Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Estupradores usam aplicativos de namoro para atacar mulheres

"Mãe, você está doente faz tempo demais." Essa é uma reclamação que a advogada Cristina (nome fictício), 43, tem ouvido do caçula, de 7 anos, no último mês por perceber a mãe sempre triste e agora com 9 kg a mais.
 

A advogada Cristina (nome fictício), 43, estuprada por homem que conheceu pelo Tinder (Foto: Bruno Santos)
O peso extra foi efeito dos remédios profiláticos contra sífilis que teve de começar a tomar. Por causa disso, Cristina perdeu quase todas as suas roupas. "Me desculpe pelo atraso, não tenho mais roupa para vestir. Tive de revirar todo meu armário", afirmou à Folha após atrasar 40 minutos para a entrevista.
Cristina não está doente. Ela só não sabe mais como esconder a verdade do filho: que está se recuperando de um trauma após ter sido estuprada por um rapaz que conheceu no Tinder –um aplicativo de relacionamentos. Além do menino, Cristina também tem uma filha, de 11 anos, ambos frutos do casamento que terminou no começo do ano. Para a mais velha, a advogada contou tudo.
Pelo aplicativo para celular, os usuários se apresentam por meio de fotos e podem trocar "curtidas" entre si. Quando duas pessoas se curtem mutuamente, acontece o famoso "match" –quando só então o dispositivo permite o envio de mensagens ao outro.
"Fiquei vários dias conversando com o cara. E no dia 20 de agosto decidi sair com ele. Fomos para minha casa. Ele me obrigou a fazer sexo anal e eu não queria. Fiquei toda machucada", disse Cristina. O rapaz, segundo a advogada, se apresentava no app pelo nome de um jogador de futebol. Cristina nem suspeitou, até porque nunca foi muito ligada ao esporte.
Para ganhar a confiança dela, o homem chegou até a dar números de CPF e RG, o que tranquilizou a advogada. Tudo falso, o que, no entanto, ela foi saber só mais tarde, quando descobriu outra vítima do mesmo homem –neste mês de setembro. Essa segunda mulher foi à polícia, mas não quis dar entrevista. Segundo Cristina, o rapaz também agia, com uma identidade diferente, no Happn, outro aplicativo de namoro, semelhante ao Tinder.
PAQUERA
Camila (nome fictício), 19, passou por situação muito parecida no ano passado. Aconteceu quando a estudante topou assistir a um filme na casa do novo paquera que conheceu pelo Happn.
"Ele começou a alisar meu corpo e ia descendo a mão. E eu tirava. Mas ele continuou, até colocar a mão lá. Não consegui tirar a mão dele, não deu. Pedia para parar, mas ele continuou", disse a estudante. "Ele inseriu os dedos lá dentro e eu não conseguia fazer com que ele parasse."
Tanto o caso de Camila quanto o de Cristina aconteceram em São Paulo. Só na capital paulista, até agosto, foram registradas 1.574 ocorrências de estupro, maior índice dos últimos três anos.
A Secretaria da Segurança Pública paulista não sabe informar quantos casos aconteceram por meio do uso de aplicativos de relacionamento –que tiveram forte expansão no país nos últimos anos. A subnotificação também é frequente em crimes de estupro, por motivos como medo e vergonha das mulheres.
O Tinder, lançado em 2014, foi procurado pela Folha, mas não se manifestou. O Brasil é o terceiro país com maior número de usuários (10 milhões) da plataforma no mundo. O Happn afirma que a segurança do usuário é "prioridade" da empresa. Lançado em 2015 no Brasil, tem 5,4 milhões de usuários no país.
"Incentivamos que as pessoas sigam precauções de segurança ao conhecer alguém, incluindo se encontrar em lugar público e manter família e amigos informados", diz o Happn, que também afirma estar à disposição das autoridades para investigações.
A advogada criminalista Roselle Soglio, especialista em perícias criminais, explica que as penas em casos de violência sexual variam de acordo com o enquadramento do caso e podem chegar a 12 anos de prisão, segundo o código penal. "Em todos eles a lei determina reclusão. Não há penas alternativas", diz.
PROVAS
Em Manaus, a pedagoga Mariana (nome fictício), 26, também diz que foi estuprada depois de ter saído com um rapaz (militar) que conheceu pelo Tinder. Assim como Cristina, Mariana não foi prestar queixa na delegacia. "O rapaz que me estuprou sabia que não tinha como denunciá-lo. Ninguém ia acreditar em mim. Eu não tinha provas. Só as marcas no meu corpo", afirmou à Folha.
Mariana contou que o homem a levou para jantar em um apartamento que dividia com mais um casal de amigos. Depois de comerem, Mariana disse ter transado com o rapaz no quarto dele.
"Foi então que eu pedi um remédio para dor muscular. Ele voltou da cozinha com um copo de água e uma pílula. Tomei e em menos de 10 minutos apaguei. Só lembro de acordar com dores no ânus e marcas de mordidas nas costas e na bunda", disse.
A pedagoga contou que, zonza, começou a chorar e a se vestir. "'Deixa eu vestir você, bebê. Você pode se machucar', ele dizia para mim." Com ânsia de vômito, ela afirmou que começou a chorar mais alto e comunicou o rapaz que pediria um táxi.
Ele não deixou e pegou uma arma na gaveta, com a qual fez sinal de silêncio, já que a pedagoga estava fazendo muito barulho e poderia acordar os amigos no outro quarto do imóvel.
"Ele colocou a arma na bermuda e me levou para casa. No elevador, ficou segurando minha cabeça contra o peito dele e me beijando na testa enquanto eu chorava", afirmou Mariana. "Chorei não por tristeza, ou medo. Foi de ódio. Ele me estuprou porque realmente queria. Não tem nada a ver com sexo." 

Da FS
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Texto: Eu poderia... By Isa


Eu poderia beijar outras bocas que o prazer não seria o mesmo.

Eu poderia sentir outros abraços que o prazer não seria o mesmo.
Eu poderia olhar em outros olhos e não seria o seu.

Eu poderia buscar outros sons de voz para sentir o seu e ao ouvir sentiria a dor da saudade, pois nenhum outro conseguiria fazer comigo o que faz com o som da sua voz.

Eu poderia buscar outro corpo para dominar e sentiria que a textura da pele não era a mesma.

Eu me sentiria perdida em outra mulher, pois você que me trás felicidade plena.

Eu não poderia  desejar outra boca, não poderia desejar outros abraços, não poderia desejar outros olhos, não poderia desejar outra voz e outro corpo e o mais importante não poderia desejar outro amor, eu quero somente o dela e se eu tenho dela já me basta. 

By Isa Costa

Nota da Kátia: Recebi essa linda mensagem agora pela manhã da pessoa que tem me feito muito bem por existir. Isa... depois que você me tocou e me teve saiba que desde aquele dia em cada pedaço de mim, sempre haverá um pedaço de você. A dois, fazemos uma tempestade maravilhosa!
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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