinho... Gozei assim! Feito uma putinha... Adorei e vi que queria um homem de verdade no meu comando... Comecei a juntar um pequeno "enxoval" que escondo no trabalho, meia calça, cinta-liga, calcinha, sutiã, pijaminha de dormir, vestidinho. Além disso reforcei os brinquedinhos domésticos. Umas das aquisições foi um aparelho de castidade masculina. Com ele, meu grelinho fica trancado com cadeado e eu, sem a chave, sou obrigada a ter prazer sem poder tocar nele... ou seja, só posso gozar pela bundinha, mexer nos peitinhos, me alisar... feito menina...
Me cadastrei em alguns sites até encontrar o "Sexo com Café". Recebi vários e vários recados e passei a me deliciar vendo os cacetes de todos os tipos. Tomei coragem e anunciei que eu queria real perto do meu trabalho. Eu disse que a hora em que aparecesse um cara que dissesse "Nykki eu pago pra você um motel na Dutra, aqui no Rio, pela manhã, eu ficaria de quatro prá ele na cama". Quer fantasia maior para uma CDzinha do que um macho pagando o motel pra comê-la?
Vários caras, um mais gostoso que o outro me mandaram mensagens, mas nenhum nas condições que falei. Até que um de deles me surpreendeu pela objetividade, dizendo que queria cravar no meu rabo lindo no dia seguinte de manhã e que pagaria o motel xxxx baratinho, mas limpinho, lá perto do meu trabalho. Mandou eu me vestir de menininha bem sexy e pediu meu celular. Nossa... era a hora. Fiquei excitadíssima e nervosa no instante em que li! Olhei as fotos do pau dele... não muito grosso mas bonito e e-nor-me. Parecia mesmo saboroso... que vontade de mamar aquela coisa. 
Mas nossa... no dia seguinte? Trocamos mensagens num chat e vi que ele estava mesmo muito a fim. Ele sempre muito decidido não me deixou amarelar. Marcamos de nos falar às 9:30 da manhã no motel na Dutra. Eu levaria as camisinhas para ele (outra fantasia minha... escolher e comprar camisinhas para ser comida... hummmm) e ele pagaria o motel. Dia seguinte acordei cedinho querendo desistir e sem acreditar no que estava prá acontecer. Mas, mesmo assim, fiz uma higiene anal caprichadíssima e lubrifiquei o cuzinho passando óleo sabor morango. Prá ter certeza que sentiria prazer apenas como mulher coloquei o aparelho de castidade no meu grelão e deixei a chave em casa. Fiz a barba e depilei o cuzinho, virilha e axilas. Vesti uma calcinha confortável por baixo das roupas de homem. Me atrasei um pouquinho propositadamente para passar numa lojinha onde comprei uma tanguinha, cinta-liga e meia 7/8" novas vermelhas. Depois fui até o trabalho pegar o resto das minhas roupinhas. Como não conhecia o gato direito, tomei o cuidado de deixar um aviso sobre onde eu estava, para alguma urgência. Nervosa, liguei para o gato. Ele só atendeu depois de umas duas tentativas minhas. Nossa, quase fiquei muda... Nessa hora já queria que ele desistisse... kkkkk. Mas ele não voltou atrás. Disse que era prá eu ir e me arrumar bem gostosinha que, em 15 minutos ele estaria lá. Ao chegar no motel a constrangedora pergunta do recepcionista me deixou exposta: "-Espera alguém chegar?" Ao responder que sim percebi que aquele seria o dia... No quarto, botei um filme erótico para relaxar e fiquei nua. Guardei minhas roupas e sapatos de homem no banheiro para, quando o gato chegar, ficar bem claro que só haveria um macho ali: ele. Vesti a calcinha preta, as meias vermelhas, prendi a cinta-liga e coloquei o sutiã que finge que eu tenho seios. Olhei o resultado no espelho. Parecia uma adolescente se arrumando para seu primeiro namorado, nervosa, nervosa. Mas eu estava realmente gostosa no espelho do motel! Tirei algumas fotos e coloquei camisolinha por cima da roupa prá poder provocar um climazinho. Enquanto eu me arrumava ele ligou para dizer que estava no caminho e em 10 minutos estaria ali! Ali! No quarto! Comigo vestida de mulher!!! Que pânico! Ninguém nunca tinha me visto assim! E que tesão...! Quando me excitei, e vi que meu grelão não podia endurecer por causa da castidade masculina, nem eu podia tocar nele, pensei: "Nykki, você está prontinha pra virar menina". Na falta de outro lugar pra mexer, enfiei um dedinho no cuzinho aumentando mais o meu tesão. 
