Uma Crossdresser Gordinha Complicada e Imperfeita

Enfermeira é a primeira transexual a conseguir se registrar como mulher em Ouro Fino

Sabemos que a classe LGBT passa por muitas dificuldades no Brasil. A luta é diária para a conquista de sua liberdade e para o fim da violência, que infelizmente, ainda registra números lamentáveis.

Em Ouro Fino, Acácia do Nascimento, assim como a maioria da classe LGBT, tem lutado pelos seus direitos. A enfermeira é transexual desde os 20 anos de idade, e nos últimos dois anos tem batalhado para conseguir seu registro civil como mulher.

Porém, ela encontrou diversas barreiras durante a realização deste sonho. Mesmo com advogados qualificados cuidando do caso, Acácia não conseguia o tão sonhado registro civil. Mas, graças ao funcionário do cartório do Distrito de Crisólia, o Sr. Luiz Henrique dos Santos, enfim, ela conseguiu o registro.

No dia 08 de novembro, Acácio tirou seu novo RG, agora, no sexo feminino. Este é o primeiro caso de transexual que consegue alterar seu registro civil em Ouro Fino. Uma bela conquista para a classe LGBT de Ouro Fino, que poderão seguir o exemplo da enfermeira e buscar seus direitos como ser humano.

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1º transexual a competir no Miss Universo é aplaudida de pé


Neste domingo (16), aconteceu a 67ª do Miss Universo, que elegeu a modelo Catriona Gray, de 24 anos, representante das Filipinas, como vencedora. A cerimônia foi realizada em Bangcoc, na Tailândia.

amazonense Mayra Dias, 27, foi classificada no top 20, mas não avançou para o segundo corte, o top 10, onde também se classificaram as misses Costa Rica, Curaçao, Nepal, Canadá e Tailândia.
 
Além da entrega do prêmio para a vencedora, outro momento emocionou quem assistia ao concurso. Angela Ponce, a Miss Espanha, foi a primeira participante transgênero da história do Miss Universo. Em sua homenagem foi exibido um vídeo sobre sua trajetória de vida e a miss desfilou no palco sozinha, o que fez com que os convidados a aplaudissem de pé. Confira:


Angela, que nasceu em uma cidade perto de Sevilha, iniciou um tratamento hormonal aos 16 anos e passou pela cirurgia para mudança de sexo aos 24. Ela é manequim e trabalha em uma ONG que ajuda jovens transgêneros.






 Angela Ponce: primeira candidata trans do Miss Universo faz história

A Miss Espanha, Angela Ponce, fez história ao se tornar a primeira concorrente trans do Miss Universo. A 67ª edição aconteceu na Tailândia nesse domingo (16/12). Pelo horário local, já era segunda-feira.

Angela não se classificou entre as 20 primeiras colocadas da competição. No entanto, sua participação é um avanço na pauta da diversidade. A modelo já conquistou mais de 500 mil seguidores no Instagram.

Vem comigo!

A Miss Espanha afirmou que o importante para ela não era ganhar, mas participar do evento. “As mulheres trans vêm sendo perseguidas e apagadas há muito tempo. Estou mostrando que podemos ser o que quisermos”, disse em entrevista à Reuters.

Aos 16, Angela começou um tratamento hormonal e, depois de oito anos, passou pela cirurgia de redesignação sexual. Hoje em dia, ela atua em uma ONG que apoia jovens transgêneros.

No desfile preliminar, Angela usou um conjunto brilhoso de minissaia e cropped. O traje de banho foi um biquíni rosa. Para a roupa típica, a escolha foi uma “bata de cola”, modelo usado na dança flamenca.
A filipina Catriona Gray foi a vencedora do Miss Universo 2018. A candidata da África do Sul ficou em segundo lugar, e a da Venezuela, em terceiro. A amazonense Mayra Dias, representante do Brasil, chegou entre as 20 semifinalistas. O concurso é transmitido para 190 países.

Para outras dicas e novidades sobre o mundo da moda, não deixe de visitar o meu Instagram. Até a próxima!
Colaborou Rebeca Ligabue

Do Metropoles - Por:Ilca Maria Estevão



 
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Mato Grosso: Transexual que trabalhava como garota de programa é morta a tiros por cliente

Uma transexual foi assassinada a tiros na madrugada deste domingo (9) em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.
Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a vítima, Victória Landeiro, de 20 anos, trabalhava em um ponto de prostituição quando foi morta por um suposto cliente.
O crime ocorreu às 2h no Bairro Novo Horizonte, nos fundos do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).
Uma testemunha relatou aos policiais que estava perto do local e ouviu o barulho de um disparo. Victória fazia programa nessa região e aguardava por clientes.
Depois de ouvir o disparo, a testemunha viu um carro, modelo Siena de cor prata, saindo do local. O mesmo carro parou perto e tentou contratar os programas da profissional.
Armado, ele teria se apresentado como agente da Polícia Federal. Victória teria recusado e foi baleada pelo suposto cliente.
Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada e deu os primeiros socorros à vítima. Victória foi encaminhada ao Hospital Regional, onde morreu durante o atendimento.
A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) foi comunicada do crime e abriu um procedimento para investigá-lo. 

Do G1
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"Homem? Nem pensar! Eu gosto é de mulher", diz caminhoneira trans e lésbica


 Foi só após realizar a transição de gênero, em 2010, que a caminhoneira Fabiana Ferreira, 58, passou a ter a vida sexual ativa. Antes disso, quando ainda tinha o órgão sexual masculino e se chamava Hamilton, ela se considerava sem interesse por relações amorosas, tanto com homens quanto com mulheres.

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"Parece que antes [da operação] eu era uma pessoa neutra. Achava alguns homens bonitos e queria me parecer com uma mulher. Mas me envolver com homem? Nem pensar, cruz credo! Só para amizade e poucos. Eu gosto é de mulher", diz Fabiana, que afirma nunca ter transado com um homem e, hoje, se define como mulher trans lésbica.
"Toda vida parece que eu tinha vontade de ser feminina. Fiquei muito bem depois que fiz a cirurgia. Agora me sinto mais feliz."
O desejo por mulheres, no entanto, só apareceu de verdade depois de mais de um ano da cirurgia. "Quando operei, fiquei um ano e quatro meses sem fazer nada, sem ter prazer algum. Depois deste tempo, consegui transar com uma mulher. No dia, lembro que era quase 23h e liguei para a doutora que me operou, dizendo que eu tinha conseguido."
Antes de passar pela transição, Fabiana chegou a se envolver com uma mulher, com quem tem um filho, hoje com 28 anos. "Quando eu ainda era do sexo masculino, uma mulher invocou comigo. Ela tinha quatro filhos e largou do marido por minha causa." Os dois acabaram morando juntos. "Aí, por incrível que pareça e depois de muita insistência dela, tivemos um filho."   

