Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Livro afirma que Da Vinci era gay

O próximo livro do escritor e jornalista americano Walter Isaacson já tem data para chegar às livrarias dos Estados Unidos: será em 17 de outubro.

Isaacson, que já foi editor da revista “Time”, é autor de uma série de biografias sobre personalidades dos mais variados campos como Steve Jobs, Benjamin Franklin, Albert Einstein e Henry Kissinger.

Em sua próxima obra ele vai abordar a vida de Leonardo Da Vinci, considerado um dos maiores gênios de todos os tempos. 

Depois de pesquisar vários documentos e até mesmo os diários do artista italiano, Isaacson deverá apresentá-lo aos leitores como um “gay vegetariano nascido fora do casamento e que sofria de déficit de atenção”, o que certamente irá causar barulho.

Em tempo: intitulado simplesmente “Leonardo Da Vinci”, o novo livro de Isaacson será publicado no Brasil pela editora Intrínseca até o fim do ano. 

Do UOL - (Por Anderson Antunes)
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Travestis: Muito Além das Ruas

Travestis Muito Além das Ruas
Recentemente lançado, livro dos autores Felipe Moreira, Ingrid Costa, Aline Cebalos, Vanessa Vianna e Fernanda Charlois retrata o universo travesti da maior capital brasileira.

Realizado com apoio do Edital ProAC para Culturas LGBT, da Secretaria de Estado da Cultura, do Governo de São Paulo e lançado pelas editoras Alley e Saraiva, o livro aborda o polêmico e complexo mundo das travestis na cidade de São Paulo. São histórias reais de quem passa uma vida inteira tentando provar que não é inferior a ninguém, mas sim seres humanos únicos e que, como todos nós, têm suas diferenças e particularidades. É possível conhecer histórias como a de Ioio Vieira de Carvalho, na época em que tomava hormônios femininos e circulava pela Rua Amaral Gurgel, no Centro de São Paulo.
O livro relata que travestis podem estar nas ruas, fazendo programas, sem nenhum julgamento moral, mas que são muito mais que objetos sexuais e estão muito além das ruas.

Confira entrevista com um dos autores clicando aqui.
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Romance sadomasoquista 'Cinquenta tons de cinza' vira febre

  Fenômeno literário sem precedentes, com quase 40 milhões de livros vendidos em poucos meses, "Cinquenta tons de cinza", romance erótico com tons de sadomasoquismo, escrito por uma mãe de família de 49 anos, está prestes a superar todos os recordes do mundo editorial.
"Nunca antes um livro destinado a um público adulto tinha vendido tanto e tão rápido", informou a Random House, editora do livro em inglês.
Por enquanto, só os sete volumes de "Harry Potter" superam a história de Anastasia Steele e Christian Grey, o lascivo casal da trilogia de E.L. James.
Assim como J.K. Rowling, autora da saga "Harry Potter", E.L. James (cujo nome de batismo é Erika Mitchell), é britânica.
Mas até agora ninguém tinha ouvido falar desta executiva de televisão, inventora de um novo gênero literário, híbrido entre o romance açucarado e o erotismo sem tabus.
Seu protagonista, Christian Grey, é um enigmático multimilionário que, segundo diz o livro, "não deve nada ao Davi de Michelangelo".
O personagem poderia ter saído de um romance banal, se ele não desse uma surra na jovem virgem Anastasia pouco depois de conhecê-la e antes de convidá-la a encarnar uma "dominante-submissa", com referências a chicotes e algemas da parafernália sadomasoquista.
A trilogia de 1.500 páginas, que começa com "Cinquenta tons de cinza" e segue com "Cinquenta tons mais escuros" e "Cinquenta tons de liberdade", leva o leitor a descobrir os cinquenta tons de cinza da atormentada alma do multimilionário.   Um objetivo que a cada dez páginas é interrompido com a "explosão dos sentidos" dos protagonistas em jogos eróticos de alta voltagem, com grande riqueza de detalhes.

