Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Renata Bastos interpretará Roberta Close em cinebiografia de Hebe Camargo

Renata Bastos, 36 anos, atriz transexual, foi escolhida para interpretar Roberta Close no filme “Hebe”, que retrata a carreira da apresentadora Hebe Camargo. Com 1,77, a moça vai dar vida à modelo, “sex symbol” no Brasil entre os anos 1980 e 1990.
A atriz também trabalha nas passarelas, onde fez o seu primeiro trabalho em 1997 no São Paulo Fashion Week. Atualmente, Renata trabalha como produtora de moda em uma agência em São Paulo. Como atriz, já fez participações em filmes como “Carandiru”, “Bruna Surfistinha” e “Nina”.
A atriz e produtora Renata Bastos foi escalada para o filme Hebe, cinebiografia sobre a apresentadora Hebe Camargo, no papel da modelo Roberta Close.
Bastos, que já realizou suas gravações no longa no início deste mês, é transsexual, assim como sua personagem no longa. Durante uma entrevista à Veja, ela revelou que se descobriu trans com 7 anos: “Nessa idade, percebi meu gênero e me inspirava em ‘la Close'”, disse, em referência à personagem que interpreta no filme.

A trama se passa nos anos 80 e conta a história de Hebe. A famosa que nunca teve medo de mostrar todas as suas opiniões para o Brasil. A obra traz o olhar da apresentadora para essa época.
Além de Andrea Beltrão e Daniel Boaventura, o elenco conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura e Karine Telles.
A direção fica por conta de Maurício Farias e roteiro de Carolina Kotscho. O filme ainda não tem previsão de estreia oficial.


A semelhança física com Roberta Close também foi importante na escolha para o papel:“Tive ela como ícone de beleza na minha adolescência”, contou.
Em entrevista ao jornal Extra, Renata revelou que se “descobriu mulher” ainda aos 7 anos de idade. No entanto, até hoje sofre “muitos” preconceitos: “ Até olhares de desejo de homens “héteros”, que na vida social não tem coragem de assumir um relacionamento”.
A atriz afirma que a tática para mudar a realidade cercada de intolerância é o conhecimento, e acredita que “no final tudo vai dar certo”.
“A conscientização de o mais legal da vida é você perceber que a diferença é uma beleza e não uma aberração. Que delícia sermos únicos e no fundo iguais, humanos”, ressaltou.
Do Bahia.ba

A cinebiografia da saudosa e icônica apresentadora Hebe Camargo, que será protagonizada por Andréa Beltrão, confirmou que a atriz e produtora Renata Bastos viverá a famosa modelo Roberta Close no longa.
Assim como Roberta, Renata também é transexual e já revelou que a modelo sempre foi referência e inspiração na sua infância, quando já denotava o seu gênero.
O filme, que tem roteiro assinado por Carolina Kotscho e direção de Maurício Farias, esposo de Beltrão, ainda não divulgou sua data oficial de estreia.

A atriz transexual Renata Bastos, de 36 anos, é quem foi escalada para dar vida a Roberta Close no cinema. Ela vai protagonizar no filme "Hebe", de Carolina Kotscho, que conta a vida da apresentadora Hebe Camargo. Com 1,77m de altura, Renata também é modelo e estreou nas passarelas em 1977, no São Paulo Fashion Week. No cinema, já fez parte de filmes como "Carandiru", "Bruna Surfistinha" e "Nina". Ela foi selecionada por conta de sua semelhança física com Roberta Close. "Tive ela como ícone de beleza na minha adolescência", detalha ela, em entrevista ao jornal Extra. 
Como será sua participação no filme?
Entro num momento muito especial da transição da Hebe, quando ela muda de emissora. A Roberta é uma das entrevistadas do novo programa dela.
Você e a Roberta se conhecem?
Uma vez a encontrei em uma festa em São Paulo, mas apenas a vi de longe. Meu laboratório foi intenso desde do começo, buscando informações sobre ela. Tinha que fazer uma imersão na suavidade e leveza que ela possui, em fala, trejeitos, andar, toda a sua delicadeza... Tive um cuidado muito grande, pois tive ela como ícone de beleza na minha adolescência.
O que acha dela?
Acho ela uma mulher de coragem e de uma luz muito forte. Certamente, uma das mulheres mais lindas que o Brasil já mostrou.
Como foi para você se assumir transexual?
Sou filha única, e meus pais são bem jovens. Em casa, sempre tiveram gays e pessoas ligadas à arte, moda e cultura. Minha mãe já faleceu, mas meu pai é um ser de muito amor. O medo que eles tinham era não estar comigo 24hs para me defender de tudo que pudesse ser algum tipo de agressão. Minha família tinha muito medo de que eu fosse garota de programa.
Como foi a sua mudança de sexo?
Me descobri mulher com 7 anos, quando disse que a pessoa mais bonita da sala em que eu estudava era um menino e não uma menina. Ali, os olhares foram de que eu estava errada em fazer essa escolha, que eu não podia achar um homem bonito. Com 13 anos, quando perdi minha mãe, renasci como uma fênix e me fiz perceber quanto mulher sou, como uma frase da Rita Wainer que é 'Caiu no buraco, voltei gigante'.
Você ainda enfrenta muitos preconceitos?
Sim, muitos. Desde de pessoas que não sabem lidar e me chamam pelo masculino ("o"Renata chegou). Até olhares de desejo de homens "héteros", que na vida social não tem coragem de assumir um relacionamento.
Como você lida com isso?
Sou pisciana, sonhadora e acredito que no final tudo vai dar certo e que a luz sempre vence a escuridão. Que o amor e o respeito são a força para esse mundo ser melhor. A conscientização de o mais legal da vida é você perceber que a diferença é uma beleza e não uma aberração. Que delícia sermos únicos e no fundo iguais, humanos.
Um dos motivos que fez a Roberta deixar o Brasil foi o preconceito. Você acha que existe ainda muito preconceito no Brasil?
Sim, ainda existe muito. Esse ano tivemos casos como Matheusa e ainda somos o país que mais mata transexuais no mundo. Um país em que a expectativa de vida de uma pessoa trans é de 35 anos.
Quais são os seus planos para o futuro?
Sou super minimalista, quero uma casa com um quintal com muitas árvores e flores, construir uma família com meus filhos, meu marido e meus cães. E que aos domingos faremos churrasco para familiares e amigos, coisas normais.
Fonte: jornal Extra