A vida na estrada para uma mulher

Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), existem cerca de 180 mil mulheres habilitadas para dirigir caminhão no Brasil. Elas representam apenas 6,5% do total de motoristas de caminhão no país. Mas, apesar de ser uma profissão predominantemente masculina, Fabiana, que começou a dirigir carretas em 1986, garante que nunca se intimidou.
Divulgação
A caminhoneira Fabiana Ferreira Imagem: Divulgação
"Nunca dei moral para ninguém. Se eu desço em um ponto, pode ter 50, 60 pessoas, não olho na cara de ninguém, vou onde tenho que ir e falo com quem tenho que falar." Apesar de se comportar assim, ela não nega que exista preconceito --mais na forma de piadas. "Você tem que fazer de conta que não está vendo nada e vai levando a vida. Se for ligar para isso, você não vive. Você vegeta."
Além disso, Fabiana diz que acha muito bonito ver uma mulher dirigindo caminhão e nunca deixaria de fazer algo por causa da opinião dos outros. "Não é só o homem que tem direito de trabalhar [dirigindo]. A mulher também tem. Às vezes, a mulher até faz as coisas melhor do que o homem, mas eles não querem aceitar", acredita.
Fabiana, recentemente, se aposentou e já sente falta da estrada. "Eu gostava do que fazia, das amizades que a gente faz viajando e da liberdade. Caminhão é um vício. Agora que estou sem trabalhar, fico com a cabeça estressada." Para não ficar parada, ela planeja abrir sua própria transportadora.

"O que mais admiro na Fabiana é sua liberdade"

A história de Fabiana virou um documentário, que foi exibido, recentemente, na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival Mix Brasil, também realizado em São Paulo e dedicado à produção audiovisual LGBT.
A diretora do documentário, Brunna Laboissière, conheceu Fabiana ao pedir carona para ela. "Já viajei muito de carona e gosto de ouvir as histórias dos motoristas. Em geral, sempre eram caminhoneiros homens, mas, uma vez, indo para Goiânia, conheci a Fabiana. Viajamos por dois dias", lembra Brunna.
Divulgação
Imagem: Divulgação
"Na hora, não me liguei que ela era uma mulher trans. Muitos amigos dela nem desconfiam que ela é trans. A Fabiana não fica falando muito sobre isso."
Brunna conta até que, em uma das exibições do filme, perguntou para Fabiana se poderia convidar uma das colegas evangélicas da caminhoneira. A mulher nem imaginava que ela era uma mulher trans e lésbica.
Questionada sobre o que aprendeu com Fabiana, ao longo das filmagens, diz: "O jeito que ela leva a vida é tremendo, apesar de todas as dificuldades que tem. Ela também tem uma intuição muito forte e segue seu coração. Fabiana é pura liberdade. Ela não deixou o mundo e a sociedade sabotarem quem ela verdadeiramente é."
A previsão é de que o documentário "Fabiana" chegue às salas do cinema nacional no primeiro semestre de 2019.


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C&A abre vagas de emprego exclusivas para travestis e transexuais


Em parceria com a ONG Transempregos, a C&A abriu mil vagas exclusivas para travestis e transexuais. A intenção da empresa é proporcionar um espaço no mercado de trabalho para esses profissionais que muitas vezes sofrem preconceito durante a disputa por um emprego.
As vagas anunciadas são para trabalhos temporários agora no fim de ano, em mais de 270 lojas da C&A espalhadas pelo Brasil. O candidato deve ter ensino médio completo, mas não precisa ter experiência anterior na função. Alguns pontos serão considerados diferenciais positivos, como ter atuado em atendimento ao cliente, interesse em moda, entre outros.
Os interessados devem se inscrever na Operação de Loja da C&A. As informações sobre as vagas e como será o processo seletivos estão disponíveis no link.
A Transempregos é uma organização que ajuda na inserção de pessoas travestis e transexuais no mercado de trabalho formal. A instituição também oferece capacitação às empresas, com foco em Recursos Humanos e Departamento Jurídico, a fim de construir um ambiente de trabalho mais humano e inclusivo.
Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 90% dos travestis e transexuais do Brasil acabam marginalizados na sociedade. Com baixa escolaridade e o preconceito das empresas, a prostituição se torna o único meio de sobrevivência.

DO B9

Em 2017 a A C&A apostau, mais uma vez, na diversidade e sua campanha publicitaria apresentando uma mulher trans - AQUI

 
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Fotos de soldados nazistas fazendo crossdressing na 2ª Guerra são encontradas por colecionador

Imagens inusitadas de soldados nazistas vestidos com roupas femininas foram compiladas por um colecionador alemão de fotos de guerra. Martin Dammann encontrou centenas de registros desses homens usando saias, vestidos, lingerie e maquiagem. O material foi publicado em um livro chamado "Soldier Studies - Cross-Dressing in der Wehrmacht" (Estudos de Soldados - Cross-Dressing nas Forças Armadas, em tradução livre).



O colecionador encontrou as fotos quando pesquisava sobre a vida de soldados do Terceiro Reich. O material é intrigante porque os nazistas reprimiram e mataram milhares de homossexuais durante a Segunda Guerra Mundial. "Se as imagens não existissem, não acreditaria", disse Dammann



Não se sabe ao certo as circunstâncias de produção das fotografias. As imagens vieram de diversas fontes diferentes. Dammann acredita que os soldados poderiam se vestir de mulher para celebrar o Carnaval. 


 
De acordo com o sociólogo Harald Welzer, manifestações parecidas não eram incomuns e também aconteciam entre soldados americanos e britânicos. Essas imagens eram registradas durante festas ou celebrações promovidas para aliviar o estresse da guerra. 


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Reflexão e Desabafos: Rótulos, quem precisa deles!?

