Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

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Solongo Batsukh, uma miss transexual que rompe tabus na Mongólia


Solongo Batsukh, uma midiática miss transexual, sempre se apresenta elegante e enfrenta o inverno glacial na Mongólia com um delicado vestido preto debaixo de um casaco em tom pastel.
"Não quero parecer um muffin", diz, em um de seus vídeos no Facebook, esta jovem de 25 anos, enquanto se dirige ao salão de beleza onde trabalha como agente publicitária.
Graças a esta sinceridade e autoestima, Solongo decidiu se apresentar em outubro à primeira competição organizada em seu país para escolher a candidata da Mongólia ao concurso Miss Universo, que foi celebrado no último dia 17 na Tailândia.
A filipina Catriona Gray foi a vencedora da edição deste ano do concurso, celebrado em Bangcoc.
Embora não tenha conseguido representar seu país na competição, Solongo Batsukh virou um símbolo em seu país, muito conservador.
Se tivesse vencido a seletiva, teria competido em Bangcoc ao lado da espanhola Ángela Ponce, a primeira candidata transexual da história do Miss Universo.
"Queria inspirar o maior número de mulheres possível", disse Solongo em entrevista à AFP. "Estou muito orgulhosa por ter tido a oportunidade de competir. A Solongo que criei é uma verdadeira vencedora no meu coração", acrescentou.
No entanto, sua participação no concurso de beleza gerou grande polêmica na Mongólia.
"O mundo teria uma imagem negativa do nosso país se um homem nos representasse, tendo milhares de mulheres magníficas", escreveu um leitor na página do Facebook da Miss Universo Mongólia.
- 'Não devemos nos esconder' -
Estas críticas, no entanto, não intimidaram Solongo, que nasceu em um corpo de menino em Bilguun, na província semidesértica de Dundgovi, no centro da Mongólia.
Quando trabalhava para a associação "Juventude pela Saúde", que dá orientação sexual a pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), se deu conta de que na realidade era uma mulher presa no corpo de um homem.
Então, começou a usar perucas e vestidos e iniciou um tratamento hormonal.
É das poucas pessoas que afirmam abertamente sua transexualidade na Mongólia, onde 80% das pessoas LGBT preferem omitir sua verdadeira orientação sexual, segundo um estudo da ONU.
"É muito difícil para os transexuais encontrarem trabalho", lamenta Baldangombo Altangerel, encarregado do centro LGBT.
No ano passado, foi divulgado nas redes sociais o vídeo de uma pessoa transexual vítima de agressões físicas, o que evidenciou a difícil situação das pessoas LGBT neste país asiático de 3 milhões de habitantes.
Solongo tenta agora aproveitar a fama para combater esses preconceitos. Tanto nas redes sociais quanto na TV, explica que ser transexual não resulta de uma doença mental, nem significa prostituir-se.
Solongo trabalha como maquiadora, viaja muito frequentemente e ficou famosa em seu país após ter terminado na décima posição um concurso de beleza transexual na Tailândia.
"Se continuarmos nos escondendo, a sociedade continuará nos odiando. Não nos conhece", defende.
- Um exemplo -
No entanto, Solongo também se mostra crítica à comunidade transexual por lamentar demais e não fazer esforços suficientes para ser reconhecida.
"Ao invés de dizer, 'somos seres humanos como os demais', temos que demonstrá-lo através dos nossos próprios atos. Mostrar às outras pessoas que ganhamos a vida como todo mundo".
Solongo, cuja página do Facebook tem 120.000 seguidores, incentivará um programa no qual participarão cinco mulheres que queiram ter uma nova imagem. Ela as ajudará a perder peso, a mudar o penteado ou como se maquiar.
"Seus objetivos e sua paciência são inspiradores", afirma Sarangoo Sukhbaatar, de 25 anos, uma das cinco mulheres pré-selecionadas. "Se um homem pode ser tão bonito quanto ela, as mulheres podem ser ainda mais belas", afirma Sukhbaatar.
Do EM




 
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Descubra a Modelo Trans Yasmine Petty


A modelo transgênero Yasmine Petty posou em Nova York para uma campanha da Calvin Klein (foto acima). "As vezes é muito difícil levantar da cama", brincou a gata americana ao postar uma foto do ensaio no Instagram... Mas quem é ela? Traduzi esse texto do IMDb de autoria do Eriq Chang: "Descrevendo rapidamente, Yasmine Petty é uma modelo transexual americana de ascendência marroquina. Petty trabalha principalmente como modelo de passarela e modelo fotografia, mas tambem realiza trabalhos como atriz e fotógrafa.


Ela pode parecer uma boneca viva do lado de fora, mas embaixo de sua beleza ela incorpora partes iguais de intelecto, ambição e impulso. Este ícone moderno destrói o fingimento e o preconceito com sua beleza exótica e arrojada, confundindo as linhas entre a fantasia e a realidade.

A verdadeira paixão de Yasmine é ajudar os indivíduos a alcançarem seu verdadeiro potencial, inspirando-os a serem os melhores do mundo. Sua crença é que você pode conseguir qualquer coisa na vida que você coloca sua mente e ela espera que ela possa ser um testemunho vivo desse lema.

Nascida no norte da Califórnia, com uma herança italiana e marroquina, Yasmine sempre teve grandes aspirações. Com formação educacional em artes visuais, design de moda e fotografia, ela se mudou para Nova York, onde se aventurou por várias facetas da indústria da moda, criando momentos lindos e icônicos na frente e atrás da câmera. 

Estudou fotografia no ICP, design de moda na faculdade de Anza e artes culinárias no West Valley College. Enquanto morava em Nova York, Yasmine trabalhou como modelo, e exerceu também cargos de diretor de várias agências de modelos bem como diretor de criação/estilista de moda para várias revistas de moda, incluindo a Surface Magazine.





