Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Como usar as tendências para conquistar um look plus size sexy e estiloso

 Curvilíneas, lindas e sensuais, mulheres plus size estão se libertando das roupas largas e apostando no look sexy sem medo. Para ajudar na conquista do visual, o UOL Estilo conversou com consultores de moda e preparou um guia de tendências que estão bombando e deixam a silhueta GG ainda mais bela.

FENDA

Em saias longas e em peças assimétricas, as fendas retas ou transversais são ideais para mostrar as pernas com muito estilo. "Elas são ultra femininas, deixam qualquer look mais sexy, valorizam e alongam qualquer silhueta", indica a consultora de moda e blogueira plus size Débora Fernandes. "A mulher plus size está mais ousada. Por muito tempo teve vergonha de mostrar o corpo, mas hoje vivemos uma mudança de comportamento de consumo, estilo e lifestyle que traz muito mais liberdade", diz.

JUSTINHO

Looks apertadinhos contornam as curvas e caem superbem nas gordinhas. Ao contrário das peças soltas, que acrescentam volume ao visual, os modelos colados ajudam a dar mais forma a silhueta. "Não precisamos mais nos esconder sob roupas largas ou sermos escravas das regras de moda que impõem peças que nem sempre combinam com nossa personalidade", explica a consultora de moda Rafa Coelho.Aposte em saias-lápis ou vestidos bem justos e tecidos estruturados, como neoprene, piquê, jeans ou gabardine, que trazem um efeito elegante em todos os formatos de corpo - do PP;ao GG. Modelos de malha também estão em alta, caem bem e podem ser encontrados a preços acessíveis. Se estiver insegura, use bodies, bermudas ou calcinhas modeladoras.

SALTO ALTO E GROSSO

Saltos altos são sexy e muito bem-vindos. "Precisamos sempre pensar em proporções. Uma silhueta grande com um salto muito fino dá a impressão de desequilíbrio. Os saltos grossos estão em alta e servem como ferramenta para harmonizar o look", ensina Rafa.A boa notícia é que os modelos mais grossos também são muito mais confortáveis e não cansam tanto os pés e as pernas. Além disso, são versáteis e podem ser usados em passeios diurnos, no trabalho e até na balada.

BRILHO

Gaby Amarantos inspira com seu estilo sexy e ousado. "Ela se joga no brilho e faz isso muito bem", comenta Gustavo de Carvalho, estilista responsável por alguns looks da cantora. Em qualquer peça, o metalizado está com tudo e complementa o visual. "A combinação do brilho com fendas e recortes é uma boa opção para quem quer valorizar a forma. Outro jeito legal é usar detalhes pontuais reluzentes para destacar partes específicas do corpo", indica.

TOP CROPPED

A personal stylist e blogueira plus size Karen Martinelli recomenda uma peça que está bombando: o cropped, aquele top curtinho que mostra parte da barriga. “É uma peça versátil que deixa o look mais sexy na medida certa. A faixa da cintura à mostra demarca a silhueta violão”. A dica para todas, e não apenas para as plus size, é combiná-lo com partes de baixo de cintura alta: assim, revela-se um pouquinho do corpo, sem expor demais.

Por Julia Guglielmetti - Colaboração para o UOL
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Como o segmento plus size vem ganhando destaque no mundo da moda e na mídia

 Pense rápido: quantas vezes nos últimos meses você deparou com o termo plus size? Seja você gordinha ou não, é fato que, cada vez mais, fala-se sobre moda GG, empoderamento, autoestima e aceitação. O movimento não tem nada de novo, mas vem ganhando cada vez mais espaço. Prova disso é esta revista que você tem em mãos: é a segunda vez que Donna dedica a capa de uma edição ao segmento (relembre a matéria aqui!). A primeira foi lançada há exatamente um ano, em maio de 2015 – e, de lá para cá, as plus size não pararam de virar notícia.

Ainda no início daquele ano, a top Candice Huffine , manequim 46, dividiu espaço no Calendário Pirelli, tradicional reduto de corpos sarados, com as modelos Adriana Lima e Joan Smalls. No clique, assinado pelo renomado fotógrafo Steven Meisel, Candice aparece com seios à mostra e corpete, em clima fetichista – poucas vezes associado a mulheres curvilíneas, aliás.

— Amo meu corpo e sou feliz comigo mesma. Me mostrando para o mundo eu posso ajudar a outras mulheres – declarou a modelo, que viraria um dos principais nomes do segmento plus size no mundo.

Em fevereiro, o grande público seria apresentado a uma das gurias plus que mais gerariam burburinho em 2015: Ashley Graham. Em meio às modelos magras, a icônica edição anual de moda praia da revista norte-americana Sports Illustrated apresentou, em página dupla, a musa em um anúncio de biquíni da grife SwimsuitsForAll, especializada em tamanhos maiores.

— Sei que minhas curvas são sexy e quero que todas saibam que as delas também são. Não há motivo para se esconder — declarou a modelo em comunicado. — O mundo está pronto para mais curvas em biquínis.

E parece que estava mesmo. Na edição seguinte, publicada no início deste ano, a própria Ashley foi a estrela da edição de biquínis da Sports Illustrated – desta vez, na capa . Em entrevista à revista People, a top model não escondeu a emoção.