Quem nunca disse a seguinte frase: “Nossa ela é tão antipática.” ou “Aquele cara é gente finíssima.” dentre outros rótulos que o ser humano tem o prazer de sair por aí distribuindo a tudo e a todos.
Sinceramente, isso me cansa, e muito!
Por que ninguém está satisfeito com o outro? Por que sempre querem que a outra pessoa aja, pense, fale, se vista, sorria e faça tudo do jeito que é certo ao seu modo de ver?
Sempre sou rotulada como a metida, a antipática, a que fala pouco, a estressada, a contestadora, enfim… no auge dos meus 30 anos já recebi muitos rótulos. E de muitas pessoas que me deram esse rótulo, depois ouvi coisas do tipo “Poxa Carol, você é legal, mas no começo achava você tão séria.” (leia “séria” como um eufemismo de “antipática”).
E daí as pessoas acabam vendo que sou simplesmente uma pessoa reservada e que há muito tempo deixei de querer agradar a todos. Se nem Jesus conseguiu, o que dirá eu!
Eu também já errei ao rotular outras pessoas – sou humana, tenho defeitos e pecados como qualquer um – e depois também me surpreendi positivamente. E uma dessas pessoas hoje é a minha amiga mais antiga, nos conhecemos quando eu tinha 13 anos no Ensino Médio e graças a Deus somos amigas até hoje – lá se vão quase 20 anos.
Por isso, hoje aprendi que quando antipatizo com alguém a primeira vista, pode esperar, vamos nos dar bem depois que formos nos conhecendo. Dito e feito! Isso sempre acontece.
Portanto, parei de rotular tanto as pessoas, agora trabalho essa sensação que tenho a priori e deixo o tempo passar e me mostrar o que acontecerá.
O mundo está cheio de “gente perfeita”, que se acha exemplo de caráter, e que pode julgar e rotular a todos. Cansei de ouvir pessoas falando “Fulano? Meu amigo pessoal! Amo de paixão”, outras mal conhecem a outra e já saem falando “Amiga, te adoro!” e por aí vai…
Quando o tempo passa, as máscaras caem e acabam revelando o que realmente achavam da outra e, principalmente, a essência destas pessoas tão “bacanas” – que adoravam tudo e todos.
Seria muito bom se chovesse uma chuva de humildade, lealdade, transparência e sinceridade. De forma que lavasse toda essa falsidade e hipocrisia que hoje se instala na maioria da sociedade.
Para aquelas pessoas que adoram sair por aí rotulando todo mundo, algumas perguntinhas:
  • Por que você se incomoda tanto se o colega de trabalho não quer participar da panelinha? O que mudaria na sua vida se ele participasse da sua panelinha? O que mudaria na vida dele? Nada!
  • Por que você se incomoda se aquele cara passa e não sorri pra você? Já pensou que ele pode ser distraído e nem ter percebido a sua presença?
  • Por que você se incomoda com aquela garota do trabalho que fala palavrão, ri alto, brinca com todo mundo ? Será que você não gostaria de ser que nem ela? Autêntica, verdadeira e que não se importa com rótulos.
  • Por que aquele cara que não saí pra beber com o restante da galera é rotulado como antisocial? Ele por acaso tem obrigação de sair com você? Já pensou que ele pode ser um ex-alcoólatra? Ou ter algum problema que faça essa “social” ser algo que ele queria evitar?
Enfim, como dizia minha avó: “O coração do outro é terra que ninguém pisa.”
Você não passou pelo caminho que o outro seguiu. Você não viveu a vida da outra pessoa. Portanto, você não sabe por quais armadilhas, dificuldades, problemas e vitórias ela passou. Então, antes de sair por aí rotulando, criticando e disseminando seu veneno gratuitamente, pense: eu gostaria que falassem isso de mim?
Duvido que a resposta seja Sim, por isso aprenda a respeitar o outro e a guardar suas opiniões para você.
Finalizando, deixo essa imagem para refletir…

Luz e sabedoria a todos.

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Reflexão e Desabafos: Uma condição básica para ser crossdresser





Eu não vou descrever porque vocês vivem isso na pele e sabem que não é fácil ser crossdresser. Ninguém gosta de nós.

No cinema, na televisão e na literatura o crossdressing masculino invariavelmente é retratado de modo desajeitado, ora como tragédia, ora como farsa. Somos mostradas sempre ou como o elemento periférico e destoante da sociedade “normal” e que, portanto tem que ser afastado do convívio com os demais (Vestida para Matar, Brian di Palma, 1980; O Silêncio dos Inocentes, Honathan Demme, 1991) ou como palhaços, fazendo todo mundo rir das nossas trapalhadas como mulher (A Noiva Era Ele, de Howards Hawks, 1949 ou Quanto Mais Quente Melhor, de Billy Wilder, 1959).

O único momento cinematográfico em que o crossdressing masculino é levado a sério é na forma drag, dentro do contexto gay. Entretanto, essas histórias tipicamente focalizam mais a vida e as vicissitudes de homens gays, com o crossdressing (drag) fazendo um papel de apoio secundário (Priscila, a Rainha do Deserto, de Stephan Elliot, 1994 ou Para Wong Foo, Obrigada por Tudo, Julie Newmar, de Beeban Kedron, 1995)

Para ajuda-las a compreender o meu ponto de vista, tentem imaginar Hollywood fazendo um filme, estrelado por três astros do momento, com o enredo girando em torno de três crossdressers heterossexuais dirigindo de Nova York para um evento em Atlanta e cujo carro quebra em algum pequeno vilarejo ao longo do trajeto. Poupe o seu fôlego...

Sempre que homens heterossexuais se travestem em filmes isso acontece em nome da farsa, da comédia, da palhaçada. Outro dia eu estava olhando títulos na banca de saldos da minha loja local da Barnes & Noble e encontrei um pequeno livro sobre drags no cinema. O livro era muito interessante: se você o folheasse de um jeito, leria sobre homens se vestindo de mulheres nos filmes. Se você o virasse de ponta a cabeça e folheasse de trás para a frente leria a respeito de mulheres se vestindo de homens nos filmes. As duas partes se encontravam no meio do livro.

Em todos os exemplos do livro, as mulheres que se vestiram de homens no cinema encarnaram personagens marcantes, com problemas reais que só puderam ser resolvidos quando elas assumiram a identidade (e o status) de homem. Mesmo quando o filme era uma comédia, as mulheres travestidas de homens não eram, em nenhum aspecto, apresentadas de maneira burlesca ou cômica.

Homens vestidos de mulheres? Jerry Lewis, Os Irmãos Marx, Lou Costello, Tony Curtis, Jack Lemon, Cary Grant. No caso desses personagens, o uso de vestuário feminino é sempre feito no contexto de situações embaraçosas, becos-sem-saída em que até mesmo o “ato desonroso” de vestir-se de mulher passa a ser aceito. Para o público, não era de maneira alguma a opção mais desejável, mas era o único jeito. E isso faz com que a situação dos protagonistas apareça como hilária.

A ficção literária não faz muito melhor. No livro de Tama Janowitz "The Male Crossdresser's Support Group" (O grupo de suporte do Crossdresser Masculino), o personagem principal, uma mulher marginalizada trabalhando para uma Agência de Acompanhantes em Nova York finalmente “estoura” em sua profissão quando ela revela que na verdade é um homem.

A maioria das pessoas nunca vai encontrar nem será apresentada a um crossdresser. Podem até conhecer gente que é crossdresser, mas elas nunca saberão que eles são. Tudo que a maioria das pessoas sabe a respeito de crossdressing chegou a elas não apenas em segunda mão, mas também de modo altamente deturpado e preconceituoso. Definitivamente, nenhum crossdresser pode culpar as pessoas por terem uma concepção tão errada do que é crossdressing.