Como musa, Yasmine despertou o interesse de muitos estilistas e fotógrafos internacionais. Ela começou a desfilar pelas passarelas internacionais como modelo ao lado de ícones como Naomi Campbell e Karolina Kurkova, fazendo aparições em desfiles produzidos pela Vogue Itália entre outros.

Ela tem sido destaque em muitas das principais revistas de moda atuais, como a W Magazine, Hercules e modelada para Louis Vuitton, desenhada por Marc Jacobs para a LOVE Magazine.

Ela também foi baleada por alguns dos fotógrafos mais emblemáticos do setor, incluindo Patrick Demarchelier, Mario Sorrenti, Ellen Von Unworth e Marianno Vivanco.

Não demorou muito para que Hollywood se interessasse pelos talentos de Yasmine. Suas últimas realizações incluem um papel de protagonista em um próximo filme de Adam Shankman e Frank Meli, bem como várias aparições em vários programas de televisão e vídeos musicais. Yasmine está muito animada pelo mais novo capítulo de sua carreira.

Dada sua paixão pelo entretenimento e pelas artes, ela está ansiosa e aberta para continuar sua carreira como atriz profissional e está ativamente estudando com um dos melhores treinadores de atuação de Nova York."

Por Katia Walker - Via: IMDb por Eriq Chang



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Thalita Zampirolli investe em carreira nos Estados Unidos



Há alguns meses, Thalita Zampirolli começou uma grande mudança não só na sua vida pessoal, mas também na profissional.

A modelo decidiu se mudar para os Estados Unidos a fim de aprimorar seus conhecimentos e assim refletir isso na carreira que pretende traçar daqui uns anos.

A morena estuda o idioma local e faz cursos de artes cênicas.

"Vim para os EUA para estudar e estou totalmente focada nessa nova fase da minha vida. Estudo inglês e artes cênicas e pretendo investir na minha carreira de atriz aqui”, disse Zampirolli.
 
Ainda sabendo da dificuldade que é conseguir um espaço em um mercado tão concorrido como o mundo do entretenimento norte americano, ela disse estar disposta a superar seus limites e conquistar seus sonhos.

“Eu sei que não será fácil, mas estou pronta para seguir essa jornada enfrentando tudo o que vier pela frente.

O que nos faz forte o suficiente para vencer uma batalha, seja ela em qualquer campo de nossas vidas, é o quanto você deseja cruzar a linha de chegada, o quanto você resiste até o final da corrida e eu estou pronta para superar os meus limites", disse a atriz.

Do Fuxico

 
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1º transexual a competir no Miss Universo é aplaudida de pé


Neste domingo (16), aconteceu a 67ª do Miss Universo, que elegeu a modelo Catriona Gray, de 24 anos, representante das Filipinas, como vencedora. A cerimônia foi realizada em Bangcoc, na Tailândia.

amazonense Mayra Dias, 27, foi classificada no top 20, mas não avançou para o segundo corte, o top 10, onde também se classificaram as misses Costa Rica, Curaçao, Nepal, Canadá e Tailândia.
 
Além da entrega do prêmio para a vencedora, outro momento emocionou quem assistia ao concurso. Angela Ponce, a Miss Espanha, foi a primeira participante transgênero da história do Miss Universo. Em sua homenagem foi exibido um vídeo sobre sua trajetória de vida e a miss desfilou no palco sozinha, o que fez com que os convidados a aplaudissem de pé. Confira:


Angela, que nasceu em uma cidade perto de Sevilha, iniciou um tratamento hormonal aos 16 anos e passou pela cirurgia para mudança de sexo aos 24. Ela é manequim e trabalha em uma ONG que ajuda jovens transgêneros.






 Angela Ponce: primeira candidata trans do Miss Universo faz história

A Miss Espanha, Angela Ponce, fez história ao se tornar a primeira concorrente trans do Miss Universo. A 67ª edição aconteceu na Tailândia nesse domingo (16/12). Pelo horário local, já era segunda-feira.

Angela não se classificou entre as 20 primeiras colocadas da competição. No entanto, sua participação é um avanço na pauta da diversidade. A modelo já conquistou mais de 500 mil seguidores no Instagram.

Vem comigo!

A Miss Espanha afirmou que o importante para ela não era ganhar, mas participar do evento. “As mulheres trans vêm sendo perseguidas e apagadas há muito tempo. Estou mostrando que podemos ser o que quisermos”, disse em entrevista à Reuters.

Aos 16, Angela começou um tratamento hormonal e, depois de oito anos, passou pela cirurgia de redesignação sexual. Hoje em dia, ela atua em uma ONG que apoia jovens transgêneros.

No desfile preliminar, Angela usou um conjunto brilhoso de minissaia e cropped. O traje de banho foi um biquíni rosa. Para a roupa típica, a escolha foi uma “bata de cola”, modelo usado na dança flamenca.
A filipina Catriona Gray foi a vencedora do Miss Universo 2018. A candidata da África do Sul ficou em segundo lugar, e a da Venezuela, em terceiro. A amazonense Mayra Dias, representante do Brasil, chegou entre as 20 semifinalistas. O concurso é transmitido para 190 países.

Para outras dicas e novidades sobre o mundo da moda, não deixe de visitar o meu Instagram. Até a próxima!
Colaborou Rebeca Ligabue

Do Metropoles - Por:Ilca Maria Estevão



 
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Priscila Reis: Transexual disputa campeonato feminino de fisiculturismo e trabalha em oficina

 
Ela chama atenção por onde passa. Gerente da oficina de troca de óleo do pai, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a fisiculturista Priscila Reis, de 26 anos, não suja de graxa as unhas bem pintadas, mas bota ordem na equipe masculina que controla. O que muitos clientes nem desconfiam é que a bela morena de 1,70 metro nasceu num corpo de homem e começou a transição sexual apenas aos 18 anos.

