Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Reflexões e Desabafos - Por que alguns homens se interessam por travestis?

Essa é uma pergunta frequente na mente de muitas pessoas. Ainda que o assunto, tomado muitas vezes como tabu, seja pouco discutido, o fato é que existem muitos homens que se interessam por travestis. E é difícil definir um perfil típico para eles ou estabelecer uma única razão para esse interesse.
Podemos dizer que as travestis são bonitas sim, claro que são! Muitas vezes temos a dúvida se são mulheres de verdade e isto traz uma grande curiosidade ao homem. Podemos ver alguns nas ruas em que olhamos com cuidado e ficamos pensamos: que linda mulher! Ao descobrir que esta mulher é na verdade um travesti, certamente muitos homens irão prontamente retroceder, mas alguns terão a curiosidade de buscá-las. Algumas travestis são tão parecidas com mulheres que se torna tarefa muito difícil para identificá-los (se tiver bebido a tarefa pode ser ainda mais difícil). Nesse link há vários exemplos disso (alerta, conteúdo adulto).

A vida agitada dos casais, muitas pessoas solitárias, vida sexual infeliz, falta de amor, são muitos os fatores que levam uma pessoa a se interessar por travestis. Vamos detalhar um pouco alguns dos motivos que levam os homens a procurar por estes profissionais do sexo.

O interesse por travestis é realmente muito frequente

Quem não lembra do ex-jogador Ronaldo que se envolveu com três travestis no Hotel Papillon em 2008 e acabou discutindo com uma delas e foram todos para a delegacia? A imagem do atleta ficou extremamente desgastada na época e houve também muita polêmica no caso.
Outro caso memorável foi o do tetracampeão Romário, que foi flagrado de mão dadas com uma travesti saindo de um show (veja aqui).
Os homens que se interessam por travestis são tantos, que provavelmente nem conseguimos imaginar. E para quem pensa que essa é apenas uma questão de opinião, uma rápida pesquisa sobre pontos de prostituição confirmam: frequentemente, os locais ocupados por travestis são tanto quanto ou até mais numerosos do que aqueles ocupados por mulheres. Parentes, colegas e amigos, é claro, “nunca sabem de nada”. Mas se esse interesse existe, e é tão mais comum do que imaginamos, talvez a atmosfera de anormalidade que se cria em torno dos travestis e daqueles que por eles se interessam tenha muito mais a ver com tabus da vida pública do que com justificativas da vida privada, não é mesmo?


Um leque muito mais amplo de possibilidades é atendido

Na verdade os travestis exercem uma sedução em muitos homens. Eles surgiram nos anos 70 usando saias minúsculas e seios exuberantes. Segundo a opinião de psiquiatras, os travestis gostam de agir e se sentir como mulheres. Não é apenas uma troca de sexo, é algo mais profundo e tem a ver com a autoestima do cliente e do travesti. Estes profissionais do sexo pensam que os heterossexuais que saem com eles são pessoas de cabeça aberta e podem simplesmente sentir prazer e ter um sentimento de amor, muitas vezes não encontrado dentro de casa.
Na verdade os homens veem os travestis como uma “mulher com pênis” e isto cria fantasias na cabeça deles. Muitos psiquiatras dizem que apenas os travestis podem ser tão femininos nas fantasias dos homens e isto é um grande diferencial.
Os travestis afirmam que muitos de seus clientes procuram por proteção, diálogo, carinho, enfim, procuram algo diferente que muitos deles não têm em casa. A transgressão é essencial e tudo que é proibido atrai, desta forma os homens preferem os travestis para sentirem-se amados e respeitados.
Muitos afirmam que desejo é desejo e não podemos reprimir ou explicar. O importante é respeitar estes profissionais do sexo e ter a mente aberta a relacionamentos futuros. Há vários casos de homens que preferem namorar travestis por darem a ele a proteção necessária no dia a dia.
Muitos homens não estão resolvidos em sua orientação sexual e procuram por estes profissionais, então o respeito deve ser dado e colocado em primeiro lugar. O homem casado ou solteiro tem o direito de ter relações sexuais com quem ele quiser desde que não haja preconceito de qualquer parte e seja um consentimento mútuo.
A questão é que travestis são tudo. Têm tudo. Isso, é claro, facilita muito na hora de satisfazer as mais diversas fantasias eróticas. E mais, os travestis assim são porque exatamente assim escolheram ser. Não estão submetidos aos padrões binários impostos para um ou outro gênero, com todos os moldes pré-estabelecidos que podem ou não agradar completamente um mesmo indivíduo. A consequência quase imediata desse “são tudo que querem e amam tudo que têm” é a sensação de que não apenas o travesti é capaz, como também aceita com mais prazer realizar quase tudo. E, seguindo essa lógica, o homem sente que não é apenas mais um cliente pervertido que paga para conseguir suas exigências. Ele também satisfaz, também sacia desejos. Está ali com alguém que também abriu mão de muito para saciar os próprios. Pode ser psicologicamente reconfortante realizar fantasias sem se sentir culpado ou julgado de alguma maneira.

Exemplo do escárnio de como somos frequentemente tratadas... 


