Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Michael Jackson sofreu 'castração química' pelo pai através da ingestão de hormonios

Michael Jackson ficou estéril por conta da ingestão de um hormônio contra acne em sua adolescência, o que explica sua voz suave, segundo um pesquisador francês que vai lançar um livro com essa tese.
"Michael Jackson sofreu, sem saber, uma castração química entre os 12 e os 20 anos", afirma o professor de cirurgia vascular do hospital Timone de Marselha, no sul da França, Alain Branchereau, autor de um livro sobre o rei do pop intitulado O segredo de uma voz, à venda a partir do próximo dia 9.
O médico, que nunca viu o cantor em vida, se baseia em uma pesquisa realizada em parceria com outros médicos e em diversos documentos, como a autópsia do cantor, para chegar a essa "hipótese muito provável", revela em entrevista publicada nesta quarta-feira (2) pelo jornal Le Parisien.
O "timbre excepcional" de sua voz, capaz de "cobrir três oitavas, frente às duas que alcançam os grandes tenores", foi o que despertou o interesse de Branchereau pela pesquisa.
Só algumas sopranos, como Maria Callas, alcançavam três oitavas, afirma o médico, que assegura que ao contrário dos contratenores atuais, que cantam os repertórios dos antigos "castrati" (cantores do sexo masculino emasculados para alcançar o agudo feminino), Jackson nunca passava aos agudos.
Branchereau sustenta que o cantor consumiu entre os 12 e os 20 anos uma molécula para lutar contra a acne, um produto que causou o estreitamento de sua laringe.
Em sua autobiografia, o rei do pop confessou ter sofrido uma crise de acne aos 12 anos, mas afirmou que durou muito pouco, o que permite ao médico especular que consumiu o produto.
Além disso, o remédio fez com que o crescimento de seus ossos não fosse interrompido, o que explica o fato de Jackson ter ficado mais alto e com extremidades maiores que o resto de sua família.
Seus parentes, com medo de que os efeitos da acne prejudicassem sua imagem, teriam incentivado o consumo desse hormônio, que parou de ingerir quando aos 20 anos deixou de ter o pai como empresário.
Só então, explica o médico, apareceram os primeiros pelos em seu rosto.
No entanto, os efeitos na laringe não foram reduzidos e Michael conservou a voz suave que no passado era característica dos "castrati".
O cantor "tinha órgãos genitais perfeitamente normais", afirma o médico, que assegura que "era apto para as relações sexuais como os 'castrati' de outras épocas", mas "foi privado não só de sua infância, como de sua adolescência, o que obrigatoriamente teve repercussões psicológicas".
Conrad já havia afirmado que Joe "foi um dos piores pais da história" e disse que "Michael experimentou a crueldade nas mãos de seu pai". As citações foram repercutidas também pela revista People e outros sites internacionais.
“O fato de ele ter sido ‘quimicamente castrado’ para manter sua voz aguda é algo indescritível”, relatou Conrad.
Esta não é a primeira vez que o médico fala sobre o assunto. Em seu livro “This Is It! The Secret Lives of Dr. Conrad Murray and Michael Jackson”, lançado em 2016, o médico acusa Joe de forçar Michael a tomar injeções de hormônio aos 12 anos de idade para curar acne e prevenir a mudança de voz.
Conrad foi condenado em 2011 por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), e cumpriu dois anos de prisão por administrar alta dose de propofol ao cantor, morto em 2009.

Do G1 
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Cantora Transexual Patrícia Ribeiro é presa

Conhecida por ter sido das primeiras pessoas a mudar de sexo em Portugal e também a primeira cantora transexual do país, Patrícia Ribeiro está presa na cadeia de Tires acusada de ter extorquido cerca de 400 mil euros a um empresário, que ameaçou com a divulgação de fotos de práticas BDSM (bondage, dominação, sadismo e masoquismo). A artista e o namorado, ambos acusados de extorsão qualificada, foram detidos a 9 de Dezembro de 2016, depois de uma investigação do Ministério Público de Lisboa.
Patrícia Ribeiro, de 36 anos, começou a carreira de cantora ainda como Nuno Ribeiro em vários grupos musicais, entre os quais os populares Onda Choc. Anos mais tarde tornar-se-ia conhecida após inúmeras entrevistas – numa delas em directo na televisão, o namorado pediu-a em casamento – em Portugal e no Brasil, relatando o seu caso e a luta pelo reconhecimento formal da sua identidade, que obteve em 2011. Publicou uma autobiografia, Ontem Homem, Hoje Mulher e lançou dois CD.