O interfone tocou da recepção: "- O senhor espera alguém". "- Sim". Que mistura de tesão e vergonha...Ele tocou a campanhia do quarto. Acendi e apaguei as luzes duas vezes sem saber ao certo a luminosidade adequada para recebê-lo... kkkk. Abri a porta e um lindo e largo sorriso me esperava. Um pouquinho mais baixo que eu, moreno claro, corpo saradinho com pouquinha barriguinha "de chopp", 31 anos, de boné, camisa de mangas curtas, bermuda, chinelo... todo à vontade prá comer sua fêmea... Eu tremia de vergonha, nervoso e ansiedade. Um homem ali na minha frente e, pela primeira vez, era vista vestida de mulher. Ele todo garotão fudedor e eu de camisolinha, meias 7/8" e cinta-liga. Não sabia bem como recebê-lo e me inclinei para dar dois beijinhos na sua face e fui retribuída. Aí caiu a ficha. Eu era a garota mesmo... Trouxe ele para o quarto de mão dada e, ao me ver no espelho, senti falta de peruca, maquiagem e um vestidinho mais sexy... Queria estar mais mulher para aquele homem. Senti que a putinha dentro de mim estava saindo... Coloquei ele em pé ao lado da cama e passei a mão no pau dele por cima da bermuda... Deu pra sentir que o volume era grande, bem maior que imaginei...
Perguntei se poderia tirar sua bermuda. Ele concordou e abaixei-a já sentada na lateral da cama. Ele estava de sunga de praia vermelha debaixo da roupa... Desamarrou e abaixei a sunga... pulou na hora, ali a centímetros da minha cara, um lindo pauzão moreno ainda meio mole. Me agachei no chão e comecei a mamá-lo assim mesmo, ao lado da cama. Adoro sentir a vara crescendo dentro da minha boca, mas como ele ainda não tinha relaxado tive o prazer de ficar alguns minutos chupando ele molinho inteiro na minha boca e sentindo seus pentelhos roçarem nos meus lábios e nariz. Cheirei o pau, o saco e os pelos pra sentir bem o cheiro de macho e pensei no meu grelo ali embaixo todo casto depilado, lisinho, guardado a chave... 

Ele estava ali em pé admirando a minha mamada e senti aquele volume começar a crescer e a preencher mais a minha boca... um meladinho salgado já saía da ponta do cacete e me assustei um pouquinho, mas continuei mamando até ele começar a mexer os quadris empurrando enquanto eu sentia aquela rola invadindo minha boca. Levantei e virei a bunda prá ele e pedi para tirar o meu shortinho do pijama. Rapidamente ele me deixou com o rabo exposto pra ele e perguntei: - Foi essa bunda que você viu na internet? Gosta...? - Que rabão gostoso... hummmm... está uma puta... gostosa - a visão da minha bunda de cinta-liga e calcinha deixou ele bem excitado... - Vem esfregar esse pauzão na minha bunda - falei enquanto ficava de quatro na cama e ajeitava a cinta. Nesse instante me olhei no espelho e vi que eu estava uma vadia... cinta-liga e meias vermelhas, calcinha de renda preta puxada para o lado, de quatro e um macho atras de mim de joelhos na cama, usando minha bunda para endurecer seu pau esfregando ele na minha bunda e cuzinho... hummmm.. .gemi de prazer... finalmente estava chegando a hora de ser comida. 




Pedi para ele deitar confortável para eu mamar. Nessa posição é que vi bem como era comprido aquele pau! Lambi o saco, toda a extensão da vara e suguei bem a cabecinha enquanto passava a língua no freio. Chupava e apertava com os lábios e língua sentindo o gosto e cheiro do macho tesudo. Ele cresceu mais ainda!!! E tentei engolir tudo... e engasguei três vezes... Como é bom engasgar com uma piroca na garganta!!!!! É se sentir humilhada, puta e safada. Pedi para ele voltar para a posição anterior e ele ficou ali roçando com vontade e cutucando meu furinho sem enfiar por um tempinho... parecia se divertir bastante com a minha ansiedade para tomar na bundinha! Enquanto esfregava, o safado pediu meu lubrificante e começou a lambuzar meu cuzinho e bunda com o pau e o dedo. Nesse instante, peguei uma camisinha que levei e, entre gemidos de tesão, eu tentava abri-la ainda deitada de quatro, com a cara no colchão. Quando consegui, virei para aquele cacete enorme e duro e pedi: - Deixa eu te vestir pra você comer a sua putinha? Mas não aguentei e enfiei a boca de novo naquela vara enorme. Vesti a camisinha rapidinho nele, ajudando com a boca, enquanto ele estava bem duro, imitando o que via nos filmes de sacanagem. Pronto, meu macho estava preparado e o meu cuzinho lubrificado.

