Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Priscila Reis: Transexual disputa campeonato feminino de fisiculturismo e trabalha em oficina

 
Ela chama atenção por onde passa. Gerente da oficina de troca de óleo do pai, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a fisiculturista Priscila Reis, de 26 anos, não suja de graxa as unhas bem pintadas, mas bota ordem na equipe masculina que controla. O que muitos clientes nem desconfiam é que a bela morena de 1,70 metro nasceu num corpo de homem e começou a transição sexual apenas aos 18 anos.

No início do mês, a moça ficou em segundo lugar num concurso de fisiculturismo feminino, em Saquarema. E entrou para a história do esporte ao se tornar a primeira transgênero brasileira a participar de uma competição apenas com mulheres cis (que se identificam com o seu gênero biológico). Ela ficou em 2º lugar.

— Tinha visto um caso na internet de um homem trans que disputou um campeonato com outros rapazes e passei a acreditar que era possível eu competir com outras mulheres. Procurei a IFBB- Rio (Federação Fluminense de Fisiculturismo e Fitness) e contei da minha vontade — explica Priscila.

Para a surpresa da atleta, a federação a autorizou a competir, mas fez algumas exigências:
— Falaram que eu precisava estar com a minha certidão já trocada para o gênero feminino e também pediram um teste mostrando que minha taxa de testosterona deveria ter menos de 10 nanomol. Foi muito bacana, porque os organizadores revelaram no final do concurso e não rolou resistência das outras meninas — conta.
Funcionária do pai, Priscila diz que precisou esperar um tempo para conseguir manter a boa relação que tem com a família, atualmente:
— No início foi bem difícil para eles entenderem a minha transformação. Mas, com o tempo, meus pais foram percebendo que não era uma questão de moda ou promiscuidade.

Era uma necessidade que eu tinha. Tanto que trabalho para ele. Priscila conta que ela mesma passou um período sem conseguir se aceitar e chegava a ficar com homens sem revelar que era transexual.





— Foi um período em que eu não tinha segurança comigo mesma. Mas, hoje em dia, isso já não é uma questão para mim. Sempre deixo clara a minha história. Tenho as minhas qualidades e apenas nasci num corpo errado — diz a fisiculturista, que não conta por nada qual era o seu nome de batismo: — Isso já não tem a menor importância na minha vida.

Por trabalhar numa oficina mecânica, Priscila diz que costuma lidar com muitas cantadas dos clientes, mas que tem um ótimo relacionamento com os funcionários:

— Muitos homens chegam aqui, pedem o cartão da loja e, quando vão embora, me ligam dando cantada. Há também os caras que fazem piadinhas, mas os meus funcionários são homens muito bem-resolvidos e me defendem muito.

Do Extra


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Lucy Clark: A Primeira árbitra transexual da Inglaterra

Era conhecido por Nick e apitava mais de uma centena de jogos de futebol masculino por época, nos regionais de Inglaterra. Depois de quase pensar em pôr fim à própria vida, Nick tornou-se Lucy Hale e este domingo tornou-se ainda a primeira árbitra transexual do mundo.
A árbitra, taxista de profissão, deu uma entrevista ao 'Sunday Mirror' em que diz ter esperança que as pessoas a aceitam por aquilo que ela é. Atualmente com 46 anos, Lucy é casada e tem três filhos, e admite que lutou 30 anos contra o género com que nasceu.

A primeira árbitra transexual do Reino Unido, Lucy Clark, apitou este domingo o seu primeiro jogo oficial de futebol feminino. Lucy Clark, de 46 anos, tem uma longa carreira na arbitragem de jogos de futebol semi-profissional e amador, com mais de 100 jogos arbitrados por época. Na altura era tratado por Nick. Lucy, que também trabalha como taxista, decidiu fazer uma mudança de sexo após uma "luta" de 30 anos que quase a levou ao suicídio. Casada e com três filhos, Lucy vai arbitrar jogos oficiais femininos mas pretende voltar a arbitrar futebol masculino num futuro próximo. A mulher acredita que não vai conseguir chegar ao nível que lhe permita arbitrar a primeira liga inglesa, mas espera chegar a patamares mais altos no futebol inglês.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/desporto/futebol/detalhe/primeira-arbitra-transexual-apita-jogo-de-futebol-feminino?v=cb
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A primera transexual na Superliga feminina de vôlei, entre a ciência e o preconceito


Um furacão, dentro e fora das quadras. Assim pode ser definida a trajetória tão recente quanto arrebatadora da ponteira Tifanny Abreu pelo vôlei brasileiro. Ela é a primeira mulher transexual a disputar a Superliga feminina, mas, além de levantar o debate sobre uma possível vantagem que levaria sobre outras atletas, seu pioneirismo não passou imune a manifestações de preconceito. Mensagens discriminatórias nas redes sociais se misturam a teses pretensamente científicas que insinuam um suposto oportunismo da atleta, como se jogar com mulheres cisgênero fosse uma escolha para sobressair pela imposição física. “Não tem nada de errado no que faço. Estou dentro das regras do esporte”, rebateu Tifanny após sua primeira exibição pelo Bauru.

