Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Devaneios... Eu sei por que você está triste!



Você chega em casa do trabalho se mal dizendo com cara triste... Então chego e lhe pergunto o que esta errado. O que houve. Como foi teu dia...
Você cabisbaixo e com uma voz mansa e cansada, diz que foi um dia ruim no trabalho. Foi um daqueles dias que tudo deu errado...

Ouvindo isso, te digo para sentar... Te dou um beijo na testa e lhe ajudo a tirar a roupa. Depois te encaminho para o chuveiro e enquanto você toma seu banho arrumo seu jantar na cozinha...

Quando você chega, a mesa esta posta e eu te sirvo o seu bife com batatas fritas que você tanto gosta... Bem molhadinho com aquele molho de carne...

Você pensa que vou te fazer companhia, mas te digo que vou no quanto  pegar uma coisa e peço licença.

Você acha que fui ao banheiro ou coisa parecida. Mas antes que você termine a ultima garfada eu volto a cozinha. Me prostro na porta, vestindo aquela blusa transparente que você tanto gosta porque delineia meus peitos e a "famosa" sainha colegial que você tanto adora! 

Com um sorriso sacana e devasso no rosto, balanço os quadris de um lado para o outro e te digo: - Eu sei por que você está triste! Eu sei o que você precisa para colocar um sorriso em seu rosto agora!

Sonhei isso hoje pensando em você!
Kátia


Nota: Vou começar a postar aos poucos os trechos de sonho que tenho sob o marcador "devaneios"
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Conto: Transformando ele em minha menina!

Tudo começou na loja onde sou um dos gerentes, quando um cliente que me é próximo pediu para arrumar um trabalho para o filho dele.

Apesar de ser um cara rico o cliente não queria que o filho começasse na empresa dele e por isso seria bom iniciar a vida profissional onde ninguém soubesse de onde ele vinha...
Ele fez a seleção e passou com louvor. Pois nos testes de aptidão demonstrou ter um nível de conhecimento acima da média. Além disso demonstrou ter um conhecimento avançado de matemática.
Assim q ele começou a trabalhar na loja, percebi que algumas da historias que eu ouvi dele no passado, de que ele se vestia de mulher deveria ser mesmo verdade, já que ele tinha um jeitinho discreto o que somado as suas habilidades acima da média dos demais empregados, o tornavam diferente. Além disso ele era muito quieto, não gostava de brincadeiras e invariavelmente ficava conversando com as demais funcionarias da firma denotando que ele era pouco enturmado com o "macharal".
Mas mesmo trabalhando na administração, cuidando da burocracia da loja ele não se  furtava de as vezes pegar no pesado ajudando "no braço" a pôr o estoque em ordem principalmente quando os outros empregados já haviam ido embora e precisávamos acabar de arrumar as mercadorias... 
Como sou chegado em comer um rabinho, mesmo sendo de um homem, ainda mais de um garotão novinho, e aproveitei uma oportunidade para dar uma cantada no garoto mas ele não dava espaço.



Até que um dia no fim do expediente, ele já estava de saída para academia e vendo ele naquele shortinho não resisto e cheguei junto. A principio ele não entendeu, mesmo eu sendo direto de que eu sabia da historia dele e que queria vê-lo montada.

A princípio ele recusou dizendo que tinha vergonha de mim. Mas diante da minha insistência e da minha demonstração de compreensão creio que ele sentiu-se protegido e resolveu se mostrar para mim.

Depois de uma longa conversa (e diante da minha insistência), Ele topou, mas ficou dizendo que eu teria de ser super sigiloso, pois não queria mesmo que alguém soubesse, pois não tinha a intenção de assumir a sua bissexualidade e tal...

Dito isso ele foi ate o banheiro da minha sala, enquanto eu trancava a porta e fechava as persianas e o aguardava sentado no sofá da minha sala...




Quando ele apareceu vestidinho de mulher, ela mais parecia uma ninfeta. Cheguei junto dele e disse que ele tava linda! Nos beijamos e passamos um tempo atracados aos beijos e amassos... 
 
Quando dei por mim estávamos sentados no sofá... Ele meio sem jeito, ajoelhou-se e pegou no meu cacete, lambeu a cabeça enquanto eu o guiava com a minha mão o conduzindo para ele me fazer um belo boquete.

Tive que me conter pra não gozar... Mas assim que percebi que "ela" estava afim de ser enrabada, peguei um KY, que providencialmente eu já havia colocado na mesinha ao lado do sofá e lambuzei meu cacete e aquele cuzinho maravilhoso!


Após termos tomado uma cervejinha que deixo no frigobar para "momentos especiais", e  uma vez já restabelecido da foda, comi "ela" mais uma vez, mas dessa vez judiei dele, metia com força, era pra rasga-la mesmo, deixar ele todinho alargado, inchado... Fodido... Pra não esquecer nunca da experiência.


Texto entre os desenhos: Katia Steelman Walker
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Conto: O Hotel I

Desde pequeno sempre tive fascinação por roupas femininas. Sempre que ficava sozinho em casa procurava usar as roupas de minha mãe ou de minhas irmãs.

Meu emprego me possibilita viajar pelo interior do estado e eventualmente para algumas cidades do Brasil. Quando viajo procuro sempre levar os meus "apetrechos", para desta forma poder descansar mais tranquilamente na pousada ou hotel onde me hospedo.

Os apetrechos de que falo são em geral: Calcinhas, Soutiens, uma saia bem curtinha que deixe exposta as abas da bunda, um "top", meia calça e para dormir um baby doll. É muito gostoso sentir a leveza do tecido na pele. A renda da calcinha me faz suspirar...