Segundo o processo, a que a SÁBADO teve acesso, Patrícia e o namorado, Fábio, chantagearam um empresário durante meses, ameaçando divulgar fotos e vídeos em que a vítima estaria em poses de submissão, despido ou vestido apenas com roupa interior e acessórios de vestuário feminino. Conhecida por ter sido das primeiras pessoas a mudar de sexo em Portugal e também a primeira cantora transexual do país, Patrícia Ribeiro está presa na cadeia de Tires acusada de ter extorquido cerca de 400 mil euros a um empresário, que ameaçou com a divulgação de fotos de práticas BDSM (bondage, dominação, sadismo e masoquismo). A artista e o namorado, ambos acusados de extorsão qualificada, foram detidos a 9 de Dezembro de 2016, depois de uma investigação do Ministério Público de Lisboa. 



Patrícia Ribeiro, de 36 anos, começou a carreira de cantora ainda como Nuno Ribeiro em vários grupos musicais, entre os quais os populares Onda Choc. Anos mais tarde tornar-se-ia conhecida após inúmeras entrevistas – numa delas em directo na televisão, o namorado pediu-a em casamento – em Portugal e no Brasil, relatando o seu caso e a luta pelo reconhecimento formal da sua identidade, que obteve em 2011. Publicou uma autobiografia, Ontem Homem, Hoje Mulher e lançou dois CD.

Segundo o processo, a que a SÁBADO teve acesso, Patrícia e o namorado, Fábio, chantagearam um empresário durante meses, ameaçando divulgar fotos e vídeos em que a vítima estaria em poses de submissão, despido ou vestido apenas com roupa interior e acessórios de vestuário feminino. 

A história, de acordo com a acusação, começou em 2009, quando Patrícia se dedicava à prostituição divulgando os seus contactos em páginas na Internet. Um ano depois, um empresário português contactou-a como cliente. Pediu-lhe para prestar serviços sexuais descritos como BDSM, e pagava-lhe entre 100 e 200 euros. Segundo o próprio, deslocava-se a casa dela uma ou duas vezes por mês e tornou-se cliente habitual.

Em Maio de 2012, ainda segundo a acusação, Patrícia fotografou-o e filmou-o em poses de submissão durante as práticas de BDSM. Depois passou a exigir dinheiro regularmente, ameaçando divulgar as fotos a familiares e amigos, em especial à mulher. Entre 2012 e 2016, o empresário terá pago 391 mil euros e, segundo os registos dos extractos bancários, Patrícia depositou 369 mil euros na sua conta.

O namorado
O namorado de Patrícia, que cumpria pena de prisão por outros crimes, saiu em liberdade em Abril de 2016, e passou a colaborar no esquema de extorsão. O processo revela que a cantora queria manter o nível de vida a que se habituou e, por isso, utilizou Fábio para intimidar o empresário. Entre as diversas ameaças descritas, há inúmeras mensagens enviadas ao ofendido, como: "Liga, senão vamos ter merda." "As fotos vão ser enviadas agora mesmo." "Vou esperar-te à porta do escritório." "Vou ligar eu para a família." "Ou fazes a transferência ou estás f…".

Nas transcrições disponíveis no processo, Patrícia e Fábio ameaçaram enviar "uma turma" esperar o empresário à porta do escritório, sequestrar uma secretária, destruir o local de trabalho, enviar mensagens à família com as fotos, "ir" para as revistas e dar entrevistas na televisão e pôr as fotos online. Patrícia Ribeiro chegou a ligar para familiares repetidamente, sem chegar a falar, supostamente sabendo que o empresário estaria por perto.

O queixoso, entre desculpas e tentativas para satisfazer os pedidos, foi entregando as quantias, mas terá esgotado todas as possibilidades antes de avançar para uma queixa às autoridades. O empresário disse à polícia que de uma das vezes entregou 7.000 euros a um transexual amigo de Patrícia que também o tentou extorquir. De resto, afirmou que as fotos foram tiradas por Patrícia e por esse amigo.

Além de extorsão, a cantora está acusada dos crimes de branqueamento de capitais em conjunto com a avó – também arguida no processo, por ter tentado dissimular as quantias alegadamente recebidas do empresário. O namorado, Fábio, está ainda acusado de roubo, num caso sem relação com a chantagem, e de detenção de arma proibida.

A cantora nega toda a história e assegura que apenas cobrava 200 a 300 euros por cada sessão BDSM, duas a três vezes por semana. Garantiu que o empresário deixou de ser seu cliente, mas ajudava nas despesas e dava-lhe presentes no aniversário e no Natal.
Relativamente aos valores que mantinha nas suas contas, referiu que cobrava 100 euros por uma relação sexual normal e chegava a atender 20 clientes por dia. Explicou que isso lhe assegurava um rendimento mensal de 10 a 15 mil euros, mas que em 2012 se retirou da prostituição, iniciando uma carreira como cantora em 2013. Patrícia Ribeiro e o namorado reafirmaram que as fotos foram tiradas com o conhecimento do queixoso.

No despacho de pronúncia a que a SÁBADO teve acesso, o juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial de Lisboa manteve toda a acusação e marcou o julgamento para Novembro.  