Mas e o que dizer a respeito da comunidade gay? Posso afirmar que nos meios gays não existe aceitação ampla e irrestrita dos crossdressers. Ao contrário do pensamento das massas, orientação sexual não está inerentemente conectada com gênero, assim como a imagem do homossexual afeminado é apenas um estereótipo.

Ainda que mais e mais organizações de gays e lésbicas estejam adotando políticas de inclusão dos chamados “transgêneros”, eu ainda não acredito que, ao nível de política de relacionamento pessoal, um gay ou uma lésbica sejam particularmente inclinados a aceitar um crossdresser.
Muitos crossdresser pensam que suas saídas estão limitadas aos bares e boates gays das suas comunidades. Eu tenho freqüentado bares nos últimos 25 anos, até mesmo trabalhado na porta de um ou dois. Nos bares, as pessoas não têm o mesmo tipo de comportamento que costumam ter no trabalho ou em casa. Você está tão propenso a encontrar problemas num bar gay como num bar hétero.

Finalmente chegamos à nossa própria pequena comunidade crossdresser, e cara, nossa casa é uma bagunça!

Recentemente o Transgender Fórum colocou a seguinte questão para os seus participantes: “O que mais incomoda você na comunidade transgênera?”

Esmagadoramente, a maior concentração de respostas foi a respeito das suspeitas, disputas e rixas entre crossdressers, travestis e transexuais. O “cisma” existente dentro da comunidade transgênera foi de longe a queixa número um.

Eu tenho podido comprovar isso na própria cidade onde eu moro. Aqui há duas filias de organizações de apoio aos crossdressers. Uma é a Tri-Ess; outra é a auto-denominada “grupo aberto” (Open Group). A freqüência a ambos os grupos é muito baixa, algumas vezes não passa de 4 ou 5 participantes em cada reunião, que é semanal. Novas afiliações estão estagnadas, com o número de novos membros a cada ano ficando igual ou inferior ao número de desligamentos por falta de renovação ou simples desaparecimento.

Embora a política de filiação do Tri-Ess seja mais rígida, a maioria dos afiliados pertencem a ambas as agremiações. A participação de S/Os é praticamente nula.

Eu queria ter ganho um dólar para cada vez que ouvi a frase “ser apenas um crossdresser” ao longo dos últimos dois anos. Vinda de um crossdresser, soa como uma apologia ao gênero. Dita por transexuais, um rebaixamento. Quantas vezes eu ouvi de alguém que começou recentemente a tomar hormônios coisas do tipo “e pensar que há um ano atrás eu era apenas uma crossdresser!”. Você pode imaginar o general Colin Powell se dirigindo a algum negro desempregado da periferia de uma cidade grande dizendo, todo sorridente e feliz, “e pensar que há 40 anos atrás eu era apenas um favelado!”

Eu já ouvi transexuais dizerem que não saem em público com travestis porque elas sempre poderão ser mais facilmente identificadas por estarem perto deles. Por dedução, pode-se concluir que é ainda mais difícil “passar” se estiverem em companhia de crossdressers... Bem, pelo menos transexuais e travestis têm algo em comum conosco: todos nós desejamos “passar”. Deveríamos pensar nisso, antes de nos encastelarmos em esquinas opostas.

Eu não sou nenhum paradigma de feminilidade (seja lá o que for que isto signifique), mas eu sempre me saí muito bem em público. E já fui a restaurantes e lojas com algumas transexuais realmente muito feias e desajeitadas, em função das quais eu recebi um monte de olhares e risinhos maliciosos que me doeram pra burro e deixaram minhas bochechas vermelhas, não de “blush”, mas de raiva. Mas eu tornaria a fazer isso de novo, com prazer.

O mundo hétero não gosta de nós, nós não temos nenhuma serventia para a comunidade gay e mesmo a nossa própria comunidade transgênera gostaria de se livrar de nós. Estranho, considerando que, como pessoas, crossdressers são esposos, pais, empregados, empregadores, profissionais liberais e proprietários de negócios. Cuidamos das nossas famílias, fazemos o nosso trabalho, estamos atentos à educação das nossas crianças, participamos da vida das nossas comunidades, enfim, cuidamos de nós mesmos e não aborrecemos ninguém.

Não fazemos nada que nos torne algum tipo de persona non grata dentro das nossas comunidades. Ah! Eu quase me esqueci: - a gente é crossdresser...

Bem, aqui estou eu, uma página e meia de um artigo intitulado “uma condição básica para ser crossdresser” e nem comecei a responder a questão. Como tem sido o caso de muitos outros tópicos da minha vida, este tema também ganhou um novo enfoque a partir do exercício do meu papel de pai com a minha filha de nove anos.


Nos próximos anos, a vida dessa garota vai ser virada de ponta a cabeça e, na faixa dos 12 ou 13 anos, ela terá de tomar decisões a respeito de fazer sexo, usar drogas, beber, fumar, o que fazer do seu futuro. A maior parte do tempo ela estará em companhia de pessoas que estarão passando pelo mesmo redemoinho existencial, se deparando com os mesmos problemas, ameaças, oportunidades e desafios. Será que ela pode procurar algum tipo de ajuda e aconselhamento entre seus pares? De jeito nenhum!

Como adolescente, ela desejará pertencer ao grupo, simplesmente pelo fato de pertencer ao grupo. Volta e meia, ela terá que decidir se deve se comportar como todo mundo ao seu redor, ou comportar-se da maneira que ela acha mais correta. Como é que ela tomará essa decisão? O que neste mundo poderá prevenir que uma garotinha seja apanhada nas armadilhas e seduções de uma infinidade de mensagens verbais e não verbais que ela recebe diariamente do seu grupo?

A resposta é: uma pequena voz dentro da sua cabeça. Uma voz que a chama, tentando conduzi-la para um lugar seguro dentro dela mesma, onde a sua individualidade possa desabrochar e crescer de maneira segura, calma e auto-sustentada. Onde ela possa viver com ela mesma, do jeito que ela acha que deve ser.

Um amigo meu, muito sábio, que também é crossdresser, chamou-me a atenção para algo contido na nossa linguagem. Nós sempre pensamos nos seres humanos como tendo cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato, embora nós usemos frases como “senso de humor” e “senso de direção”. Ainda que eles sejam sentidos, certamente não podem ser estudados cientificamente, como os cinco sentidos anteriores. Assim, obviamente, a ciência médica não os reconhece. O que dizer, então, a respeito do “sentido de si mesmo”?

Será que você tem um sentido de si mesmo quando deixa outras pessoas dizerem a você quem você é, o que você é, o que você deve pensar, como você deve se sentir? Você pode distinguir entre idéias originais e pensamentos que surgem de dentro de você mesmo e que refletem a atividade do seu “self” ou você permite que de alguma forma as idéias e as palavras de outras pessoas se transformem nas suas próprias?