De fato, o regulamento da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), em conformidade com diretrizes aprovadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em 2015, permite a participação de transexuais em competições oficiais. Não há sequer a exigência da cirurgia de mudança de sexo. No caso das mulheres trans, é preciso comprovar um nível de testosterona (hormônio masculino) abaixo de 10 nanomols por litro de sangue para competir na categoria feminina. A atleta só pode defender uma equipe após manter esse índice por pelo menos 12 meses consecutivos e, depois de estrear, deve passar por monitoramento frequente do nível de testosterona. Aos 33 anos, Tifanny cumpre os requisitos. Ela concluiu o processo de transição de gênero em 2015 e atualmente registra em torno de 0,2 nanomol de testosterona por litro de sangue.
Terminada a transição, como esperado em casos desse tipo, a atleta perdeu força muscular, resistência e velocidade devido ao tratamento hormonal. A impulsão, segundo ela, teria sido um de seus fundamentos mais afetados. Entretanto, boa parte da comunidade médica e especialistas do esporte entende que apenas o controle do nível de testosterona não é suficiente para colocá-la em pé de igualdade – ao menos no aspecto físico – com as outras atletas cisgênero. Como a transição de gênero só foi iniciada quando ela já tinha quase 30 anos, seu corpo se desenvolveu a partir da composição fisiológica masculina. Um diferencial que o tratamento hormonal, apesar das consideráveis perdas de testosterona, seria incapaz de anular. “Se tivesse feito o tratamento para a mudança de sexo mais cedo, ela provavelmente teria menos vantagens físicas em relação às demais atletas”, afirma a médica do esporte Karina Hatano.
Coordenador da Comissão Nacional de Médicos do Vôlei, responsável pelo parecer da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) que liberou Tifanny, João Grangeiro defende que ela não deveria atuar com mulheres cisgênero, mas, por falta de estudos científicos para embasar uma decisão contrária, chancelou a liberação da jogadora com base na norma do COI. “A diretriz médica que leva em conta apenas o índice de testosterona está aquém da complexidade do caso. De qualquer forma, é o único parâmetro que temos até o momento. E ele foi respeitado para liberar a atleta na CBV”, explica Grangeiro.

Recorrendo à retórica da biologia, a ex-jogadora de vôlei Ana Paula escreveu uma carta ao COI atribuindo a inclusão de transexuais no esporte feminino a uma “questão ideológica”. Segundo ela, a liberação de Tifanny configura “um grande deboche às mulheres” e pode incentivar o surgimento de um mercado de atletas trans, em que “homens biológicos ocuparão o lugar de mulheres nos times”. Por outro lado, ativistas sociais, militantes LGBT e especialistas em diversidade como Liliane Rocha, fundadora da Gestão Kairós, encaram como indignação seletiva os protestos que se dizem solidários às atletas cis supostamente injustiçadas pela concorrência com Tifanny, mas desconsideram o futuro da jogadora trans caso seja impedida de disputar a liga feminina. “Estamos diante de um caso emblemático”, diz Liliane. “Vejo as reações negativas à presença da Tifanny muito mais como um reflexo de preconceito do que um levante pela igualdade no esporte. Se não jogar no feminino, o que ela vai fazer da vida? O acesso ao trabalho é um direito básico. Mas há pouca gente se preocupando com ela nessa história.”
A especialista em diversidade também rejeita a hipótese de que homens passem a mudar de gênero somente para integrar modalidades femininas, ressaltando que, antes de se aventurarem pelas quadras, transexuais precisam lutar pela sobrevivência. A expectativa de vida de pessoas trans no Brasil é de 35 anos, metade da média nacional. De acordo com levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, uma pessoa trans é assassinada a cada 48 horas no país. Para Liliane, é nesse contexto, de marginalização e violência, que a inclusão de Tifanny precisa ser assimilada, descartando ainda a criação de uma categoria específica para transexuais, já que há poucos casos semelhantes ao da ponteira do Bauru no esporte de alto rendimento – o que contribui para a escassez de estudos científicos sobre a questão do desempenho. “Em todo mercado de trabalho, o profissional trans ainda enfrenta muitas barreiras. Essa realidade se reproduz na esfera esportiva. Parte-se do princípio de que todo homem é forte e toda mulher é fraca. Por que, em vez de julgamentos precipitados, não sugerem à Tifanny um teste de força, para checar se ela leva tanta vantagem assim como dizem?”, questiona.

Tifanny jogando pelo Dero Zele-Berlare, time masculino da Bélgica.
 