— Achei que a revista estava assumindo um risco ao colocar uma garota do meu tamanho nas páginas. Mas me colocar na capa? Isso sim é épico — surpreendeu-se.

Também igualmente histórico é uma revista especializada em corridas aderir ao movimento. A publicação Women’s Running de março deste ano colocou a blogueira (e corredora!) Nadia Aboulhosn na capa. A chamada dizia: “A melhor razão para ser positiva com o seu corpo: a ciência diz que o amor próprio faz você correr mais rápido”.

Desde então, o termo plus size cada vez mais fica em evidência. E não só para a mulherada: em março, a IMG Models, a agência da über model Gisele Bündchen, anunciou uma divisão dedicada somente aos modelos plus. Sim, os rapazes!

A proposta do setor, chamado de Brawn, é aumentar a representatividade de diferentes tipos de corpos na indústria da moda, principalmente no que se refere aos meninos. O primeiro nome a integrar o casting da IMG é Zach Miko , conhecido como a versão masculina de Ashley Graham. Quem explica é o vice-presidente da agência, Ivan Bart, em entrevista ao portal de moda WWD:

— Brawn tem uma mensagem positiva do corpo. Brawn é força física. É horrível ir a certas lojas e não ter peças do meu tamanho. Estamos em 2016 e todo mundo tem algum tipo de vaidade. Todos querem vestir roupas bonitas e seguir a moda. Precisamos de mais opções.

Para completar, há poucas semanas, uma candidata plus size chegou à final do concurso de beleza Miss Peru, o mais tradicional do país. Quando Mirella Paz Baylón cruzou a passarela, o que se viu foi uma garota linda, confiante, sorridente – mas que, ao contrário das demais candidatas, tinha um pouquinho de barriga e coxas grossas. Nos bastidores do concurso, a candidata contou um episódio de gordofobia que talvez lembre ocasiões que muitas gordinhas conhecem bem.
— As pessoas me chamavam de gorda e diziam que eu era uma “porca” na universidade — revelou a garota. — Toda vez que eu via modelos na TV, eu queria estar lá, dentro da tela. Mas eu me sentia intimidada devido ao tamanho do meu corpo e porque eu sofri muito bullying por conta do meu peso — afirmou ao site Fusion.net.


Por que, afinal, todas essas pequenas conquistas são importantes? A resposta é simples: representatividade. Pode parecer pouco, mas faz toda a diferença para uma mulher de manequim 48 se identificar com quem ela vê na novela, nas revistas e nos outdoors nas ruas. Embora não carreguem o mesmo apelo que antes, os concursos de miss, por exemplo, ainda ajudam a reforçar a imagem de mulher considerada bela pela sociedade – assim como na publicidade e na TV. Gera identificação e, se não acaba, pelo menos diminui a ideia de que é só o corpo magro que é belo e merece faixas e coroas. Ajuda a reforçar que beleza não tem manequim único.
Ainda estamos longe do ideal – que seria não precisarmos sequer do termo plus size –, mas é fato que essas pequenas novidades, somadas a abertura de mais e mais lojas com numeração grande, têm contribuído para diminuir o abismo que existe em áreas como a moda e, claro, tornar mais “normal” aos olhos do mundo um manequim tamanho 50.

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Ashley Graham: Modelo plus size chama atenção ao desfilar de lingerie na NYFW

A modelo norte-americana Ashley Graham, de 28 anos, considerada pelo mercado da moda como "plus size", chamou a atenção do público ao desfilar com sua própria linha de lingerie na última terça-feira, 16, durante a Semana de Moda de Nova York (NYFW), nos Estados Unidos.

O desfile celebrou a diversidade do corpo feminino e valorizou as curvas das mulheres. A top foi a primeira a desfilar e usou uma lingerie preta com transparências, o que ressaltou sua beleza e tipo físico.

"Que experiência incrível. Todas as meninas estavam demais", escreveu Ashley sobre o desfile em sua página no Instagram. A modelo também escreveu uma mensagem a quem assistiu ao NYFW para usar uma hashtag que valoriza a diversidade do corpo feminino.
Assista ao vídeo:


Do Catraca Livre
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7 mitos sobre pessoas transexuais e travestis que precisam ser combatidos