 

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Documentário retrata trajetória da primeira transexual militar; veja teaser

A história da primeira militar reconhecida como transexual na história das Forças Armadas Brasileiras é contada no documentário De volta ao jardim. O teaser do longa está disponível na plataforma Vimeo.

Dirigido por Marcelo Díaz, o documentário recupera a memória de Maria Luiza da Silva, que por 22 anos exerceu trabalho nas Forças Armadas, até ser aposentada por invalidez. Em vez de vestir a farda feminina, a militar serviu junto aos homens, fato investigado em cena.
No teaser, Maria Luiza da Silva revela sofrer ameaças pelas transformações a que se submeteu. “Eu existo. E sou militar da FAU. Eu sou transexual”, clama em cena. 

A data de estreia de De volta ao jardim ainda não foi divulgada.
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Nicole Maines: Supergirl contrata atriz trans para viver heroína trans na 4ª temporada

O painel de Supergirl na San Diego Comic-Con 2018 revelou novidades no elenco: a atriz trans Nicole Maines (Royal Pains) se juntou ao programa como Nia Nal, jornalista transsexual também conhecida como a heroína Dreamer.
A personagem já foi descrita anteriormente: "Confiante e fashionista, ela é uma mulher na faixa dos 20 anos descrita como uma versão mais jovem de Cat Grant (Calista Flockhart)."
"Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo", diz a sinopse da personagem.
Supergirl retorna em 14 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e também está disponível no catálogo da Netflix.


 

 
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Daniela Vega é a primeira atriz transexual indicada ao Oscar

A estrela do filme chileno, "A Mulher Fantástica", Daniela Vega, 28, é a primeira atriz transexual que recebe uma indicação ao Oscar. A produção concorre ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro.
Além de atuar, Vega, é cantora lírica desde os 8 anos de idade. Ela começou sua atividade em Santiago com pequenas apresentações. Na capital também desenvolveu o seu talento no teatro, mas foi em 2014, que ganhou destaque após participar do clipe "Maria", de Manuel García.
Pouco tempo depois, em 2017, estrelou a produção indicada e aclamada pela crítica no Festival Internacional de Cinema de Berlim. O enredo garantiu o Urso de Prata para Melhor Roteiro, que conta também a história de uma mulheres trans. Confira:

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'Moonlight' é o doloroso drama de um jovem negro e gay

A cerimônia do Oscar, que ocorre neste domingo (26), tem um grande favorito: La La Land - Cantando Estações. A produção recebeu 14 indicações, incluindo a de Melhor Filme, igualando-se a dois clássicos do cinema: Titanic (1997) e A Malvada (1850).
Dirigido pelo jovem cineasta Damien Chazelle (Whiplash), o filme é uma ode à época de ouro dos grandes musicais de Hollywood. Ryan Gosling e Emma Stone formam o casal da comédia romântica que combina boas músicas, bons números de dança e boas referências a películas hollywoodianas.
Em resumo, La La Land é um filme bom, mas com características já vistas inúmeras vezes no cinema. Talvez esteja aí o valor de Moonlight - Sob a Luz do Luar, em cartaz nos cinemas, considerado por muitos críticos o único filme capaz de derrubar o longa de Chazelle na disputa pela principal estatueta do Oscar.

Com oito indicações ao Oscar e vários prêmios no bolso - incluindo o de Melhor Filme no Independent Spirit Awards, o "Oscar independente", anunciado neste sábado (25) - Moonlight – Sob a Luz do Luar é um filme inédito no contexto de Hollywood, dolorido e sublime.
Baseada na peça de teatro Moonlight Black Boys Look Blue, de Tarell Alvin McCraney, a película é dirigida por Barry Jenkins, que também assina o roteiro - e tem traços biográficos de ambos os autores.
A trama acompanha a trajetória do jovem negro Chiron (interpretado por Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhode) em três fases de sua vida. Ele vive numa comunidade no subúrbio de Miami marcada fortemente pela pobreza e pelo tráfico de drogas. O local é o mesmo onde McCraney e Jenkins cresceram nos anos 1980 – ambos com mães viciadas em crack, assim como Chiron.

O filme foi classificado como de cinema gay negro. Esse rótulo, talvez, não dê conta das diferentes nuances relacionadas à masculinidade, homossexualidade e família que a produção explora.
Na primeira parte do filme, Chiron é chamado pelo apelido de Little. Menor e mais frágil da turma, ele vive correndo das agressões e insultos dos colegas. Numa dessas fugas, encontra Juan (Mahershala Ali), um traficante que o acolhe em sua casa e acaba se transformando na figura paterna que lhe falta.