Um forte sentido de si mesmo torna-se indispensável quando percorremos um caminho como o nosso, que a maioria à nossa volta considera inadequado, desonroso e impopular.

Um forte senso de si mesmo é absolutamente essencial quando participamos de um grupo ou organização que prescreve regras muito rígidas de como seus membros devem ser e agir. A pressão para se conformar a essas regras e condições choca diretamente com nossa noção do que somos como indivíduos.

Geralmente falamos de alienação no sentido relacional ou seja, no sentido de estar distanciado de outras pessoas, fatos ou eventos. Porém, a mais devastadora forma de alienação é o distanciamento de si mesmo, a perda do “self” individual e sua substituição por um “corpo coletivo”, ou seja, os padrões de comportamento do grupo.

Como uma garotinha adolescente, nós crossdressers estamos permanentemente sendo ora ameaçados, ora seduzidos pelo ambiente à nossa volta. As mensagens são claras e consistentes. Para todo lado que a gente olhe, as pessoas e as circunstâncias estão sempre nos dizendo que nós estamos errados. Para muitos, começa dentro da própria casa, com a rejeição e a perplexidade de esposas, filhos, pais, parentes e amigos ao nosso modo de vida. Mesmo entre nossos pares, há quem use o seu conhecimento de crossdressing para nos marginalizar ou nos submeter. E, é claro, dentro da própria comunidade (?) transgênera, há subgrupos que claramente não nos aceitam e francamente nos combatem e rejeitam.

Isto não significa dizer que travestis e transexuais sejam culpadas de todos os problemas dos crossdressers. Longe disso. Transgeneridade é muito mais uma criação de uns mil anos de patriarcado, primeiro cristão, depois patriarcado científico, do que o tabu de homens usando vestuário feminino. A existência de um diagnóstico clínico para a transexualidade e a tecnologia médica para “trata-la” faz as crossdressers parecerem indesejosas de procurarem ajuda para o seu problema. De fato, muitas crossdressers não vêm a si mesmas como tendo problemas.

E isso leva embora uma razão para o crossdressing. No modelo transexual, usar vestuário feminino faz com que a imagem exterior coincida com a imagem interior. Crossdressers, entretanto, não buscam ser mulheres no sentido definitivo do termo. Assim, a imagem interior permanece masculina enquanto a exterior se transforma em feminina. E daí?

E eu ainda vou acrescentar mais. Quando feita de maneira adequada por uma crossdresser que dedica tempo e energia para aprender a criar uma imagem de qualidade, que aprende a arte e o uso da maquiagem, que observa cuidadosamente a moda e aquilo que é mais apropriado usar tendo em vista o seu biótipo, sua aparência exterior é grandemente melhorada. O uso apropriado de maquiagem e vestuário melhora a aparência de qualquer um, homem ou mulher.

Já encontrei pessoas muito atraentes que eram homens usando maquiagem e indumentária feminina. Não garotas espetaculares, apenas pessoas de boa aparência. Elas “passam”? Provavelmente não, mas sua aparência bem cuidada certamente mereceria o respeito e atenção de todos. Não havia nada imoral ou pernicioso na sua aparência ou no seu comportamento.


Muitos crossdressers (e transexuais) não sabem o suficiente a respeito do uso de maquiagem nem sobre o tipo de roupa que lhes cai melhor, nem o que está na moda. Muitos não sabem nem mesmo combinar peças e complementos de vestuário. O resultado disso é uma imagem sofrível. Mas essas coisas são itens que qualquer pessoa pode aprender e melhorar sensivelmente a partir da prática.

Infelizmente, os mesmos quesitos para ser crossdresser – um forte senso de si mesmo e uma natureza independente – também dificultam os crossdressers de se agruparem. Não é do perfil de pessoas com tais características se amontoarem em grandes rebanhos. Figuradamente, podemos dizer que o meio crossdresser é uma comunidade de capitães, cada um à procura de uma tripulação.

Teoricamente, qualquer crossdresser viveria com muito menos stress se permanecesse como um “homem normal”, vivendo o anonimato de uma vida de “homem normal”, fora do alcance de qualquer tipo de reprovação da sociedade.

Mas não é da natureza de quem é crossdresser. Ser CD significa expor a essência da sua própria natureza, ainda que isso desafie todos os cânones da sociedade, por representar a escolha de um caminho não-aceito e condenável.

Para isso é necessário um forte senso de si próprio, uma forte aceitação de si mesmo. É isto que faz um crossdresser. É isso que, de resto, faz qualquer pessoa realizar-se em qualquer coisa que venha a fazer na vida.

Do Casa Maite - Por  Yvonne é uma crossdresser casada com uma esposa S/O que mora em Albany, na região de Nova York. Seu site contém ótimos artigos e dicas para a vida de toda crossdresser.
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Conto: Fiz meu amigo de mulherzinha


Me chamo Leonardo, moro no Rio de Janeiro, tenho 45 anos de idade, sou moreno-claro, 170m, 80kg, másculo. Sou um homem casado e respeitado chefe de família. Tenho um ótimo relacionamento com minha esposa e uma vida sexual intensa, mas afinal de contas, sou homem e como tal, não sou santo. 

Outro dia, estava no trabalho sem muito que fazer e, como sempre, pensando besteira. resolvi então escrever relato sobre um casal que saí, onde o marido gostava de ser passivo para outro macho. Me empolguei escrevendo o tal conto e, me deixei levar pela emoção e lembrança. Estava eu com o pau duraço, escrevendo e revivendo os deliciosos momentos na minha fértil imaginação. Abri a calça, liberei o “bichinho” para dar uma respirada, pois a calça jeans estava machucando. Coloquei a camisa por cima, a fim de evitar um possível flagrante. Nem percebi quando um colega de trabalho de nome André se aproximou por trás e leu parte do que escrevi. Fiquei meio sem jeito, afinal, esse é um tipo de assunto que não se abre para qualquer pessoa, ainda menos para colega de trabalho. Ele fingindo não ter visto nada, me deu o recado que tinha que dar e saiu. Não toquei no assunto e o dia acabou sem maiores inconvenientes. Que bom, pois era uma sexta-feira e o final de semana prometia.
 
Trabalho com manutenção de equipamentos hospitalares e na segunda-feira havia um trabalho meio complicado para fazer e tínhamos que ir em dupla, aliás, quase sempre vamos em dupla. Iríamos pra lá André e eu e, estava previsto para passarmos o dia inteiro fora.
 
Fui até o banheiro da empresa e vi o André saindo do box dos sanitários, estranhei, pois ele dizia que não conseguia “fazer” num banheiro que não fosse o da sua casa, mas tudo bem, um dia a necessidade obriga, não é mesmo?”.