A noite no quarto sempre visto algo bem sexy e provocante, que faz com que o meu desejo e tesão aumentasse loucamente. Depois de transformada sempre me masturbo imaginando coisas tesudas de serem ditas e deliciosas de serem feitas...como no momento ainda não posso realizar estes desejos", narro as fantasias que tenho nestas horas em que estou viajando e me transformo,para quem sabe, poder encontrar alguém que as realize:

Esta fantasia foi em agosto quando fui a um congresso em Recife...

Na Quinta-feira o segundo dia do congresso rolava ao final do dia uma palestra que estava um pouco chata, ao meu lado, sentado, um carioca de nome Jackson de aproximadamente 37 anos e casado, puxava conversa.

Falávamos daqueles papos de futebol, escritório, dinheiro, mulheres e etc. Por coincidência estávamos hospedados no mesmo hotel onde ocorria o evento e quem diria em apartamentos vizinhos no mesmo andar.

Combinamos que a noite, iríamos dar uma volta pelo centro histórico do Recife, que recentemente foi lindamente recuperado. Uma parte do grupo que participava do Congresso iria e outra parte ficaria no hotel.

Foi uma noite memorável em muito divertida. Todos se divertiram bastante inclusive o meu amigo Jackson. Na boate entre um gole e outro ele acabou falando que tinha tesão em outros machos, principalmente os do tipo mauricinho: " bem vestidos, com jeito de homem e sem trejeitos", caras assim como eu. Nem dei ouvidos, afinal ele estava bem "alto", más juro que a uma campainha tocou na minha cabeça...

Apesar daquela conversa acabamos apenas trocando olhares discretos a noite toda. A noitada continuou e acabamos arranjando umas garotas, pegamos seus telefones e ficamos de ligar para elas no dia seguinte. Apesar da minha posição de macho, Jackson, se preocupava tanto comigo que eu me sentia uma fêmea sendo paquerada e paparicada o tempo todo.

Voltarmos para o hotel por volta de 4:30 da manhã. Já no elevador nossos olhos não paravam de se cruzar e ele acabou dizendo o seguinte:

- Tá pensando que eu não sei o que te disse? Vai ficar ai e não dizer nada? Quero saber o que você acha do meu tesão por você!

Não respondi. Fiquei calado. Limitei-me a descer do elevador e rumar para o meu quarto que era o mais próximo, o dele era logo depois, vizinho ao meu... Mas, ele percebeu o meu ar de preocupação e repetiu: - Como é? o que você pensa do meu gosto por mauricinhos como você?

Achei melhor manter a minha postura de homem e optei por cortar o barato dele, afinal não o conhecia bem. Emendei dizendo: - O meu negócio é outro amigo. Você pode ter a preferência que quiser más certamente a minha não é nem um pouco parecida com a tua...

Ele retrucou sem jeito e disse: - Tudo bem... Desculpa cara, acho que estou meio alto... Deixa-me entrar para ir ao banheiro acho que vomitar tudo que bebi...

Entrei no quarto e ele entrou junto e foi direto ao banheiro... Enquanto o infeliz vomitava na privada eu tirava a minha roupa e catava a toalha para ir tomar o meu banho... Pensava no que estava acontecendo e não pensava em outra coisa senão por a minha camisola.

Pensava somente em me travestir para ir dormir... Cruzei com ele na saída do banheiro e ele me pareceu bem alegre para que acabou de ter um tremendo mau estar. Ele apenas disse que já ia desejou uma boa noite... Pedi para que trancasse a porta do quarto e entrei no box do banheiro.

Tomei um saboroso banho e ao sair do box, peguei a bolsa com os “apetrechos" que estava no canto da bancada e tirei as peças de roupa que lá estavam: Vesti a calcinha de renda, o soutien (amarelo claro), a meia calca (cor da pele) por último a camisola (também amarelo claro), e a peruca de cabelos pretos um pouco abaixo dos ombros, perfumei-me
e saí do banheiro...

Qual foi a minha surpresa encontrar Jackson nu na cama ao lado da minha assistindo ao filme de putaria que rolava na TV a cabo. Ele olhou para mim e disse: - Agora já sei qual é a tua resposta, realmente não sou chegado a um travesti, mas você bem que ficou bem engraçadinha...

Fiquei sem ação. Estático. Ele quebrou o gelo e disse senta aqui (do lado dele na cama), eu passei direto e sentei na minha cama. E disse: -
Você não deveria estar aqui... Você nnão tem liberdade para ficar no meu quarto...

O que faço sozinho é problema meu! Eu tenho direito a minha privacidade, blababablababa...

Para minha total surpresa ele se levantou e começou a vestir-se. Apressei-me em tentar explicar que aquilo era uma tara, que nunca tinha feito nada com ninguém que eu gostava era de mulher... Ele emendou: - Desculpa não quis ofender. Te entendo. Te vejo pela manhã na palestra... Ele saiu do quarto. Mas antes de bater a porta ainda falou: - vá com a calcinha preta por baixo da tua roupa...

Fiquei morto de vergonha e não parava de pensar no que havia ocorrido. Foi uma total surpresa aquele flagrante inusitado.

Pela manhã acordei tarde, mas mesmo assim ainda peguei a palestra da manhã. Cheguei por volta de 11 e 15 da manhã estava passando uns slides e o auditório estava escuro. Sentei-me lá trás para não atrapalhar.