No início do mês, a moça ficou em segundo lugar num concurso de fisiculturismo feminino, em Saquarema. E entrou para a história do esporte ao se tornar a primeira transgênero brasileira a participar de uma competição apenas com mulheres cis (que se identificam com o seu gênero biológico). Ela ficou em 2º lugar.

— Tinha visto um caso na internet de um homem trans que disputou um campeonato com outros rapazes e passei a acreditar que era possível eu competir com outras mulheres. Procurei a IFBB- Rio (Federação Fluminense de Fisiculturismo e Fitness) e contei da minha vontade — explica Priscila.

Para a surpresa da atleta, a federação a autorizou a competir, mas fez algumas exigências:
— Falaram que eu precisava estar com a minha certidão já trocada para o gênero feminino e também pediram um teste mostrando que minha taxa de testosterona deveria ter menos de 10 nanomol. Foi muito bacana, porque os organizadores revelaram no final do concurso e não rolou resistência das outras meninas — conta.
Funcionária do pai, Priscila diz que precisou esperar um tempo para conseguir manter a boa relação que tem com a família, atualmente:
— No início foi bem difícil para eles entenderem a minha transformação. Mas, com o tempo, meus pais foram percebendo que não era uma questão de moda ou promiscuidade.

Era uma necessidade que eu tinha. Tanto que trabalho para ele. Priscila conta que ela mesma passou um período sem conseguir se aceitar e chegava a ficar com homens sem revelar que era transexual.





— Foi um período em que eu não tinha segurança comigo mesma. Mas, hoje em dia, isso já não é uma questão para mim. Sempre deixo clara a minha história. Tenho as minhas qualidades e apenas nasci num corpo errado — diz a fisiculturista, que não conta por nada qual era o seu nome de batismo: — Isso já não tem a menor importância na minha vida.

Por trabalhar numa oficina mecânica, Priscila diz que costuma lidar com muitas cantadas dos clientes, mas que tem um ótimo relacionamento com os funcionários:

— Muitos homens chegam aqui, pedem o cartão da loja e, quando vão embora, me ligam dando cantada. Há também os caras que fazem piadinhas, mas os meus funcionários são homens muito bem-resolvidos e me defendem muito.

Do Extra


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Descubra a Musa trans Thaynna Dantas


A diversidade está ganhando espaço nos torneios de fisiculturismo e uma das responsáveis por isso é a modelo Thaynna Dantas, de 28 anos. Após sofrer muito no processo de se aceitar, a natalense se assumiu como transexual, e hoje é uma musa fitness com vários prêmios e mais de 170 mil seguidores no Instagram.

Apesar de ter nascido como menino, Thaynna Dantas sempre se sentiu mais conectada com o lado feminino. “Se tinha a bola ou a boneca eu preferia a boneca e ninguém entendia”, conta a modelo. Apesar disso, junto com o irmão mais velho, Thaynna era incentivada pelo pai a fazer atividades que eram consideradas masculinas, como praticar esportes.

A mãe, percebendo que Thaynna estava cada vez mais feminina, inclusive nas curvas do corpo, decidiu levá-la para fazer exames médicos e um acompanhamento com psicólogo. Foi quando elas descobriram que a criança tinha mais hormônios femininos em seu corpo do que era o esperado.

Nesta fase, com apenas 11 anos, a modelo conta que sofria uma briga com ela mesma por não entender o que estava acontecendo. “Eu não sabia o que era trans, travesti e gay. Eu não entendia o que estava sentindo dentro de mim então me trancava no quarto e chorava. Quando eu olhava para um homem, eu sentia atração. E quando eu olhava uma mulher, eu queria ser igual.”

 
Primeiro beijo e as primeira mudanças

Mas foi quando ele beijou um menino pela primeira vez que tudo mudou. “Descobri o que era bom e que eu realmente gostava de homem”, conta. Com a ajuda de amigos que eram assumidamente homossexuais, Thaynna começou a se aceitar, mas ainda tinha medo da reação de sua família quando descobrissem.

Logo depois de perceber que sentia atração por homens, Thaynna foi para uma festa e beijou um menino no meio de várias pessoas - cena que foi vista pelo irmão. No dia seguinte, ele contou para os pais o que tinha visto, mas Thaynna negou. Desconfiada, a mãe foi falar com a Thaynna para perguntar se era verdade o que o irmão tinha contado, e a filha contou que era bissexual como forma de tentar amenizar a situação.

 

Primeira vez como mulher

Já namorando com um homem, ela não conseguiu esconder a sexualidade por muito mais tempo e se assumiu como homossexual para a família aos 15 anos. Ela, então, começou a frequentar uma boate LGBT, e foi lá que ela conheceu uma mulher transgênero que olhou para Thaynna e disse que ela seria trans algum dia. “Apesar de eu ser muito feminina, eu não me imaginava como trans”. Nesta época, o namorado se vestia de drag queen e, um dia, aceitou montá-la também.

“Quando eu me vesti de mulher pela primeira vez foi surpreendente. Eu cheguei à boate e ninguém sabia se era mulher ou não”. Thaynna começou a se montar com frequência e a fazer shows à noite, mesmo ainda sendo menor de idade. “Comecei a identificar que era realmente aquilo que eu queria fazer. Eu até levava roupas femininas para casa e minha mãe aceitava”. Como elas só usava roupas femininas na hora de fazer shows, sua família não reclamou. Foi nessa época, ainda na adolescência, que ela começou a ser chamada de Thaynna Dantas.