Falar sobre "pessoas T", que é a forma como podemos nos referir aos homens e mulheres transexuais e às travestis, não é fácil quando você não é uma pessoa T. E, principalmente, quando você não tem a noção do que é ter nascido em um corpo que não representa de fato o que e quem você é. Mas isso não é o único porém. Homens e mulheres trans e as travestis enfrentam níveis absurdos de violência e discriminação.
Em 2013, por exemplo, 72% das vítimas em homicídios contra a população LGBT eram mulheres trans, segundo o relatório "Injustice at Every Turn" feito em parceria pelas ONGs norte-americanas National Center for Transgender Equality and The Task Force. Além disso, ele também aponta que pessoas T estão quatro vezes mais propensas a viver na pobreza e experimentam o desemprego o dobro do que a população em geral. Se a pessoa for negra essa margem sobe para quatro vezes.
O Brasil não fica atrás. Somente no ano passado, 134 travestis foram assassinadas no país, de acordo com dados do Grupo Gay da Bahia (GGB)
Por isso, as capas de Caitlyn Jenner para a Vanity Fair e Laverne Cox, estrela de "Orange Is the New Black", para a TIME e Entertainment Weekly são tão importantes. Assim como a conquista da top Andreja Péjic ao ser anunciada como a primeira mulher trans a ser rosto de uma campanha de beleza, na Make Up For Ever.
Essas ações colocam luz - e dão voz - para um assunto, muitas vezes considerado tabu e que precisa ser discutido, por se tratar de uma questão de Direitos Humanos. Com ajuda de Agatha Lima, mulher transexual, militante e atual presidenta do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT de São Paulo, de Luiz Fernando Prado, homem trans, integrante da família LGBT Stronger e ativista e militante de Direitos Humanos, e de Monique Rodriguez, travesti e militante, procuramos desmistificar algumas das mentiras que contam sobre homens e mulheres trans e travestis.
1. Não existe diferença entre transexual, transgênero e travesti.
Existe, sim. De acordo com Agatha, as pessoas transexuais são pessoas que nasceram com um gênero (homem ou mulher), mas que não se identificam com ele. "Por exemplo, a mulher trans nasce com o sexo biológico masculino, mas a sua identidade de gênero, que é a forma como ela se percebe, e orientação sexual são geralmente femininas. Já as travestis, são pessoas que têm o sexo biológico masculino, mas que possuem identidade de gênero ambígua", explica. Segundo ela, elas podem se identificar tanto com seu lado homem, quanto com seu lado mulher e ter orientação sexual fluída. Agora, cabe a cada pessoa dizer ou definir o que ela é. "É ela quem define o que é e como quer ser reconhecida", avalia Monique.

2. Para ser uma mulher transexual ou uma travesti é preciso fazer uma cirurgia.
Mentira. E para começar, não se fala em "cirurgia de mudança de sexo", o termo correto é redesignação sexual (CRS). Luiz Fernando explica bem essa dúvida: "A transexualidade é algo além de se fazer modificações corpóreas, se trata de um incômodo em viver num gênero que em nada lhe representa". O importante mesmo é se sentir confortável com o seu corpo. "Uma trans pode ser trans sem ter começado a hormonização, sem ter colocado peitos, feito cirurgia ou laser. É mulher ou homem e ponto, não importa o jeito que está", diz Monique. É só importante destacar que, segundo Agatha, uma travesti dificilmente vai optar por uma cirurgia, justamente por essa identidade de gênero ambígua.


 3. Pessoas transexuais são todas homossexuais.
Essa questão causa muitas dúvidas em quem não está familiarizado com o universo das pessoas T. É comum a confusão de que ser um homem ou mulher transexual é, logo, ser homossexual. Mas, gênero, que é a percepção individual de cada um sobre ser homem, mulher ou algo a mais, não é sinônimo de orientação sexual.
Ser uma pessoa transexual ou travesti não significa necessariamente ser homossexual. "Se for uma mulher trans e gostar de outra mulher, ela é lésbica, e se for mulher trans e gostar de homem, é heterossexual e por aí vai...", explica Monique.

4. Pessoas transexuais e travestis escolheram ser assim.
Óbvio que não. Como dito acima, a identidade de gênero é a percepção do indivíduo de ser um homem ou uma mulher (ou alguém que não se identifica de forma binária) e isso é algo que nasce com a pessoa. De acordo com Monique, por a sociedade dividir os seres humanos em apenas "macho e fêmea", quando criança, a pessoa - sem informações - se vê obrigada a se encaixar nesses padrões, daí a ideia errônea de que se trata de uma escolha. "Ninguém escolhe ser humilhado socialmente em todos os espaços de convívio", avalia Luiz.
E, sim, existem teorias médicas sobre quais motivos as pessoas nascem transexuais ou travestis. Por exemplo, alguns falam que hormônios usados durante a gravidez podem ser a causa e outras pesquisas afirmam que tem a ver com a atividade cerebral. Mas a verdade é que, mais importante do que o porquê, a comunidade de pessoas T precisa nesse momento de aceitação e respeito. #Prioridades

5. Ser uma pessoa transexual ou travesti significa ser um homem fantasiado de mulher ou uma mulher fantasiada de homem.
De forma alguma. Como dito acima, as pessoas T nasceram dessa forma. Carmen Carrera, que é militante da causa, modelo e mulher trans desconstruiu essa ideia equivocada em apenas uma frase: "Eu não sou um homem fingindo ser uma mulher. Eu sou uma mulher". Caso encerrado?

6. Transexualidade é uma doença.
Não. Apesar disso, o Transtorno de Identidade de Gênero ainda é listado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença mental. Porém, a CID 2015 (Classificação Internacional de Doenças) promete tratar a transexualidade não mais como um distúrbio de saúde, mas como uma condição que exige intervenção médica em alguns casos. 
Segundo a entidade, destacar a possibilidade de intervenção é necessário para que, principalmente, essas pessoas possam receber tratamento nas redes públicas e particulares. E é justamente essa a luta travada atualmente, como explica Agatha: "A nossa luta maior não é sair do CID, porque ele ainda garante o acesso ao atendimento em hospitais públicos, a nossa luta é a transexualidade não ser mais tratada como uma doença mental".