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Crossdressing, androginia e drag queens nos videoclipes

São vários os filmes que trazem homens representando outro gênero, seja em um sentido cômico (Quanto Mais Quente Melhor, Uma Babá Quase Perfeita, Tootsie) ou dramático (Laurence Anyways, Uma Nova Amiga)... Mas e quanto aos videoclipes? Selecionamos alguns exemplos significativos de clipes que abordam a questão do gênero.
Embora tenha sido criticado pela cantora transgênero Laura Jane Grace, o Arcade Fire e o diretor David Wilson alegaram que a intenção de “We Exist” (2014) foi romper com preconceitos ao apresentar o "Homem-Aranha" Andrew Garfield no papel principal. As letras são ao mesmo tempo um grito por reconhecimento e um protesto contra a ignorância e o desrespeito da sociedade diante desta realidade.


A sensualidade e a classe da personagem trans afloram em “Pass This On” (2003), do The Knife – trilha sonora de Amores Imaginários (2012), de Xavier Dolan. Johan Renck, o diretor, também é responsável por “She's Madonna” (2007), com Robbie Williams praticando crossdressing.


O grupo Blanket Barricade inverte as preferências estigmatizadas na moda masculina e feminina em “Stray Shadows” (2012). De maneira mais interessante, tanto visual quanto musicalmente, o Gossip faz inversões semelhantes em “Listen Up” (2007), bem como a francesa Zaza Fournier em “Mademoiselle” (2009), que ao lado de seus dançarinos, reveza entre o disfarce de mecânica, um terno (com direito a bigode) e um delicado vestido de flores.



Pink” (1997), do Aerosmith, é um verdadeiro desfile de diversidade! E ao final de “Living on the Edge” (1993), podemos reconhecer um crossdresser. O clipe conta com Edward Furlong, de O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), e foi dirigido por Marty Callner, responsável pelo clássico “We're Not Gonna Take it” (1984), do Twisted Sister, banda glam que dá um banho de purpurina nos shows.
Marilyn Manson é um extraterrestre andrógino em “The Dope Show” (1998), com participação especial do ator Billy Zane (Titanic). Para o clipe dirigido por Paul Hunter, o sempre polêmico Manson simulou vulva e seios protéticos e alegou em entrevistas que as formas eram de fato seu corpo real. No Brasil, podemos citar as revoluções performáticas de Ney Matogrosso com os Secos e Molhados (que inspiraram até o Kiss!) e dos Mamonas Assassinas, que reviraram os valores da família tradicional com suas habituais ousadias.


Freddie Mercury e os demais integrantes do Queen incorporaram garotas no famoso “I Want To Break Free” (1984), de David Mallet, que também fez “Mistake No. 3” (1984), do Culture Club, com o frontman Boy George, outro símbolo da androginia na música. Não podemos nos esquecer, claro, do representante máximo do estilo, David Bowie na fase setentista em “Life On Mars?” (1973).


Há muitos outros exemplos de artistas que tocam vestidos de mulheres ou maquiados, como o Odds em “Heterosexual Man” (1993), o Indochine em “Stef II” (1999) e até o lutador Ladybeard, vocalista gutural da banda Ladybaby. E como vocês devem se lembrar, é um costume dos membros do Foo Fighters encarnarem moças nos clipes, especialmente em "Everlong" (1997) e “Learn to Fly” (1999). Também precisamos citar Kinks Shirt (2013), de Matt Nathanson, e Salt (2014), do Bad Suns. 
Por fim, temos ainda Rupaul (a drag mais famosa do universo!) ao lado de ninguém menos que Elton John em "Don't Go Breakin' My Heart" (1993) e outras drag queens surpreendendo em uma competição de dança em “Moaning Lisa Smile” (2014), do Wolf Alice.




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Cantora portuguesa Patrícia Ribeiro, fala sobre transexualidade no lançamento do seu livro em SP

Conhecida em Portugal pelas canções de sucesso como “Lotaria do Amor”, que lhe rendeu um disco de ouro, Patrícia Ribeiro lançou na noite de ontem (16) seu livro biográfico “Ontem Homem, Hoje Mulher” na livraria Blooks em São Paulo. Acompanhada por Benjamin Martinho, transexual masculino, Patrícia iniciou a apresentação do seu livro e bate papo com a plateia, entre ela jornalistas, amigos, médicos e um público interessado no assunto.

Além da cantora e de Benjamin, quem esteve por lá foi a famosa Léo Áquila, amiga de Patrícia e defensora da diversidade. Em um bate papo descontraído, Patrícia contou como foi o processo de mudança física, como foi a sua aceitação pessoal, seus primeiros sentimentos após a cirurgia de mudança de gênero e ainda citou como exemplo dois nomes bem conhecidos dos brasileiros Roberta Close e Thammy Miranda. Além de responder a perguntas e conceder entrevistas exclusivas.