Decidida a ficar ainda mais feminina, Thaynna começou a tomar hormônios femininos aos 16 anos sem contar para a família. Mas a mãe começou a desconfiar das mudanças no corpo da filha, como um crescimento em seus peitos. Aí começaram também os piores conflitos em casa.

“Como eu não queria tirar a camiseta em casa, ela percebeu que algo estava errado e perguntou o que estava acontecendo”, afirma Thaynna. “Eu contei que estava tomando hormônios femininos porque eu não tava me identificando com o corpo que eu tinha e que eu não estava me sentindo bem”. A mãe não aceitou o que Thaynna estava fazendo e as duas passaram a brigar com frequência.

“ Eu estava no ônibus, indo para uma boate, quando minha mãe me viu e veio para perto de mim. Ela me disse que quando eu chegasse em casa todas as minhas roupas estariam queimadas"

A situação ficou ainda pior quando a mãe viu Thaynna usando roupas femininas em público pela primeira vez. “Eu estava no ônibus, indo para uma boate, quando minha mãe me viu e veio para perto de mim. Ela me disse que quando eu chegasse em casa todas as minhas roupas estariam queimadas”. E foi isso o que aconteceu: quando Thaynna chegou em casa naquela noite, e suas roupas femininas estavam queimando no quintal.

Indignada com a atitude da mãe, ela resolveu sair de casa naquele momento, decidida a se vestir sempre como mulher. Mesmo tendo sofrido com a situação, hoje a filha entende o comportamento da mãe. “É muito complicado para uma mãe ver um filho como mulher pela primeira vez dentro de um ônibus”. Para Thaynna, a atitude da mãe foi movida pelo medo do preconceito que a ela sofreria nas ruas por ser trans.

Mas a situação foi determinante para que ela decidisse a se vestir sempre como mulher. Com 19 anos, Thaynna fez uma cirurgia no nariz e colocou a prótese de silicone nos seios. Além disso, ela deixou seu emprego em uma loja de roupas que trabalhava em Natal e se mudou para São Paulo para trabalhar como modelo fotográfica.

 
A entrada no mundo fitness

Para manter o corpo definido para o trabalho de modelo, ela treinava frequentemente com acompanhamento profissional. “Meu treinador Roberto Di Lello me chamou para uma avaliação física para eu poder secar. Eu pesava 91kg quando comecei a treinar e perdi 13kg em 3 meses, mas não pensava em competir, era só para ficar com um corpo legal”.

Incentivada pela personal trainer, Thaynna começou a pensar em entrar no mundo do fisiculturismo. “Ele perguntou se eu queria participar da competição X Angel Championship, em junho, e me disse que a única coisa que eu precisaria fazer no meu corpo era secar”, explica. Como era o primeiro concurso de fisiculturismo do mundo com uma categoria para mulheres transgêneros, a modelo percebeu que não poderia perder a chance de participar.

No dia do evento, Thaynna estava acompanhada de seus amigos e seu treinador. “Era meu primeiro campeonato e eu estava muito nervosa”. Mas o nervosismo não atrapalhou a modelo, que venceu na categoria Style e levou para casa o prêmio de Overall, obtendo o primeiro lugar na competição. Isso fez com que ela conseguisse mais visibilidade na mídia e trabalhos como modelo.

Apesar de ter conquistado os prêmios, Thaynna estava em dúvida se queria participar de outras competições por causa do custo financeiro. “Como não temos patrocínio, temos que gastar muito com academia, personal trainer, roupas para apresentar, passagem e hospedagem”. Sem a ajuda financeira, o gasto para participar de um concurso é de cerca de R$ 8 mil, segundo a modelo.

Ainda assim, ela decidiu participar novamente do concurso e se preparar melhor. “Eu fiz aulas de poses para subir no palco. Saber que eu tinha que subir melhor do que na competição anterior já era uma cobrança a mais”. E, além disso, ela queria ser premiada como a melhor do ano.

Trans e o fisiculturismo

Thaynna segue carreira no mundo fitness e até foi destaque em uma competição para pessoas sis. A WFF-WBBF, uma das confederações mais importante do mundo de fisiculturismo, a homenageou em um evento em setembro deste ano. Apesar de o concurso não ter uma categoria para transgêneros, Thaynna subiu ao palco e recebeu muitos aplausos.

“Todo mundo ficou de cara quando descobriram que eu era trans. Foi bom para eu ver que tinha conseguido ultrapassar várias barreiras e iria conseguir conquistar meus objetivos”, conta a modelo. “A presidente do evento no Brasil, Gianni de Almeida, até falou em criar uma categoria para os transgêneros no ano que vem”. Na ocasião, Thaynna recebeu um troféu pela apresentação, apesar de não ter competido.

Dura rotina fitness e reconhecimento no final

O evento também serviu como um treino para a edição do X Angel Championship, que foi realizado no dia 15 de outubro. Além de treinar na academia, Thaynna teve que fazer muitas restrições alimentares, principalmente quando a data da competição se aproximava. “Três dias antes eu cortei totalmente o carboidrato e fiquei só comendo proteína. Além disso, eu tinha que tomar 8 litros de água por dia para desinchar”, conta a modelo. Um dia antes, eu tomei apenas uns golinhos de água e no dia eu não comi nem bebi nada porque eu queria subir seca. Eu sabia que alguém podia vencer, mas eu queria defender o meu título”.

“ Com maquiagem, biquíni e asa me sinto realizada. Como se estivesse no céu"

Para Thaynna, o momento que ela no palco é mágico. “Com maquiagem, biquíni e asa me sinto realizada. Como se estivesse no céu”, afirma. “Eu me sinto uma luz. Eu sei que estou preparada para aquilo” O esforço deu certo e ela foi premiada novamente como Overall e, além disso, conquistou o de “Angel Of The Year”.