Jackson veio não sei de onde, sentou ao meu lado e perguntou no meu ouvido, já dando uma lambida na orelha e pegando firme na minha perna na altura da coxa: - Cadê tá de calcinha?
Falei: - Sim estou. (Agora eu estava no jogo).
- é a preta?
- Não. Esta é branca. Não tenhopreta.
- Tem sim. Eu vi o kit de maquiagem, o batom e o perfume do lado da bolsinha lá no banheiro. Abri a bolsa e vi tuas coisas...a peruca não me deixou com dúvidas. Suspeitei que havia algo no ar e esperei você sair do banho para ver no que dava... Ele deu uma mordidinha no lóbulo da orelha e completou dizendo que tínhamos que comprar o conjunto de cinta-liga e espartilho. Encerrou dizendo que me esperava lá fora. Ele levantou-se e saiu. Dei um tempo e em seguida fui ao seu encontro...

Ao encontrá-lo disse que queria conversar primeiro, mas ele olhou-me fundo e afirmou: - Fica calmo, lembra-se de ontem à noite? Confie em mim e faça o que estou lhe pedindo...

Envolvido, suas palavras me deram tranquilidade. Pegamos um taxi e fomos direto ao Shopping. La compramos o que tínhamos de comprar quando fui comprar mais roupinhas justificava para as vendedoras que era presente para minha mulher... Ainda comprei um 'vestidinho' bem sensual que certamente iria delinear bem o meu corpo.

Voltamos "correndo" ao hotel. Já no elevador ele me beijou os lábios levemente, eu achei estranho, nunca tinha feito aquilo antes. Ao sair do elevador ele ainda deu uma pegadinha na minha bunda, para mostrar quem estava mandando. Entrou no meu quarto junto comigo. Foi logo me agarrando por trás, lambendo o meu pescoço e me apertando...

Não baixei a guarda, disse que tínhamos que conversar. Agora era a hora! Ele falou com muita segurança que tudo bem, desde que eu me vestisse a caráter. Obediente fiz o que ele queria.

Fui ao Banheiro, coloquei o conjunto de calcinha, me maquiei toda e finalmente meu vestidinho, fiquei uma gata... coloquei a peruca agora eu era novamente Kátia uma mulher cheia de tesão.

Estava tomando coragem quando de repente sinto aquelas mãos me abraçando por trás. Ele estava com o corpo tão junto ao meu que dava para sentir o volume da pica. 

Jackson não falou nada me beijou repentinamente abafando os meus gemidos de fêmea. Apesar de corresponder o seu beijo, ainda não era hora de estar entregue ao meu homem. Ainda sentia-me envergonhada...

Sentamos na cama, ele me serviu um whisky, a bebida ajudou me a dizer tudo o que sentia. Como estava, porque fazia aquilo, que nunca tinha ficado com ninguém, e etc e tal.... ele ouviu comentou algumas das coisas que eu dissera e me confortou... Nesta conversa bebemos quase meia garrafa de whisky. Suas palavras foram tão carinhosas que parecia que nos conhecia-mos a anos...


Senti-me a vontade e um dado momento não tirava os olhos de seus lábios. Sentia que agora não erramos estranhos...Ele me beijou novamente tirando-me o fôlego, foi me apalpando, se esfregando em mim.

Agora sim, a fêmea começava a se entregar ao seu macho. Ele foi se chegando e me apalpando com muita volúpia. Eu ja nem fazia mais questão de resistir, ja tinha baixado as alças do vestido e aos poucos levantou a parte de baixo, para esfregar melhor as minhas pernas. Falava no meu ouvido que eu tinha coxas maravilhoas... Em meio aos beijos, foi baixando a minha calcinha.




Depois de me "livrar" da calcinha, olhando-me nos olhos e com a mão debaixo da saia do meu vestido Ele falou: - “Tu estais uma gatinha”, e já começou a me agarrar e me beijar. Meu membro ja estava em rigido e aquilo realmente o excitava.









Passou então a chupar o meu pau. Chupava-me com maestria e me deixava totalmente fora de órbita. Sentindo que não me importava mais meteu o indicador no cuzinho, doeu um pouco, mas me acostumei...Pedi que parasse, pois senão iria gozar Jackson parou virou-me de costas e deu um trato no meu cú com a língua. Enfiava a ponta da língua no meu rabo e eu só encontrava forças para gemer.
Sentindo-me distraída voltou a sua atenção para as sacolas que havíamos trazido... Sacou de lá um um pequeno pênis de borracha que deveria ter uns 10x2,5 centímetros. Assustei-me, afinal não esperava ser penetrada.

Pensava que tudo iria ficar só na pegação e chupação. Cheguei a implorar para que não fizesse aquilo mas ele ignorou e depois de untar o penis com KY foi enfiando o console fundo no meu cu. Gritei ao mesmo tempo que mordia o travesseiro... Jackson olhou-me e vendo que havia me acostumado com o console pediu que eu desse um trato na sua vara... 


Ouvi ele mandar chupar... Relutei um pouco mais acabei cedendo e chupei seu pau que deveria de Ter um 17X5 cm e era grosso achei um gosto muito bom do seu pau , pois era meio salgadinho... Assim, com ele na minha frente minha boca foi certinha em direção ao seu pau. Chupei, chupei muito.

Ele virou para retribuir a chupada e fizemos um 69 de tirar o fôlego... Chupei e resmunguei pra ele que queria que ele gozasse na minha boquinha toda enquanto ele me lambia... ficamos nisso um tempão que ate pareceram horas... Ele me chupava e metia o dedo na minha bunda.


As vezes lambia o meu rego. o tesão era tão grande que sentei na rostinho dele e fiquei esfregando meu rabinho na boca dele fazendo ele me chupa mais... Ele lambeu e enfiou a língua mais fundo no meu cuzinho e não aguentei.... 



 
Acabei gozando na barriga dele com ele me chupando bem forte e eu toda bamba de tesão e louca pra dar meu cuzinho.