7. Transfobia não existe.
Existe, sim, e está tanto nos "pequenos" atos, desde quando alguém se recusa a chamar uma pessoa trans por seu nome social, até nos crimes de ódio cometidos mundo afora todos os anos. Para se ter uma ideia, de acordo com relatórios internacionais, 50% dos assassinatos contra pessoas T ocorreram somente no Brasil em 2014. É importante apenas não confundir transfobia com o homofobia, tá? Monique alerta que são coisas diferentes e bem simples de entender: "Nós somos trans, então, é transfobia". 
E para quem ainda não está convencido que não existe transfobia, Luiz Fernando traz um relato: "A transfobia existe a partir do momento em que as pessoas julgam homens trans como mulheres lésbicas masculinizadas por simplesmente não ter uma genitália masculina. Existe quando corremos o risco de sermos estuprados em um banheiro masculino se houver alguma desconfiança por parte de alguns frequentadores daquele espaço. Existe ao frequentarmos locais que se exige RG documentação imagine o constrangimento de apresentá-lo e nele constar um nome e sexo feminino você tendo uma aparência masculinizada. Existe quando em um serviço de saúde publica se recusam a nos chamar pelo nome social pelo fato do tal nome civil constar no prontuário. Existe ao não se conseguir emprego digno devido a documentação e temos de nos empregar em subempregos e ainda termos de implorar para nos respeitarem nos tratando como gostaríamos. Não queremos fazer apologia a nada, queremos ter direitos como quaisquer outros cidadãos e sermos respeitados pelo que somos".  
 
Texto M de Mulher - Escrito por Lucas Castilho - Fotos do Blog: Sheplacements
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Mulher transgênero é detida em aeroporto após scanner identificar 'anomalia'

A escritora Shadi Petosky foi detida por seguranças do Aeroporto Internacional de Orlando, na Flórida, após o scanner corporal identificar o pênis da mulher como uma 'anormal'.

Em sua conta no Twitter, Shadi postou fotos da sala para onde foi levada, onde ficou por cerca de 40 minutos e acabou perdendo o voo.

Na sala com agentes da Administração de Segurança nos Transportes (TSA, na sigla em inglês), Shadi disse ter esclarecido o 'item anormal' identificado entre as pernas dela. "Isso é meu pênis", explicou.

Após a afirmação, ela passou pela revista íntima e disse ter se sentido humilhada. Para ela, os funcionários do aeroporto não estavam preparados para lidar com pessoas transgêneros.

"Fiquei envergonhada com isso. É apenas uma coincidência que eu receba um 'tapinha' nos meus órgãos genitais e ainda seja revistada pelo pior agente que acredita que eu carrego explosivos", conta ela ao The Daily News.


Após as declarações de Shadi à imprensa e no Twitter, a TSA  afirmou "que leva muito a sério toda toda e qualquer possível violação aos direitos civil. Nós estamos apurando a situação para obter mais informações".

No Twitter, a escritora esclareceu que não está apenas querendo chamar atenção. "Muitas pessoas estão me dizendo que eu quero ser uma vítima. Não. Esta história está sendo contada porque eu não quero ser uma vítima", escreveu ela.

Do UOL



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Conheça Renata Peron uma cantora nordestina, transexual e ativista dos direitos das trans.