Experimentar

É só pensar nas tantas fantasias eróticas que todos sabem que existem muito por aí. E elas são cultivadas, quase sempre, sem que nada precise ser revelado a ninguém. Buscando satisfazer esses desejos mais íntimos sem precisar se expor às pessoas que os cercam, alguns homens simplesmente recorrem a locais específicos ou sites que proporcionem essa experiência sem dificuldades. A vontade de provar um papel sexual diverso daquele que realizou a vida inteira, a curiosidade de saciar alguns desejos específicos sem abrir mão da imagem feminina ou a simples ambição de ter experiências diferentes… As causas podem ser as mais diversas, mas são todas como qualquer outra fantasia, com todas as particularidades que as caracterizam. No fim, nada além daquilo que todo mundo já sabe sobre sexo: os interesses estão por aí aos montes, e nem sempre é possível, ou necessário, justifica-los.

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Crossdresser: Saindo "vestida de mulher" Pela Primeira Vez

Eu nunca esquecerei a minha primeira vez saindo de "montada", mesmo que seja quase oito anos atrás agora. Eu ja me vestia em casa há muitos anos sempre que podia, mas eu nunca tinha saído 'en-femme' antes.

Algumas semanas antes, eu havia me juntado a um grupo local de crossdressing e finalmente tive coragem de participar de uma reunião da Tri-Ess. Na minha infinita sabedoria, achei que seria uma boa ideia sair pela primeira vez "vestido de mulher".

Fiz uma montagem simples para a ocasião. Vesti usava uma blusa azul sobre um jeans levemente feminino com um sutiã para os seios e apenas uma maquiagem leve. Com ansiedade, saio do meu apartamento, ansioso para descer rapidamente os dois lances de escada até meu carro sem ser visto.

Então, ao entrar no estacionamento, sou confrontado por 2 Policiais! (Pensei! Eles estão em todos os lugares - e eles estão atrás de crossdressers!). E eu estou vestida Eles notam meus seios e minha blusa feminina. Oh Deus!

Agora eu fui flagrada tudo estava acabado! Eu sabia que não deveria ousar me aventurar em "montada". Eu quase morri de constrangimento ali mesmo. Eu sabia que ia me meter em confusão, ou pelo menos uma repreensão severa.

Como depois constatei, o policial não estava fora do meu apartamento esperando para flagrar "homem vestido de mulher".Ele não me deu muita atenção. Entrei no carro sem problemas e fui para minha primeira reunião da Tri-Ess.

Sobre o medo exagerado do que provavelmente nunca acontecerá. Isso é o que eu experimentei na primeira vez em que saí de "vestida de mulher", e tenho um palpite de que não estou sozinho. Nossos piores medos raramente acontecem, mas passamos tanto tempo neles. É só quando estamos no momento em que o medo pode ser substituído pela alegria de expressar o próprio eu feminino.

Saindo "vestida de mulher" pela primeira vez - (outra experiência)

Algumas semanas atrás eu fui abençoada em levar minha boa amiga Vicki em sua primeira expedição crossdressing no mundo cisgênero. Ela havia visitado em o a Cidade Esmeralda (um clube transgênero local em Seattle) antes, mas deixar a segurança de estar em grupo era novo para ela.

Nós começamos a tarde com o almoço no restaurante chinês que nós tínhamos tudo para nós mesmos, e apesar de alguns sorrisos interessantes de nossos anfitriões era uma ótima maneira de facilitar o crossdressing em público.

Vicki realmente mostrou o domínio de seus nervos quando ela sugeriu uma rápida visita ao shopping. E convenhamos jantar em um restaurante deserto é uma coisa, andar por um shopping lotado é outra completamente diferente. Foi maravilhoso ver a sensação de alegria e realização em seu rosto quando ela deu um passo orgulhoso para o mundo como sua persona feminina.
Como foi sua primeira saida montada? Foi estressante, emocionante, alegre, libertador ou algo completamente diferente? Eu adoraria ouvir, comentar e me informar.



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Reflexão e Desabafos: Travestis e Transgêneros são marginalizadas

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"Muitas Travestis e Transgêneros são marginalizadas por se envolver a profissões ligadas ao sexo . Embora algumas estejam nessa vida por opção do chamado " Dinheiro fácil " (embora pelo que elas precisam aguentar eu não diria ser tão fácil assim) Muitas só estão vivendo essa vida porque não conseguem ingressar no mercado de trabalho por puro preconceito.

Muitas vendem seus corpos porque precisam comer, beber, pagar aluguel e contas , dar de comer aos seus filhos etc. Tudo porque muitos empregadores nos negam trabalho.

Porém São esses mesmos empregadores que muitas das vezes de maneira hipócrita nos procuram pelas madrugadas deixando suas esposas em casa em busca de nossos serviços após baterem com a porta de um emprego formal em nossa cara. Nada contra minhas amigas que vivem de seu corpo por opção.

Mas muitas de nós como eu queremos estar em uma Empresa mostrando nossa competência e profissionalismo... e não aturando... bêbados... drogados... bandidos... pelas madrugadas correndo risco de vida.