O livro autobiográfico “Ontem Homem Hoje Mulher”, relata a sua história de vida e todo o seu percurso artístico e burocracias até a mudança de sexo. Patrícia é conhecida por ser uma das primeiras transexuais a fazer a cirurgia de mudança de gênero, mas conquistou o público com suas músicas marcantes. Em exclusividade informou os presente na noite de ontem que em breve receberá mais um disco de ouro pelo sucesso de “Põe-me Ko” (gíria portuguesa).

Do EGO





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Marcela Porto faz sucesso com seus hits de funk e conquista respeito.

Vencer preconceitos, ter atitude e passar por transformações sem medo. Essa é a história de Bruno Rogério Machado, hoje Marcela Porto, ou melhor, Mulher Abacaxi. De motorista de caminhão, Marcela, 33 anos, virou funkeira e a primeira ring girl transex do mundo. A loura de cabelão, que um dia tinha cabelos curtos, ainda ostenta o título de Miss Brasil Gay – USA.
A história de Marcela Porto não começou da noite para o dia. Filha de um empresário no ramo de transporte de minérios e de uma dona de casa, a jovem assumiu os negócios do pai e passou a comandar os funcionários da empresa, localizada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Afinal, experiência no ramo nunca lhe faltou.
“Quando fiz 18 anos, fui tentar a vida nos Estados Unidos. Quando cheguei, o primeiro emprego que pintou foi de caminhoneiro. Fazia entregas de frutas e legumes em Nova Iorque”, conta.
De acordo com a Mulher Abacaxi, sua transformação começou em 2007 e teve um pequeno “empurrão” de uma amiga. Na época, ainda como Bruno, ela foi convidada a participar de um concurso de beleza. Porém, não sabia que se tratava do concurso Miss Brasil Gay – USA.
“Quando estava chegando próximo do evento, minha amiga disse: vamos comprar sua peruca e os vestidos. Quase morri e disse que não iria. Ela acabou me convencendo e eu acabei vencendo a disputa”, recorda.
Três anos depois, Bruno decidiu se transformar e virar Marcela de vez.
“Não era feliz. De dia eu era o playboy e de noite me vistia de mulher para ir à balada gay. Até que um dia, disse para minha mãe que ia me transformar de vez. Coloquei silicone e comecei a fazer shows como Mulher Abacaxi. O resultado está até hoje por aí”, conta

Quebrando barreiras
De lá para cá, Marcela quebrou barreiras e foi conquistando, literalmente, o mundo. Mulher Abacaxi já se apresentou na França, Irlanda e Londres, chegando a ser capa, inúmeras vezes, do tabloide inglês ‘The sun’.
Se Mulher Abacaxi faz sucesso lá fora, imagine em sua terra natal. Nas comunidades cariocas quem é celebridade, é ela. Sua música ‘Então, tá’ segue estourada por aqui. E seu sucesso não para por aí. Marcela recebeu convite, do diretor do Favela Kombat, para ocupar o posto de primeira ring girl transexual do mundo. Lógico, que a preocupação bateu na cabeça da moça.
“Tive medo do preconceito e dos homens se sentirem prejudicados, mas a recepção da plateia foi maravilhosa”, lembra.
A recepção foi boa não só do público, mas dos famosos. Durante um evento de MMA, na Vila Cruzeiro, Marcela Porto foi tietada pelo jogador Adriano. A próxima apresentação da loura será em setembro, no Favela Kombat. E aí, vai encarar?
Do TUBE

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Transanitta: Anitta ganha cover transexual

Anitta ganhou uma cover muito divertida. A transexual Camilla Manforte, além de se esforçar para parecer ao máximo com a funkeira, a cover tem a cantora como musa inspiradora. 

Camilla, que também tem cabelos longos e negros, adotou o nome de TransAnitta e se apresenta como cover da funkeira por bares e boates de todo o país. Além disso, a moça capricha no visual e investe em um figurino muito parecido com o da cantora carioca.

Também nascida no Rio, Camilla, que tem 25 anos, é professora de dança e cantora. Um dos dias mais especiais da sua vida, foi quando ela finalmente conheceu a sua musa. 



 


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Frank Ocean é eleito como o gay mais influente da música nos Estados Unidos

Frank Ocean 03Em eleição realizada pela “Out Magazine”, o rapper Frank Ocean foi considerado o gay mais poderoso da música norte-americana.
Frank assumiu a homossexualidade em 2012, quando declarou via rede social que estava apaixonado por um rapaz.
Além dele, fazem parte da lista elaborada pela publicação Tim Cook, sucessor de Steve Jobs na Apple, a apresentadora Ellen DeGeneres e Ryan Murphy, criador do seriado “Glee”.
fonte: GOnline - Via: Mundo Alternativo
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Bahia: Prefeitura de Jequié substitui Calypso por Daniela Mercury

Já era dada como certa a apresentação da banda Calypso, cuja liderança é de Joelma, cantora que comparou homossexuais a drogados, no São João de Jequié. 

O show seria em praça pública e pago com dinheiro público. Mas depois das polêmicas declarações da cantora sobre o casamento gay e os homossexuais de um modo geral, circula nos bastidores da música que a banda Calypso foi substituída justamente pela cantora Daniela Mercury, que recentemente assumiu sua relação homossexual com a jornalista Malu Verçosa.

Também se apresentarão no evento a banda Aviões do Forró e o cantor Edgar Mão Branca. Com informações do blog de Marrom.


Fonte: Bahia Notícias - Via Mundo Alternativo
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Paloma Salume: A Transtornada do Funk

O nome dela é Gilson Salume Moura, mas desde a adolescência, é chamada de Paloma Salume. Depois de assumir o corpo de mulher e nova identidade, ter sido modelo e finalista de concurso para dançarina do grupo Gaiola das Popozudas, a transexual agora é Paloma Transtornada do Funk.

 Nascida em Volta Redonda, município do interior do Rio, a loira alta de formatos turbinados fala sobre sua infância e vida amorosa: ela se tornou a primeira cantora transexual do ritmo carioca e conquistou o coração do ex-jogador de futebol Carlos Henrique Kaiser. 
O namoro e a carreira são novos, mas Paloma já foi modelo, atriz e dançarina. 

A primeira música gravada como funkeira foi Joga Bumbum. A segunda tem um nome inusitado — Vem me aquendar — que, como ela explica, “significa vem me pegar”. O próximo passo será gravar com MC Marcinho.


— O MC Marcinho me convidou para uma parceria. A música ainda não está pronta, mas posso adiantar que será algo no estilo dos sucessos dele, no ritmo do funk melody.





Infância no interior do Rio

Paloma conta que nasceu mulher em corpo de homem. Quando pequena, gostava de brincar de boneca e de se vestir com roupas de menina. Fez tudo o que uma garota tem direito: passou batom da mãe, calçou sapatos altos e desfilou na frente do espelho. Aos 13 anos, a transexual começou a tomar hormônios femininos e decidiu que, um dia, faria uma cirurgia para mudar de sexo. Mas, segundo ela, a ideia não passava de uma pressão social.


— Eu cheguei a marcar a cirurgia, mas desisti porque tenho uma cabeça boa em relação à mudança de sexo. Sou autêntica, não preciso me 'mutilar' para provar quem eu sou. Eu nunca serei mulher. Eu gosto de 'estar' mulher e isso é o que importa para mim. Não vou operar para satisfazer as pessoas.
A ousadia em realizar o seu sonho foi maior do que o preconceito que teve que enfrentar na rua. Em casa, Paloma conta que nunca foi reprimida pelos pais. 
 
Ainda novinha, deixou os cabelos crescerem, ficou loira, depilou os pelos do corpo e passou a usar maquiagem. Para ficar ainda mais feminina, com o tempo, foi aprimorando a aparência. Hoje ela tem silicone nos seios e nos quadris, aplique nos cabelos, malha todos os dias e toma suplementos alimentares para definir as curvas do corpo.

— Eu sempre fui confundida com mulher. Eu ganhava boneca e objetos de menina de presente. Eu acho que eu nasci no corpo errado mesmo.

 
Namorado “171” do futebol

O encontro com Kaiser aconteceu em uma competição de mulheres wellness (que malham para ficar com o corpo perfeito sem tomar anabolizantes) no Rio. Ele não tem vergonha de apresentar a namorada na academia que trabalha no centro da capital e se orgulha em dizer que vai investir nela para ser a primeira transexual wellness do Brasil.

Ao contrário da maioria dos garotos, Kaiser nunca sonhou em ser jogador, mas a mãe dele o obrigou a treinar desde pequeno. Ele conta que, quando tinha 13 anos, a mãe vendeu seu passe para um empresário francês e ele foi obrigado a assinar com clubes grandes, como Vasco, Botafogo, Fluminense e Palmeiras, pois não tinha dinheiro para pagar a rescisão dos contratos.
 
— Eu não queria jogar futebol, mas a minha mãe me obrigava. Eu queria estudar, me formar, fazer intercâmbio, menos jogar futebol.

Kaiser lutava contra o dom de ser jogador. Ele sabia jogar, mas evitava mostrar para os treinadores sua qualidade nos gramados. Para não entrar em campo, o ex-jogador inventava uma história e era dispensado dos jogos. Ele chegou a ser chamado de panelinha e chinelinho e até ser agredido por torcedores.
— Os torcedores me odeiam, mas sou considerado ídolo entre os jogadores. Como naquela época não tinha ressonância magnética, eu inventava uma dor muscular, uma contusão e os médicos me liberavam.

Aos 40 anos, Kaiser cansou de ser o “171” do futebol, largou as chuteiras e se tornou personal trainer. Atualmente é treinador de wellness e promove campeonatos beneficentes.