No entanto como estava gostoso chupei-o com vontade. Jack fodia a minha boca com vontade. Fez então, sinal que ia gozar. como não queria que gozasse na minha boca tentei cuspir fora o cacete. Então me segurou e gozou fundo na minha boca



Já estava toda molhadinha. Não guentei mais e levantei-me e coloquei-me de quatro. Ele levantou o vestido sem cerimônia e foi metendo...

Eu Gemia, gemia em todos os 'tons' acusando o tesão. Ele socava, socava e me penetrava muito profundo. Muito gostoso. Até que ele gozou. Ainda sobre mim foi tirando o seu pênis de dentro da minha cucetinha.

Ele me deitou de quatro e começava apenas a esfregar, sem me penetrar, e eu cada vez mais excitada!

Implorava para ele meter logo, mas ele como homem mais experiente, continuava apenas brincando comigo. Dizia que eu tinha de me acostumar para não querer fugir... Sentia minhas pernas moles, enquanto ele afundava o pau em mim. Eu tinha medo mas queria muito me submeter aquela situação. Felismente ele foi fazendo devagar e mesmo doendo tava legal...
Ele foi enfiando nu meu rabinho virgem... no início senti muita dor, mas depois a dor deu lugar ao prazer e ele foi bombando... as vezes rápido, outras mais lento... e aquele pau inteiro dentro de mim... ele me pegava pelos cabelos e falava alto que nunca tinha comido um cuzinho tão gostoso...

Era demais sertir-se mulher do meu homem. Jack deu-me um novo banho de língua, chupou novamente meu rabo e fodeu-me novamente... Eu estava realmente entregue e querendo sentir. Quando ele me comeu de quatro eujogava a bunda para trás procurando comer o seu pau com o rabo. Foi delicioso sentir o seu saco batendo no meu e os seus pentelhos espinhando a minha pele...


Como sua menina muito obediente, deitei de costas por cima dele enquanto sentia sua pirocona me deflorar a bunda. Aquela cabeçona rosa tinha um destaque na grossura e seu corpo ia afinando, mas mesmo assim era muito grosso.

Me sentia entregue aquele homem de caralhão saboroso... Eu sentia cada pedacinho do meu bumbunzinho entregue a furia dele...

Senti a cabeça do pau em meu anelzinho... Completamente rasgada e entregue aquela pirocona dentro de mim. Eu chorava de dor. Ele disse que era normal que eu me acostumaria.

Ficou um tempo parado até eu me acalmar. Me agarrou para que seu caralhão não saísse de dentro de mim e começou a socar. Pela primeira Vez senti seu testículos baterem em meu bumbunzinho. Ele me comia como um cão no cio. Dizia que adorava a minha bundinha. Elogiava meu cuzinho. Adorava como era apertadinho. E eu ali sendo estourado. Eu não parava de gemer de dor e chorava muito. Sentia como se seu pau batesse em meu estomago. Ele segurava em meu ombro e estacava mais e mais. O tempo parecia não passar. Cada um segundo parecia uma eternidade. Até que ele acelerou as estocadas me arrombando mais e mais. Até que ele gemeu e senti seus jatos do gozo dentro de mim. Sua pirocona latejava muito.

Fizemos amor loucamente, como nunca tinha feito em toda a minha vida, e tive um orgasmo maravilhoso, como nunca tinha sentido antes.

Nos dias seguintes eu dormia com aquele homem gostoso e toda noite era comida de todas as formas, no final do congresso meu cuzinho parecia uma flor...

Que imaginação ...não?

Ficção By Katia Steelman Walker - katiasteelmanwalker@hotmail.com
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O Cumplice - Conto by Katia Walker

Era final de tarde de sexta. Todos da minha família tinham se deslocado para a casa de praia para passar o final de semana fora... Só iriam voltar no domingo a noite...e eu é claro, não fui, já que não ia perder a oportunidade de aproveitar e ficar só em casa, sem ninguém para atrapalhar a montagem da minha boneca...
Fechei cuidadosamente o portão, as portas e janelas e corri para o quarto. Não podia perder um minuto sequer...afinal a Kátia já não me deixava conter a vontade... ela queria sair... e
logo de dentro de mim!



Dirigi-me ao quarto de casal, enquanto fazia a barba, enchia a banheira. Coloquei os sais na água,
despi-me e quando ia entrar na água o telefone toca.


Era Marcos um grande amigo meu da faculdade. Somos aquele tipo de amigos que quando um precisa do outro nos ajudamos....Amigos pra toda hora... Ele nada sabia da minha feminilidade e eu não estava afim de perder a oportunidade de curtir o final de semana com a Kátia. Este era o final de semana dela...

- Diz ai!? Como é? Sexta a noite...vamos pra farra...?
- Oi Marcos não vai dar não! Estou só em casa, todo mundo viajou e alem de ter que dar uma de vigia estou meio febril...
- Ë mesmo?! Putz cara que mico... A turma da faculdade tá toda na boate, agitando e esperando agente...
- Ë mas não vai dar não vou ficar aqui e assistir a um filme e depois ir dormir... tô com muita febre mesmo, cof, cof (Fingi uma tosse para dar mais ênfase a "doença")
- Há é? tá ruim assim? Bem se quiser dou um pulo ai para te fazer companhia...?Quer?
- Não! não precisa! (retruquei, afinal era só o que faltava) Não quero incomodar...
- Que é isto amigo! Quantas vezes já fez isto por mim? Não tem problema não. Terei
o maior prazer... se quiser eu vou, não se acanhe...
- Não! Não! Tá tudo bem já me mediquei, vou assistir a um filme na TV a cabo e dormir...
- Há bom se é assim...sim! Até logo!
- Tá bom um abraço no pessoal!
- Ok! Bye...

Voltei ao quarto mas não sem antes desligar o telefone para não ser interrompido na minha transformação...Este foi o meu erro como eu descobriria mais tarde.. Deveria ter somente levado o telefone sem fio para o banheiro e atendido aos eventuais telefonemas...