Nesse contexto está presente também a namorada de Juan, Teresa (Janelle Monáe). Enquanto Paula, (Naomi Harris) mãe de Chiron, entra em colapso por conta do crack, é ela quem assume o lugar de leveza e doçura na vida do garoto.
As cenas protagonizadas por Chiron e Juan são as mais tocantes do longa. Há dúvida, poesia, aprendizado e conflito.
Sempre calado, em dado momento da trama, Chiron questiona o casal sobre o que é ser "bicha". Juan responde: "Bicha' é uma palavra que as pessoas usam para fazer os gays se sentirem mal". O menino indaga: "Eu sou bicha?". Juan responde: "Não. Você pode ser gay, mas não pode deixar ninguém te chamar de bicha".

O silêncio e o olhar triste de Chiron estão mais presentes na segunda parte, quando ele aparece adolescente, em um cenário ainda mais caótico: Juan morreu, sua mãe piorou e os abusos na escola assumiram requintes de crueldade.
Sem entender seu lugar no mundo, Chiron tem um único amigo, Kevin, com quem tem sonhos eróticos. É com Kevin que Chiron tem uma experiência reveladora. É Kevin que abandona Chiron de forma covarde, em um episódio que marcará a história do protagonista de forma irreversível.

Na terceira parte de Moonlight, Chiron é outro. Aparentemente, não mais vulnerável. É um grande traficante, cheio de músculos, a bordo de um carrão. O olhar, no entanto, é sem brilho como na época em que era chamado de Little.
Um reencontro com Kevin, poucas palavras e mais revelações. O desfecho do filme é surpreendente na medida em que aponta para um rumo plausível e desemboca em um ponto ainda mais nebuloso.
A vida de Chiron é uma vida profundamente machucada.

Como apontado no início do texto, neste domingo, Moonlight pode levar o Oscar de Melhor Filme – deixando para trás o favoritíssimo La La Land. A considerar a originalidade e atualidade das questões abordadas na tela, essa vitória é mais do que merecida.






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Carol Marra foi escolhida para estrelar campanha publicitária internacional


A atriz e modelo Carol Marra foi escolhida para estrelar a nova campanha publicitária de uma grande marca de vodca, que será exibida em várias partes do mundo. O filme foi rodado durante o festival de música eletrônica Tomorrowland, que aconteceu em Itú, interior de São Paulo. Em  clima de super produção, a maior parte da equipe veio de Los Angeles especialmente para o trabalho, que contou com toneladas de equipamentos de última geração. Carol desbancou várias outras modelos, que concorriam ao trabalho. “Acho muito válido a equipe ter tido a sensibilidade e incluir uma transexual no filme. É um ato raro e pioneiro na publicidade, que mostra que somos como qualquer outra pessoa: temos sentimentos, sensações e direito de ser felizes, independente da condição sexual. Espero que o público tenha a mesma sensibilidade, compreenda a história que nós contamos e que a campanha não seja alvo de comentários maldosos como foi o comercial de uma marca de perfumes que eu fiz recentemente”, diz Carol.

Ao todo foram dois dias de filmagem, com mais de 30 profissionais envolvidos e cerca de 10 horas de trabalho diário, que podem ser vistos no filme que tem exibição mundial e, logo no primeiro dia, já alcançou mais de 100 mil visualizações no canal da marca da bebida na internet. "O diretor pediu para agir como se realmente estivéssemos curtindo o festival, daí eu e outro ator nos entregamos aos personagens: dançamos, pulamos e andamos o dia todo. Ao fim não sentia meus pés, estava com uma bota de salto e só fui ter as dores depois. Mas valeu a pena, o resultado ficou lindo", orgulha-se ela. Este não é o primeiro trabalho pioneiro na trajetória de Carol Marra - ela foi a primeira transex a protagonizar uma cena de beijo em um seriado na TV Brasileira. Foi em 'Psi', exibida pelo canal HBO no ano passado. Carol também carrega o posto de primeira modelo transexual a desfilar nas semanas de moda brasileira.




 

De Epoca

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SBT corta cenas e transforma casal gay de novela mexicana em hétero



O SBT está transformando um casal gay de uma novela mexicana em dois garanhões heterossexuais. Na dublagem de Sortilégio, que exibe há um mês na faixa das 16h, a emissora trocou todas as insinuações gays por diálogos de contexto hétero. Cenas da intimidade dos personagens Ulisses (Julián Gil) e Roberto (Marcelo Córdoba), que evidenciariam a orientação sexual de ambos, foram eliminadas na edição. Eles apenas trocam gracejos e se entreolham.
Em Sortilégio, Ulisses e Roberto são bissexuais e têm um caso, mas fingem ser apenas bons amigos héteros. Eles têm namoradas. Na versão original mexicana, apareceram nus trocando carícias na cama e falando abertamente sobre sexualidade.
No capítulo 16, exibido pelo SBT em 17 de novembro, Ulisses e Roberto preparam um drink enquanto estão conversando. O SBT cortou a cena quando os dois foram para a janela e se entreolharam com cumplicidade.
No dia seguinte, uma cena romântica do casal gay foi mutilada. Na versão mexicana, enquanto caminham e fumam charuto, Ulisses diz a Roberto que gosta de homens e mulheres. Depois, os dois param. Roberto, em um gesto de carinho, pega o colar de Ulisses, que responde passando o charuto no lábio com sensualidade. 
Enquanto isso, no Brasil, o texto em que Ulisses diz que gosta de meninos e meninas foi trocado pela dublagem por "Namorei bastante lá. Eu ia para as festas e arranjava namorada". As carícias, o charuto e a troca de olhares foram suprimidos. No capítulo de 20 de novembro, metade da cena do casal em uma banheira de hidromassagem também foi cortada, apesar de os dois nem se tocarem na versão da Televisa.
Em 21 de novembro, o SBT transformou Roberto em hétero. Na versão mexicana, ele diz a Ulisses, em tom jocoso, que vai ver a sua "mulher". A dublagem trocou "mulher" por "Raquel", nome da falsa namorada, e fez o personagem suspirar, como se estivesse apaixonado por ela. Trocou a ironia original por uma declaração de amor velada.
Procurado, o SBT disse que "todas as edições feitas são para adequar a novela à classificação indicativa para o horário de exibição, de acordo com a lei". A trama mexicana é imprópria para menores de dez anos, mas o Ministério da Justiça não veta insinuações homossexuais. O mais curioso é que cenas mais pesadas com os protagonistas Alessandro (William Levy) e Maria José (Jacqueline Bracamontes) foram ao ar.
No capítulo com previsão para ir ao ar em 22 de dezembro, Ulisses e Roberto aparecerão na cama, nus, cobertos apenas com um lençol. Se os cortes persistirem, essa cena não irá ao ar no SBT.