- Chega mais prá ponta da cama e fica de quatro pra levar vara, vagabunda. Ele mandou e obedeci rápido, bem passiva. Nessa posição, eu estava com o cuzinho totalmente aberto, exposto e com tesão. Senti o cacete lisinho, macio, duro e lubrificado encostar na portinha, no lugar certinho onde eu metia meus consolos. Levei uns tapas na bunda e tremi um pouco de tesão. Ele começou a forçar, mas ainda não entrava... percebi que tinha que relaxar mais. Deitei mais o rosto na cama e relaxei as pernas e a musculatura do cuzinho... nesse momento me entreguei e deixei por conta dele me fazer de fêmea. Era a hora de sentir o quê uma mulher sente.Ele continuou colocando pressão e senti a cabecinha do seu pau me abrindo e deslizando bem macia para dentro de mim. Dei um leve gemido de tesão e senti uma dorzinha gostosa, enquanto ele continuava empurrando a cacete todo. Doeu um pouquinho enquanto eu me sentia alargada... eu estava em êxtase me sentindo puta. Olhei pelo espelho e a cena era linda: eu com um macho se enterrando na minha bunda... A tranquilidade acabou quando ele começou a bombar... ai... começou um vai-e-vem, firme e me xingando: - Gosta de pau, né, vagabunda? Hummmmmm que cuzinho gostoso... Gosta, né puta, toma pica, toma... Logo começou a meter firme e mais fundo me segurando pelos quadris. - Não queria pau, vadia? Toma. E tapa na bunda, pau e tapa na bunda, pau e tapa na bunda... ai... aiiii... como eu gemia com aquela vara que não tinha pena do meu cuzinho. Não satisfeito ele me fez chegar prá frente, ainda de quatro, e subiu na cama para montar em cima de mim, me fazendo de cadela. Nossa... levei um susto achando que não ia aguentar quando senti como o cacete entra fundo assim...! Caralho, o cara era bom! Socava fundo e duro e cada vez que batia no fundo eu gemia feita uma cadela... Ainda me humilhava dizendo: - Hummm que delícia de cuzinho, vadia. Gosta de pau no rabo, né puta...? - E socava mais forte e fundo, sem pena... Tentei pegar o celular para ele tirar fotos, mas em vão... cada vez que tentava pegar ele bombava mais forte e eu gemia. Acho que se divertia vendo que eu não conseguia ligar a câmera do celular com ele me socando o pau... Deu mais uma ordem: - Deita de lado... - Assim que você quer? Está bom? - Isso, vagabunda... hummmm que cuzinho gostoso de putinha... - tirou e meteu com vontade mesmo...! - Ai... ai... tá me arrombando... E estava mesmo! Para minha surpresa, agora eu sentia cutucar mais fundo ainda! Sentia socar tudo dentro de mim. Que pressão lá no fundo. E doía la no finalzinho. Cada socada um grito. Ele começou a bombar no ritmo dos meus gemidos se excitando com minha agonia com o pau dele na enterrado até as bolas. Eu sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda totalmente tarado e me rasgando... Num movimento mais forte e fundo senti abrir a última prega bem lá dentro...a dor diminuiu um pouco, senti entrar mais e as bolas baterem mais em mim. Fiquei de quatro de novo e pedi pra ele meter mais forte... Nessa hora, acho que gozei... relaxei totalmente e abri a bunda pra ele. - Isso abre a bundinha pra eu te comer... hummmm... delícia de cuzinho... abre bem e sente. E soltei mais, empurrando a bunda contra ele. - Sente que vou apertar seu pau com meu cuzinho... ai... ai... não consigo... ele é muito duro e firme... quando tento apertar ele me arromba mais.. ai.... puto gostoso! Caralhudo! Pauzudo! Macho safadooooo! Nossa... eu estava totalmente vadia, aberta e exposta. O rabo estava arregaçado e arrombado. Mais um pouco de foda e rola, ele me mandou ficar de lado enquanto de joelhos ao meu lado metia fundo. Eu apertava os peitinhos e sentia a vara passivamente. Como estava gostoso. - Hummmmm... esse cuzinho está tão gostoso que acho que vou gozar aqui nele mesmo... onde você quer leite, putinha...? - Ai, gostosooo... não goza aí não, que quero ver seu leitinho todo... me dá um banho de porra! Goza aqui em cima dos meus peinhos... me mela toda que quero ver seu leite... tesudo!

Ele tirou da bunda e tirou a camisinha, e bateu uma punheta bem perto da minha cara. Lindo e comprido... A expectativa de tomar um banho de porra era sensacional! E ele gozou, gozou, gozou, gemendo, urrando de tesão por ter me comido. Cada jato e gota que pingava me dava mais tesão... todas bem quentes!... Fiquei toda melada!!!! Quanto leite aquele macho soltou!!! Olhou prá mim e deu um sorriso largo bem tesudo... Ele foi se limpar e, só aí consegui ligar o celular e tirar algumas fotos cheia de porra... nossa eu estava muito melada... Depois ele deitou na cama, todo "macho do pedaço", e puxou conversa comigo. Ele estava satisfeito e eu ali, toda mulherzinha, arrombada no cuzinho, sentindo todas as pregas arreganhadas... Senti uma pontinha de vergonha e tesão. Finalmente eu tinha me sentido fêmea, puta, vadia e consegui satisfazer um homem. Estava com meu grelão todo melado e sem poder ser homem e deixar ele duro... fui no banheiro e passei o dedo no cuzinho... estava largo, macio e lubrificado... Ele chamou a recepção e pagou o motel, conforme combinado. Eu me vestia e ouvi enquanto ele perguntava o preço ao atendente na antesala e pagava. E eu ali, no quarto, na beira da cama, me sentindo usada, aberta e feliz... que sensação gostosa... deliciosa... Finalmente tinha me transformado numa putinha. Assim virei uma CDzinha completa e vadia!!!!!!!!!!!
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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