A modelo parou de tomar hormônios femininos por sentir que estava ficando muito inchada, o que poderia prejudicá-la nas competições. Além disso, ela sentia que os hormônios alteravam sua personalidade. “Não sinto falta porque me deixava mais triste e mais quieta. E eu não sou assim”.

Thaynna conta que, por não ter mais uma aparência tão feminina por causa dos treinos, costuma ser julgada por outras mulheres trans. “Perguntam se eu tenho vontade de voltar a ser como antes e dizem que eu estou muito masculina”, revela. Mas, apesar disso, ela diz sofrer menos preconceito agora do que quando era assumido como um homem gay.

“No mundo fitness, as pessoas não percebem que eu sou transgênero porque as mulheres desse mundo já tem uma aparência mais masculina. Isso abre portas para mim e eu fico lisonjeada em abrir portas para outras meninas”, finaliza Thaynna Dantas.


  


Mais um vídeo aqui
https://videosdetravestis.net/thaynna-dantas-transexual/
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Renata Montezine arrasando como sempre


Renata Albuquerque Montezine é atualmente uma das mulheres trans, de maior sucesso no país. Já foi modelo plus size, sendo a primeira plus size de origem trans a ganhar notoriedade e agora ela conversa um pouco com o Top RG.
Top RG - Você nasceu em que cidade? Com quem vive atualmente?  Renata Montezine - Nasci em Francisco Morato, na Grande São Paulo e moro com meus pais.
TR - Hoje você trabalha.com moda e no setor de beleza?  RM - Sim, trabalho com moda, atualmente como modelo curve.
TR - Como chegou ao Fashion Weekend Plus Size (FWPS) pela primeira vez? E como foi este recomeço no concurso na primeira edição deste ano?  RM - Cheguei através da Renata Poskus, ela que me abriu as portas para o mundo da moda. Percebi nesta época que jamais seria uma modelo magra de manequim 36, sempre serei uma mulher com curvas, e hoje não sou uma plus size e sim uma modelo curve. 
TR - Você esperava o sucesso que fez desfilando no FWPS?  RM - Não esperava tamanho sucesso, pensei que seria apenas uma participação no evento, mas vários trabalhos e entrevistas apareceram pós desfiles.

TR - Como é desfilar? Dá medo? A plateia assusta?  RM - A primeira vez fiquei com um "friozinho na barriga", devido todos te olharam naquele momento, você se torna o centro das atenções (a roupa também), mas estou bem acostumada e adoro.
TR - As mulheres.mentem que são felizes quando gordas?  RM - É relativo, pois tem mulheres que são gordinhas mas não se aceitam, já tem outras que estão felizes com o corpo (plus) que possuem. 
TR - O que tem feito para manter seu corpo?  RM - Muita malhação, academia diariamente, fazendo dieta. Minha alimentação se tornou saudável e jamais tomaria remédios para emagrecer.
TR - Quanto emagreceu neste período?  RM - Emagreci 30 quilos neste período, uso atualmente manequim 42, 44 e ainda estou em um processo de emagrecimento, mas tudo ao seu tempo.

TR - Você como uma mulher trans, já avisa para uma possível paquera, que é trans ou deixa ele descobrir no momento certo?  RM - Vou conversando com a pessoa e se eu sentir que a mesma possui interesse sério por mim, eu vou naturalmente dizer que sou uma mulher transexual. Não fico me prendendo a essas coisas pequenas, jamais sairia com alguém escondido. Quer ser meu namorado, vai ter que mostrar para o "mundo". Não sou nenhum monstro, nenhum bicho para me esconder.

TR - As mulheres trans vão dominar o mundo?  RM - Acredito que sim, não só as mulheres trans, mas também as cisgêneros, pois só o poder de dar a luz, faz de qualquer mulher uma heroína, que pode o que quiser. A mulher só depende dela própria, de sexo frágil a mulher não tem nada. Voltando sobre as mulheres trans, também são lutadoras, batalhadoras, e a aceitação virá no momento certo, não daqui um, dois anos, mas em alguns anos virá, e "vão ter que nos engolir".
TR - Seus.contatos para trabalhos futuros...  RM - Segue meu e-mail renatamontezine@gmail.com e o Instagram: @renatamontezine. Quero mandar um beijo para todas as pessoas que me acompanham, que fazem a diferença para mim e que me tratam com tanto carinho.

Do Gazeta da Semana - por Renato Galvão



 
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Conheça Desire Oliveira a Eleita Miss Brasil Transex em 2017/2018


Eleita Miss Brasil Transex em 2017, a representante de Canoas na disputa, Desire Oliveira, carrega consigo uma determinação diferente da maioria das pessoas. Transexual, desde pequena sofre as consequências do preconceito. Mesmo que já tenha sido espancada, humilhada e alvo de deboche, ela usa essas situações como combustível para lutar contra a transfobia.
“Nunca me vi como menino, meu sonho, quando criança, era ter uma festa de 15 anos. Nesta condição, as pessoas debochavam de mim na rua, me chamavam, por exemplo, de aberração, mas isso nunca me atingiu. Pelo contrário, me deu forças para lutar”, conta. Para viver como se via, na condição feminina, Desire sabia que precisava conquistar a independência. “Estudar e trabalhar sempre foram metas da minha vida. Ao lidar com o preconceito, tive que amadurecer muito rápido e buscar o meu caminho”.
 