Do Noticias da TV
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Bruna Castro, a trans brasileira que venceu ‘Oscar do Pornô’




O nome da trans paulistana Bruna Castro, de apenas 21 anos, causou frisson na 6ª edição do Tranny Awards, considerado o Oscar do Pornô Trans, que ocorreu no dia 16 de fevereiro na Califórnia, Estados Unidos. A atriz pornô, que atualmente está na Itália, teve o seu trabalho reconhecido e venceu a categoria de Melhor Atriz Pornô Estrangeira, desbancando candidatas de outros países.
"É claro que faço ativa, sou um ser humano normal e tenho prazer em todas as partes do meu corpo"
 
 No evento, Bruna concorreu também com outras duas brasileiras, Bruna Butterfly e Aline Garcia, e levou a melhor na votação feita pelos assinantes dos sites internacionais da Grooby Productions. O diretor brasileiro Louie Damazo – que esteve no evento e também concorreu pela primeira vez na categoria de Melhor Diretor – recebeu e trouxe o troféu de Bruna e comemorou a vitória brazuca.
“O Tranny Awards tem um glamour invejável. Ter sido indicado e estar na mesma categoria de lendas como Boddy Wood [balado diretor de LA] foi ótimo pela razão de ser conhecido. A Bruna também foi bastante elogiada e acredito que tenha vencido porque definitivamente gosta muito de sexo, simples assim. Ela se envolve na cena e faz tudo acontecer”, revela ao NLucon.

Abaixo, Bruna Castro tem uma conversa franca e direta com o NLucon. Confira:

- Pela primeira vez, uma brasileira vence uma categoria do Tranny Awards. Um belo feito, não?

Fiquei muito feliz, pois é acima de tudo o reconhecimento do meu trabalho. Sei que para ganhar um prêmio desse porte a atriz tem que ser muito bonita, muito vaidosa e estar sempre se cuidando. E principalmente ser profissional, pois temos que ser muito competentes para fazer boas cenas de sexo. O prêmio acaba me dando mais empolgação para os próximos. Quem sabe no próximo ano eu não trago o título novamente [risos]?

- Quando você entrou na carreira de filmes adultos?

Comecei no mundo pornô há três anos. Recebi um convite para uma cena de uma produtora quando voltei da Europa pela primeira vez, Topei, fiz o primeiro filme, gostei e estou até hoje na área. Nunca parei para contar, mas estou por volta de setenta e oitenta filmes.

- Só para confirmar, são entre sete e oito filmes ou entre 70 e 80 filmes?

São entre setenta e oitenta filmes, mesmo [risos]. Eu já gravei muuuuito.


 - Conta-me como é transar com um monte de câmera em volta, com diretor em cima e com toda a exposição?

Sempre fui uma pessoa que ama sexo na minha vida pessoal, pois comecei a fazer muito nova. Então, desde o primeiro filme me senti muito a vontade em cena. Nem precisei me inspirar em nenhuma atriz pornô, pois sempre me inspirei em mim mesma [risos]. Os produtores sabem do meu trabalho e da minha dedicação nas filmagens. Sabem que não preciso tomar remédios para ficar excitada e que sempre tive uma ereção natural, o que é difícil para muitas trans. Enfim, gosto muito dos filmes e, quanto à exposição, eu mesma assisto tudo o que fiz.

- Você faz cenas ativas, então?

Faço também, pois me concentro e me animo com facilidade. Isso [ficar excitada em cena] para mim nunca foi difícil, complicado ou um tabu. Sempre encarei como o meu corpo e como mais uma forma de prazer.

- É difícil encontrar meninas que assumem que são ativas publicamente por receio de serem vistas como menos mulheres. Você é ativa inclusive nos seus relacionamentos pessoais?

Com certeza! Sou um ser humano normal, sou muito bem resolvida com o meu corpo e sinto prazer como qualquer pessoa. Fui casada durante um ano e meio e a relação sexual era maravilhosa, tanto ativa quanto passiva. Ele adorava ser passivo e eu amava ser ativa. Isso não me fazia menos feminina ou ele menos masculino. Anjo, na cama vale tudo e o mais importante é ambos se satisfazerem, sempre com segurança e respeito aos limites do outro, claro.