E.L. James (foto), que disse ter se inspirado na saga "Crepúsculo", publicou trechos de sua trilogia em uma "fan page" da série americana para adolescentes, antes de editar "Cinquenta tons de cinza" como livro eletrônico em maio de 2011.
Muito em breve, centenas de milhares de pessoas baixaram os volumes na web.
"Em 6 de março de 2012 nos propuseram o livro (...), o avalizamos em uma noite (...) e em 12 tínhamos concluído a cessão de direitos", contou à AFP Susan Sandon, diretora executiva da Random House.
Uma 'velha história de amor com muito sexo'Há cinco meses, "Cinquenta tons de cinza" vende como pão quente. Foram 31 milhões de cópias em inglês, 20 milhões nos Estados Unidos, onde algumas livrarias, a princípio, recusaram o livro por considerá-lo "inadequado".
"Quinhentos mil vendidos por semana na Grã-Bretanha!", exclamou Jon Howells, da livraria Waterstones em Londres, onde a trilogia ocupa uma estante muito visitada.
Um total de 43 países comprou os direitos, disse à AFP a agente da autora, Valerie Hoskins.
"Cinquenta tons de cinza" tem diálogos "improváveis", um enredo "fraco" e "repetições irritantes", condena o jornal The Guardian, como a maioria dos críticos.

No entanto, muitos leitores não esperam uma obra-prima e se mostram especialmente satisfeitos por encontrar este tipo de literatura nas livrarias e não nas estantes escuras de "sex shops".
"Não consigo largar o livro", afirmou a jovem britânica Janine. "Apesar do estilo terrível, não consigo parar de ler!", acrescentou outra leitora.
"É uma velha história de amor, mas com muito sexo", observou uma terceira, entre as 4.500 pessoas que enviaram sua opinião ao site da Amazon no Reino Unido.
Os sexólogos e os críticos se perdem em conjecturas ao analisar o fenômeno.
"As pessoas se apaixonam porque hoje estamos prontos para realizar nossos desejos", explicou Michelle Bassam, sexóloga de Londres.
"Muitas mulheres veem filmes pornô para aprender sobre certas práticas", relatou. "Antes, tinha-se a impressão de que esta não era uma opção", concluiu.

No entanto, tanto a editora quanto os livreiros confirmam: os homens também são fisgados pelo magnetismo de Christian e Anastasia.
"O que nos surpreendeu é vermos pessoas que nunca compram livros se lançarem (sobre 'Cinquenta tons de cinza')", destacou Sandon, da Random House.
Polêmicas à parte, E.L. James já trabalha em seu próximo livro, um segredo guardado a sete chaves na casa a oeste de Londres que a autora divide com seu marido há mais de vinte anos e os dois filhos adolescentes.

Do G1




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Jack, o Estripador era mulher que queria vingança, diz livro


Um novo livro causou polêmica ao afirmar que Jack, o Estripador era, na verdade, uma mulher. O autor de Jack The Ripper: The Hand Of A Woman ("Jack, o Estripador: a Mão de uma Mulher", em tradução livre), o advogado aposentado John Morris, 62 anos, defende que a galesa Lizzie Williams era o "monstro de Whitechapel". 
 
Talvez você já tenha ouvido falar no Jack Estripador, mas tenho quase certeza que nunca parou para ler ou assistir (ouvir) qualquer coisa sobre o assunto, então vamos apresentar os fatos. No ano de 1888 East End (bairro judeu no leste de Londres) assassinatos aterrorizaram os cidadãos do que é hoje uma das maiores cidades do mundo, as principais vítimas eram as garotas de programa, que eram encontradas bêbadas ou haviam bebido e tinham  ventre dilacerado e os órgãos extirpados, outro fato marcante nos assassinatos era o corte profundo na garganta deixado por Jack.
 
De acordo com a obra, a mulher matava suas vítimas por vingança porque não podia ter filhos, tendo arrancado o útero de três delas.
Lizzie era mulher de Sir John Williams, um médico da realeza e um dos principais suspeitos dos crimes, segundo outros especialistas. 
Segundo o livro, Jack, o Estripador era Lizzie Williams, que matava suas vítimas porque não podia ter filhos
O autor cita provas - que não são consenso entre especialistas que analisaram os assassinatos - de que nenhuma das cinco prostitutas mortas havia sido agredida sexualmente. 
Ele também afirma que os objetos pessoais de Annie Chapman, uma das vítimas, foram deixados perto dos pés dela "de maneira feminina".
John Morris escreveu o livro com ajuda do pai dele, Byron, que já morreu. Os dois homens fizeram buscas entre milhares de registros médicos e legais para desenhar um caso com argumentos consistentes para a tese. Segundo John Morris, a teoria não foi bem recebida por especialistas em Jack, o Estripador.
"A teoria de uma mulher estripadora é arrasadora. Mas infelizmente ela não se encaixa bem em locais onde voa bem na frente da cara de crenças antigas", disse Morris ao jornal Birmingham Mail
"Não há nenhuma dúvida de que o Estripador era uma mulher. Mas porque todo mundo acredita que o assassino era um homem, todas as evidências que apontavam para uma mulher sempre foram ignoradas", afirmou o autor.
 