Antes de chegar à maioridade, Desire decidiu partir para o mercado de trabalho. Para qualquer jovem a conquista do primeiro emprego é passo complexo, que exige paciência. No caso dela, foi ainda mais difícil. “Quando eu mandava meu currículo, as pessoas sempre ligavam para uma entrevista, mas na hora em que eu chegava na empresa, os recrutadores me viam e, logo, era dispensada”. E o ciclo de portas fechadas no mercado se repetiu por um longo tempo. “Eu recebia várias propostas para me prostituir, mas jamais aceitei. Sempre quis levar uma vida normal, sendo respeitada pela sociedade”. Determinada a encontrar um emprego, Desire se profissionalizou na área da estética e foi trabalhar num salão de beleza.
Junto do trabalho formal veio o respeito e admiração de toda a família e das pessoas mais próximas. “Mostrei para todo mundo que eu teria meu trabalho digno, que me respeito e tenho respeito por eles. Vejo que o caminho para nós, travestis e transexuais, é este: conquistar nossos espaços aos pouquinhos, numa luta diária”. Nesse momento, ela também foi convidada para trabalhar como modelo numa agência nacional, sendo a primeira trans a assinar a contrato com uma empresa de moda. E, a partir daí, o mundo das passarelas se mostrou um novo ramo de trabalho e de inserção social para Desire. Hoje, ela se divide entre campanhas publicitárias, competições de beleza e o trabalho no salão.
Em 2015, Desire foi eleita como Miss Trans Diversidade de Canoas e, em 2017, conquistou o título de Miss Brasil Transex. Ela pretende aproveitar a visibilidade do título para defender a causa LGBT. “Quero ser uma porta-voz das pautas da comunidade. Vou usar a minha história para quebrar os preconceitos, essa é a função desta faixa que uso”, comenta. Com a força e a capacidade de transformar as adversidades da vida em vontade de vencer, ninguém duvida que Desire será protagonista nessa luta.









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Marcela Thomé: 'Vivemos em um país hipócrita'

 Quando tinha seus 5 anos, Marcela Thomé (Ex-Marcela Ohio) não entendia por que deveria gostar de futebol e não de balé. Afinal, ao se olhar no espelho não se via como um menino. Até se vestia como tal. Mas não se reconhecia. E também não havia o que questionar. Era um garotinho e ponto.
A transição, porém, seria inevitável. Já na adolescência, ela começou a deixar os cabelos crescerem, possuía trejeitos mais femininos e saía de casa com roupas de mulher escondidas em uma mochila. "Não era fácil. Porque eu não sabia o que havia de errado comigo. Aliás, nem sabia se era errado. Me sentia uma mulher, mas dentro de um corpo masculino", conta Marcela, que em novembro foi eleita a transexual mais bonita do mundo e neste ensaio para o EGO conta que quer seguir a carreira internacional como modelo: "No Brasil, infelizmente, ainda existe tanto preconceito que não encontro espaço para fazer uma carreira".
Dona do título Miss Internacional Queen, Marcela quer seguir os passos de Lea T, também transexual, que caiu nas graças dos estilistas internacionais. "Não tenho pai famoso como ela, fica bem mais difícil. O que não entendo é a censura prévia. Então, uma trans não pode ser médica, psicóloga, advogada? Tem que ser cabeleireira, estilista ou prostituta? Não que haja problemas com estas profissões, mas não pode ser só isso. Realmente, vivemos em um país muito hipócrita", desabafa.
Marcela conheceu e ainda conhece o preconceito. Na escola, mesmo já de uniforme feminino, após os pais terem aceitado seu transexualismo,  escutava alguns professores a chamando pelo nome de batismo, Marcos: "Faziam questão de me botar no banheiro masculino, de incentivar outros alunos a me chamarem de Marcão. Sofria calada para não chamar mais a atenção do que já chamava", revela.
Hoje, a modelo sabe que em breve se submeterá à cirurgia para a mudança de sexo. Poderia ter feito assim que venceu o concurso já que fazia parte da premiação, mas preferiu aguardar um pouco mais. "Existem médicos e médicos. Resolvi pesquisar um pouco mais, ouvir alguns relatos e vou fazer a cirurgia ano que vem", conta ela, que não titubeou nem com o que andou lendo ou ouvindo por aí: "Dizem que dói muito, que nunca mais sentirei prazer. Mas estou disposta. Não é questão de prazer ou não. É questão de retirar algo que não me pertence e nunca quis ter".
Em breve, Marcela retorna à Tailândia, onde aconteceu o concurso e tornou-se uma celebridade, para participar de eventos como miss e tentar alavancar uma carreira de modelo internacional. "Já recebi alguns convites. No Japão, as transexuais também são bem vistas, e o que quero é poder desfilar, fotografar. Quero a oportunidade que qualquer modelo tem. Até de levar um não por não estar de acordo com determinado casting. Mas não por ser uma transex", justifica.
Caso aceite as propostas que aparaceram, Marcela, de 18 anos e 1,80m de altura, ficará um ano fora do Brasil. Consequentemente, deixará o namorado, Felipe Ávilla, com quem mora há cinco meses, por estas bandas. "Conversamos muito, o Felipe é meu companheiro e me incentiva na carreira. Se tivermos que ficar separados, paciência. Preciso focar no meu futuro, na carreira que escolhi e quero ter", diz.

Do EGO
Agradecimento Pereira Máquinas / Produção Tracy Rato/ Maquiagem e cabelo Alexandre Glória





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Kanye West quer contratar modelo Transexual da Yeezy a bela Sophia Hutchins

Segundo o site Radar Online, fontes próximas de Kanye West afirmaram que ele estaria decidido em contratar a modelo transgênero Sophia Hutchins para sua marca de lifestyle. A escolha dele teria sido recorrer ao sucesso da diva para ser garota propaganda da Yeezy Boosts em parceria com a Adidas.
Para quem não ligou o nome à pessoa, a bela de 21 anos tem sido apontada como a nova namorada de Caitlyn Jenner, cuja enteada mais famosa é justamente a mulher dele, Kim Kardashian.
De acordo com a imprensa americana, o rapper acredita que Sophia tem tudo a ver com a linha de tênis que ele assinou e o seu maior desejo é vê-la o quanto antes modelando para as novidades.
“Ela tem potencial para se tornar uma supermodelo”, teria afirmado West.
De qualquer fora, no último dia 29 o perfil oficial da Yeezy no Twitter compartilhou uma mensagem de texto trocada entre o músico e Jenner, na qual ela o agradece por ter enviado alguns pares de seus tênis, que ainda não estão disponíveis nas lojas, para Hutchins.