Se temos essa visão por parte da sociedade é porque a própria sociedade fecha as portas para nós. E como precisamos comer...beber...vestir...pagar as contas... bem advinha o que nos resta.

 Eu particularmente não sirvo pra viver na vida . Sou romântica demais pras ruas podres da madrugada. Mas ainda não passei por uma situação extrema pra saber até que ponto iria . E peço a Deus nunca passar pra descobrir. Que Deus me ajude a nunca me ver sem opção".

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Crossdressers têm festa própria em São Paulo

Quando recebi o convite da artista Luhly Cow para ser jurado de um concurso que elegeria a “melhor crossdresser" de uma festa em São Paulo, me assustei. Nunca tive proximidade com o grupo e a imagem que tinha até então beirava ao preconceito: fotos de “bundas peludas com calcinha publicadas nas redes sociais”.

Relutei ao convite num primeiro momento, até por esperar uma resposta negativa dos leitores, mas logo entendi que muitas vezes é preciso encarar o outro lado e se permitir a entender universos que ficam evidentes somente entre quatro paredes, em festas fechadas e em fotos de redes sociais.

E lá estava eu, em frente à festa Rainha Cross, no Bar Queen, no centro de São Paulo, com os preconceitos e conceitos deixados em casa. Logo no início a imagem preconceituosa dá vida a rostos maquiados, tensos e com muito medo. Deparo-me na portaria com três jovens CDs. De peruca, maquiagem e salto alto. Corriam e pareciam assustadas, intimidadas com a rua, com os olhares e com o preconceito que poderia bater a porta. 

Outra apareceu dentro de um taxi e, quando virei o rosto, já estava dentro da festa.

O espaço – já conhecido pela temática LGBT - conta com música eletrônica, clipes de divas internacionais nos televisores e pequenos grupos de CDs conversando nas mesas. A vestimenta vai desde vestidinhos “periguete” aos vestidos de gala. A maquiagem vai desde as primeiras montagens às profissionais de concurso. E não há regra ou padrão de público.  Teve até uma que estava de peruca, bermuda e... Tênis! Todas olhavam e riam.

No piso superior, figuras ilustres aguardavam o início dos shows e do concurso: a drag queen Kaká di Polly, a apresentadora Marisa Carnicelli e o apresentador Cazé Peçanha, que há pouco falou sobre crossdresser no programa A Liga, da Band, são algumas delas. 


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MAS O QUE É CROSSDRESSER?

O termo foi criado nos EUA e existe desde os anos 60. A princípio, era referido aos "homens, geralmente casados com mulheres e heterossexuais, que se realizavam em se vestir com trajes do universo feminino em algum espaço de tempo". E, depois, se desmontar e levar a vida como qualquer outro homem. No Brasil, não é uma prática apenas de héteros, tendo muitos gays e bissexuais praticando o crossdressing. E nem com um único discurso ou motivação.

“O que eu mais gosto é poder usar um vestido, sentir o tecido na minha pele, colocar peruca e desabrochar esse outro lado feminino em alguns momentos. Depois, tirar tudo e levar uma vida de homem, como qualquer outro”, declarou a CD Carla, que é um empresário em outros espaços. “Para mim, é um modo de vida e a possibilidade de viver o lado masculino e feminino”, concordou a amiga, que é bancário.

Enquanto a maioria dava as costas quando sabia que eu era jornalista, outras surpreendiam ao mostrar que, em alguns casos, a vivência crossdresser é um passo para se assumirem posteriormente travesti ou mulher transexual. A cartunista Laerte Coutinho, por exemplo, iniciou dizendo-se crossdresser. Hoje, com o guarda-roupa todo feminino e o contato com outros grupos de militância TT e definições, define-se como travesti ou simplesmente transgênero.

Bianca vê na cartunista uma inspiração: “Sou CD porque não tenho condições de me tornar uma travesti. É o meu sonho, mas minha família não me aceitaria”. “Não fico com uma aparência bonita para me assumir trans. Então me contento com esses momentos. Mas, para mim, desmontar, tirar o vestido, o esmalte e a maquiagem é o momento mais triste”. Chamam de síndrome da acetona.

Além disso, concorrendo no concurso havia uma pessoa que se reconheceu como travesti por uma década, mas que acabou desistindo pela transfobia. Hoje, ela se diz verdadeiramente feliz em espaços em que pode se montar e ser uma CD. "É onde eu respiro", limitou-se a responder.  


NOITE PARA SE SENTIR MULHER – SEM CULPA

A festa é produzida e comandada por Jaime Braz Tarallo, que encarna a personagem Lizz Camargo – cover de ninguém menos que Hebe Camargo. “Criei a festa há quatro anos, quando percebi que não havia um espaço social para elas em São Paulo, que tivesse estrutura adequada, com camarim para elas se montarem”, contou.

Segundo Lizz, o primeiro evento teve a presença de apenas nove CD, fruto do medo de serem flagradas e sofrerem preconceito. “Há resistência de algumas ainda, por culpa ou medo da visibilidade. É uma festa delicada, pois há cross que se programam para vir há três anos, mas ainda não conseguiram. Seja porque a esposa ainda não sabe, por medo e até por não entenderem a sua condição”.