Hoje, Tifanny se enxerga como “uma mulher forte”. Ela estreou pelo Bauru no último dia 10 de dezembro. Em seis jogos na Superliga, alcançou uma média de 4,8 pontos por set, igualando a marca da oposta Tandara, do Vôlei Nestlé e da seleção brasileira, que é a maior pontuadora do torneio. Antes de iniciar o processo de transição de gênero, levava o nome de batismo, Rodrigo Pereira de Abreu, mas era conhecida como “Rodrigo Pará”, em referência ao estado onde foi criada. Chegou a disputar a Superliga masculina no Brasil antes de ir para a Europa. Passou por equipes de Portugal, França e Holanda. Em 2016, com a transição de gênero concluída, defendeu o Dero Zele-Berlare, time da segunda divisão masculina na Bélgica, mas sentiu o declínio físico causado pelo tratamento hormonal e decidiu interromper a carreira.
Naquele mesmo ano, Alessia Ameri tornava-se a primeira mulher trans a disputar um campeonato de vôlei feminino na Itália. Na temporada seguinte, Tifanny recebeu autorização da FIVB para seguir o mesmo caminho e fechou com o Golem Palmi, da segunda divisão italiana. Sua estreia, em fevereiro de 2017, causou furor semelhante ao despertado no Brasil. Logo no primeiro jogo, entrou em quadra no segundo set e comandou a vitória de virada da equipe. Jogadoras, treinadores adversários e até o presidente da liga reclamaram de sua “estrondosa imponência física”. Equipes rivais chegaram a ensaiar inclusive uma ação conjunta na Justiça esportiva para impedi-la de jogar. “Tifanny perdeu quase 40 centímetros de impulsão no salto. Precisou adaptar todo seu estilo para a dinâmica do vôlei feminino. Não é algo simples”, conta seu ex-técnico na Itália, Pasqualino Giangrossi. “Ela é quase perfeita tecnicamente, não se resume à potência física. Isso precisa ser considerado.”
Após uma temporada no Golem Palmi, Tifanny voltou ao Brasil para se recuperar de uma cirurgia na mão. O Bauru ofereceu tratamento à atleta e, meses depois, acertou sua contratação. No entanto, o regresso ao país de origem, agora como uma mulher trans, não lhe blindou de sofrer a mesma resistência – e os mesmos preconceitos – que enfrentou na Itália. Em sua carta ao COI, Ana Paula disse que várias atletas da Superliga estão descontentes em dividir quadra com uma jogadora transexual. Técnicos adversários do Bauru já expuseram publicamente a contrariedade diante do início arrasador da ponteira. As queixas começam a surtir efeito. Na última quarta-feira, Annie Peytavin, presidente da comissão médica da FIVB, ratificou o aval a transexuais na modalidade, mas admitiu que a decisão pode ser revista a partir de novos estudos. O COI também prometeu reavaliar suas diretrizes nos próximos meses.
Enquanto isso, Tifanny resolveu não conceder mais entrevistas nem participar de programas de TV. Pretende evitar a superexposição e, de acordo com a assessoria de imprensa do Bauru, quer “manter o foco em treinos e jogos”. Mesmo em silêncio, ela continua sendo, até quando permitirem, o grande símbolo de representatividade da pessoa trans no esporte brasileiro.

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Volei: Tiffany será primeira transexual a atuar na Superliga

A ponteira/oposta Tiffany, primeira transexual brasileira a atuar no vôlei feminino após concluir o processo de mudança de sexo, vai reforçar o Vôlei Bauru na Superliga 2017/2018. A atleta chegou ao time bauruense em julho deste ano, após encerrar sua participação na temporada com clube da segunda divisão italiana. Desde então, ela permaneceu treinando regularmente com o elenco.Inicialmente, as pretensões de Tifanny com o Vôlei Bauru eram apenas as de recondicionar-se fisicamente e, tão logo entrasse em forma, retornar à Europa, onde já atuou por equipes de diversos países. No entanto, a boa receptividade não só do time bauruense, mas também dos torcedores, e o fato de ficar mais perto dos familiares pesaram para a atleta recuar de sua ideia de voltar ao Velho Continente e formalizar contrato até o final da temporada com o Vôlei Bauru.
“O surgimento do Vôlei Bauru em minha vida foi muito legal porque, mesmo na Europa, eu sempre acompanhava os jogos. E, quando recebi o convite para vir para o time me recuperar, fiquei muito feliz e não pensei duas vezes. É um time guerreiro que luta muito e espero que possa ajudar e só somar a esta equipe tão batalhadora. A liga feminina brasileira é uma das mais fortes do mundo e o meu nível não é diferente de nenhuma das meninas e sei que terei muitas dificuldades contra as quais terei de lutar para ajudar a equipe. Estou muito feliz com este acerto, pois, além de voltar a atuar no meu País, ainda vou estar mais perto dos meus familiares”, destaca Tifanny. E acrescenta:
“Minha expectativa é ótima. Já tinha até esquecido como era jogar aqui no Brasil com o calor e a vibração da torcida brasileira. Pude ver isso quando acompanhava o time nos jogos aqui e fora e sempre fui muito bem recebida, até mesmo pelos torcedores de clubes adversários. Estou muito feliz com a forma que fui recebida não só pelo Vôlei Bauru, mas também com os torcedores e estou esperando que consiga desempenhar bom papel.”
Após anos atuando na Europa, Tifanny ressalta que sua maior dificuldade no processo de readaptação foi com o clima brasileiro, bem mais quente em relação aos países europeus.
“O processo de recuperação após a cirurgia na mão esquerda e o retorno ao Brasil foi lento, mas foi bom. Tive de me adaptar tanto com a alimentação como com o clima, pois aqui é bem mais quente e eu já estava adaptada ao clima da Europa. O calor realmente está sendo a parte mais difícil, mas temos de nos adaptar né, assim como fazem as estrangeiras que vem atuar aqui no Brasil. Afinal de contas, sou brasileira e joguei durante muitos anos aqui no calor e não é possível que agora não vá conseguir”, enfatiza a atleta, aos risos.
Carreira
A goiana Tiffany, atualmente com 33 anos, nasceu Rodrigo Pereira de Abreu e já havia disputado as edições masculinas da Superliga A e B no Brasil e outros campeonatos masculinos nas ligas da Indonésia, Portugal, Espanha, França, Holanda e Bélgica antes de fazer a transição de gênero, concluída quando defendia um clube da segunda divisão belga. E, no início deste ano, recebeu permissão da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) para competir em ligas femininas, tendo disputado a temporada pelo Golem Palmi, time da segunda divisão da Velha Bota.