"No primeiro chute, voei três metros. Caída no chão, senti algo vazando em mim, passei a mão pelo corpo, mas nada de sangue. Enquanto isso, eles chutavam e socavam meu amigo. Cheiravam a vinho barato, maconha, suor e adrenalina. Foi tudo muito rápido, alguns segundos apenas. Saíram correndo e rindo, enquanto nos arrastávamos pela Praça da República, no centro de São Paulo, lugar em que a agressão que sofremos resultou em hemorragia interna e na perda de um rim. Meu amigo teve lesão no nervo ciático e precisou de dezenas de sessões de fisioterapia para andar normalmente. Nosso crime? Existir.
Era uma noite de sexta, eu trabalhava com cabeleireira num salão dos Jardins e tinha acabado de encontrar um amigo. Íamos brindar o fim de semana num bar da Vieira de Carvalho, rua do centro onde há vários bares gays. Não tínhamos mexido com ninguém, nem sequer olhado. E, mesmo que tivéssemos feito isso, ninguém tem direito de espancar ninguém. Não me senti humilhada, me senti perplexa. Por que eu? Por quê?
Essa foi uma das agressões que a vida me trouxe por ter nascido trans. Uma de muitas. Tenho até hoje marcas de pedradas que levava na escola por ser um menino com jeito de menina. Sempre tive trejeitos femininos e, quando apanhava, a professora me culpava. “Mas também, olha o jeito com que você se comporta!”, ela dizia.
Apesar das durezas da vida, não posso me queixar, não. Tenho 38 anos, o que me coloca numa rara estatística: a das transexuais que passam dos 35. Sim, é essa a nossa expectativa de vida. Onde nasci, a morte chegava bem mais cedo. Antes dos 20 até. Sou da Paraíba, cresci entre o Ceará e a Bahia, em cidades nas quais quem se arvorava em ser mulher recebia como sentença execução sumária. Às vezes, com requintes de crueldade que incluíam estupro e um cabo de vassoura enfiado não preciso dizer onde e nem até que profundidade. Era assim há três décadas, mas até hoje a intolerância na minha terra é muito maior. Todo dia morre gente. Muita gente. Eu, que “apenas” perdi um rim aqui em São Paulo, tenho de me dar por felizarda.
Integro também outra estatística, esta ainda mais difícil: dos quase 10 milhões de homens e mulheres transexuais do Brasil, apenas 1% ou 2% não ganham a vida se prostituindo. A gente não faz isso porque acha bonito, porque somos depravadas. Ainda que eu defenda o direito de que, se a pessoa quiser, ela pode se prostituir porque o corpo é dela. Você, que nasceu com identidade de gênero igual ao corpo biológico, talvez nunca entenda o que senti quando vi minha carteira de trabalho. Quando pude tirar férias, recebi o meu décimo terceiro salário. Esse direito para a grande maioria dos brasileiros é tão básico quanto ter água encanada, luz elétrica. Para as trans, é o conquistar uma montanha. É se sentir emocionada com o que a lei considera direito de qualquer cidadão.
Sim, eu tentei fazer programa logo que cheguei a São Paulo. Precisava de dinheiro, falavam que as mais bem sucedidas tiravam 700 reais por dia, e eu fui ver o que acontecia. Não consegui. O homem tinha um cheiro terrível, devolvi o dinheiro e saí dali o mais rápido que pude. Mas minha vida toda trabalhei. Essa sempre foi minha reação diante das dificuldades. Por exemplo, quando eu tinha 17 anos e fui abandonado pela família. Aliás, por um dos meus irmãos. Éramos treze filhos, mas minha mãe se matou quando eu tinha 7 anos. Tinha depressão. Um dia ela nos deu janta, colocou a gente pra brincar na rua, se enrolou em panos, derramou querosene e ateou fogo a si mesma. Vimos pelas frestas da porta ela morrer. Com o tempo, sobramos apenas seis. Meu pai bebia, então eu não quis continuar morando com ele.
Daí a mudança para a casa desse irmão.
Minha cunhada me odiava (adivinha o motivo?) e, após duas semanas, fui me matricular numa escola. Quando voltei, cadê todo mundo? Eles haviam se mudado, a casa estava vazia e tinha só minha mala. Sentei olhando pro céu, pro chão, completamente passada. Daí levantei e fui procurar emprego num mercado próximo. Nunca tive medo de batente. Trabalhava como repositora no mercado em troca de teto e comida. Logo arranjei trabalho vendendo cosmético de porta em porta. Sempre fui boa de argumento, de conversa.
Conheci um centro cultural na minha cidade e descobri que queria mesmo era ser artista. Esse tempo todo eu sabia que tinha algo de diferente, mas não imaginava que mais que gay eu era trans. Quando vi Roberta Close na televisão foi que entendi. Daí comecei a conhecer outras meninas como eu, em Juazeiro, na Bahia, e me assustei porque as amizades não duravam. As que não eram mortas da maneira como contei acima, sucumbiam a aplicações malfeitas de silicone industrial.
Só comecei a transformar meu corpo aos 27 anos, quando me mudei para São Paulo. Até então, no máximo me montava como drag queen, que era socialmente mais aceita (e menos passível de morte!). Demorou até eu fazer cirurgias. Coloquei 500 mililitros de silicone e passei a ter fisicamente os seios que a vida inteira eu já sentia que estavam lá, mesmo quando apenas usava enchimento. Outra cirurgia usou gordura da barriga para me desenhar quadril e bumbum de menina. Agora batalho rumo aos 25 mil reais de que preciso para implantes capilares. Sabe a tortura que um homem sente quando começam a cair os cabelos? Multiplique isso por mil no caso de quem, como eu, nasceu mulher num corpo masculino. É a coisa mais terrível do planeta ser femininerrérrima e ostentar entradas gigantes. Uso uma prótese, que é uma tira de cabelo feita numa tela, colada na cabeça. Disfarça bem, mas não é definitivo.






Meu sonho é ser uma cantora de sucesso. Nessa década de vida paulistana, consegui com suor e sacrifício gravar quatro discos e um DVD. Contando cada centavo, enchi o Teatro Sérgio Cardoso com 800 pessoas e cantei Noel Rosa, numa noite memorável. A coisa não vai pra frente, para tristeza minha, simplesmente porque as pessoas ainda não sabem lidar com a transexualidade alheia. Faço testes, sou elogiada, conheço gente que em tese tem mente aberta, mas nunca consigo o sucesso que considero merecer. E eu sei que não é falta de talento. Com o tempo minha fé nessa carreira arrefeceu, mas eu ainda mantenho essa vontade de viver da minha arte. De viver do meu talento.
Resolvi fazer faculdade e procurei algo que combinasse com meu espírito combativo, com meu jeito militante e com minha vida engajada na Cais, associação dedicada à inclusão social para travestis e transexuais. Escolhi Serviço Social e estou no quinto semestre. Já bati boca com uma professora doutora que insistia em se referir a mim como “ele”. Uma professora doutora! Alguém que devia saber mais sobre identidade de gênero, entende? Trabalho na SP Escola de Teatro, que tem como regra em seu estatuto que 10% de seus funcionários sejam trans. Uma ideia que, felizmente, começa a ser copiada em outras cidades brasileiras. Não acho que eu vá viver para ver um mundo em que as trans seja plenamente integradas à sociedade, mas um dia vamos chegar lá. Como aquela gota que tanto bate até que fura, nem que leve cem anos."
 