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Ela, que também se considera cross e até é chamada de mãe por algumas, defende que luta é para que elas possam ter uma noite em que se sintam mulheres – e sem culpa. “Antes da Luhly surgir na minha vida, há um ano e meio, a Lizz não existia. Ela fez o make e, depois de dois dias, a internet estava bombando com todo mundo me dizendo: ‘Olha a Hebe’. Foi algo espontâneo e que eu adorei”.

No palco, Lana Miranda – artista transformista que é cover oficial de Carmem Miranda – arrasa nas performances.

CDZINHA É PEJORATIVO

- Posso falar CD para dizer crossdresser ou é um termo pejorativo?
- O termo CD não é ofensivo, mas CDzinha, sim.
- Sério?
- As CDzinhas, apesar de também se considerarem crossdresser, tem o fetiche alto e normalmente utilizando do crossdressing para promover encontros sexuais.
- Mas qual é o problema de partir para o lado fetichista?
- Nenhum, mas é que é bem diferente do princípio do crossdressing, que fala mais sobre arte.
- Para você ser crossdresser é fazer arte?
- É um estilo de vida. Pessoas que levam dois momentos e que transitam nos universos masculinos e femininos. Se você reparar aqui, as pessoas não estão pensando em fazer pegação, estão mais para vivenciar o lado feminino. Entende a diferença?
- Total!

CAZÉ PEÇANHA É HOMENAGEADO

Durante a festa, o apresentador Cazé Peçanha, que estava acompanhado da mulher Fernanda Thompson, foi homenageado, devido à reportagem que fez para o programa A Liga, da Band. Ao anunciar, Liz declarou que ele tirou as CDs das sombras.
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Muito simpático e aparentemente bem a vontade, Cazé tirou foto com vários presentes e declarou que a reportagem o ajudou a “harmonizar o lado masculino com o feminino”. Foi a primeira vez que entrei neste universo feminino, com bastante respeito. E tentei trazer a mulher que existe dentro de mim para fora.

O apresentador declarou que o ser humano divide as pessoas em tantos rótulos que, muitas vezes, algo que poderia ser unido está separado. Da experiência de se montar para a reportagem, ele declarou que pior parte foi a depilação. “Foi muito doloroso e quase desisti”.

Ao NLUCON, Liz comentou a declaração sobre as CDs quererem “sair das sombras”, uma vez que grande parte prefere, sim, o anonimato. “Referia-me ao respeito e entendimento que elas precisam ter delas próprias e pela sociedade. O anonimato que elas querem é de exercer o fetiche e numa noite de sonho. Mas muitas, quanto acabam as festas, não se conformam em ter de se desmontar”.

O CONCURSO

Ao todo foram 12 concorrentes, das cidades de São Paulo, Roraima, Santo André, Morro do Pinhalzinho, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Elas foram anunciadas por Luhly e desfilaram para a plateia com seus vestidos.

Diferente de outros concursos de beleza, não há padrões pré-definidos para participar, tampouco a cobrança de andar ou figurinos de miss. As candidatas têm de 18 a 43 anos, 1,67m a 1,84m, diversos padrões de beleza (magras, gordinhas, novatas, veteranas...) e apostas diversas de figurino.

Depois de vários desfiles – tímidos, desinibidos, desajeitados e até de modelos de passarela – os jurados deram os votos em público. Cazé Peçanha votou em Alyssa Brandão, o Neto Lucon votou em Playt Patricia, assim como Kaká di Polly. E os demais jurados deram o voto para Cynthia Andreia, tornando-a Rainha Cross.

Ela recebeu a faixa, tirou fotos e terá, entre as responsabilidades, bater cartão na festa e representar as crossdressers.

BATE-PAPO COM A RAINHA CROSS
Andréense ou Cynthia Andreia, 35 anos, projetista mecânico, solteiríssima, meiga e adora fazer amizade.


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- Me falaram aqui que crossdressers buscam o direito a um estilo de vida. Me explica?

A gente quer poder transitar nestes dois mundos sem problema nenhum, sem sofrer preconceito. O crossdressing pode ser encarado como um hobbie, um estilo de vida e para algumas pessoas também pode ser um fetiche. Mas no fundo queremos o que todos os transgêneros querem, sermos reconhecidas e podermos andar na rua livremente, se sentir a vontade com o gênero feminino, mesmo que temporariamente.

- Mas não se trata de uma luta pela identidade, como é o caso das travestis e mulheres transexuais, certo?

Não, pois a luta pela identidade é das travestis, transexuais, que são mulheres ou que vivem o gênero feminino 24h. Ele não faz parte da vontade da crossdresser, que vivencia os dois gêneros por determinado período. Apesar disso, não há rivalidade. Nós entramos como apoiadoras da luta e achamos legítima a luta. Até porque tem algumas cross que acabam se descobrindo travestis ou transexuais depois de um tempo.

- A Liz disse que o Cazé tirou as CDs do escuro. Mas o grupo não prefere justamente ficar às escondidas? Não é um grupo fechado?