No banheiro, entrei na água morninha, morninha...Pacientemente tomei um banho revigorante e lavei-me com esmero e atenção. Não deixei de lavar um só cantinho... O banho é uma parte muito importante na montagem... é como se lavássemos o que há de masculino...depois do banho tudo que colocamos sobre o nosso corpo é melhor, muito agradável e diferente...
Me enxugo, passo o hidratante, perfumes. Me cheiro...que delícia...Já havia separado o que vestir
afinal o momento já era esperado... Tudo é feminino... Ponho a calcinha, o soutien, o modelador de cintura (ponho dois) para ficar com aquela silhueta...Enchimentos.
Ponho duas meias para disfarçar os pelos das minhas pernas...por cima a Blusa branca, saia preta...as bijuterias, brincos, gargantilhas, puseras. Calço os sapatos de salto preto... ponho a peruca e a maquiagem e pronto tá montada a Kátia! Que linda! Um sonho de garota!
Montada eu me sentia feliz...Estava uma garota bem bonitinha... Quando terminava de arrumar a peruca em frente ao espelho o interfone toca...corro até a copa e atendo...
- Quem é?
- é eu cara, o Marcos... liguei várias vezes e nada...o telefone chamava, chamava e ninguém
atendia. Fiquei preocupado! Tá tudo bem?!
- Tá sim, fica tranqüilo...
- Olha trouxe uma mochila com minhas coisas e na volta da boate venho dormir aqui!
- Não! Não precisa... Vou ter que me levantar para abrir o portão...
- Que é isto? Não lembra da cópia da chave que tenho?


Marcos desfrutava da amizade de todos aqui em casa... como as vezes voltávamos de porre das farras e não saibamos onde estava a chave da casa, tínhamos a cópia da chave da casa um do outro... Eu queria realmente ficar só. A Kátia precisava disto e por mais que gostasse da atenção
de Marcos eu tinha que ficar só.... Então em tom de deboche respondi:
- É que eu tô aqui meio ocupado sabe...?
(e sussurrando, como se não quisesse que alguém perto de mim não ouvisse, emendei) tem gente
aqui comigo...me deixa aproveitar...vai embora!
- Há sim tem gente ai né? Este papo de doente é só pano de fundo pra ficar só com alguma gatinha não é?
Querendo me livrar do meu amigo, e ao mesmo tempo tranquiliza-lo concordei...
- É estou ocupado com uma amiga... agora diga tchau...(a conversa não era de todo irreal afinal
eu queria ficar só com o meu outro lado...)
- Tá bom nem convida os amigos...Egoísta...naquela vez te convidei...e tal...blababa, blababa...
Eu o interrompi e encerrei o papo dizendo...

- Tchau cara! Tô ocupado, depois a gente se fala...
E bati o interfone no gancho!
Agora sim! Estava sozinha...sentia-me confortável...

Fui a cozinha fiz um lanchinho, e o comi lendo uma revista de moda...lá pelas tantas escuto um barulho no jardim...era perto do Deck da piscina...então pensei - pronto era só o que faltava... Depois do Marcos me encher o saco, agora é a vez do ladrão...Ai ponderei...- Não pode ser ladrão porque senão os cachorros teriam
latido...


Então sai de onde estava e pela brecha da janela que dava vista para o Deck. Observei e não vi ninguém...como o barulho foi de um arrastar de cadeira julguei que o barulho fora provocado pelo vento arrastando as cadeiras plásticas que estavam prostradas a beira da piscina, fato que já havia ocorrido em vezes anteriores. O meu julgamento estava certo...tão logo pensei, vi outra rajada de vento arrastar outra cadeira, jogando-a dentro d'água.

Para evitar outro susto resolvi ir até lá fora posicionar as cadeiras de forma que não mais fizessem barulho. Aproveitando-me dos muros altos da nossa casa e arrisquei um passeio pela varanda até o Deck da piscina...era delicioso o barulho dos saltos...o roçar da pernas e das meias uma na outra...

Cheguei no deck que era distante uns 15 metros da casa, chegando lá constato que uma das cadeiras está faltando... Então olho em volta e qual a minha surpresa em ver que ela esta encostada perto da janela de onde observei a piscina e pior... que o meu amigo Marcos está de boca aberta sentado nela...

Olhando para mim de forma ao mesmo tempo surpresa e penetrante...
Nesta hora minhas pernas ficaram bambas...mal tinha forças para me manter de pé. Um frio percorreu toda a espinha. Marcos, parecendo perceber isto, levanta-se e vem até onde estou...Dá duas voltas em torno de mim e para na minha frente. Põe os dois dedos da sua mão direita sob o meu queixo e levanta o meu rosto. Encara-me e diz:
- Cara nunca pensei que tu ficasse tão bem de saia...Eu tô embasbacado...Aquele papo de gatinha...era você? Eu pensando em ver uma putariazinha e vejo você assim!?
- Marcos não é isto que você tá pensando...
- Eu não tô pensando nada. Eu tô vendo...Seu bicha! Para que isso?
- Acho melhor a gente entrar...Para poder conversar com calma...

Dito isto, fomos para dentro de casa. Que vergonha! Eu vestido de mulher e flagrado pelo meu companheiro de farra. Que contraste... Quantas vezes saímos para paquerar garotas, quantas vezes falamos das roupas delas, de suas bundinhas, seus seios... e agora eu ali de roupas, seios postiços, maquiagem...como é cruel algumas conhecidencias da vida...

Sentei no sofá da sala e ele em uma cadeira na minha frente...O silencio imperou por uns 38 longos segundos...então ele disse:
- E ai seu viado, como é isso que tu sente...porque isso? Seu enrustido...
- Marcos...(pausa) eu não sei por que sou assim.