Renata Peron, paraibana, 38 anos, é cantora e ativista dos direitos das trans

[Nota original do autor da matéria o Jornalista Alvaro Leme: Considero que jornalismo é, essencialmente, dividir boas histórias com as pessoas. A seguir você tem a da Renata, uma das mais sofridas e bonitas que ouvi ao longo da minha carreira. A ideia é, com este texto, abrir espaço sempre aqui no blog para posts em que algumas pessoas contem em primeira pessoa suas trajetórias. Leia a dela que você vai entender do que estou falando.]

Do R7
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Conheça Renata Montezine, a modelo transex plus size

Mulher, transgênero, gorda. Essas três palavras, alinhadas numa frase, remete às minorias. No entanto, essas características, numa pessoa, remete à resistência. É o caso de Renata Montezine, a modelo plus size de 24 anos que acaba de fazer a sua estreia nas passarelas no Fashion Weekend Plus Size. Ela conversou conosco sobre a sua trajetória na moda e na vida.

Y! Br: Quando foi que você percebeu que era uma pessoa diferente?
RM: Desde criança, quando eu não entendia muito bem o que era nada. Eu brincava de boneca e gostava daquelas brincadeiras mais voltadas para o feminino. Eu só fui me entender mesmo com uns 11, 12 anos, na pré adolescência. As minhas amigas da escola começava a ter seios, aquele corpo, e eu me perguntava por que eu também não era daquele jeito. Foi aí que eu comecei a me julgar.
Y! Br: Que tipo de julgamento você fazia de você mesma?
RM
: Eu não entendia como uma menina queria ser um menino e sempre soube que eu era uma menina. Foi aí que começaram alguns apelidinhos, me chamavam de “viado” e aquelas coisas rotineiras. Mas o gênero não tem nada a ver com sexualidade. Não é o meu caso, mas eu poderia ter o gênero feminino e gostar de mulheres do mesmo jeito.
Y! Br: Quando você iniciou a sua transição?
RM:
A minha mudança começou por volta dos 13 anos, quando os meus pais me levaram ao psicólogo e eu comecei os tratamentos hormonais para ser essa bonita que eu sou hoje (risos).

Y! Br: E como foi para você se aceitar como uma trans?RM: Conforme eu via meu corpo ganhando formas femininas, eu ia me sentindo bonita, feminina. Eu ficava muito feliz em me olhar no espelho e ver uma mulher. Eu olhava e pensava: “essa é a pessoa que eu quero ser”.
Y! Br: Seus pais lidaram bem com esta situação?RM: No começo é sempre um pouco de baque. Porque você tem um filho e pensa: “Ah, ele vai nascer um menininho, vai crescer, vai para a faculdade, vai casar e ter filinhos”. Quando você nasce um menininho e se torna uma menina, é um pouco complicado. É um baque. Só que a aceitação deles foi bem bacana. Eles viram que eu estava feliz fazendo aquelas mudanças.
Y! Br: Você acabou de fazer a sua estreia como modelo plus size. Seu corpo sempre foi assim?
RM
: Na verdade, não. Até os meus 15, 16 anos, uma calça 38 entrava. Mas depois, com o passar do tempo, eu comecei a dar uma encorpada. Justamente por conta do uso do hormônio. Foi aí que eu comecei a engordar. Quando eu percebi, já estava no manequim 46.

Y! Br: A sociedade cobra muito um padrão de beleza das mulheres. Você sente isso com você também?RM: Eu tenho muitas amigas – tanto trans quanto cisgênero [indivíduo que possui uma identidade de gênero igual ao seu sexo designado]   – que falaram, no começo, que eu estava ficando bonita, encorpada. Mas quando eu comecei a ter uma barriguinha e um corpo mais avantajado começaram a falar “Nossa, você tá engordando”, “você é muito linda, vai malhar”. Então eu fui um pouco cobrada, sim. Cheguei até a fazer aquelas dietas radicais. Depois eu falei: “Quer saber de uma coisa? Eu preciso me amar do jeito que eu sou”. Então eu acabei me aceitando gordinha, plus.
Y! Br: E quando foi que você percebeu que poderia seguir carreira de modelo?RM: Algumas amigas me falavam que eu tinha engordado, mas que eu tinha o rosto muito bonito. Então eu pensava: “será?” Eu não sabia se encarava o desafio. Eu tinha o receio pelo fato de ser trans. Eu comecei a pesquisar sobre o mundo plus size e assisti um vídeo da Renata Poskus, diretora do FWPS e do blog Mulherão, e achei muito interessante. Mas até aí eu não sabia que ela era diretora. Procurei por ela no Facebook e mandei convite pra ela ser a minha amiga.