Saímos para a execução de tal tarefa que deveria ser difícil e demorada, entretanto, felizmente as coisas saíram melhor do que o esperado e, o tal serviço, rapidamente foi feito. Resultado: tínhamos o dia inteiro livre, já que não precisaríamos nos retornar a empresa.
 
Notei que durante o tempo em que levamos para executar a tarefa, André por duas ou três vezes, se colocou na minha frente, de forma que sua bunda roçasse no meu pau, que logo deu sinal de vida.
 
Numa dessas “encostadas”, ele sentiu a dureza da pica que insistia em não baixar, mas nada falou, nem eu. Estávamos numa cidadezinha do interior do estado do Rio, que já conhecíamos de longa data e não tínhamos muito o que fazer. André sugeriu que fossemos almoçar mais cedo e procurar uma pousada, já que não havia dormido bem durante o final de semana devido a uma festa que havia tido na casa de um parente e, queria descansar. Ok. Aceitei a idéia. Seria bom descansar um pouco em plena segunda-feira. Almoçamos e fomos. Ficamos num quarto com duas camas de solteiro e sem banheiro no quarto. Fui até o banheiro, que ficava no corredor, quase de frente ao quarto, tomei um banho rápido e retornei. Tirei a roupa para não amarrotar e fiquei só de cueca. André voltou do banho, mas não se despiu. Deitou na sua cama e ficou conversando comigo. Perguntei se não iria dormir e, ele me disse que despertou depois do banho. Perguntei se não se incomodava de amassar a roupa e me disse que não. Nada mais falei. Me concentrei na televisão, que exibia o repórter local de meio-dia. Via sem muito interesse, já que pouco do que exibia ali me interessava. De repente ele me disse: “sabe que não consigo tirar da cabeça o que li no seu conto. É verdade o que escreveu?”. Respondi que sim, é verdade André. Adoro foder o cuzinho de um macho e fazer com que vire minha minha mocinha na cama. Se ele estiver usando uma calcinha fio dental então, hummmmm, me deixa mais tesudo ainda.
 
Então ele criou coragem e abriu o jogo comigo também: me disse que sempre vestiu escondido as lingeries das irmãs e agora, da esposa, que tinha o desejo de se sentir uma mulherzinha nas mãos de um macho, mas nunca teve coragem ou oportunidade. Meus olhos brilharam e o pau subiu. rsrsrs. Chamei-o até minha cama e mandei que se sentasse ao meu lado. Disse que poderia realizar sua fantasia comigo, pois sou muito discreto e sigiloso, portanto, ofereceria total segurança e, ele por me conhecer bem e saber que não sou de jogar conversa fora, se declarou. Disse que se preparou para a situação e que se houvesse uma oportunidade colocaria em prática. Desceu a calça e que surpresa a minha ao ver André com uma calcinha linda. Seus olhinhos não desviavam do meu pau que estava a essa altura estava duro feito pedra. Liberei o pau de dentro da cueca e direcionei sua mão trêmula até ele, que logo começou a me punhetar bem gostoso. Mandei então que colocasse na boca, o que ele imediatamente obedeceu. Chupou feliz feito uma criança que ganha um pirulito.
 
Ver meu amigo só de calcinha na minha frente me deixava muito excitado. Gozei gostoso na sua boca e ele sorveu cada gotinha do meu leite quente. Em seguida, deitei minha menina na cama e comecei a acariciar aquele corpo gordinho, de poucos pelos. Coloquei minha mulherzinha deitada de bunda pra cima, deitei em cima dela e fiquei beijando sua nuca, sua orelha, seu pescoço e fui descendo, passando a língua e roçando o pau, que voltava a endurecer. Cheguei na bundinha deliciosa com aquela calcinha enterradinha e dei uma palmada,depois um beijo. Então, puxei a calcinha pro lado e enfiei a língua naquele cuzinho, até então inexplorado. Minha gatinha gemia baixinho e dizia: “isso meu macho, me faz sua. Quero ser sua mulher na cama meu macho”.
 
Molhei bastante e enfiei um dedinho, depois dois e fiquei brincado naquele rabinho virgem. então, fui na minha bolsinha, que me acompanha sempre, peguei o KY, uma camisinha , botei minha gata de quatro, coloquei a camisinha, lubrifiquei bastante o cuzinho dela e apontei a pica na direção do buraquinho apertado. Forcei a entrada, ela deu um gemido e uma empinada na bunda, dando a entender que queria tudo dentro. Segui devagar empurrando a pica até encostar os pelos do saco na bunda, aí parei os movimentos e fiquei imóvel, com a pica toda atolada no cuzinho dela, que gemia baixinho e me incentivava. “vai meu macho, me fode, me faz de tua puta, me arromba, como é bom! Realiza meu sonho de ser mulherzinha. Vai, me fode”.
 
Essas palavras me excitaram ainda mais e comecei a bombar o rabo dela, aumentando as estocadas gradativamente. Sentia a pica bater no fundo do rabo de andréia, que gemia feito uma puta no cio. Mudamos de posição e me deitei de costas, com o mastro em riste (adoro foder de 4, mas uma putinha pra ser uma putinha de verdade, tem que sentar na pica e rebolar gostoso com o caralho atolado no rabo) e, mandei minha gata sentar. Ela se posicionou, segurou na base do pau e deixou o corpo arriar devagar, soltando um gemido quando a vara alcançou o fundo do buraco e agora foi sua vez de ficar paradinha. Nada fiz até que ela mesma resolveu se movimentar, subindo e descendo, agasalhando todo o pau dentro do buraquinho e tirando quase tudo. Hummmmm, que delícia!!! Avisei que queria gozar e ela me pediu que gozasse novamente em sua boquinha, o que prontamente atendi e gozei muito dentro daquela boquinha gostosa.
 
Quando demos conta da hora, nos aprontamos rapidinho, pois tínhamos que ir embora. Nos despedimos com um longo beijo e saímos.André me confessou que estava com o cuzinho ardendo, porém, feliz. Ficamos nessa brincadeira por bastante tempo.
 
Sempre que saíamos juntos, corríamos com o serviço para acabar logo e virarmos marido e mulher, mas não paramos aí. Como éramos amigos, eu ia sempre na casa dele e quando Márcia, sua esposa, não estava, a fêmea da casa era ele, que virava minha Andréia.
 
Comi muito aquele cuzinho na cama do casal, na cozinha, no banheiro, sem despertar suspeitas, e ele usava todas as roupinhas dela pra mim (calcinhas, saias, shorts, vestidos, sandálias). Ficava um tesão. Linda!
Cada lingerie sexy que colocava ficava ainda mais gostosa, minha doce Andréia.
hoje não trabalhamos mais juntos, já que saí da empresa e ela foi transferida para o sul do país.
 