So sei que quando estou vestido assim, me sinto mulher.
Eu tô morrendo de vergonha de você me ver assim...é muito constrangedor... Ninguém nunca soube disto...destas minhas vontades...você é o primeiro...
- Há tá bom! Sei... (falando com ar de desconfiança) Quer dizer que nunca deu o cuzinho pra ninguém...tá bom acredito...seu mentiroso! Ainda bem que tu pelo menos tá com vergonha...
- Verdade! Você me conhece...sabe como sou e como penso...Nunca me mostrei não...Eu tenho esta vontade de virar mulher e as vezes esta vontade é incontrolável...Agora para de me xingar...so me sentir pior... Pra que me agredir?
- Ta bom. E como é que tu quer que eu chame um homem que se veste de mulher e pior se sente mulher...?!
- Eu sou uma Crossdresser, ou seja, um homem que vive uma vida masculina normal, mas adora se vestir de mulher.

Quando me monto assim tenho desejos e sonhos de garota...
- Desejos e sonhos de garota?! Tu tá é doido cara!
- Sim sonhos e desejos...Mas não posso realizar porque tenho que manter sigilo...e principalmente não tenho coragem...

A pressão emocional é demais para mim...
Dito isto começo a chorar...pois não agüento tanta coisa junta. Marcos se apieda de mim. senta ao
meu lado esquerdo no sofá, saca o lenço do bolso e começa a enxugar os meus olhos que nesta hora já estavam borrados por conta das lágrimas...

- E esta agora...para de chorar...Odeio ver mulher chorando...
- É que estou assustado com tudo isto.
- Fica calmo. Eu também estou ...sei lá inseguro...Logo tu...sempre levei a maior fé....é
um via... desculpe um cross... o que?
- Crossdresser.
- Que desejos e sonhos são estes?
- São simples do tipo...Passear de carro a noite, tirar fotos sensuais e quem sabe até mesmo ter
um namorado...que me ajudasse nestas fantasias...(ainda soluçando por causa do choro).
- Namorado!? (disse em tom de surpresa).
- Sim! Porque não? Afinal não te disse que quando estou assim me sinto mulher...?
- Tu é doido... E este namorado ia ganhar o que? (agora em tom de curiosidade)
- Bem...este meu lado procura ser uma garota graciosa... muito carinhosa e louca de amor para dar...so que não tenho condições para fazer isto e manter a privacidade do meu lado masculino...


 

A esta altura dos acontecimentos eu já havia parado de chorar Marcos já tinha colocado o seu braço direito, apoiado no sofá atrás do meu pescoço e sua mão esquerda estava pousada em cima do meu joelho esquerdo e as vezes subia até a minha coxa, na proporção que conversávamos.
Isto me dava segurança e a medida que falávamos nos aproximava-mos mais... eu já apoiava a cabeça no seu ombro...
- E ai o que tu irias fazer se podesse ter alguém assim?
- Sei lá?! Seria muito bom fazer aquilo que já te disse com um namorado ou cúmplice...
- Sei fotos, passeios.
- Acho que deixaria o meu namorado tirar as fotos sensuais, e provocantes sem cair na baixaria.
- E cama? Ia ter cama?


Quando ele disse isto, eu com a cabeça ainda apoiada em seu ombro, olho fixamente em seus olhos...Nesta hora nossas bocas estão bem perto.
- Nunca pensei nisto...Tenho muito medo.Mas com confiança e segurança acho que tentaria satisfazer na cama o meu desejo de sentir estar dando a ele uma autêntica satisfação feminina.
- É mas para isto acontecer ele teria que te ver e te tratar como mulher...
Dizendo isto olhando nos meus olhos senti nele uma cumplicidade que não esperava (pelo menos não devia esperar..) ele me olha nos olhos.. e eu nos dele. Vejo ele olhar meus lábios e ele ver eu olhar os lábios dele...fecho os olhos... e repentinamente sinto o gosto gostoso dos lábios dele.

Nos entregamos ao desejo... ao tesão.

Marcos me dá um beijo forte! Me afaga nos braços...Suas mãos não param... Enquanto chupa a minha língua e me tira o fôlego. Com as mãos por sob a saia, afaga a minha bunda...nossas respirações se tornam ofegantes e nossos abraços mais fortes.

Ele põe a minha mão sobre o volume da sua calça...Quando aperto o volume sinto a dureza
do seu pau...Ele então, abre o zíper da calça, e põe para fora o pau e empurra a minha cabeça para baixo. Abro a boca e abocanho aquela ferramenta, a princípio estranho é verdade, mas aos poucos começo a dar um trato na manjuba.



Marcos geme longa e repetidamente acusando que esta gostando do tratamento...ele abre a camisa e quando percebo isto, cheiro e chupo o seu peito...Ele adora e geme mais... Então começa a dizer:
- Continua, assim....hummm! minha gostosa!
Eu continuo chupando, e ele ora passa a mão nas minha bunda, ora passa a mão nas minhas costas...então ele aperta a aba de minha bunda com força por sob a saia e empurra a minha cabeça conta o seu pau enfiando-o todo até a minha garganta...dando sinal de que vai gozar... Não queria engolir, mas ele segura a minha cabeça e me faz engolir toda a porra e que bom... O sabor da porra quente e viscosa é deliciosa...é como pudim só que um pouco salgado.

Marcos então, me coloca de quatro no sofá, com os braços apoiados no encosto. Tira a minha saia, arreia as minhas meias e a calcinha até os joelhos... e começa a me dar, um puta banho de língua no cuzinho...que delícia...um arrepio me percorre a espinha fazendo-me tremer da cabeça aos pés.