Não queremos ficar escondidas de forma alguma, esse grupo tem que ser aberto, a maioria ainda fica se escondendo por medo exatamente dessa sociedade. E muitas também são casadas, namoram, a família não sabe, o emprego também não aceitaria este outro gênero. Mas no fundo sabemos que temos que nos mostrar para ampliar este grupo, para que a sociedade passe a nos ver com menos preconceito e mais aceitação. No meu trabalho, por exemplo, todos sabem que me monto, porém isso não interfere em nada. Até porque nunca fui montada para lá.

- E você gostaria de trabalhar montada?

Diria que sim, porque às vezes acordo tão menina que minha vontade é ir (risos).

- Existe diferença entre as CDs do Brasil e dos EUA?

Aqui noto que a maioria é gay ou bissexual, sendo que lá existe aquela questão de “serem homens heterossexuais que se vestem...”. Neste sentido, acho que estamos mais soltos. Eu sou sou heterossexual, ou seja, só me relaciono com mulher. 

- Como foi que você percebeu que era uma CD?

Costumo dizer que a gente não se descobre CD, nasce CD. Eu já curtia esse lado feminino desde criança mesmo. Sempre achei mais graça nas peças femininas que nas masculinas. E o interessante é que nunca fui afeminadinha, sempre curti mulheres... Mas o lado feminino me atrai demais, incluindo essa mudança temporária de gênero.

- Foi tranquilo o processo de se entender CD?

No início foi difícil, porque eu me achava totalmente diferente. Às vezes pensava: Será que eu sou travesti, será que eu sou trans? Mas depois de muito pesquisar, ler e conversar com outros iguais, me encontrei. Resolvei buscar amizade com outras CDs também para trocar experiências, ver novas perspectivas e abrir mais a minha mente também. Hoje, eu me considero dentro da categoria transgênero.

- Lembra a primeira vez que você se montou?

Com sete anos eu já colocava escondida as lingeries da minha mãe, tia e primas (risos). Mas quando realmente me montei por completo eu tinha uns 23 anos. E fui só evoluindo e tomando gosto cada vez mais por essa prática.

- O que acha da festa Rainha Cross?

Essa festa foi uma das maiores descobertas da minha vida. Me deu muita liberdade em fazer o que realmente é importante, que é ampliar minhas amizades com as cross, além de ajudar as iniciantes. O Jaime é um anjo de pessoa, um ser humano fantástico e tem me ajudado muito nessa minha caminhada. A festa realmente é um lugar para as cross se sentirem bem recepcionadas e serem tratada como Divas e Rainhas, por que ali é o momento delas.

- Como foi ganhar o Miss Rainha Cross?

Foi uma surpresa, porque tinha candidatas maravilhosas. Adorei! É uma responsabilidade grande representar essa classe.

- E miss pode beijar nas festas?

Só se não borrar o batom (risos).


Do NLucon - Por Neto Lucon
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Rio Crossdresser Club promove encontro "en femme" no Rio de Janeiro


O Rio Crossdresser Club, divulga através do Grupo UCD - Universo CrossDress composto por meninas do Rio de Janeiro promove encontro Crossdresser no próximo sábado dia 7 de julho de 2018, a partir das 19 horas no Wendaval da Lapa, um bom restaurante situado na Av. Gomes Freire, 663 no Centro do Rio de Janeiro. O encontro deverá contar com a presença da bela Sttefanne Camp Saint Vincent (entrevistada do programa "A Liga").

As interessadas devem confrmar presença através do link:

Para maiores informações favor enviar mensagem para

UCD - Universo CrossDress: Enviar uma mensagem ao organizador

 

 

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BDSM: Festa no Frágil Reino dia 14 de julho!!!


A querida Beth Andrade, também conhecida como Rainha Frágil promoverá no próximo dia 14 de julho de 2018, a partir das 20 horas o encontro sadofetichista Festa no Frágil Reino.

O evento conta com o apoio do Grupo BDSMCe e o patrocínio da Via Libido Sexsphop.

O evento contará espaço e equipamentos para práticas sadofetichistas para realização de cenas de dominação, podolatria dentre outras.


Maiores informações pelos telefones Beth 85 992478669 (whatsapp) e Via Libido 85 32429595 e 41413088.

O evento só permitirá a entrada de maiores de 18 anos.

O evento só permitirá a entrada de maiores de 18 anos.

By Kátia
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Reflexões que não são minhas mas poderiam ser...

Minha querida amiga Aline Ishtar fez um lindo post (aqui) no Facebook acerca da transição dela... 

Achei lindo e emocionante o texto dela que muito me tocou... 

Assim, depois de pedir autorização, achei por bem dividir ele com vocês que cultuam esse universo feminino das crossdressers...