Do R7 
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Sex Swap: Transexual do rock extremo ouve cantadas de fãs.











Quem vê Marissa Martinez no palco de um show da banda de grindcore Cretin pode imaginar que ela é só mais uma mulher que venceu as barreiras do preconceito e conquistou seu espaço com a guitarra em punhos e os agressivos vocais guturais. E está certo. Em termos. Marissa é sim uma mulher liderando uma banda de metal extremo, em um ambiente amplamente machista e muitas vezes preconceituoso. O detalhe é que, há apenas cinco anos, Marissa era um cabeludo e barbudo, chamado Dan.

A norte-americana de 37 anos se declara a primeira transexual do metal extremo – pelo menos, a primeira a abrir o jogo em relação ao tema. Em 2007, Dan resolveu passar a Marissa, pondo fim a anos de sofrimento e negação que vivia na vida pessoal, que não a permitia ser o que ela chama de "eu mesmo". O longo processo de transformação, que envolve cirurgias, tratamento hormonal e psicológico, foi vencido. Uma coisa, no entanto, permanece a mesma, a sua dedicação à banda. De saia, decote e maquiagem, mas com os mesmos vocais guturais de outrora, a novidade é o apoio de antigos e novos fãs e até cantadas dos mais atirados.
 "Eu tinha de fazer isso para poder viver minha vida autenticamente, como eu mesma", explica Marissa ao UOL, resumindo em poucas palavras a experiência complicada vivida desde a adolescência. "É muito mais complicado que isso. Eu não acordei uma manhã com a súbita ideia de que seria divertido passar por tudo isso. Foi uma experiência de sentimentos incrivelmente complexos e confusos, desde minha puberdade."
Conflito interno e epifania

Filho de um guitarrista de uma banda local de rock em San Jose (EUA), Dan cresceu com a expectativa de seguir o mesmo caminho e ganhou um violão aos cinco anos, após a morte do pai. Foi apenas quando passou a andar de skate que a música lhe chamou a atenção, ao ouvir grupos como Metallica e Misfits, influenciando o jovem a ter sua própria banda de heavy metal – hoje, além do Cretin, é guitarrista do Repulsion, banda criada nos anos 1980 muito respeitada na cena grindcore.

Esse caminho estava sacramentado em seu futuro, mas algo incomodava Dan mais profundamente. "Quando meu corpo passou a mudar, com 11 ou 12 anos, começaram os sentimentos conflituosos. Mas eu não os entendia, não conseguia colocar em palavras. A minha família e a sociedade reforçavam minha apresentação como homem. Observando as meninas, no entanto, aquilo parecia algo mais confortável para mim, apesar de eu ainda não enxergar que ‘eu era elas’. Combinando isso com a falta de informação, nada me ajudava a enxergar que eu era uma transexual. Eu via isso apenas como uma extensão da homossexualidade, algo que me dava vergonha", conta ela.

Dan desde a adolescência tinha a mania de se vestir com as roupas da mãe, e secretamente o fez até já ser adulto. Foi apenas aos 30 anos que a ficha caiu. "Eu mantinha um estado de negação, brigava contra os meus sonhos e escondia o ‘cross dressing’. Quando completei 30 anos, tive uma epifania. Eu me dei conta de que era adulta, que tinha de ter um nível de respeito próprio e dignidade para viver uma vida honesta. O fato de eu manter segredos de mim mesma e temer enfrentá-los me zangou de tal forma que eu não podia mais ceder ao medo", detalha a norte-americana.
Ela precisou de um ano e meio antes de fazer a transformação, um processo de pesquisa, exploração e entendimento do que passaria, acompanhado de terapias. Já pronta, passou a tomar hormônios, mudou legalmente seu nome e sexo, fez plásticas no rosto e nos seios e, enfim, passou a viver uma vida normal. Apesar de experiências como lésbica (já como Marissa), hoje está noiva de um homem, tem um trabalho regular desenvolvendo softwares na Lucasfilm e, é claro, se dedica às suas bandas de metal.

Assédio dos fãs, cantadas e a reestreia com o Cretin
Apesar da "troca de figuras" no palco dos shows da banda – afinal, Dan foi trocado por uma mulher de saias e meia-calça –, o que menos mudou na vida de Marissa foi no campo da música. Assim como sua família, os companheiros de Cretin estranharam a repentina mudança. A norte-americana tentou manter a banda, mas mesmo com o apoio de todos foi decidido dar uma pausa para que ela passasse o período mais complicado. 