Y! Br: No blog dela, ela chega a comentar o fato de você ser um espécie de Lea T plus size. O que você acha dessa comparação?
RM: A Lea T para mim é uma pessoa super batalhadora, que lutou e, querendo ou não, ainda está lutando para que mostrar que nós podemos ser tudo. Podemos ser modelos, policiais, bombeiras. Podemos estar nos escritórios como advogadas. Ela é um ícone e eu acho que eu vim para mostrar que as trans podem mesmo fazer tudo: quebrar um preconceito não só como trans, mas mostrar que nós também somos mulheres reais. Como eu, que sou uma mulher real que tem uma barriguinha, que tem celulite.

Y! Br: E como foi a sua estreia nas passarelas, você gostou?
RM:
Olha, eu não tive nenhum tipo de rejeição no evento. A recepção de todas as meninas foi bem legal. Eu senti como se eu as conhecesse de longa data. Eu achei bacana a reaceção d público. Quando eu fiz a minha primeira entrada o povo começou a aplaudir. Eu estava me sentindo uma celebridade (risos).

Y! Br: Você já passou por algum constrangimento?
RM
: Eu tenho a impressão que o preconceito é maior na hora que de procurar um emprego. Eu sou vendedora e quando entrego meu currículo numa loja,  coloco meu nome social, mas quando vou fazer a entrevista e eu explico a situação a pessoa acha estranho. Normalmente não agem com aquela rejeição no momento, mas eles sempre dizem que vão analisar o meu currículo e depois retornar. Mas eles nunca fazem isso.

Y! Br: Você pode dar um conselho para quem tem algum problema de aceitação? Já que você teve que se aceitar por não se encaixar no corpo que nasceu, teve que se aceitar uma mulher fora do padrão de beleza…
RM:
O que eu sempre digo é que somos seres únicos. A gente tem que se aceitar, sejamos magros, gordinhos. E mostrar que podemos tudo, basta correr atrás.


Do Yahoo
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Renata Montezine: Uma modelo transexual e plus size

Ela tem 24 anos, usa manequim 46 e tem 1,70 de altura.Ela é modelo plus size e transexual.
Renata Montezine, que vai desfilar pela primeira vez neste sábado (25) no Fashion Weekend Plus Size, é considerada a primeira modelo plus size transexual do mundo e é o verdadeiro exemplo de que o mundo da moda está aberto à diversidade e precisa de personagens que quebrem paradigmas e padrões -- assim como ela.
"O ideal é que um dia rótulos como ‘plus size’ e ‘transexual’ não sucedam a palavra modelo. Porém, hoje, é necessário utilizá-las como forma de inclusão e para influenciar positivamente outras mulheres. Fico feliz em fazer parte desse processo”, diz a modelo em texto de divulgação do evento.
Renata é paulista, natural de Jundiaí e diz que desde pequena sentia identificação com o gênero feminino.
"Eu sempre me vi como menina, meu modo de falar e me expressar eram tipicamente femininos. Estava presa em um corpo masculino, mas eu era uma menina de alma", contou ao MdeMulher.
Aos 6 anos, Montezine já gostava de brincar com bonecas e não se interessava por aquelas consideradas "de meninos".
O comportamento chamou a atenção de seus pais, que buscaram soluções e entendimento.
Renata passou por diversos especialistas e aos 13 anos começou a fazer a adequação de gênero.
"Eu me olhava e ficava: 'como assim sou uma menina, mas em um corpo de menino? Sempre tive muito apoio deles [de seus pais], que queriam também compreender o que eu estava passando", disse em entrevista ao UOL.
Assim que Renata começou a assumir sua verdadeira identidade, veio o tratamento hormonal e as formas femininas começaram a surgir: seu rosto foi afinando, os pelos reduzindo e as curvas aparecendo gradativamente.
Um dia, uma menina me chamou no Facebook, como muitas outras, sem experiência alguma, pedindo conselhos de como se tornar uma modelo plus size. Era a Renata Montezine", conta a organizadora do evento Renata Poskuz Vaz em seu blog.
 
Por ela, Montezine foi comparada a Lea T, modelo brasileira transexual que já tem carreira internacional consolidada.
“Ela [Renata] disse que nunca saberíamos se eu não tentasse. E como adoro um desafio, aqui estou”, completa Montezine, que já trabalhava com moda, mas apenas na parte comercial.
Ainda em entrevista ao UOL, ela disse que hoje não sente que sofre tanto preconceito quanto outras trans que ainda estão nas primeiras fases de adequação de gênero.
Ela quer usar o espaço conquistado para dar mais visibilidade às mulheres trans. "O preconceito, não vou mentir, sempre vai ter. Mas é muito mais pela falta de entendimento, por não saberem o que é [a transexualidade]. Quero mostrar que nós, transexuais, podemos fazer tudo", disse.
E pode, mesmo.
Fashion Weekend Plus Size – Verão 2015
Data: 25/07/15
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – 4 º andar - Cerqueira César São Paulo – SP
Horário: 17h
Ingresso à venda no site Ticket360 para o público geral

 Do BrasilPost


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Fashion Weekend Plus Size Verão 2016

No último sábado, 25, o Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo, abrigou o Fashion Weekend Plus Size Verão 2.016, mostrando as principais tendências para o mercado da moda de tamanhos grandes no Brasil.