- Rola clima antes da gravação? O que tem de mais curioso nos bastidores de um filme erótico?

Temos toda uma preparação antes de gravar. Às vezes rola certo clima entre a atriz e o ator e, você já sabe né, acaba rolando uns beijos antes da cena. Tem uns que a gente gosta mais, outros não... Sempre tenho muito tesão pelos atores, mas não curto gravar com um ator em específico, que eu não vou dizer o nome, né? [risos] Uma cena é rápida e demora por volta de mais ou menos 1h entre fotos e filmagem. Mas fora isso não tem muito de curioso, pois tudo o que está ali nos meus filmes é muito real.


- Tem algum homem com quem você gostaria de fazer um filme?

Não, não, pois não vou pela fama do homem ou pelo corpo do ator. Vou mais pelo sexo e pelo profissionalismo dele. Já na vida pessoal, gosto de homem que é homem e não um moleque. Gosto dos mais velhos, de 28 a 40, sinceros, educados e que não pensem só em sexo.

- Você faria com uma mulher cis ou com uma mulher trans?

Com mulher, eu ainda tenho dúvidas, mas com trans eu já fiz várias cenas. Não tenho problema, não.

- O que tem de mais prazeroso e qual é a maior dificuldade de ser uma atriz pornô? Este mercado valoriza as atrizes, ou seja, você já ganhou muito dinheiro?

O prazer por essa profissão acontece quando realmente gostamos de sexo, que é o meu caso. E, para mim, até hoje não tive nenhuma dificuldade, nem mesmo em questão da segurança. Sempre faço sexo seguro, sempre carrego a camisinha na bolsa. Então, me sinto satisfeita com a profissão. Quanto à valorização ou ao cachê, prefiro deixar em off.

- Muitas pessoas dizem que trans entram no mercado do sexo por falta de oportunidade. Para você, foi uma escolha?

Sim, sim, falo sobre isso com tranquilidade. Para algumas pode haver falta de oportunidade, mas para mim foi uma escolha, pois tenho uma excelente profissão [ela trabalhava como cabeleireira] e já trabalhei em alguns dos melhores salão de São Paulo. Eu escolhi e gosto desta profissão. Fui criada desde criança com uma vida muito boa e não quis deixar isso de lado. É isso.
- Você já sofreu transfobia? 

Um pouco no início da transição, pois é mais difícil. Mas depois esquecemos de tudo isso. Penso que quanto mais feminina somos menos preconceitos encontramos no nosso cotidiano. Eu lido com os olhares com muita naturalidade e não sofro nem um pouco. Optei por não deixar isso atrapalhar a minha vida. 

- Como é a sua rotina?

Agora estou na Itália e estou trabalhando muito. Fiquei em casa durante um ano e meio e, desde que me separei, só trabalho e vou para algumas baladas. Um romance aqui e outro ali e sigo assim...

- Quais são os seus planos para o futuro?

Para o futuro? Bom, pretendo ter alguém que realmente me ame de verdade e que possamos ter uma vida a dois. Pode parecer inacreditável, mas apesar de gostar do que faço, no futuro quero casar, parar com a profissão e entrar em outro ramo. Penso em ter alguém que me ame acima de tudo, que possa me proporcionar felicidade e tranquilidade. Sou diferente de muitas e procuro apenas uma pessoa. Esse negócio de ter vários homens não é para mim.


- Vi no Facebook que você tem um namorado. Ele sente ciúmes das cenas?
Não, não estamos mais juntos. Ele nunca teve ciúmes e sempre disse que me amava. Mas nunca acreditei de verdade, pois quem ama jamais deixaria a sua mulher se deitar com outro homem. É isso que eu penso sobre relacionamento, então, ele foi uma coisa passageira na minha vida. Não estamos mais juntos e, neste momento, estou tendo um affair com outra pessoa.

- Você separa o “fazer sexo” do “fazer amor”?

Separo, pois para mim existem diferenças gritantes entre o sexo e o amor. O sexo é aquela coisa de momento, pode ser casual, com alguém que você não conhece direito, só por atração, em um filme. Já o fazer amor é quando os dois se gostam de verdade, existe uma relação de troca, uma sintonia única entre os dois que vai além do carnal. Tem sentimento.

- E qual você prefere: o fazer sexo ou o amor? 

Os dois são ótimos em momentos diferentes. Só de pensar nisso, já fico daquele jeito [risos]! Mas hoje prefiro fazer amor, pois sexo eu já faço todos os dias, todas as horas.

Confira o vídeo da cerimônia clicando aqui.

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Papel de Travesti pode dar Oscar a Jared Leto

Jared Leto surpreende o público em ‘Clube de compras Dallas’, no qual interpreta um travesti infectado pelo vírus HIV. Ele tem grandes chances de levar a cobiçada estatueta do Oscar.
Papel no filme 'Clube de compras Dallas' surpreendeu o público e a crítica. Dustin Hoffman e Jack Lemmon foram indicados por viverem sexo oposto. Galã de Hollywood e líder da banda 30 Seconds to Mars, Antes dele, porém, outros atores se saíram bem – e alguns até foram premiados – trocando de sexo nas telas do cinema. Confira a lista de sete astros que viveram personagens do sexo oposto:
 
1. Jack Lemmon
Junto com Tony Curtis em ‘Quanto mais quente melhor’, ele se travestiu de mulher para escapar da máfia e arranjou até um marido. Pelo trabalho, Lemmon foi indicado ao Oscar em 1959, mas não faturou a estatueta.
2. Chris Sarandon
Em ‘Um dia de cão’, ele interpreta o homossexual que motiva o assalto a banco cometido pelo personagem de Al Pacino, que usaria o dinheiro para pagar a operação de troca de sexo. Ele aparece no filme por apenas 14 minutos, mas foi indicado ao Oscar em 1975.
3. Gwyneth Paltrow
Vencedora do Oscar de melhor atriz por ‘Shakespeare apaixonado’, ocasião em que concorreu com Fernanda Montenegro, a atriz interpreta um homem em uma peça de teatro, enquanto, fora do palco, é a grande paixão do bardo inglês.
4. Jaye Davidson
Em ‘O jogo da perdição’, o ator dá vida a Dil, uma cantora de cabaré pela qual o personagem de Stephen Rea se apaixona até descobrir que ela, na verdade, é homem.
5. Dustin Hoffman
O veterano ator foi indicado ao Oscar pela quinta vez pelo papel em ‘Tootsie’, no qual interpreta uma simpática atriz de televisão que já não estava conseguindo emprego como homem.
6. Hillary Swank
A atriz foi alçada à fama – e faturou o Oscar – pelo papel do transgênero Brandon Teena em ‘Meninos não choram’.
7. Felicity Huffman
Em ‘Transamérica’, ela interpreta a transexual Bree. Isso pouco antes de ficar famosa na televisão, na série de sucesso ‘Desperate housewives’.

Do G1
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'Estou cansada de me esconder', diz Ellen Page ao assumir homossexualidade

 
Protagonista de 'Juno' e 'De Roma com amor', atriz fez declaração durante uma conferência para gays em Las Vegas
 
Ellen Page revelou ser homossexual ao participar da conferência Time to Thrive, que reuniu gays e lésbicas, nesta sexta-feira, em Las Vegas. O evento foi promovido pela Human Rights Campaign (Campanha de Direitos Humanos). Veja o vídeo (em inglês) do discurso emocionado de Ellen .
"Estou cansada de me esconder e cansada de mentir por omissão", disse a atriz de 26 anos. "Vim aqui hoje porque sou gay. E porque talvez eu possa fazer a diferença para ajudar outras pessoas a ter uma vida mais fácil e esperançosa. Sinto uma obrigação e responsabilidade social".
 
A atriz foi indicada ao Oscar por seu papel de protagonista em "Juno", de Jason Reitman, no qual interpreta uma adolescente grávida, ao lado de Michael Cera. Ela ainda tem no currículo filmes como "Para Roma, com amor", de Woody Allen, e "A origem", de Christopher Nolan.
 

Do O Globo - Via: Homorrealidade 
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Filme sobre o 1º político travesti do Brasil ganha prêmio internacional

O filme 'Kátia' que conta a história da piauiense Kátia Tapety, primeiro travesti a assumir um cargo político no Brasil, foi escolhido através de votação popular como sendo o melhor longa da 8ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos da América do Sul. De acordo com a diretora do filme, Karla Holanda, a divulgação dos premiados aconteceu na terça-feira (14) e como prêmio a direção receberá uma quantia em dinheiro, além de ser exibido em uma TV pública. Este é o sétimo prêmio que o filme recebe.
Kátia Tapety foi eleita por três vezes consecutivas como a vereadora mais votada do município de Colônia do Piauí, região Sul do estado.  A diretora falou o que representa ter sido escolhido como o melhor longa-metragem da mostra.

“Este reconhecimento é muito gratificante para todos que participaram das gravações. Além disso, o fato da escolha ter sido feita através do voto popular engradece ainda mais este sentimento, pois através do filme Kátia vários aspectos relacionados aos Direitos Humanos foram abordados”, disse Karla Holanda.

A Mostra de Cinema e Direitos Humanos da América do Sul é promovida pela  Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), em parceria com o Ministério da Cultura e a Universidade Federal Fluminense. A mostra aconteceu no período de 26 de novembro a 20 de dezembro de 2013.  O evento aconteceu nas 26 capitais e no Distrito Federal.
Do CBN FOZ

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Tootsie por Dustin Hoffman

“Murray Schisgal, se mantém um querido amigo há mais de 30 anos, iniciou Tootsie com a idéia de: ‘Como você seria diferente, se tivesse nascido mulher?’. Essa foi a conversa que tivemos uma vez, não ‘Como se sente sendo uma mulher?’ porque todos os sexos já se fizeram a pergunta, de como seria ser do sexo oposto. A pergunta dele foi diferente: ‘Se você tivesse nascido mulher, como você seria diferente?’.
Isso iniciou, e demoraria muito para responder como nos envolvemos em Tootsie, que levou dois anos de desenvolvimento, mesmo antes de acharmos um diretor para trabalhar em rascunhos do roteiro. Mas eu fui para Columbia e perguntei se eles gastariam o dinheiro em testes de maquiagem, para que eu pudesse parecer uma mulher e, se eu não conseguisse parecer uma mulher, eles concordariam em não fazer
o filme. Eles questionaram o que eu queria dizer com isso, então respondi que, intuitivamente eu pensava que se não conseguisse andar nas ruas de Nova Iorque, vestido de mulher, sem pessoas se virando e se perguntando ‘Quem é aquele cara em Drag?’, ou que se virassem para olhar por qualquer motivo, do tipo ‘O que é essa aberração?’. A menos que eu conseguisse isso, não gostaria de fazer o filme, não queria que o público deixasse de acreditar.
Quando chegamos nesse ponto e vimos na tela, eu fiquei chocado por não ser mais atraente. Eu disse ‘Agora que me transformaram em uma mulher, me transformem em uma mulher linda!’, porque eu pensei que eu deveria ser bonita. Se eu ia ser uma mulher, eu queria ser o mais bonita possível. Eles me disseram que isso é o melhor que poderiam fazer. Foi naquele momento que eu tive uma epifania.
Fui para casa e comecei a chorar, falando com a minha mulher, eu disse: ‘Eu preciso fazer esse filme!’, ela perguntou o motivo e eu disse ‘Porque eu acho que sou uma mulher interessante, quando me vejo na tela, mas eu sei que se eu me conhecesse em uma festa eu nunca falaria com aquela personagem, porque ela não satisfaz fisicamente as demandas que nós somos criados a pensar que as mulheres devem ter para que as convidemos para sair. Ela perguntou o que eu estava dizendo, então eu disse ‘Existem mulheres interessantes demais que eu deixei de conhecer nessa vida porque eu sofri lavagem cerebral’. Isso nunca foi uma comédia, para mim.”
Traduzi livremente o texto direto do vídeo, pois não o achei com legendas.
Apreciem a sensibilidade deste ator:



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Elke Maravilha grava série da HBO ao lado de drag e transexuais


Elke Maravilha e Núbia Pinheiro; Paty Bionda nas gravações de Destino

Ícone da comunidade LGBT, Elke Maravilha gravou nessa segunda-feira [3] a série Destino, da HBO, ao lado das transexuais Keyla Muniz, Paty Bionda e da drag Núbia Pinheiro. A obra do canal da TV a cabo conta a história dos imigrantes no Rio de Janeiro e investiu em atores amadores e iniciantes.

Nos bastidores, Elke surpreendeu. Acostumada a aparecer com figurinos coloridos e espalhafatosos, a artista esteve de cara lavada [somente com um batom vermelho] para dar vida à Nina, uma russa. Assim como na vida real, a personagem tem boa relação com a diversidade sexual e de gênero e baterá altos papos com o grupo.

“Minha personagem na série se chama Samantha”, diz a atriz trans Paty Bionda com exclusividade ao NLucon. “Serei uma das ‘amigas de chá’ de Nina, que abre a sua casa para nos reunirmos e colocar todos os papos em dia. Conversamos sobre tudo!”, revela a loira, que diz estar feliz com a oportunidade.

Sobre os bastidores da gravação, Paty revela que Elke é uma verdadeira diva e que as recebeu maravilhosamente bem e até distribuiu beijinhos no set de gravação, que ocorreu na Urca, Zona Sul do Rio. Com clima descontraído, elas foram dirigidas por César Charlone, diretor premiado pela fotografia do filme Cidade de Deus.

Destino será lançada no segundo semestre de 2013. 

Série vai abordar os imigrantes que foram ao Rio de Janeiro
César Charlone orienta trans para a cena com Elke Maravilha
Keyla Muniz, Núbia, Paty e Augusta Morena


Do NLucon
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Filme sobre o primeiro político travesti do Brasil é lançado em THE

 Estreia hoje em Teresina o filme 'Kátia' que conta a trajetória do primeiro travesti a ser eleito para um cargo político brasileiro. A história da piauiense Kátia Tapety, eleita por três vezes consecutivas como a vereadora mais votada do município de Colônia do Piauí, ganha a telona e exibição no Teatro do Boi, bairro Matadouro, Zona Norte da capital, às 19h.
Selecionado pelo Programa Petrobras Cultural na categoria longa/digital e um dos dois únicos projetos brasileiros escolhidos pelo Fórum de Produção Documental de Buenos Aires de 2009, o longa mostra Kátia no seu cotidiano.

“O filme é resultado de alguns dias de convívio com a Kátia - ela na roça, fazendo compras, discutindo juridicamente a adoção da filha, praticando sua religiosidade, se divertindo, etc. Esses momentos permitem que o espectador tenha a experiência de conhecer Kátia em situações específicas, que provocam sua reação e não apenas informam dados biográficos sobre ela”, conta Karla Holanda, que assina o roteiro e direção do longa.

As filmagens começaram há três anos, no município localizado no sertão piauiense, a 300 km de Teresina e que tem aproximadamente 8 mil habitantes. A cidade natal da protagonista fica a apenas 15 quilômetros de Oeiras, primeira capital do Piauí e uma das cidades mais católicas do estado.

A diretora conta que quando conheceu pessoalmente Kátia, três meses depois de ler sua história na internet, o fato de ela ser a primeira travesti a se eleger democraticamente no país e vir de uma pequena cidade do Piauí, se tornou apenas um dado a mais.
“A riqueza e originalidade de sua personalidade são únicas; as ações que ela desempenha, com ou sem cargo político, são fundamentais numa região tão premeditadamente planejada para permanecer pobre, atrasada e faminta. Kátia é uma liderança nata, que faz a diferença na vida de muitos ali. Quando a conheci pessoalmente no seu habitat não tive dúvida: precisava fazer o filme”, disse.

Quando pensou em produzir o longa, Karla Holanda havia defendido sua dissertação de mestrado e se preparava para entrar no doutorado. Os estudos foram baseados na quebra de estereótipo em relação ao imaginário construído sobre determinadas localidades e sobre a produção de documentários nordestinos. Segundo ela, a ideia de que o Nordeste e o Piauí são associados geralmente a miséria, seca, fome e machismo é desfeita no longa.
“A história de Kátia Tapety representa justamente uma ruptura de muitas dessas ideias, pelas conquistas que sua trajetória representa aos direitos humanos, por exemplo. O fato é que a primeira travesti a se eleger a um cargo político no Brasil, respeitada e querida pela população, veio de um lugar inesperado: o sertão do Piauí, região de onde se esperam apenas ‘cabras machos’", avaliou.
Exibições
No Piauí, o filme será exibido em Oeiras, no dia 26 e em Colônia do Piauí, dia 27, com entrada gratuita.