Segue o post:


"Refletindo...🤔
Quando já se viveu 40 anos de um jeito e começa-se a viver experiências de outro, como no meu caso... uma vida toda de homem 👱🏻e de repente começa a experienciar vivências típicas femininas👩🏼, é tudo muito, muito diferente.
Pra quem nasce mulher é tudo normal. Elas não tem o fator de comparar. Elas não sabem como é diferente usar uma saia, um soutien, uma maquiagem💄, porque pra elas sempre foi assim. Elas desde pequenas sabem que quando crescer irão sair de salto alto👠, de batom. Elas vão furar as orelhas pra colocar brincos lindos e não pra se "subverter" como era antes com os meninos que faziam isso.
As meninas não sabem como é estranho usar uma sandália delicada, 👡unhas pintadas💅🏻... porque isso é parte da vida delas desde sempre.
Mas pra uma pessoa que viveu como homem, é tudo muito novo e estranho. Tudo diferente, sensações diferentes demais.
Lembro até hoje a primeira vez que usei um vestido fora de casa💃, na casa de um amigo. A sensação era de estar pelada. Já que a vida toda usei bermuda e camiseta. Um vestido de alcinha e comprimento no meio das coxas da uma fragilidade enorme. A saia mexendo, podendo subir com o vento. Os ombros de fora... tudo exposto. 👗
É algo a se acostumar.
E eu quero acostumar.
Quero sentir como se "sempre tivesse dito assim".
Sei que isso pode não acontecer. Já que metade da vida já passou e tive que viver como se fosse homem mesmo graças a este corpo em que eu vim.🙏🏼
Hoje entendo que sou mulher💖 e não é meu corpo que determina isso. É meu "eu" mais interior.💆
Não preciso de seios ou de salto alto, nem vestido pra ser mulher. Eu já sou. Sempre fui. Mas nunca aceitei.
Agora que sei quem sou, me aceito.
E quero usar as coisas porque gosto delas. Não porque eu preciso.
Sou mulher mesmo em roupas masculinas. Uma mulher sem seios ainda é mulher.💃💃
Mas ela aumenta, coloca, se cuida.
Hoje me sinto mais madura.
Aos poucos, isso pode e deve se manifestar.
Obrigada se leu tudo.
É um desabafo mesmo, uma constatação e uma satisfação as pessoas que me acompanham e me amam aqui pelo Facebook.
Não está sendo fácil, mas está sendo. Acontecendo !
❤️❤️❤️❤️💛"

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Como as coisas acontecem

Coletei 2 posts com boas dicas no blog da minha amiga Leozinha CD. Usei dois posts e mixei. Basicamente ela explana um pouco, como pode acontecer um encontro com uma Crossdresser e fala das atitudes que dos caras que nos procuram. Ela é uma CD experiente e as dicas delas são valiosas para as iniciantes que pretendem encontrar um parceiro via internet.

Olá Amores!!!
Hoje não vou contar nenhuma aventura, mas vou falar um pouquinho sobre como as coisas acontecem. Resolvi fazer essa postagem porque vez ou outra tenho me deparado com situações que considero, no mínimo, desagradáveis.

Tenho amigas, tanto mulheres, quanto CDs e esporadicamente nos encontramos ou fazemos festinhas privês com amigos e posto (quando autorizado, claro!) algumas aqui. Como rola essa questão? Nem sempre é algo combinado com antecedência, pode acontecer de surgir uma folga e dar certo ou de repente, pode ser algo combinado de longa data. As vezes conheço todos os que estão na festa com antecedência, as vezes não, é amigo de uma amiga. O que venho deixar claro é que tudo tem seu tempo.

Vez ou outra as pessoas entram em contato comigo no meio do dia querendo que eu arranje alguém para sair e fazer uma festinha no meu local. Primeiro, não moro só e nem sempre estou sozinha, portanto se quer realmente algo pense na possibilidade de ir a motel.

Segundo, tenho uma vida como qualquer outra pessoa, trabalho e tenho meus momentos de lazer. Não passo o dia inteiro em casa esperando as pessoas ligarem para fazer sexo, até porque então, escolhi não fazer programa justamente para poder escolher como e com quem gostaria de fazer sexo. No meu caso é diversão, nada contra quem leva isso como profissão, mas NÃO é o meu.

Terceiro, se você nem se dirige a mim direito e já vai perguntando pelas minhas amigas tenha a certeza de que a coisa não vai rolar. Não sou agenciadora, nem cafetina. Quer festinhas com tudo pronto? Vá em uma casa de massagem ou cabaré (como preferir) e contrate, pague por isso. Acredito que será maravilhoso!

Comigo as coisas são na base da conquista. Inicialmente conquiste seu espaço e só então as coisas podem acontecer. Quem me conhece intimamente sabe que adoro proporcionar prazer as pessoas e vê-las realizando suas fantasias, mas deixo claro: NÃO SOU OBRIGADA A NADA!

Então, meu queridos, vamos ter um pouquinho mais de bom senso. Não engorda e não faz mal, garanto!

Bjox!!!