O Estripador matou cinco mulheres durante dez semanas em 1888. As vítimas - Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes and Mary Jane Kelly - eram todas prostitutas. Três delas tiveram os úteros removidos - o que Morris considera crucial. 
Ele diz que Lizzie, nascida em 7 de fevereiro de 1850, não podia ter filhos e, em um momento de desequilíbrio emocional, resolveu se vingar daquelas que podiam.
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Livro denuncia: Orgias homossexuais no interior do Vaticano


A informação é revelada no livro “Sexo no Vaticano” que o jornalista italiano Carmelo Abbate acaba de publicar.

O jornalista, que esteve infiltrado em clubes privados e saunas que os religiosos frequentam, afirma ainda que “98% dos padres romanos são homossexuais”.

Abbate, que recorreu ao uso de um aparelho escondido, promete divulgar muito em breve as imagens das festas pouco católicas que terá filmado.

No livro, Abbate fala ainda de abusos sexuais contra religiosas, de abortos forçados e do dinheiro que o Vaticano emprega para comprar o silêncio das mulheres que criam os filhos e as filhas de religiosos.

Um excerto

“As duas strippers começam lentas ondulações. No palco, elas atraem um homem. É um francês. Ele vive em Roma. É o organizador da noite. (…) colocam-no em sanduíche. Esfregam-se e enrolam-se nele. Abrem a camisa. Acariciam-no. Tocam-lhe. O francês é um padre. Poucos dias antes, ele celebrou a missa matinal na Basílica de São Pedro. No Vaticano. O francês não é o único padre que está presente na festa. Há também um padre italiano, de óculos, ele tem entre quarenta e cinquenta anos. E um padre alemão. E ainda um padre brasileiro, jovem, grande, um belo rapaz.”

O livro é explosivo

Do Paradigma da Matrix
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Viagem solitária: Livro releva as agruras de um dos primeiros transexuais brasileiros

Joana nasceu numa família de classe média do Rio de Janeiro na década de 1950. Apesar de ser uma menina bonita, no fundo, odiava os vestidos, as bonecas e os enfeites de cabelo. À medida que desenvolvia o corpo feminino, ganhava curvas e o volume nos seios aumentava, mas detestava o corpo em que habitava. Joana guardava um segredo muito difícil de ser revelado. Bem mais dolorido do que a dor física que ela mesma infligia em si na tentativa vazia de impedir o crescimento das mamas. Joana era uma mulher palpável. Enquanto João era uma abstração que precisava ser escondida. “Sempre que me tratavam no feminino, eu corrigia a frase mentalmente”, recorda João W. Nery, um dos primeiros transexuais brasileiros e que acaba de publicar o segundo livro de sua autoria, Viagem solitária.

Nele, João, que um dia se chamou Joana, narra com franqueza todas as dificuldades por que passou na vida até se transformar no que realmente é: um homem. “Não é um desabafo catártico. Eu escrevi o livro com a finalidade de esclarecer ao mundo como é a vida de um trans-homem. Não é só para os transexuais. É para todo mundo pensar, modificar conceitos. Enfim, fazer refletir. Não escondi nada. Eu sou um trans-homem há 30 anos e não preciso mais desse comportamento. Embora, não invalide a emoção toda do que eu escrevi”, afirma, aos 61 anos, com a segurança da maturidade. Nem sempre João foi tão seguro assim. No livro de memórias, ele narra a liberdade aprendida com os ensinamentos do professor Darcy Ribeiro (amigo pessoal de seu pai) como uma das ajudas para se aceitar como o ser humano que era.

Todo transexual que consegue fazer a cirurgia de troca de sexo nasce de novo. No caso de Nery, o renascimento aconteceu numa clínica particular de São Paulo em 1977. Na cirurgia feita clandestinamente, ele retirou os seios, o útero e os ovários. Joana dava aulas em faculdades de psicologia e fazia mestrado quando perdeu todos os documentos e com eles todo o currículo vitae que havia construído quando era mulher.