O longa entrará em cartaz no cinema em Porto Alegre (RS), a partir do dia 29. No final de maio, será seu lançamento nacional, com estreia confirmada em São Paulo e Fortaleza.

De acordo com Karla Holanda, a distribuição nos cinemas é uma etapa das mais difíceis para um filme autoral, mas depois da confirmação de São Paulo, as negociações com outras cidades têm se tornado mais fácil.

“Espero que seja assim com Teresina, que os cinemas da cidade aceitem colocar KÁTIA em cartaz, pelos motivos mais óbvios: por ser uma história de uma piauiense contada por outra piauiense, que se conecta diretamente com o público local. Além de Teresina, no Piauí só Parnaíba tem também sala de cinema e, claro, seria também muito importante exibir lá”, disse.
Sobre Kátia Tapety
Há 63 anos nascia em Colônia do Piauí, José Nogueira Tapety Sobrinho, de família tradicional na política piauiense. Ao contrário dos irmãos que sempre freqüentaram escolas particulares, Zé foi alfabetizado em casa. Seus trejeitos femininos era a vergonha do pai, extremamente influente no local. Foi só aos 18 anos, com a morte do chefe da casa, que José virou Kátia Tapety.
Kátia não foi motivada, inicialmente, por propósitos políticos. Seu projeto era trabalhar na própria roça. A política chegou depois. Foi quando se elegeu por três vezes consecutivas como a vereadora mais votada do município, chegando a exercer a presidência da Câmara dos Vereadores e de 2004 a 2008 atuou como vice-prefeita de Colônia.
Casada por 22 anos e mãe de três filhos (dois adotados e um de fruto extraconjugal do marido), Kátia leva uma vida como a de qualquer mulher em Colônia do Piauí. Em 2009 se separou do marido e além de criar os dois filhos (o primeiro faleceu após um transplante de rim), mantém um bar ao lado de casa famoso pela galinha caipira.

Do G1


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Carol Marra é tema de documentário

Carol Marra, uma modelo transexual brasileira, teve a sua vida filmada para um documentário, que será exibido em rede mundial na série Tabu, do canal pago National Geographic, de acordo com a coluna Bruno Astuto.
“Eles acompanharam viagens, minha rotina em casa, ensaios fotográficos e até em exames de laboratório para a cirurgia de mudança de sexo que planejo para breve”, diz ela à coluna.
A equipe acompanhou a rotina de Carol por algumas semanas, e ela vê um propósito maior em permitir que sua intimidade fosse compartilhada mundialmente.
“É uma oportunidade de a sociedade compreender que a condição sexual não é empecilho para se ter uma profissão, desde que se tenha capacitação. Somos seres humanos e merecemos oportunidades”, diz Carol, reforçando ainda que vai ser bom mostrar que a imagem divulgada de prostituição não é a a realidade de muitas.
“É uma covardia nos empurrarem para o mundo da marginalidade. Eu tive sorte de poder trilhar outro caminho, mas muitas não tiveram escolha. Tomara que esse programa tire dúvidas e faça as pessoas terem um esclarecimento melhor sobre o que é o transexualidade”.
Médicos especialistas e psiquiatras também debatem o tema na atração. Tabu vai ao ar às quarta-feiras, às 21h25, pelo canal pago National Geographic. 

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Jared Leto aparece de travesti nos bastidores de filme sobre aids

Uma mulher (sem muitos atrativos) andando pelos bastidores do filme “The Dallas Buyer’s Club”, cujo tema é a epidemia de aids nos anos 1980. Quem é ela? Uma travesti de nome Rayon, a qual, na verdade, é a personagem vivida pelo gato Jared Leto na produção.
Pelo twitter, o líder da banda 30 Seconds to Mars anunciou que tinha acabado de depilar as pernas e que entendia agora a dor que as mulheres sofrem para ficar lindas.
A personagem de Leto tem HIV e mantém relações com o grupo comandado pelo personagem Ron Woodruff, vivido por Matthew McConaughey, o qual emagreceu cerca de 13 quilos para o filme, que fala da luta por medicamentos que postergassem a morte de quem tinha HIV.

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Sex Swap: Diretor de Matrix faz cirurgia de mudança de sexo


Após alguns anos sendo vítima de especulações e preconceito, o cineasta Larry Wachowski, responsável pela trilogia Matrix junto ao seu irmão, resolveu assumir a sua opção sexual.
 
Wachowski, na estreia de um filme em Los Angeles (semana passada - teria sido o novo filme do Batman?), se apresentou como Lana.
 
 
 
Ainda, de acordo com o New York Post, Larry se submeteu a uma cirurgia de mudança de sexo para, finalmente, transformar-se em Lana.
ndo além, Larry, além de ter talento na direção, ficou conhecido por ter trocado a esposa por uma dominatrix dona de um sex shop... antes da cirurgia. Na foto acima, Larry, ou melhor, Lana é a de cabelo cor-de-rosa. Seu irmão, Andy, é o da esquerda obviamente (?).
 
Do Cinema 10 - por Sihan Felix - 
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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