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Dicas para sair com uma CD




Olá meninos, conversando com alguns meninos na internet, alguns dizem que sou meiga, carinhosa e educada já que algumas outras CD´s não são, procurei conversar com elas também e procurar entender o que passa na cabeça de algumas meninas e dos meninos, para isso tive que relacionar algumas coisas e estão abaixo listadas:
  • Primeiro, nem todas as cd´s curtem virtual, sexo fone, ou outras coisas do tipo, algumas curtem só real, outras só virtual e algumas curtem as duas coisas, portanto se não quiser ver uma menina com TPM, procure saber o que realmente ela curte, é mais fácil, facilita o entrosamento e evita demais a perda de tempo de ambas as partes.
  • Algumas meninas não conseguem ficar montadas em casa, pois não moram só dentre outras coisinhas.
  • Telefones podem ser trocados, quando o menino passa o telefone dele também isso deixa a menina mais segura, mais em casos como meninos casados ou com namoradas isso deve ser respeitado e aberta exceções.
  • Meninos que marcam, pegam telefone e não ligam, ihhhhhhhhhh  essa é a pior e mais falada reclamação, e depois vem com desculpazinhas, mesmo que não dê para ir por algum tipo de problema, vale sempre o respeito e manda uma sms né.
  • As meninas jamais vão sair com meninos que: não mostram foto e exigem ver a menina, que colocam fotos antigas e estão completamente diferentes, ou que coloquem fotos de outras pessoas. Eu pessoalmente já fui ao encontro de um menino que não era nada do jeito da foto que me mostrou, resultado da noite, deixei ele sozinho e no 5 contra um rsrsrsrsr.
  • Os meninos reclamam das CD´s que andam furando o encontro, meninas tomem jeito, a nossa classe jamais deve fugir de uma pica, fomos feitas para isso lembram do nosso juramento? Só paramos quando o menino não estiver com a pica em pé rsrsrsrs.
  • Na hora do rala e rola, não adianta mentir e falar que faz coisas que você não faz, isso é feio e acaba queimando o filme da pessoa que está mentindo, não tenha vergonha de falar o que curte se é ativo/passivo/flex, o que vale é ser sincero e curtir o momento a dois com toda a putaria que existe entre 4 paredes.
  • Sabemos que as meninas são gulosas então não minta em quantos centimetros você tem, afinal temos uma ótima fita métrica na língua que não mente nunca.
  • Fetiches especiais devem ser falados, até porque é bom saber o que a outra pessoa curte e ainda de quebra vocês podem gostar das mesmas coisas e fazer o sexo bem mais prazeroso para ambas as partes.
  • Procurem saber e definam como vai funcionar o local, se é casa ou motel ou lugares inusitados, algumas meninas gostam de lugares diferentes e podem sair de casa montada outras so podem se montar no local.
  • Nunca apresse uma menina na hora de se montar, se você gosta de uma putinha, sabe que isso ficará muito mais bonito quando a menina sai prontinha e perfeita, ela se sentira mais bonita e gostará muito mais de se exibir na cama para você.
Bem por enquanto foi isso que consegui resumir, mais ainda estou conversando com todos caso tenha mais alguma coisa eu adiciono a esse post mais tarde.
Bjos molhados Camilinha

Postado originalmente no blog da
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Muito tempo sem me montar...

Essa vontade que não cessa.
Essa impulsividade que não passa...
Sinto que poderia me virar do avesso!
E nem assim me livraria dessa desgraça.
Nay

😓😅😆😢😢😢😢😢😢😢

É sempre assim... passo muito tempo sem me montar começo a dar "defeito"... Mesmo abraçando minhas imperfeições e sabendo que elas me fazem a pessoa singular e original que sou, sigo passando por esses momentos de profunda tristeza e inquietação....😢😢😢😢😢 É muito duro não entender e não saber a resposta porque isso me aflige de tempos em tempos... Sei que todos estamos em busca constante por conhecimento, é isso que mantém nosso cérebro ativo, porém, infelizmente, nunca iremos alcançar a plena noção do que sou e do quanto me conheço... Nesses momentos, em que não sabemos a resposta eu escrevo e sou capaz de admitir minha limitação com humildade.😓😅😆😢

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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Ambiguidades...


Sou normal, sou estranha,
Sou fogo, sou gelo,
Sou amor, sou ódio,
Sou carinho, sou paixão,
Sou desastre, sou um furacão,
Sou amor, sou saudade,
Sou amiga, sou coragem,
Sou fraca, sou forte,
Sou sorrisos, sou choro,
Sou menina, sou mulher,
Sou boa, sou má,
Sou o vento, sou mar,
Sou a chuva a te molhar,
Sou carne, sou osso,
Sou doce, sou amarga,
Sou sol na estrada,
Sou fervor, sou quente
Eu sou o amor.
Paolla Cristiny 

😌😌😌😚😜😜😝😄😇😉😉🙂😊😏😏
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Reflexões e Desabafos - By Katia Steelman Walker: Critérios para Sair com alguem

Olá meninas tudo bem? Depois de inúmeros e-mail´s perguntando como escolho os meninos e quais os critérios para eu sair com eles, resolvi escrever um pouco sobre essa parte, não que ela seja a completa ou estarão todos os critérios (que eu na verdade nem chamo de critério, chamo de percepção).

1- Escolha o cara que te dê e te passe segurança e realmente saiba o que quer, caras do tipo, vamos ver, te pego e a gente dá uma volta de carro. (segurança se conquista com o tempo, alguns demoram mais e outros a segurança vem na primeira conversa)

2- Não os trate como só mais um, escolha pessoas que realmente tenha afinidades, que ache que valha a pena estar juntos, mesmo que se encontrem para somente sexo, depois da primeira transa, se o cara não tiver papo, vai ficar mudo, olhando para o nada esperando a pica subir de novo para meter. (triste!!!!!!)