Precisou se virar para sobreviver. Foi taxista, pintor de paredes, lavrador e massagista. A situação financeira se agravou quando se transformou em pai de um menino gestado pela companheira da época. “O meu primeiro livro foi iniciado logo após a minha primeira cirurgia. Eu escrevi enquanto me recuperava. Agora eu realmente saio do armário. Não podia aparecer em jornais naquela época. Tudo era proibido em plena ditadura. As cirurgias também”, recorda sobre o primeiro livro Erro de pessoa, João ou Joana?, publicado em 1984.

Regras de aceitação
Apesar de reconhecer avanços sociais em relação aos representantes do terceiro sexo, João novamente bate de frente com o preconceito existente na sociedade e as regras de aceitação que ela impõe. “Por exemplo, no caso dos testes para os trans-homens são usados os critérios do homem que senta de perna aberta, fala palavrão e cospe na rua. Eu gosto de manter características que fazem parte da cultura feminina como a sensibilidade e a ternura. Na hora de fazer os testes, parece que é preciso falar grosso para ser aceito como um homem. Não acho que não tenha de existir o laudo, mas sou contra a postura de que não podemos ser considerados seres humanos normais”, defende João.

“Se uma mulher heterossexual quer fazer a cirurgia para aumentar as mamas, ela não precisa de laudo nenhum. O homem que quer fazer a cirurgia de aumento da genitália também não é tratado como um doente mental. Quando estamos no processo para fazer a cirurgia, somos obrigados a provar que não somos mentalmente desequilibrados. É um absurdo”, defende Nery. A cirurgia de trans-homens são experimentais e consideradas mais complexas do que as das transmulheres. Muitos não terminam todas as cirurgias porque o resultado ainda é muito precário e a possibilidade de perda do prazer sexual é enorme.

João admite que a visibilidade dos transgêneros aumentou nos últimos anos. A história da supermodelo brasileira Lea T., que aguarda a autorização judicial para fazer a cirurgia na Itália, país onde mora desde criança, também ganhou destaque nos jornais brasileiros recentemente. Nascido Leandro, Lea é filha do ex-jogador de futebol brasileiro Toninho Cerezo e sofreu duplamente. Primeiro com a estranheza que os transexuais suportam ao mudar de sexo, mas também com a reverberação que o assuntou ganhou por causa do pai famoso. “Eu rezava para ser um homem homossexual. Nós transexuais somos tratados como o lixo do mundo”, desabafou a modelo em entrevista para a apresentadora norte-americana de tevê, Oprah Winfrey.

Trechos do livro
“Viver dois gêneros numa vida só era enlouquecedor. Cansava-me de estar sempre pulando de um lado para outro. Uma hora, engrossava a voz, em outra era obrigado a afiná-la; ou me viam como um menino de 16 anos e me barravam em qualquer ambiente impróprio para menores, ou que me viam como uma mulher já passando da hora de casar.”

“As portas eram meias-portas e não tinham trancas. Cubículos nauseantes de sujeira. Fiquei pensando como faria para segurar a porta e ao mesmo tempo as calças, a fim de não molhá-las no chão repugnante. Além do mais, não podia sentar naquela tampa nem ficar à mercê de que alguém inadvertidamente empurrasse a porta e me visse desarmado, naquela posição.”

“O dono do quiosque onde nos sentamos e pedimos cerveja deve ter ficado com a pulga atrás da orelha com aquele grupo de amigos, com cicatrizes no peito e na barriga. Acho que parecíamos veteranos de alguma guerra, o que de certa forma éramos de verdade.”


Saiba mais!


Transtorno de gênero

Durante muitos anos, o transexualismo foi tratado como algum tipo de esquizofrenia. Hoje em dia é considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um transtorno de gênero. De maneira simplista, usa-se a explicação do indivíduo que nasceu no corpo errado. Por exemplo, uma mulher que se considera homem ou um homem que se considera mulher. Muitos transexuais tentam extirpar os órgãos sexuais de maneira precária, em casa. Muitos morrem por complicações no processo ou se suicidam. No Brasil, a cirurgia de mudança de sexo é feita desde 1997, pelo SUS, mediante laudo de uma equipe médica reunindo sexólogos, psicológos e cirurgiões comprovando o transexualismo. Porém, a medida ainda não autoriza a troca de nome na documentação civil. A França foi o primeiro país a entender que transexualidade não é uma patologia. Desde 2010, os indivíduos deixaram de ser considerados doentes mentais naquele país.


Viagem solitária
Autobiografia de João W. Nery. Editora Leya Brasil. Preço sugerido: R$ 44,90


Do Correio Brasiliense - Via UAI

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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