Nos falamos com freqüência e ela me diz que nunca mais deu o cuzinho para outro macho, mas coloca roupinhas, se masturba com consolos na frente do espelho e, que está ansiosa para chegar o final do ano, quando vem de férias e será com certeza, minha mulherzinha novamente.

Quem gostou do relato e quiser ser minha mocinha pode fazer me chamar: pessoas do Rio de Janeiro, Baixada e Niterói com local.
 
Preferência a quem seja liso ou depilado. comedordecuzinhorj@hotmail.com ou leosouza.ni@hotmail.com
 
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TransEmpregos: Maite Schneider explica as dificuldades que pessoas trans enfrentam no mercado de trabalho

A partir do reconhecimento da dificuldade de pessoas trans conseguirem espaço no mercado de trabalho, o projeto TransEmprego foi criado em 2013 para diluir a exclusão devido à sua identidade.
O POVO - Quais são os desafios que as pessoas trans enfrentam no mercado de trabalho?
Maite Schneider - O maior desafio, primeiro, é vencer certos estigmas, preconceitos, que são muito negativos, que foram arraigados durante séculos na nossa sociedade, na nossa cultura que é machista, cristã, que tem a figura da pessoa trans como um pecado, suja, maldita. Depois de tirar esses estigmas, a gente tem que potencializar, porque foram anos que elas foram e ainda continuam sendo colocadas à margem da sociedade e sem poder ter uma inserção tanto na família quanto na escola, isso logicamente acarreta no mercado de trabalho. E posteriormente, melhorar as capacitações, fazer com que elas voltem a estudar, se capacitar, se profissionalizar cada vez mais.
OP - Quais os avanços conquistados no mercado de trabalho nos últimos 10 anos?
Maite - Um projeto como o TransEmprego, que tem cinco anos, não poderia nem ter chance de existir há dez anos, seria uma coisa impossível. As empresas estarem abertas também. Hoje, a gente tem a Atento que tem 78 mil funcionários no Brasil, 1.300 são trans. É possível sim essa transformação, de inserção real, de diversidade.
OP - Quantos homens e mulheres trans já conseguiram emprego pelo TransEmprego?
Maite - A gente não tem esse quantitativo, porque para a gente do TransEmprego, de uma a um milhão, o que a gente quer é fazer a inserção. A gente acaba trabalhando a questão das pessoas transgêneras, mas a gente abarca todas as diversidades. Se você quebrar esse preconceito que é um dos maiores que existe, de repúdio, de asco na sociedade com relação à pessoa transgênera, a gente consegue quebrar preconceitos com outras ditas minorias, mesmo que não quantitativas, mas políticas. Semana passada, a gente conseguiu empregar 15. Então, é muita gente. A gente vê que elas estão felizes, empregadas. Às vezes, as empresas que contratam querem mais, porque elas se dedicam muito, valorizam muito o emprego, muitas vezes é o primeiro emprego com 40 ou 50 anos de idade.
TransEmpregos 
Os interessados podem enviar currículos para o email marciademais@yahoo.com.

Do O Povo
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Reflexão e Desabafos: O Medo de ser Crossdresser


Ninguém precisa colocar anúncio no jornal dizendo que é crossdresser, que gosta de se vestir de mulher, de usar salto alto, de fazer maquiagem, essas coisas. Essas práticas são algo eminentemente pessoal, que não interessa a mais ninguém exceto, é claro, às pessoas que vivem muito próximas de nós, como esposas e filhos e - em grau menor - a pais, namoradas e amigos íntimos.

Ninguém precisa trombetear no local de trabalho que adora sair montada para divertir-se com as amigas e mergulhar nas baladas até o dia amanhecer.

Ninguém precisa contar para a vendedora que o batom que está comprando é para uso pessoal, assim como a calcinha ou o scarpin. A vendedora está na loja exclusivamente para vender, não para inteirar-se da vida de quem compra.

Ninguém precisa abrir uma comunidade no orkut ou entupir um site de fotos "en femme" a fim de afirmar-se como crossdresser.
 
A prática do crossdressing é perfeitamente legal e, tão longe quanto eu sei, perfeitamente normal.

Ilegal é usar drogas: - é conveniente uma crossdresser lembrar-se disso e se proteger disso.

Ilegal é roubar, como descaradamente roubam os homens públicos desse país, escondendo-se por trás de fachadas de “homens sérios”.

Assim como “anormal” é alguém deixar de fazer o que quer e pode em nome de limites auto-impostos, de estúpidos bloqueios concebidos apenas com o objetivo de jamais arriscar uma falsa e carcomida fachada de machão.

Anormal é sofrer e ser infeliz em nome de idiotices nas quais ninguém acredita mais, nem a própria pessoa, mas que continua a defender, feito uma "idiota programada", em nome de “parecer” aquilo que os “outros” gostariam que ela fosse.

Não existe coisa mais covarde do que crossdresser que sente vergonha de ser crossdresser. A ressalva vai para os sujeitos que realmente não são crossdressers, que se dizem crossdressers, mas são apenas internautas entediados com a vida ou fetichistas de fim-de-semana em busca de novas aventuras.

Não existe coisa mais ridícula do que esconder – até de si próprio – a condição de transgeneridade que a vida nos impôs. Não conheço nada mais fora de propósito do que “armário”. A menos, é claro, como eu disse antes, que o sujeito seja apenas um internauta que-não-achou-coisa-melhor-pra-fazer do que vestir a calcinha da mulher e exibir a bunda na internet, ou um fetichista que adora transar vestido de noiva.

Mas crossdresser "mesmo" não tem o direito de envergonhar-se de ser o que é. Porque não está fazendo gracinha pra ninguém. Porque esse é o estilo de vida que faz sentido para ele, que o deixa à vontade, que faz com ele entre em contato com as partes mais profundas, criativas e saudáveis do seu próprio ser.

Para uma “crossdresser mesmo”, vestir-se com roupas de mulher está longe de ser uma aventura inconseqüente e banal, empreendida na surdina, com o coração na boca, a boca seca, os olhos estatelados e as pernas trêmulas. Crossdresser "mesmo" veste-se de mulher porque, para ele, “faz sentido” vestir-se de mulher. Porque ele faz isso como forma de expressar a "parte feminina" - fortíssima - da sua própria personalidade. Parte feminina que às vezes é tão forte ao ponto de dominar a cena inteiramente e não permitir que a crossdresser volte à antiga condição de fachada, vivendo como homem - e empreenda uma dura jornada de transição.
Tampouco uma crossdresser veste-se de mulher com o objetivo claro, direto e explícito de praticar sexo "como uma mulher". Se o sexo acontecer – raramente acontece – terá sido como conseqüência natural de uma personalidade feminina plenamente assumida. Mas uma crossdressers jamais se servirá das vestes de mulher como mero "recurso de sedução" para levar alguém para a cama.