Do Fuxico
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Angela Ponce é a primeira transexual a ser eleita Miss Espanha

A modelo Angela Ponce foi eleita Miss Espanha na última sexta-feira, 29, e irá representar seu país no Miss Universo 2018. Ela será a segunda transexual na história da competição, que somente permitiu a participação de mulheres transexuais em 2012. No mesmo ano que a medida foi adotada, a canadense transexual Jenna Talackova ficou entre as 12 melhores da edição.
Angela Ponce tem 26 anos, mas somente há quatro anos terminou o processo de mudança de sexo. Em entrevista à imprensa espanhola, a modelo disse que levar o nome e as cores da Espanha sempre foi seu grande sonho e que, com o título, pretende levar uma mensagem de inclusão, tolerância, respeito e amor não só para a comunidade LGBTQ+, mas para o mundo inteiro. 
A edição que elegeu a Miss Espanha para concorrer ao Miss Universo deste ano teve como slogan “sou mais do que vês”.


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Coxinense é eleita segunda transexual mais bonita do País

A Coxinense Mikaelly Zanotto foi eleita Vice Miss Brasil Transex na noite da última segunda-feira (04) em São Paulo–SP.
Esta foi a melhor colocação da história de representantes do Mato Grosso do Sul no concurso. O primeiro lugar ficou com a Miss Rio Grande do Sul, Desire Oliveira.
Realizado há 23 anos, o concurso busca transformar a vida das pessoas rompendo preconceitos, dando visibilidade, abrindo caminhos para a profissionalização e inserção das transexuais no mercado de trabalho.
Mikaelly foi eleita Miss Mato Grosso do Sul transex em setembro em um concurso realizado em Campo Grande

Do MS Noticias.
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Candidata do RS, Desire Oliveira é eleita a Miss Brasil Transex 2017

Desire Oliveira foi eleita na noite de segunda-feira (04) a Miss Brasil Transex 2017, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. O concurso que elegeu a miss travesti ou transexual mais bonita do país foi apresentado por Safira Bengel e organizado por Rosana Star e Roberto Mafra. 

A miss representou o Rio Grande do Sul, participou de todas as eliminatórias e agradou os jurados. O segundo lugar ficou com Gabriella Bueno, a miss Roraima, e Mikaelly Zanotto, a miss Mato Grosso do Sul. Isabele Princy, do Rio Grande do Norte, ganhou o melhor traje da noite.

Antes de anunciar o resultado, Rosana Star declarou: “Tenho 50 anos e tenho total cuidado com o concurso. Estamos mexendo com o ser humano, então hoje quem acompanha sabe o quanto eu sou rígida. O resultado é o melhor”, afirmou. Rosana já revelou misses como Aleikasandria Barros, que foi vice no Miss International Queen em 2007.

“Sou a nova Miss Brasil, estou muito feliz. Quero agradecer a todos que acreditaram em mim”, afirmou a Miss em uma live, ressaltando o apoio da mãe, do estilista Alex Ray, do cabeleireiro Jandy Vasconcellos, além de patrocinadores, amigos e apoiadores. “Me deixaram uma deusa”, comentou.

Desire é natural de Cachoeirinha e mora atualmente em Porto Alegre. Na ficha de divulgação, ela afirma que é a primeira mulher transexual a assinar contrato com a agência Mega Model Sul e que o objetivo para participar do miss era ser uma porta-voz de todas as travestis e transexuais. “Quero ser uma imagem positiva, pois nesse mundo atual estamos sendo exterminadas. Isso tem que acabar, pois somos seres humanos e merecemos respeito”.  


 

Do NLUCON
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Quem é Ines Rau, a primeira playmate transgênero da Playboy