Do O Dia

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Curitibana é a 1ª trans autorizada a jogar em times femininos no Brasil


A curitibana Isabelle Neris, de 25 anos, é a primeira transsexual autorizada no país a jogar por times femininos de vôlei. Na quinta-feira (2), atleta foi liberada para competir em torneios ligados à Federação Paranaense de Vôlei (FPV). No domingo (5), ela já estreia oficialmente em um time feminino em um torneio amador de São José dos Pinhais, na Região de Curitiba.

Também já tem jogo oficial da FPV marcado para o time das “Voleiras”, equipe que Isabelle faz parte. Entre os dias 20 a 24 de março, as jogadoras competem pela Taça Curitiba.
“Estou bem animada, a Taça é um evento de grande porte; a ansiedade bate por saber que é o meu primeiro jogo oficial realizado pela federação”, relatou.
A atleta foi liberada para jogar após uma reunião com a FPV, na quinta. Isabelle apresentou a identidade social e o documento de mudança de nome civil, além de exames hormonais que comprovam que seu nível de testosterona é igual aos de outras atletas da modalidade.
Trâmites legais
Para receber liberação para os campeonatos federais, a parte administrativa das “Voleiras” entrou em contato com a federação depois da atleta demonstrar interesse nas competições oficiais.
“Sempre apoiamos em tudo e começamos a correr atrás dos meios legais para que ela pudesse participar oficialmente”, informou uma das representantes das Voleiras, Ildeane Baldo Schiochet.
Conforme superintendente da FPV Jandrey Vicentin, não há nenhuma regulamentação oficial para casos como o de Isabelle, que é o primeiro do país. “É um fato novo. No documento dela, consta sexo feminino e nós quisemos garantir os direitos civis dela”, disse.
Além disso, Jandrey relatou que fez um pedido de ajuda para a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para que um estudo científico seja feito para casos como esse. A intenção é garantir ainda mais os direitos esportivos e civis para pessoas trans.


Inspiração e determinação
A atleta entrou para a equipe em maio de 2016 e a inspiração para continuar a treinar veio por parte da jogadora de vôlei Tiffany Abreu, que é brasileira e conseguiu permissão da Federação Internacional de Vôlei para atuar entre as mulheres na Itália.
“A Tiffany jogava em um time masculino e, depois, vi que ela conseguiu a liberação para entrar em um feminino. Foi o estopim para que eu não desistisse desse sonho”, contou.

Isabelle já participou de dois torneios amadores e de categoria mista. Ou seja, em cada time jogam três homens e três mulheres. De acordo com ela, a organização de cada competição amadora cria suas próprias regras. Nessas disputas, ela teve que apresentar exames hormonais para comprovação de que poderia entrar na cota feminina.

A atleta disse ainda que viu a desistência de muitas mulheres transsexuais na modalidade e que isso fez com que ela persistisse ainda mais. “Nós devemos correr atrás do que queremos, somos a geração da mudança. As pessoas vão querer nos barrar, mas não devemos desistir se aquilo é o nosso sonho”, desabafou.
Torneio
O time de Isabelle joga no, às 12h, no Ginásio Cobra, em São José dos Pinhais. O torneio é organizado pelo Galatasaray Voleibol. No campeonato, os jogadores usam um uniforme com a hashtag “#SomosTodosIsabelle”. A ação é em resposta ao preconceito sofrido por ela em um dos jogos que participou.

Do G1
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Michael Sam admite que é homossexual

Michael Sam, astro do futebol americano universitário e cotado para ser uma das grandes estrelas profissionais do esporte na próxima temporada, declarou ser homossexual, em um vídeo divulgado pelo The New York Times. Ele pode se tornar assim o primeiro jogador assumidamente gay da liga profissional de futebol americano dos Estados Unidos, a NFL.
 
“Sou Michael Sam. Sou um jogador de futebol (americano) e sou gay”, disse Sam, que joga na defesa. “Quero apenas possuir minha própria verdade antes que alguém revele uma história a meu respeito.”
 
Organizações de apoio aos homossexuais elogiaram a revelação feita por Sam. Sarah Kate Ellis, presidente da entidade Glaad, disse que o jogador “reescreveu o roteiro para incontáveis jovens atletas”.
 
“Com a aceitação de pessoas LGBT crescendo em nossas terras – nas nossas escolas, igrejas e locais de trabalho -, está claro que a América está pronta para um astro do futebol abertamente gay”, disse ela em nota.
 
A NFL colocou em seu site um comunicado dizendo admirar “a honestidade e a coragem” do jogador, de 24 anos. “Qualquer outro jogador com capacidade e determinação pode fazer sucesso na NFL. Estamos ansiosos por recepcionarmos e apoiarmos Sam em 2014.”
 
O atleta deve ser recrutado por um time da liga e tornar-se profissional depois de se formar em dezembro na Universidade do Missouri, onde atuava na equipe da universidade, o Mizzou Tigers. 
 
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Larissa e Lili Maestrini, do vôlei de praia, se casam com festão no Ceará

Lili e Larissa 01Depois de tornar público o relacionamento, Larissa França e Lili Maestrini, do vôlei de praia, se casaram. A cerimônia ocorreu na noite de sábado, na praia do Porto das Dunas, onde fica o Beach Park, famoso parque aquático em Fortaleza, no Ceará. As duas usaram vestido branco e carregaram um buquê. 

O evento contou com a presença de familiares e amigos do casal. As fotos foram postadas por Lili em seu perfil no Facebook. A jogadora de 25 anos não segurou a emoção e escreveu “Amo mto!!!” em sua conta.
Lili e Larissa 02Larissa, já aposentada das areias, e Lili estão juntas há mais de dois anos. No último dia 10, aniversário do namoro, elas se declararam pela internet e tornaram público o romance.
“Hoje é nosso dia, paixão!! Momentos maravilhosos e inesquecíveis! Deus é maravilhoso comigo, agradeço a ele todos os dias por ter me dado você. Vivemos, aprendemos, crescemos, brincamos, sorrimos... E o mais importante é que em todos esses momentos você estava comigo. Te amo cada dia mais e tenho muito orgulho de ser sua namorada. Você é maravilhosa!!! Se cuida pra mim, tá? Beijos”, escreveu Larissa na época. 

fonte: Extra - Via Mundo Alternativo
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Larissa e Lili, do vôlei de praia, assumem namoro

É amor, assumidamente. A ex-jogadora de vôlei Larissa França revelou estar namorando a também atleta Lili Maestrini. A divulgação do relacionamento amoroso foi feita pelo Facebook de Larissa, onde a desportista aposentada publicou fotos e lembrou de momentos marcantes com a namorada.

"Hoje é nosso dia, paixão!! Momentos maravilhosos e inesquecíveis! Deus é maravilhoso comigo, agradeço a ele todos os dias por ter me dado você. Vivemos, aprendemos, crescemos, brincamos, sorrimos... E o mais importante é que em todos esses momentos você estava comigo. Te amo cada dia mais e tenho muito orgulho de ser sua namorada. Você é maravilhosa!!! Se cuida pra mim, tá? Beijos", escreveu Larissa.

A quilômetros de distância, na Suíça, Lili respondeu à declaração da companheira pela internet. A jogadora está no país Circuito Mundial de vôlei de praia.

"Mais um ano de muito amor! Cada dia mais feliz... Coração acelerado só de pensar em você! Eu não vou parar. Eu vou mimar você até quando eu puder. Se isso é um defeito você pode até pedir pra eu parar. Mas isso é tão bom. Eu cuido de você, você cuida de mim. Se existe outro jeito, eu prefiro assim. E quer saber, eu vou te amar. Assim, você quem vai cuidar de mim. Eu cuido de você e enfim. Amor não vai faltar", publicou Lili.

Do SRZD


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Adriano prestigia evento de MMA na Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro

Como o famoso ditado “o bom filho à casa retorna”, o atacante Adriano voltou as suas origens na Vila Cruzeiro, favela do Complexo do Alemão. Mais magro e ainda sem um clube, o Imperador levou sua alegria em visita a comunidade na qual nasceu e foi criado, no último domingo, mesmo dia que aconteceu a final entre Brasil e Espanha, no Maracanã, pela Copa das Confederações.
O jogador acompanhou a etapa final do Favela Kombat, campeonato de MMA realizado em comunidades do Rio de Janeiro. Quando Adriano entrou no local, o alvoroço entre os presente foi grande. Crianças, jovens e até a rainha da bateria da Porto da Pedra, Alessandra Mattos, e a Mulher Abacaxi posaram ao lado do atacante, que não negou nenhum registro de foto.
No entanto, ele pareceu totalmente incomodado ao posar com as mulheres. O jogador não abraçou nenhuma das moças, como mostram as imagens.

 Jogador deu atenção a cada um dos moradores que foram até o evento de MMA Foto: Paulinho Pas / Divulgação
 O atacante Adriano posa com um fã no evento Favela Kombat, na Vila Cruzeiro Foto: Paulinho Pas / Divulgação

Jogador fez a alegria de jovens que gritavam seu nome e queriam tirar fotos com ele Foto: Paulinho Pas / Divulgação

 O Imperador posou também com a Mulher Abacaxi Foto: Paulinho Pas / Divulgação

 Adriano posa com Alessandra Mattos, a rainha de bateria da Porto da Pedra Foto: Paulinho Pas / Divulgação

O atacante não escondeu a alegria de voltar a sua comunidade Foto: Paulinho Pas / Divulgação

Do Extra

Depois de examinado fisicamente pelos médicos do Internacional e ser recusado pelo clube de Porto Alegre, o atacante Adriano apareceu mais em forma no último domingo (30) no Favela Kombat, evento de MMA realizado no Complexo do Alemão, na cidade do Rio de Janeiro. Sorridente, o craque posou ao lado de diversos fãs, incluindo a Mulher Abacaxi, transexual que se apresentou como ring girl no show.
Sem nenhum acerto com clubes, Adriano segue curtindo sua “aposentadoria” forçada e, possivelmente, temporária. Aos 31 anos, Adriano está noivo da estudante de odontologia Renata Fontes, 23, que recentemente revelou que está grávida de uma menina.
Nas últimas semanas, os assessores do atleta divulgaram que foram procurados por clubes do Oriente Médio, mas que as negociações também não evoluíram.
A última especulação sobre o futuro do atleta dava conta que o clube francês Ajaccio também estaria interessado em sua contratação.

Fonte: Portal Click Com informações do R7
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UFC anuncia primeira luta entre atletas homossexuais em 20 anos de história

Liz Carmouche, desafiante de Ronda Rousey em fevereiro, foi a primeira atleta da franquia a assumir publicamente que era homossexual
Jessica “Bate Estaca” 01O UFC já foi acusado de ser uma organização homofóbica, mas a coragem de duas guerreiras pode ajudar o evento de Dana White a se livrar de vez desta marca. Liz Carmouche, desafiante de Ronda Rousey em fevereiro deste ano, foi a primeira atleta da franquia a assumir publicamente que era homossexual. A brasileira Jessica “Bate Estaca” Andrade, sua adversária no dia 27 de julho, no UFC on FOX 8, segue pelo mesmo caminho.

“Não tenho vergonha de me assumir sexualmente. É uma escolha que cada um faz para si. Eu acho que se as pessoas têm preconceito, cada um tem sua opinião de pensar. Eu sou feliz do jeito que sou”, disse a lutadora.
O confronto entre as atletas, que juntas possuem 17 vitórias e apenas cinco derrotas no MMA, será transmitido na FOX nos Estados Unidos, o que promete gerar repercussão história ao primeiro duelo entre atletas homossexuais, e certamente ajudará a quebrar barreiras.
Dana White, chamado de homofóbico diversas vezes, elogiou a postura de Carmouche no início do ano.
“Eu adorei o que ela fez. Muitos dizem que sou homofóbico, e estou longe de ser isso. É ridículo. Eu acho ridículo que estamos em 2013 e o governo ainda diz que não podemos ter duas pessoas do mesmo sexo se casando. Quem é o governo para dizer que duas pessoas podem se amar, mas não podem se casar?”, protestou o cartola.
Feb 23, 2013; Anaheim, CA, USA;    Ronda Rousey and Liz Carmouche during their UFC women's world bantamweight championship bout at the Honda Center. Mandatory Credit: Jayne Kamin-Oncea-USA TODAY SportsPronta para o showSobre sua primeira oportunidade no UFC, Jessica mostra confiança. A atleta, que tinha três lutas marcadas no Brasil, disse estar preparada para competir com as melhores do mundo.

“Me considero pronta. Vou chegar lá e fazer um show para a galera”, disse a atleta, revelando que se surpreendeu com a contratação. “Não imaginava agora, esperava mais pra frente. É uma alegria muito grande representar não só a equipe, mas o Brasil”.
“Bate Estaca” reconhece que o fato de ser a primeira mulher brasileira a pisar no octógono traz responsabilidades a mais, pois abrirá as portas para que outras lutadoras possam seguir seu caminho, como é o caso de Amanda Nunes, que também tem contrato com a organização.
“Me sinto muito feliz e ao mesmo tempo tenho muita responsabilidade por ser a primeira mulher do Brasil no UFC, então todo mundo espera que eu vá muito bem. Pressão vai sempre ter. Não importa o evento, a pressão existe de todos os tipos”.
Carmouche vem de derrota para Ronda Rousey, mas surpreendeu ao quase finalizar a atual campeã do UFC com um mata-leão no início da peleja. Com um triunfo em sua estreia, Jessica espera figurar entre as melhores da divisão.
“Tem essa chance, sim, de estar entre as melhores. Ganhando dela já é uma oportunidade a mais de disputar o cinturão para frente”, sonha. 

Do: TATAME - Via Mundo Alternativo

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Favela Kombat: Tem transexual 'Mulher Abacaxi' como ring girl

Depois da lutadora Fallon Fox, o MMA agora tem uma nova transexual, mas, desta vez, do lado de fora das grades. Neste sábado, o Favela Kombat irá trazer uma iniciativa inovadora. Uma de suas ring girls será a "Mulher Abacaxi".

Não é a primeira vez que o Favela Kombat inova na escolha das garotas que anunciam os rounds. Na última edição do evento, realizada em março, a participação especial foi da "plus size" MC Carol, que interpreta o hit "Minha Vó Tá Maluca".

 Claudinho Carvalho, que promove o evento, mostrou bastante entusiasmo com o Favela Kombat, que, além de apresentar ring girls diferentes do padrão, ajuda atletas de lugares carentes a conquistar seu espaço.

“Estou cada mais empolgado com o show, porque o resultado está me surpreendendo a cada dia. É um evento simples e muito objetivo, que dá oportunidade para os atletas mostrarem o que treinam e aprendem, quebrando preconceitos”, afirmou.

Do Yahoo

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Após revelar que é gay, pivô da NBA se surpreende com ligação de Obama

O pivô Jason Collins, que se tornou o primeiro homem gay a assumir a homossexualidade em uma das quatro principais ligas profissionais de esportes dos Estados Unidos, disse que foi surpreendido pela reação positiva.
"É incrível, você apenas tenta viver uma vida honesta e genuína e de repente você tem o presidente te ligando", disse Collins ao programa "Good Morning America", da emissora ABC, nesta terça-feira.
Collins disse que o presidente dos EUA, Barack Obama, foi encorajador na conversa telefônica que tiveram.
"Ele foi extremamente solidário e disse que estava orgulhoso de mim, e que isso não afetaria apenas a minha vida, mas as de outros daqui para frente", afirmou. 
Questionado sobre a dimensão da reação a sua decisão de revelar ser gay, Collins disse: "É um tanto surpreendente... Eu nunca me propus a ser o primeiro."  
O pivô de 34 anos revelou sua sexualidade em um artigo publicado pela revista "Sports Illustrated" na segunda-feira, e disse estar feliz agora que havia feito a revelação.
"Eu sei que eu, agora, estou mais feliz do que já estive em toda minha vida", disse.
Collins atualmente está sem time, depois de atuar por Boston Celtics e Washington Wizards na última temporada regular da NBA, mas disse esperar que futuros companheiros de equipe o recebam bem.
"Espero apoio dos meus companheiros, porque é o que eu faria pelos meus companheiros de equipe. A equipe é como uma família, e a NBA é como uma irmandade, e espero que por isso mesmo nós apoiemos uns aos outros dentro e fora da quadra", disse.
Questionado sobre qual conselho daria a um jovem gay que espera jogar na NBA, Collins disse que ele deveria se concentrar no esporte.
"Não importa se você é gay, mas a questão importante é o basquete. Trata-se de trabalhar duro, de se sacrificar pela sua equipe", disse. 
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Robbie Rogers diz que escondeu ser gay por medo de ofensas no vestiário

O meia-atacante americano Robbie Rogers, que se declarou homossexual em fevereiro deste ano e deixou o futebol no mês seguinte, afirmou em entrevista ao canal ABC, dos Estados Unidos, que escondeu por tanto tempo sua orientação sexual por medo de sofrer ofensas homofóbicas nos vestiários. O último clube do atleta de 25 anos foi o Leeds, da Inglaterra, do qual foi liberado em janeiro.
Rogers contou que já passou por situações semelhantes desde a época de colegial, e não quis correr o risco de ser novamente discriminado como profissional.
Segundo o jogador, que ainda cogita voltar a atuar profissionalmente, é "quase impossível" ser gay assumido no mundo do futebol, onde há "um estereótipo de que você precisa ser um homem viril, dar trombadas, bater nos outros caras". O americano disse que precisou se adaptar ao "mundo macho man" do esporte.
Rogers afirmou também que assumiu ser homossexual porque foi "criado para ser uma voz, para ser único, não para seguir um bando". Filho de família "conservadora e católica", o jogador disse que cresceu ouvindo que ser gay "não era natural, era um pecado", e isso o "assustava muito". O meia-atacante tem 18 partidas e dois gols marcados com a seleção dos Estados Unidos.
Do Terra

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Lutadora transexual enfrenta problemas para lutar no MMA feminino

A lutadora Fallon Fox está gerando polêmica nos Estados Unidos ao solicitar sua licença para competir no MMA feminino. Isto porque Fox nasceu homem mas em 2006 passou por uma cirurgia para mudança de sexo.

O desempenho da atleta vem sendo colocado em questão faz um tempo, mas, no último sábado (2), o assunto foi retomado após Fallon ter derrotado a adversária Ericka Newsome em apenas 39 segundos.

Muitos acreditam que a transexual não deve lutar na categoria feminina, já que tem a força de um homem. Fox, no entanto, garante que é uma mulher como outra qualquer e que não existem nenhuma vantagem.

http://2.bp.blogspot.com/-AYeLEe8l5rM/UTdyaeZxrgI/AAAAAAAAMWU/r1G9UbtaiN4/s1600/Fallon+fox+collage.PNG

A atleta afirma ter recebido sua licença para lutar junto à Comissão Atlética do Estado da Califórnia após ter apresentado exames que comprovaria ser transexual.

“Nosso departamento jurídico está investigando as informações que constam da ficha de inscrição de Fallon Fox”, disse Sandi Copes Poreda, diretora de comunicação da Comissão de Boxe do Estado da Flórida, à revista “Sports Illustrated”.

Após toda essa polêmica, a lutadora  teve sua licença temporariamente suspensa e só poderá voltar a competir quando tiver aprovação jurídica.

Fallon tem um combate marcado para o dia 20 de abril.  

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Fetiche: Gay Fighting

gay bdsm fightingNovidade nenhuma imaginar que combate corpo-a-corpo entre homossexuais seria erótico e excitante no sentido literal da palavra. O avanço da internet está facilitando cada vez mais encontrarmos parceiros para atividades pouco conhecidas ou divulgadas. Uma atividade que está crescendo de maneira bem expressiva na Europa, América do Norte e Ásia é a luta Erótica ou Gay Fighting. Há várias modalidades de combate corpo-a-corpo usadas com propósito erótico e sexual, as mais conhecidas são luta greco-romana, wrestling, boxe, jiu-jitsu  e artes marciais mistas, mais conhecidas pela sigla em inglês (MMA).

Nos combates, há a necessidade de dominação ou rendição de um dos participantes, o vencedor pode escolher como prêmio sexo pós-luta da maneira que ele estipular, o perdedor terá que se submeter aos desejos do vencedor. Há a situação que o vencedor opta por não querer sexo com o perdedor, apenas submetê-lo a tortura, humilhação  e submissão. O grande diferencial desse fetiche é que a cópula não é o prêmio, e sim ter o oponente sob suas vontades.

Na maioria dos casos, as lutas são excessivamente agressivas e violentas. Os lutadores estipulam suas predileções para o combate e o desafiante escolhe de acordo com a severidade dos golpes que podem ser infringidos. São muito comuns socos bem agressivos na boca do estômago, rosto, chaves de pescoço, braço e pernas que só são paradas quando o oponente pede a rendição e aceita a derrota. O juiz pode determinar se o oponente está lutando para ganhar ou está com intenção de ser derrotado. Caso isso aconteça, ele será desclassificado podendo nem participar novamente dos torneios.

Existe tantos fatores sedutores e fetichistas nestes combates _desde os uniformes até o estereótipo másculo suado e com cheiro de vestiário de clube de futebol_ que a testosterona da arena contagia a todos. Raramente alguém está excitado no momento da luta. Nem todos combates são públicos, já existem vários perfis em sites de relacionamento gays (www.recon.com é um deles) direcionados para FIGHTING privados, onde o contexto sexual é bem mais explícito podendo ocorrer, de acordo com os participantes, lutas nus ou semi-nus, de saqueiras (jocks) ou uniformizados. Sempre são pré-acordadas regras e punições.

A maioria dos praticantes ainda prefere combates dentro de casa, na Europa e América do Norte muitos já fazem de um de seus cômodos um pequeno ringue, mas já estamos começando a ter arenas gays com combates e algumas com a punição pós-combate públicos.

Aqui no Brasil ainda estamos engatinhando em relação a essa abertura. Alguns demonstram interesse em luta comentando o fato em perfis de relacionamento. No site Recon você tem a opção de colocar FIGHTING como principal interesse, isso faz com que você se conecte ao site já na sala dos interessados em lutas, em qualquer cidade que entrar. Em outros sites, você pode usar do artifício de colocar seu interesse no nick ou na sua descrição, isso facilitará encontrar pessoas com mesmo interesse. Se for conversar com alguém de fora, lembre-se de deixar claro quando é iniciante para evitar levar uma surra violenta muito acima do que você imagina. Para os ineressados e já praticantes de combates corpo-a-corpo que costumam viajar para o exterior, toda quarta sexta-feira do mês, na cidade de Manchester (Inglaterra), acontece no “Manchester Evening News Arena (que é arena GAY coberta mais movimentado do mundo), o festival mais movimentado de Gay Fighting chamado “UP NORTH”. Acredito que lá apenas aconteçam os combates, mas é onde se encontram os gays interessados no assunto. Em São Francisco (EUA) há um local chamado EAGLE TAVERN onde os adeptos e interessados em FIGHTING costumam se encontrar. Em Nova York tem um local chamado NON_KINK ARENA onde alguns gays enrustidos competem nas lutas, mas não é uma arena gay propriamente dita.


fonte: MixBrasil - Via: Mundo Alternativo
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Ex-soldado troca de sexo e é autorizado a disputar torneio de basquete

Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo.
 Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos.
A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. 
Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. 
Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. 

Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Do UOL
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/esporte/2013/01/07/ex-soldado-alemao-troca-de-sexo-ganha-aval-para-disputar-torneio-de-basquete-e-gera-polemica.jhtm
Gabrielle Ludwig nasceu na Alemanha com o nome de Robert, mas nunca sentiu-se bem com o próprio corpo e chegou, até, a tentar suicídio. Quando completou 50 anos, porém, entendeu o que sentia e realizou o desejo de mudar de sexo. Nesse meio tempo, ela jogou basquete universitário, ingressou na marinha, serviu aos EUA na Guerra do Golfo, tornou-se analista de sistemas e teve três filhas e dois casamentos fracassados. Hoje, Gabrielle gera polêmica na liga feminina de basquete universitário dos Estados Unidos. A transexual conseguiu na justiça aval para disputar a competição pelo Mission College, da Califórnia, instituição que apoia e defende a atleta. As reclamações e atitudes preconceituosas, porém, são constantes. Segundo o jornal americano US Today, a atleta quis voltar a jogar basquete, o que não fazia há 30 anos, logo após tornar-se transexual, em julho de 2012. Ela entrou em contato com o técnico do Misson College, Corey Cafferata, que riu ao saber da história, mas lhe explicou como poderia conseguir retornar à carreira de atleta. Gabrielle teve que tirar nova certidão de nascimento e se inscrever em algumas matérias da universidade para, então, garantir permissão judicial para competir. Ela conseguiu vaga na equipe e compete com garotas entre 18 e 22 anos, que reclamam das vantagens físicas de Gabrielle, por ser mais alta e mais forte que as demais. Por diversas vezes, times rivais e pais de atletas reclamaram de Gabrielle e questionam a presença dela na competição. Árbitros e competidoras já chegaram, até, a deixar de cumprimentar a transexual antes dos jogos. Mas se depender da justiça americana, da paixão de Ledwig pelo esporte e do apoio das companheiras, ela continuará jogando. “Parem de falar besteira e vejam ela jogar”, diz Felicia Anderson, companheira de clube de Gabrielle. Estamos em 2012. A vida não é como era em 1920. O mundo mudou”.

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Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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