Tudo isso aconteceu logo após o lançamento do primeiro disco do grupo, "Freakery", de 2006. A banda foi criada pelos amigos Dan e Matt Widener (baixo) em 1992, influenciada por nomes como Carcass, Napalm Death e Terrorizer, pilares do grindcore – o gênero surgiu no fim da década de 1980, misturando metal extremo, punk e hardcore. Após esse álbum e uma pausa, algumas reuniões ocorreram em falso, e agora o grupo está na ativa, ensaiando e compondo para um lançamento em 2013.
Marissa admite que toda a sua transformação impulsionou a fama do Cretin, mas não tem planos de usar isso na hora de compor e mesmo em sua atuação como vocalista em estúdio e ao vivo. "Ainda não escrevi nenhuma canção sobre o que passei e não acho que vou. Seria muito óbvio. Quanto à minha voz, uma cirurgia de mudança de sexo não a afeta em nada, e nem os hormônios, já que os tomei como adulta. Eu treinei minha fala normal (para soar mais feminina), mas ainda consigo fazer os antigos vocais guturais. [No Cretin,] sou basicamente a mesma", explica ela.
O Cretin só fez um show desde o "surgimento" de Marissa, mas o contato com os fãs e as apresentações com sua outra banda, o Repulsion, mostraram novidades para ela, algumas até lisonjeiras. "É verdade... Eu sou cantada muito mais hoje em dia! Nunca recebi uma cantada no passado, e hoje os homens realmente caem em cima", admite Marissa.

Do UOL



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Primeira gravação como Marissa foi com banda brasileira

Coube a uma banda brasileira a estreia de Marissa como vocalista, enquanto o CD novo do Cretin não sai. O The Black Coffins, de São Paulo, convidou-a a cantar na música Dead Planets, de "Dead Sky Sepulchre" (2012). "Sou fã do Cretin desde 2006 e acompanhei todo o processo meio que ao vivo por lá", diz o vocalista Thiago Vakka. "Desde o primeiro contato, ela sempre foi muito gente fina. Topou na hora, mandamos a música e dois dias depois ela me mandou a parte que sugerimos". Marissa é só elogios em relação ao grupo. "Eles são ótimos. Eu os conheci pelo Thiago, em uma entrevista para o seu blog e, quando ele me convidou, aceitei. Sentei em meu sofá, gritei na direção do meu iPad e mandei para eles (risos)", disse ela, uma fã de bandas brasileiras como Sepultura e Sarcófago.



 
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Gaiola das Popozudas: Veja as cinco transexuais finalistas do concurso

Está para chegar o processo final de escolha da dançarina transexual que vai integrar a Gaiola das Popozudas. De todas as canditatas espalhadas pelo Brasil, a produção de Valesca Popozuda selecionou cinco. São elas: Miquelly Pasqualoto e Paula Oliveira, ambas de Porto Alegre; Sefora Cristina e Viviany Beleboni de São Paulo e Estella Moura de Brasília. Valesca, que está em turnê nos EUA, participa de toda a seleção e até o final do mês baterá o martelo para decidir qual delas integrará seu time de dançarinas.

Do: EGO

Das cinco candidatas transexuais ao posto de dançarina de Valesca Popozuda, apenas duas não realizaram a operação de troca de sexo. A maioria já vive profissionalmente da dança e as que têm outro trabalho durante o dia atacam de bailarinas em casas noturnas. A escolha final da transexual que vai dançar na Gaiola das Popozudas acontecerá no final do mês, quando Valesca retorna de uma turnê dos EUA. Veja aqui a fichas de Miquelly Pasqualoto, Paula Oliveira, Séfora Cristina, Viviany Beleboni e Stella Trezzi.

 Miquelly Pasqualoto, de Porto Alegre… Aos 26 anos trabalha como secretária. Ja foi atriz erótica e é dançarina de boate a noite. Também é ex-estudante de biopatologia. Em Porto Alegre, sua cidade, é famosa nas festas, onde trabalha como dançarina desde os 22. Realizou a cirurgia de troca de sexo há dois anos e meio. Tem 1,68m de altura e prótese de silicone nos seios e nos glúteos. Nos seios traz 435 ml e no bumbum, três litros e meio.


 



Paula Oliveira, de Porto Alegre… é a única que fez cirurgia de redefinição sexual do grupo. Tem 23 anos, mede 1,80m, pesa 80 kg, tem 550 ml de silicone nos seios de três litros no bumbum. É dançarina de uma boate em Porto Alegre


Sefora Cristina, Nasceu em Manaus mora em São Paulo. Tem 27 anos. É a mais baixinha de todas as canditadas ao posto de dançarina de Valesca: tem 1,67 m de altura. Realizou a operação de troca de sexo há muitos anos. Trabalha com eventos e também é estudante de jornalismo. Atualmente mora em São Paulo.

 Viviany Beleboni, ja tem carreira como modelo. Natural de Torres, no Rio Grande do Sul, mora em São Paulo. Tem 24 anos, 1,81m de altura e pesa 74 kg. É modelo e dançarina na capital paulista e traz silicone nos seios e no bumbum. Ela também não fez cirurgia para a troca de sexo.


 







Estella Moura, de Brasília…  É cabeleireira durante o dia e à noite é dançarina de uma boate GLS. Ela mora em Brasília e tem 26 anos. Com 1,69m de altura e 68 quilos, só tem silicone nos seios, onde implantou 285 ml. Não realizou cirurgia de troca de sexo por considerar a operação muito agressiva.

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Transexual investe quase R$ 190 mil para se parecer com Britney Spears

A transexual Kara Hays gastou cerca de R$ 190 mil para ficar parecida com a sua ídola Britney Spears. Segundo o site "Mail Online", Kara, que nasceu Kody, fez uma cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos. A transexual, aspirante a atriz, passou por uma cirurgia de 14 horas para realizar a mudança de sexo.

Kara, hoje com 26 anos, já foi confundida com a musa pop até mesmo em fotos de paparazzi. A transexual teria tido até mesmo um colapso nervoso na mesma época que Britney e chegou a raspar o cabelo.
 
"Quando você se sente como uma menina presa no corpo de um garoto e você tenta se transformar, você quer divulgar a mudança. Sempre vi Britney como uma mulher forte, com quem todos os caras gostariam de ficar", declarou Kara.

A jovem que vive em Ohio, nos Estados Unidos, fez a cirurgia de mudança de sexo em 2002. Antes de assumir o corpo feminino, a  transexual de 26 anos se chamava Kody. Kara conta que antes de fazer a cirurgia foi muitas vezes confundida com uma menina. "Quando as pessoas diziam que podiam ver Britney em mim, era um grande elogio", conta a jovem fanática. A transexual afirma que raspou a cabeça, em 2007, na mesma época que a cantora. As informações são do "Mirror".

Com informações do SRZD e O DIA
 

Confiram a semelhança entre a estrela do pop, a americana Britney Spears, e a transexual Kara Hays.













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Travesti protagoniza novo clipe de Pet Shop Boys

Os Pet Shop Boys escolheram mostrar a história de uma jovem travesti no primeiro vídeo tirado do novo álbum da dupla, “Elysium”. A música é sugestiva já no nome: “Winner” (Vitorioso).
O clipe exibe a convivência de uma travesti com colegas patinadoras. Tudo é feito com muita delicadeza e mostra o poder da inclusão e do respeito. A música, linda, é uma trilha sonora perfeita. “Winner” já pode ser comprada na loja do ITunes. O álbum sairá em 17 de setembro.

Do Parou Tudo

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Gaiola das Popozudas: Miquelly Pasqualotto falta à apresentação


Primeira escolhida para disputar a vaga de dançarina transexual da Gaiola das Popozudas, Miquelly Pasqualotto, de 28 anos, não foi à apresentação das finalistas ontem, na Barra. É que a moça mora no Rio Grande do Sul e teria que arcar com as despesas. Mas, nos bastidores, o bafafá foi que o namorado, que seria italiano, descobriu que a morena fez cirurgia para mudar de sexo e ela não pôde bancar a viagem.

- Estou solteira — negou a dançarina. - Não fui porque estava sem dinheiro.
Apesar de ter faltado à sessão de fotos que apresentou outras sete concorrentes, Miquelly não abandonou o concurso.

Mickelly Miranda- Continuo disponível para dançar com a Valesca. Tenho muitas chances de ser a escolhida. Diferente de muitas que só querem subir ao palco para aparecer, eu faço isso porque é o meu trabalho. Sou dançarina profissional há 6 anos. Danço em baladas GLS e boates, faços performances nos “queijinhos”, como dizem - explicou a ex-estudante de biopatologia.

A dançarina também aposta nos atributos físicos.

- Tenho 1,68m e, por isso, não vou ficar desproporcional em relação à Valesca. Sou muito bonita e me cuido para ser feminina. Entre os tratamentos, estão quatro cirurgias: silicone no bumbum, prótese nos seios, preenchimento facial e plástica no nariz.

Do Extra
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Gaiola das Popozudas: Stella é até o momento a candidata mais ousada

 


Finalista transexual do concurso promovido por Valesca Popozuda, a dançarina brasiliense Stella é até o momento a candidata mais ousada. Ela afirmou, em entrevista ao jornal Extra, desta sexta-feira (6), que pretende cometer uma loucura caso vença a competição.
 




“Se eu ficar entre as três finalistas do concurso, vou subir a rampa do Palácio do Planalto nua”, provocou a dançarina, que compete ao lado de outras nove garotas transexuais e travestis.







Dona de um corpo escultural, Stella disse ainda que não tem receio de ir presa pela façanha. “[Se for presa] vou feliz da vida”, soltou.
A disputa, porém, deve ser difícil. O Virgula Famosos conversou com outras duas das finalistas do concurso: A carioca Priscila Reiis, que afirmou que se garante no rebolado, e Viviany Beleboni, modelo que pretende abandonar as passarelas para se tornar funkeira.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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