3-Escolha alguém que realmente te proteja, uma pessoa que não irá te expor jamais, quando digo isso, me refiro a evitar pessoas que não saibam controlar e canalizar o próprio tesão, ligam para a sua casa, ligam para o seu celular várias vezes, fazem chamadas de vídeo pelo WhatsApp ou outros aplicativos sem perguntar antes se rola ou não, isso  acaba por você perder a sua individualidade e a sua privacidade, aposto que nenhum deles gostaria de ser importunado a tal ponto por vocês da mesma forma, então acho que nessa parte deve reinar o bom senso.


4- Caia fora de homens que tratem vocês como apenas um pedaço de carne (este mesmo conselho eu dou aos meninos), nunca na minha vida escolhi homem pelo tamanho da pica, embora as pessoas que não assistem o blog desde o início as vezes achem que escolho por corpo e pelo tamanho do pau, fazer sexo mal feito e ser tratada como uma pedaço de carne, prefiro mil vezes ficar bem acompanhada do meu vibrador, me trata bem, vibra na intensidade que eu quero, se me encher o saco eu desligo e para ir embora é só guardar na minha nécessaire.

5-Saia com quem joga limpo, e seja reciproca!!! A verdade sempre é a melhor coisa, eles com o tempo acreditarão na sua palavra assim como vocês na deles. Já recebi convite pra sair com um carinha que estávamos conversando a tempos e disse que não daria para sair naquele dia, ele me perguntou que horas voltaria e disse que não sabia precisar, ai veio a pergunta, vai fazer o que? 
Respirei fundo e disse a verdade, que já havia marcado de sair com outro e ele se assustou, e me perguntou como que eu falava isso? Respondi, poderia inventar mil desculpas, contar histórias, falar que estaria trabalhando, mais como senti e tenho afinidade com você e mantenho contato pois desejo sair contigo, prefiro ser sincera e falar a verdade, mesmo que me delete depois ou não queira falar comigo, sei lá, mais essa sou eu!!
Nos encontramos nas semanas seguintes, e nos conhecemos e foi tão bom, mais tão bom que a primeira coisa que ele fez, foi me dar um abraço super demorado e ficar durante um bom tempo, sentamos na cama e conversamos, o moleque sagaz, estava acostumado a sair com algumas cdzinhas que tinham local, falavam que estavam cheias de tesão e tal, a tantos dias sem sexo e quando ele chegava sempre tinha algum vestígio de alguma coisa, camisinha gozada, embalagem caída em algum canto ou ate esperma em lençol. Ou seja, mais um tratado como carne.
6- Agora vamos ao 6º item que me acabou por me fazer escrever esse post antes do tempo. O cuidado e o zelo, costumo brincar com os meninos que saio, falando, vocês cuidam de mim e eu de vocês, assim como eu, vocês sabem que nem tudo na vida é sexo! 
Já dei muito colo em horas ruins e já tive muito colo também, um colo so para ficar deitadinha abraçada esperando passar, já sai so para eles conversarem e ficarem chorando no meu ombro. Corra dos caras do tipo, vem que eu vou te dar rola que você vai melhorar!! Mentira!! Ele melhora o tesão, a virilidade e você continuará mal.
Se você se propor a dar carinho a algum menino um dia, seja verdadeira e não vá com segundas intenções. Como alguns meninos que saio e alguns poucos leitores do blog no Brasil e de alguns outros países sabiam, estava com um problema familiar de saúde que encerrou-se hoje.
Recebi um convite de um carinha, para sair ontem, disse que havia acontecido um  falecimento na família e que estaria acertando as coisas para o velório no dia seguinte, no dia do velório o cara manda mensagem da seguinte forma: -Melhor? -Afim de ganhar rola hoje? Como sou direta, clara e objetiva, perguntei se ele estava querendo saber se eu estava melhor ou se apenas havia mandado mensagem para perguntar de sexo, ele respondeu: Os dois. Na boa!! Ficaria muito melhor ele ter perguntado se eu estava afim de fazer sexo, do que tentar jogar uma falsa preocupação somente para perguntar o que queria. 
Fujam de pessoas que jogam para conseguir sua companhia, de quem faça com que vocês se arrisquem, de quem possa expor suas vidas, nenhum pau ou nenhum rabo vale a pena, procurem amigos para sexo ou amizade colorida, se for para ser apenas uma carne, se masturbe, é de graça, barato e vai na velocidade que você quiser rs.
Bem, queria agradecer as ligações, mensagens que recebi no whatsapp e no skype, mensagem que me ajudaram demais!!! Agradecer aos meninos do outro ladinho do mundo pelo carinho também, Ao Jhon que me ligou so para me ouvir chorar e com o tradutor ligado para entender o que eu falava, ao Jacob, Giovanni, giodano e por ai vai.
Esse post vai em homenagem a ela, que sabia que eu era cdzinha, assistia meu blog e dava pitaco em tudo, a ela que vivia e viveu intensamente da melhor forma possível, e que hoje esta voando por ai, como brincávamos: Capitotizando.
Mil bjinhos a todos Camilinha Lafert
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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