Ser crossdresser não é crime, não é falta grave, não é objeto de qualquer tipo de punição.

De onde vem, então, esse medo absurdo que leva mais de noventa por cento das crossdressers a jamais se manifestarem no mundo "real"? A se manterem trancadas dentro de si mesmas? A se isolarem, morbidamente, em seus armários, “com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar”?

Será simplesmente o medo, patético, da esposa achar o “fim da picada” seu marido vestir-se de mulher e partir para um rompimento ruidoso e cheio de malícia e traição? Ora, se uma mulher deixar o marido por uma revelação dessas, é porque ela já o havia deixado há muito tempo! Se há o mínimo de intimidade e cumplicidade na relação do casal, mulher nenhuma vai "botar a saia na cabeça" e sair gritando aos quatro ventos que o marido é um “maricón” só pelo fato dele revelar a ela que gosta de se vestir de mulher. E se a mulher fizer um escarcéu com a revelação, a "crossdresser confessa" terá ganho na "sorte grande" pois, agora, tem a oportunidade de livrar-se de um estropício desse tamanho "estacionado" em sua vida!!!

Será o medo da empresa - ou do sócio - descobrir esse aspecto da vida privada do indivíduo, chegando ao ponto de dispensa-lo por “justa causa”, rotulando-o de “bicha”, condenando-o a jamais encontrar uma colocação na vida? Também não deixaria de ser um grande favor que a vida estaria prestando à crossdresser livrar-se de uma vez por todas de uma empresa burra e preconceituosa ou de um sócio idem. Mas é que fica até difícil pensar de onde sairia o argumento para uma “dispensa desonrosa por justa causa” (a menos que a crossdresser tenha decidido romper o “dress code” da diretoria – que até as mulheres respeitam – comparecendo a uma reunião de trabalho de mini saia e meia arrastão... mas até nessa hipótese fica difícil configurar “justa causa”!)

Será o medo de perder os clientes? Isso também é uma deslavada bobagem pois, se os serviços são bons, de qualidade e de bom preço, dificilmente alguém deixará de freqüentar o consultório por saber eventualmente que o seu dentista gosta de sair à noite vestido de mulher. Só aqueles horrorosos fundamentalistas que vêem horror e pecado em tudo, por serem, eles próprios, horrorosos pecadores...

Seria o medo de sair às ruas, montadas, e serem apedrejadas pela sua feiúra, pela sua loucura, pela sua inadequação? Ora, mais uma vez, a menos que a pessoa saia, escandalosamente, "dando bandeira" em cada esquina da cidade, dificilmente sua presença será ao menos notada. Infelizmente até, pois crossdressers, narcisistas como são, simplesmente adoram ser notadas... Em todos os meus anos saindo em público eu jamais recebi pedradas e invariavelmente sempre fui muito bem tratada em todos os lugares que freqüentei. E olha que eu já fui montada até em culto religioso...

A maioria das crossdressers, que sofrem enclausuradas em seus armários, darão as causas acima como as principais – senão as únicas – razões para se manterem em seus auto-exílios. Para não se orgulharem de ser como a natureza as fez: - crossdressers. Para esconderem a sua condição transgênera até de si próprias. Para omitirem esse importante aspecto da sua personalidade até para as pessoas importantes da sua vida (pessoas importantes e não "todo mundo"; eu já disse, lá no início, que não se trata de publicar um anúncio na primeira página da edição de domingo...)

Entretanto, eu quero dizer que não são essas, definitivamente, as verdadeiras causas do medo de alguém se assumir crossdresser. Se as crossdressers se escondem, negam, rejeitam, disfarçam, lutam até para livrar-se dessa condição, é porque querem continuar posando de “homens machos”, apesar de não serem nem de perto aquilo que a sociedade rotula de “homens machos”. Porque desejam continuar fugindo da responsabilidade de se mostrarem ao mundo como realmente são ou seja, “pessoas diferentes”, que foram dotadas pela natureza com aspectos muito especiais, dentro do vasto espectro da diversidade humana.

É essa vergonha "de se ser o que se é" que trava, inibe, impede, bloqueia e enclausura crossdressers em seus armários. É o medo de se assumir transgênero, dentro do seu próprio grau de transgeneridade.

É a vergonha de não ser vista mais como homem ou, pior ainda, de passar a ser vista como mulher.

Duro estigma que há milênios paira sobre a cabeça do macho, assim como a condição homossexual ou a própria condição do "ser mulher".

Para mudar isso, é preciso que haja pessoas que se orgulhem de ser o que são, ou que simplesmente não se envergonhem disso.

Pessoas que não fiquem "roendo as unhas", se pelando de medo, cada vez que imaginam a mulher descobrindo essa sua estranha tendência que, afinal, não tem nada de estranha, posto que, em 98% dos casos, é manifestada ainda na primeira infância.

Pessoas que deixem o anonimato, espúrio e covarde, e venham se reunir aos seus iguais (sim! Existem muitos iguais nesse mundo! Ninguém está absolutamente só!)

Pessoas que consigam romper a lei do silêncio e passem a falar disso como fato normal em suas vidas. Como falariam se, eventualmente, contraíssem a gripe suína e tivessem que expor seus sintomas abertamente, sem nenhuma vergonha ou pudor de revelarem ao mundo o que sentem.

Pessoas que não se arrastem na calada da noite, feito almas penadas, cheias de "dedos e mesuras", num estranho ritual de dor e beleza, apenas para satisfazerem necessidades perfeitamente normais e aceitáveis, como a de se produzir como uma bela dama dos anos quarenta (sim, porque transgêneros invariavelmente não têm muito o que buscar nos dias de hoje em termos de inspiração, já que as mulheres estão se vestindo cada vez mais próximas do homem...)

Quanto mais pessoas transgêneras deixarem suas "tocas existenciais" e mostrarem-se à luz do dia, mais o mundo verá que somos normais, que somos comuns, que temos direito à vida e à expressão como qualquer homem ou mulher tem. Quem sabe, com o nosso "aparecimento", até a sociedade reconheça a existência de “outros gêneros” além dessa patética divisão homem-mulher.

Esse será um momento de grande evolução para toda a humanidade. Um momento de verdadeira consagração do respeito à diversidade humana.

Mas, para que ele aconteça, é preciso de gente que pare de murmurar entre as pregas a sua condição transgênera, como se, ao se revelar, estivesse confessando algum crime inafiançável.

Evidentemente, não se trata de uma convocação para quem brinca de se vestir de mulher, como se vivesse num carnaval permanente. Nem para quem vestir-se de mulher é apenas um fetiche sexual. Essas pessoas têm outras histórias, que devem ser respeitadas como qualquer história humana deve ser respeitada. