Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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7 dúvidas sobre identidade de gênero

Existe diferença entre transexual e travesti? O que é identidade de gênero? Uma pessoa que nasceu homem pode ser mulher? Essas e outras dúvidas vêm à tona quando falamos sobre diversidade sexual. Por isso, a SUPER conversou com Edith Modesto, que é terapeuta, escritora e especialista em diversidade sexual e questões de gênero. Em 1999 ela fundou o Grupo de Pais Homossexuais (GPH) que atualmente é formado por mais de 200 brasileiros. Veja as respostas:
1. O que define exatamente a transexualidade?
O “ser mulher”, com um corpo de homem; um “ser homem” com um corpo de mulher. Nesses casos, há um processo de mudança física possível que dependerá da vontade de cada transexual.
2. Dentro da diversidade sexual, são muitos os termos que encontramos? Quais são eles e o que significam?
Heterossexuais: se sentem atraídos sexual e/ou afetivamente por pessoas do gênero contrário ao seu.
Homossexuais: se sentem atraídos sexual e/ou afetivamente por pessoas do gênero idêntico ao seu.
Bissexuais: podem se sentirem atraídos por pessoas do gênero masculino, ou do gênero feminino.
Assexuais: não se sentem atraídos sexualmente por ninguém.
Em relação aos gradientes de gênero, temos muitos termos: cross-dresser, drag queen, drag king; andróginos, trans não binários etc.
3. Qual a diferença entre uma travesti e uma transexual?
Antigamente, a travesti era conhecida como uma pessoa que se sentia homem e mulher ao mesmo tempo. Por isso, não queria fazer a operação. Hoje, a diferença é social e política. Sabemos que há gradientes (graus) de masculinidade e feminilidade (gêneros) não atrelados completamente ao biológico. Quando a pessoa se sente uma mulher em um corpo de homem e é de classe econômica e social mais simples, ela é denominada travesti. Geralmente, essas pessoas não têm nenhuma oportunidade na vida e se tornam profissionais do sexo para sobreviverem. Quando a pessoa com essa questão de gênero pertence a uma classe social e econômica mais alta, ela é denominada transexual. Quem não tem essa questão é denominada cissexual.
4. As pessoas confundem, às vezes, identidade de gênero com orientação sexual. Você pode explicar qual é a diferença?
Na “orientação” ou “condição” sexual, a pessoa é hétero, bi, homossexual ou assexual. Identidade de gênero refere-se ao gênero com o qual a pessoa se identifica: saber-se masculino(a) ou feminina (o) e em que graus. Essa condição pode mudar no decorrer da vida.
5. Conversamos com a Renata e com a Thais. As duas optaram por não fazer a cirurgia de readequação sexual. A Renata se diz mulher enquanto que a Thaís afirma ser transexual (por não nascer com as condições biológicas femininas). Como funcionam esses termos?
De modo geral, a pessoa transexual é aquela cujo corpo (do ponto de vista biológico) possui características masculinas e se sente do gênero feminino, ou possui características biológicas femininas e se sente um homem. O motivo pelo qual Thais não se diz “mulher” (porque não nasceu com características físicas femininas) é eminentemente político. Ela é uma militante que usa esse recurso na luta para que a transexualidade seja aceita como uma categoria e as pessoas transexuais “existam”.
6. Qual a principal (ou principais) dúvida em relação à diversidade sexual que chega até você no dia a dia?
A diversidade sexual continua a ser avaliada muito negativamente. Portanto, continua a dificuldade de autoaceitação pelos jovens da homo ou bissexualidade e a dificuldade de aceitação desses filhos diferentes por seus pais.
7. Como você acha que o Brasil (tanto governo como sociedade) tem lidado com a diversidade sexual?
Da parte do governo, muito mal, pois políticos brasileiros, sendo o Brasil um país laico pela constituição, fez parcerias com religiosos fundamentalistas. A sociedade parece estar tentando se defender contra isso, pois o assunto está a cada dia mais presente nas mídias.







 
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Professora de canto que nasceu hermafrodita luta para mudar documentos

Há dez anos, a professora Júlia Jorge de Oliveira, de 38 anos, abriu os olhos no dia do seu aniversário e sentiu que estava, enfim, “curada de um grande mal”. A mineira de Juiz de Fora, na Zona da Mata, nasceu intersexuada, condição mais conhecida pelo termo “hermafrodita”. Depois de anos de questionamentos sobre seu corpo e um longo processo de autodescobrimento, ela passou por uma cirurgia e pôde se transformar na mulher que desejava ser. Mesmo assim, ainda luta na Justiça para conseguir documentos com a nova assinatura.
Júlia conta que foi registrada e criada como um menino. Como na época a medicina ainda não tinha tantas alternativas, os pais da professora fizeram de tudo para que ela vivesse uma infância normal. No entanto, a chegada da adolescência a colocou em um turbilhão.

—Com as aulas de ciências, que mostravam o corpo humano, eu comecei a me tocar, me ver e questionar: o que eu sou?
Ela ainda investiu em várias alternativas para reforçar suas características femininas: chegou a tomar anticoncepcionais. O diálogo em casa era complicado e, por isso, Júlia manteve um diário durante este período.
—Meus pais sempre foram muito discretos e cuidadosos com isso, eu tinha liberdade com eles, mas era difícil. Sempre foi mais difícil para lidar com a minha mãe, porque ela se culpava por não saber como resolver isso.
Como menino, ela precisou se alistar para o Exército, mas o médico do quartel notou as diferenças no corpo de Júlia e a orientou sobre sua condição. A partir daí, a professora sentiu ainda mais convicção para mudar a mentalidade e passou a se vestir e portar cada dia mais como mulher.
—Eu já trabalhava em uma escola e sofria pressão naquela época para me assumir. Meus alunos me viam como mulher na rua e lá na instituição eu era o “tio Ju”. Eu ia vestida discretamente para trabalhar, mas já saía feminina para ver meus amigos e meu namorado.
Foi uma de suas alunas, de 80 anos, que contribuiu para que a mudança ocorresse. Comovida com o desabafo de Júlia, ela encaminhou a professora para o Hospital Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, , onde Júlia realizou a operação que considerava “um sonho distante”. Feliz e casada há 20 anos, ela se considera sortuda por trabalhar com música, mas espera ansiosa a permissão judicial que vai fechar um ciclo de transformação.
— A música aceita a diversidade de uma forma muito mais fácil e coerente. Meu trabalho sempre me deu força de buscar o meu ideal e resolver a situação, de ser mulher e me assumir. Sempre tive este suporte.

Do R7
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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