O maior evento do ramo plus size do país, foi extremamente especial. Organizado por Renata Poskus, o desfile apostou na beleza das mulheres negras, destacando as modelos Thamires Faria, Rita Carreira, Dayana Toledo, Rosana Barros e Silvia Neves.

O desfile ainda contou com a presença da atriz Mariana Xavier e também com a participação de Renata Montezine, a primeira modelo plus size transexual a desfilar no Fashion Weekend Plus Size, quebrando tabus e encantando todos com sua beleza.

Arthur Caliman, Attribute Jeans, ChicaBolacha, Dama de Seda Lingerie, Ênfase, Luxe Mode&Acessories, Marialícia, Marguerite/Posthaus, Vislumbre Moda Íntima e Xica Vaidosa, foram as marcas participantes do desfile. 


Belíssima modelo Renata Montezine, primeira plus size transexual a desfilar no maior evento de moda GG do Brasil, vestindo Ênfase (Fotos: Adriana Líbini)
Modelos desfilando as peças da Xica Vaidosa
Peças da Attribute Jeans
A organizadora do evento, Renata Poskus, em traje de Arthur Caliman
Belas peças da Chica Bolacha
Desfile da For Love Jeans
Coleção Lívia Bella
Um pouco de Marguerite Posthaus
Desfile da Belle Plage
Coleção da Marialícia Plus
A atriz Mariana Xavier
UPSY na passarela
As lingeries da Vislumbre
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Vestidos para gordinhas

O Bolsa de Mulher resolveu desta vez mergulhar no universo das mais gordinhas para mostrar os pontos altos dos looks de festa para o fim de ano. Desvendando os segredos fashionistas de uma "cheinha" podemos descobrir vários recursos que ela pode abusar no dia a dia em looks que não só emagrecem ou disfarçam a barriga, mas alongam a silhueta!
VEJA AQUI SUGESTÕES DE VESTIDOS, SAIAS, BLUSAS E ACESSÓRIOS

Para alongar a silhueta

Na linha de frente, o truque é alongar a silhueta usando vestidos de cintura baixa, saias com cós alto ou na altura certa da cintura, blaser estilo farda mais comprido, camisas na altura no quadril e calça certinha na cintura. E salto, muito sapato de salto!

Já de início de conversa podemos transformar a silhueta da mulher mais cheinha num estilo elegante e extremamente feminino. A escolha deve começar pelo tipo de tecido que não deve ser atarracado no corpo, passando pelo decote e alças que devem ser usados perfeitamente. O comprimento deve obedecer à altura e ao tipo de perna.

Natal e réveillon

Para o final de ano, a sugestão são os casacos acinturados de bordado inglês, os tops estilo camisolinha soltinhos com rendas, vestidos ajustados no bojo e soltinhos na saia e pouco acessório.

As saias de babados são as tentações para as cheinhas que podem se transformar em verdadeiras baianas. Esqueça esse modelo de saia, porém, se ela tiver uma pala na altura da barriga, experimente e faça jus ao seu senso crítico.
 
Simplifique

Os detalhes também podem fazer diferença e sucesso na hora da escolha certa, mas cuidado para não abusar, o resultado pode ser um look completamente errado. As mulheres tamanho G devem evitar o visual com detalhes demasiados e muita informação. As mangas e os decotes dos vestidos devem ser minimalistas, de corte reto e simples. Fuja dos decotes com babados e das mangas bufantes dos vestidinhos de festa.

O certo é escolher peças mais delicadas para o verão. A renda tradicional estilo campestre e o bordado inglês, que são supertendência, podem ser usadas em blusas de algodão mais sequinhas no corpo. O erro é achar que as gordinhas devem abusar das roupas justas ou das maxicamisas com leggings, ou ainda dos vestidos utralargos. Não! Elas devem optar por vestidos que desenham a silhueta deixando o tecido um ou dois dedos soltinho no corpo, tornando o visual sedutor e muito glamouroso, perfeito para estação.

 
Escolha seu estilo

Geralmente, as mulheres mais cheinhas são sedutoras, cheias de personalidade e humor. Para contrastar com esse conjunto, o ideal é buscar elementos leves, sutis e sem muitos detalhes.

O náutico é um bom estilo, a saia de cintura alta azul marinho ajuda a disfarçar as gordurinhas, mas fuja das camisas de listras horizontais. O ideal para combinar com esse modelito são as camisas de alfaiataria branca ou uma pólo mais solinha no corpo.

Outra dica é aproveitar o estilo futurista de cores primárias para escolher o seu vestido. A escolha é certa quando o modelo for com volume ou decote nas costas, tubinho ou saia com estampas gráficas médias ou pequenas. Nessa tendência, esqueça os spencers e os cintinhos marcando a barriga, ok?

O visual mocinha dos anos 50 também pode ser arriscado. O truque é escolher uma saia com menos volume e que a parte de cima seja bem sequinha sem muita informação. A gola pólo em camisas sem manga e a silhueta retrô bem soltinha pode controlar o excesso de doçura dessa época. Arrase!

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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