De repente um dos dedos de Marquinhos, começa a entrar em mim. Ele vai enfiando fazendo movimentos circulares...alargando o meu buraquinho...Que gostoso. Quando estou achando aquilo realmente gostoso ele tira o dedo do meu ânus repentinamente. Então sinto algo duro, redondo e quente procurando-me sem achar...Sinto que é a minha hora.

A hora do meu sacrifício...A hora de tentar satisfazer na cama o meu desejo de sentir estar dando aquele macho tesudo uma autêntica satisfação feminina.
Busco o seu pau e o guio até a entrada de meu orifício. Sinto-o pressionar a entrada...então
com minhas mãos escancaro e exponho ao máximo o meu cú... ele diz:
- Faz força para fora...é ...assim.



Sem avisar Marcos me penetra repentinamente e com gosto começa a me estocar... a dor existe... mas aos poucos vai ficando gostosa. A medida que me acostumo com o invasor...sinto o seu saco batendo no meu e que o seu pau está em mim até o talo...Ele acelera as estocadas... o movimento de entra e sai fica mais frenético...e então o gozo. Meu e dele.
Então me dou por mim...não estou mais com os braços apoiados no sofá.



Estou deitado nele e com o meu melhor amigo deitado nas minhas costas, beijando o meu pescoço por trás e com o pau todinho atolado em mim... Penso então: 'que vergonha acabei de transar com o meu melhor amigo...'
Uma sensação de culpa ainda maior que antes me toma. Peço-lhe para sair de cima de mim...Marcos sai e pergunta porque, eu respondo.
- Isto nunca aconteceu... Me deixa...por favor não agüento de vergonha!
Ele retruca e diz:
- Aconteceu sim! Gostosa! Não quero mais saber de outra coisa.
- Não ! para com isso...!

Marcos então aplica-me um forte tapa no rosto...
e diz em tom impositivo:
- O que é !?Eu adorei trepar contigo... e sei que gostar eu sei que você também gostou
senão não tinha gozado....Então para de frescura de pudorzinho besta, porque agora somos cúmplices e não tem como você e eu esquecermos da coisa maravilhosa que acabou de acontecer!
Agora, você é a minha mulherzinha e eu o teu macho.


Permaneci calada com ele me olhando fixamente...então ele complementou.
- Como é o teu nome fofinha...(que doce!)
- Kátia....Kátia Walker.
- Kátia se arruma bem bonita e cheirosa que nos vamos sair... vou te levar para um passeio...
- Não Marcos, por favor...não quero mais novidades não.
- Kátia, colabora...Naquela hora tu não queria o meu leite...eu te obriguei e você gostou tanto que ordenhou tudinho.

- É...é verdade.
- Então faça o que eu to mandando...Se arruma que eu vou por o carro para dentro da garagem
para ninguém da vizinhança te ver. O Vidro fumê do carro vai te ocultar direitinho... confie
em mim.

Dito isto, catei a saia e rumei para o banheiro para tomar outro revigorante banho para sair com o meu cúmplice.
Esta passeio é outra estória.
Beijos e tchau

 
Ficção By Katia Steelman Walker - katiasteelmanwalker@hotmail.com


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O Primo - Conto by Katia Walker


 Esta é uma das fantasias pela qual eu mais me masturbava entre os meus 13/16 anos. lembro que nesta época morava com a gente um primo meu que tinha vindo do interior estudar e trabalhar na capital e devia ter mais ou menos 23/24 anos. portanto ele era bem mais que eu.

Certa vez eu esta sozinho em casa me travestindo. estava também muito feliz pois tinha a casa só para eu brincar de virar mulher. era o período das minhas férias escolares, minhas irmãs estavam viajando para a casa de meus tios no rio grande do norte e meus pais e meu primo trabalhando. só ia ter alguém em casa lá pelas 18 horas.

Só que por volta de 11:30 da manhã, eis que entra na casa sem que eu perceba este meu primo que voltara mais cedo, pois na verdade tinha ido ao medico e eu não havia notado o seu retorno. ele entra na casa e no quarto (vacilei também deixei a porta destrancada) e me pega assim todo traveco. morri de vergonha, meu coração foi a mil, digo, um milhão de batimentos. Fiquei branco, verde, amarelo de toda a cor... e corri para o banheiro para me esconder, ele então me segurou pela cintura e me impediu. pediu que eu ficasse calmo e sentasse.

Pronto! Estava perdido. Todos iriam saber do meu segredo. no entanto fui surpreendido por uma bronca discreta, mas que nunca esqueci. como era que eu podia está vestido assim?-dizia ele. perguntou logo se eu era viado. eu disse que não e emendou que isto era coisa da idade que eu estava me decidindo mas que ele não queria mais me ver ou saber daquela estória de me travestir, senão ia dizer para todos.

Para minha surpresa ele foi extremamente compreensivo e não quis se aproveitar da situação. fiquei com medo no início mas hoje entendo a sua atitude e adoro a forma como ele me tratou. ele me mostrou o que é ser homem.
Passei um bom tempo enclausurando a vontade de me transformar e ele sempre me dava conselhos. tempos depois ele foi transferido para o rio de janeiro, pois ele era vendedor em uma revenda nacional de carros. e até hoje está lá vivendo muito bem no Rio de Janeiro.


 
A história que contei acima é real mas, quando eu estava só e eu queria me masturbar eu imaginava as coisas assim:
eu estava em casa só bem bonita com um vestido azul escuro que ia até pouco acima dos joelhos. toda maquiada. usava meia calça, espartilho, corpete e uma calcinha de pura lycra, também brancos. o vestido apesar de azul tinha golas brancas que realçavam. ele deixava as costas parcialmente nuas pois amarrava por trás da cabeça.


Este vestido pertencia a minha mãe e eu achava bastante sexy. cabia em mim perfeitamente pois, apesar da idade sempre fui bem crescido. eu calçava um salto agulha branco com a pontinha do salto prateado. eu estava adorando estar assim toda transformada e bonita...
De repente eis que entra na casa sem que eu perceba meu primo (que parece muito com o tom cruise - só que mais alto) que voltara do médico. ele entra na casa e no quarto e me pega assim todo traveco. morri de vergonha, meu coração foi quase sai pela boca. fiquei sem reação e quis correr para o banheiro... corri para o banheiro para me esconder, ele então me segurou pela cintura e me impediu. me agarrou forte e prensou-me na parede. logo senti o seu membro roçando na minha bundinha por sobre as nossas roupas e ele chupava e mordiscava o meu pescoço. eu dizia não, mas ele me obrigava. dizia que iria me doutrinar e me usar como mulherzinha. senão todos iam saber do meu segredo.

Pronto! Estava perdido. tinha que ceder ou todos iriam saber do meu segredo. fiquei calmo e ele me soltou. virei para ele e encarando-o refleti, pensei. ele me olhou da cabeça aos pés. e disse que ninfetinha gostosa você fica! dito isto, me agarrou e foi logo me beijando. relutei a princípio, mas senti o calor de seu corpo a dureza do pau no meio das minhas pernas. a cada beijo molhado, o sabor e o gosto da boca dele faziam-me ficar cada vez mais entregue e a merecer dos desejos daquele macho pauzudo.


Acabei me entregando ao tesão e ao desejo de virar me transformar e a partir daí as minhas ações não mais eram comandadas por mim. tudo quem fazia era a Kátia.

Ele começou a me abraçar e me beijar. o pau dele só era contido pela calça, pois tinha crescido tanto que a cueca não "abarcava" (segurava) mais. ele me fez sentar na cama e abriu a calça, então disse secamente: chupa porra! quando vi aquele cacete vermelho duro na minha frente fiquei com nojo, ele notou e me pegou pelos cabelos e encostou a ponta da pica na minha boca e forçou. mantive a boca fechada e mas sua insistência e suas ameaças me fizeram abrir os lábios. ele empurrou o pau todinho dentro da minha boca, quase me fazendo engasgar e disse: chupa gostosinha...faz como se fosse um sorvete. comecei então a chupar e aos poucos comecei a gostar daquela ferramenta na minha boca. passei a dar o trato que ela merecia. eu realmente estava adorando aquele sorvete sabor caralho.


Quando senti que ele estava perto de gozar, novamente senti um pouco de nojo e tentei tirar o pau da boca. ele não deixou e acabou gozando na minha cara e na minha boca. quando fiz menção em cuspir me deu u tapa no rosto e disse: engole vagabunda. dito isto engoli toda a porra e gostei.

Ai meu amigo, é que foi bom. quando senti o gosto da porra eu liberei geral.

ele guiou todos os pingos de esperma que esporraram na minha cara com a ponta do pau até a minha boca e ainda falou, limpa tudinho, chupa o teu sorvete que agora eu quero provar deste cu.


Ele me colocou de pé, virou-me de costas e colou o cacete em mim, abaixou as alças do vestido e apertou com força os meus mamilos e gemi de tesão. por fim tirou o meu vestido e me deixou só com a roupa de baixo (meia calça, espartilho, corpete e uma calcinha de lycra, tudo na cor branca - imagine a cena).

Feito isto ele me jogou na cama e deitou-se sobre as minhas costas. eu sentia toda a dureza do pau e o peso daquele macho nas minhas costas e na minha bundinha. ele começou beijando e lambendo as minhas costa e tirou a calcinha, depois pediu para que eu ficasse de quatro e assim procedi. era muito bom sentir o pau dele entre as minhas pernas e os eus pentelhos espinhando e arranhando a minha pobre bundinha.

Ele me arreganhou, lambeu um pouco o meu rego e enfiou fundo o dedo no meu buraquinho. nesta hora gritei e ele disse: isto é só o começo, vá se acostumando que eu vou já te arrombar todinha minha "priminha".

Fiquei preocupada. E so esqueci esta preocupação quando ele começou a sugar fundo o meu cú e a enfiar a língua nele. comecei a pensar o quanto era bom se sentir uma fêmea desejada por uma macho. o quanto era bom fazer sexo, dar e receber carinhos... me sentia dominada e feliz em estar assim...



Novamente o meu primo pediu-me para chupar-lhe o pau. quando estava ficando bom ele me empurrou na cama e disse que ia me comer naquela posição (imagine a cena eu só de meia calça, espartilho, corpete sem calcinha, tudo na cor branca na posição frango assado, meu pau encostando na barriga dele e os ovos daquele macho viril encostado na entrada do meu rêgo enquanto ele deitava sobre mim mandando ver no meu cuzinho...).


No início da penetração me senti cheio. parecia que ia explodir mas aos poucos fui me acostumando com aquela puta pau (20 cm) no meu rabo. então me beijou e abafou os meus gemidos. enquanto enfiava e tirava o pau, apertava bastante as bochechas da minha bunda. o meu primo era tão sacana que quando entrava e saia de mim tirava o pau quase fora da minha bunda. depois enfiava tudo de novo. me sentia invadida e ficava cada vez mais tarada. era uma delicia! ele ainda deitou-se e me fez sentar no seu pau. me comeu em pé com as mãos apoiadas da parede. foi uma loucura...

Esta é uma das fantasias que tenho quando me travisto tenho outras fantasias com este meu primo que breve vou escrever.

Ficção by Katia Steelman Walker - katiasteelmanwalker@hotmail.com
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Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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