Ines Rau, de 26 anos, será a protagonista da edição de novembro da revista Playboy. É a primeira vez que a publicação escolhe uma modelo transexual para ocupar as páginas centrais, habitualmente . Na edição americana de novembro, será feita uma homenagem ao fundador da revista, Hugh Hefner, que morreu no dia 27 de setembro. A jovem francesa não é uma desconhecida no mundo da moda. Marcas de luxo como, por exemplo, a Balmain, já fizeram sessões fotográficas com Ines como personagem principal. Também já desfilou nas 'passerelles' para várias marcas mundialmente conhecidas e posou para revistas conceituadas como a Vogue, na versão italiana. "Há sempre que celebrar a beleza das mulheres, seja qual for a sua origem, raça ou corpo", segundo o jornal El Español, é o lema de vida da modelo. A jovem lutou durante anos para alcançar a posição que tem hoje no mundo da moda e o apoio da família foi muito importante para Ines, porque desde logo perceberam que precisava de força para conseguir ultrapassar os comentários de ódio que apareciam no seu caminho. Esta revolução na revista Playboy foi levada a cabo por Hugh Hefner, que antes de morrer disse a Ines que queria que ela fosse a sua primeira 'playmate trans'. "Estou muito orgulhoso de ti", foram as palavras que o criador da revista disse à modelo quando a conheceu. A coelhinha já tinha pousado para a revista em 2014, mas nunca com um papel de tanta relevência e sem ter sido assumido pela publicação que se tratava de uma modelo transexual. A jovem começou a mudança de género aos 16 anos, e revela que demorou muito até que conseguisse dizer que era transexual. Confessa ainda que achou que nunca ia conseguir ter um namorado ou que ia ser vista como aguém "estranho". A capa da nova edição americana da revista será Hugh Hefner, que aparece retratado numa foto de perfil tirada em 1965, quando o empresário tinha 39 anos. O fundador da Playboy será o primeiro homem a aparecer sozinho na capa.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/playboy-tem-a-primeira-coelhinha-transexual
Se na moda as modelos transgênero têm ganhado cada mais representatividade, Ines Rau é uma das razões. A francesa de 26 anos é a primeira playmate trans da história da revista erótica, estampando o ensaio principal da edição de novembro/dezembro. 
No entanto, não é a primeira vez que Rau aparece no título de Hugh Hefner – fundador da publicação, falecido no mês passado - e nem a primeira transgênero a estampar o recheio da revista. A modelo posou para a Playboy em 2014, ilustrando uma matéria sobre as mudanças na aceitação de diferentes identidades de gênero, além do formato binário masculino-feminino. Antes disso, a modelo trangênero Tula posou em ensaio para a edição de setembro de 1991.
Sobre sua primeira aparição na Playboy, Rau afirmou que foi sua forma de “comemorar seu coming out” e que o trabalho certamente abriu as portas para que ela entrasse de vez na carreira de modelo. “Eu me arrisquei e assinei com uma agência”, contou a modelo - que também já trabalhou com marcas como Balmain - à revista. “Eu espero poder abrir caminho para todas as mulheres – trans ou não – na moda e em outros setores”, contou Rau em entrevista recente à Thomson-Reuters.

Ines Rau, de 26 anos, será a protagonista da edição de novembro da revista Playboy. É a primeira vez que a publicação escolhe uma modelo transexual para ocupar as páginas centrais, habitualmente . Na edição americana de novembro, será feita uma homenagem ao fundador da revista, Hugh Hefner, que morreu no dia 27 de setembro. A jovem francesa não é uma desconhecida no mundo da moda. Marcas de luxo como, por exemplo, a Balmain, já fizeram sessões fotográficas com Ines como personagem principal. Também já desfilou nas 'passerelles' para várias marcas mundialmente conhecidas e posou para revistas conceituadas como a Vogue, na versão italiana. "Há sempre que celebrar a beleza das mulheres, seja qual for a sua origem, raça ou corpo", segundo o jornal El Español, é o lema de vida da modelo. A jovem lutou durante anos para alcançar a posição que tem hoje no mundo da moda e o apoio da família foi muito importante para Ines, porque desde logo perceberam que precisava de força para conseguir ultrapassar os comentários de ódio que apareciam no seu caminho. Esta revolução na revista Playboy foi levada a cabo por Hugh Hefner, que antes de morrer disse a Ines que queria que ela fosse a sua primeira 'playmate trans'. "Estou muito orgulhoso de ti", foram as palavras que o criador da revista disse à modelo quando a conheceu. A coelhinha já tinha pousado para a revista em 2014, mas nunca com um papel de tanta relevência e sem ter sido assumido pela publicação que se tratava de uma modelo transexual. A jovem começou a mudança de género aos 16 anos, e revela que demorou muito até que conseguisse dizer que era transexual. Confessa ainda que achou que nunca ia conseguir ter um namorado ou que ia ser vista como aguém "estranho". A capa da nova edição americana da revista será Hugh Hefner, que aparece retratado numa foto de perfil tirada em 1965, quando o empresário tinha 39 anos. O fundador da Playboy será o primeiro homem a aparecer sozinho na capa.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/playboy-tem-a-primeira-coelhinha-transexual
Ines Rau, de 26 anos, será a protagonista da edição de novembro da revista Playboy. É a primeira vez que a publicação escolhe uma modelo transexual para ocupar as páginas centrais, habitualmente . Na edição americana de novembro, será feita uma homenagem ao fundador da revista, Hugh Hefner, que morreu no dia 27 de setembro. A jovem francesa não é uma desconhecida no mundo da moda. Marcas de luxo como, por exemplo, a Balmain, já fizeram sessões fotográficas com Ines como personagem principal. Também já desfilou nas 'passerelles' para várias marcas mundialmente conhecidas e posou para revistas conceituadas como a Vogue, na versão italiana. "Há sempre que celebrar a beleza das mulheres, seja qual for a sua origem, raça ou corpo", segundo o jornal El Español, é o lema de vida da modelo. A jovem lutou durante anos para alcançar a posição que tem hoje no mundo da moda e o apoio da família foi muito importante para Ines, porque desde logo perceberam que precisava de força para conseguir ultrapassar os comentários de ódio que apareciam no seu caminho. Esta revolução na revista Playboy foi levada a cabo por Hugh Hefner, que antes de morrer disse a Ines que queria que ela fosse a sua primeira 'playmate trans'. "Estou muito orgulhoso de ti", foram as palavras que o criador da revista disse à modelo quando a conheceu. A coelhinha já tinha pousado para a revista em 2014, mas nunca com um papel de tanta relevência e sem ter sido assumido pela publicação que se tratava de uma modelo transexual. A jovem começou a mudança de género aos 16 anos, e revela que demorou muito até que conseguisse dizer que era transexual. Confessa ainda que achou que nunca ia conseguir ter um namorado ou que ia ser vista como aguém "estranho". A capa da nova edição americana da revista será Hugh Hefner, que aparece retratado numa foto de perfil tirada em 1965, quando o empresário tinha 39 anos. O fundador da Playboy será o primeiro homem a aparecer sozinho na capa.

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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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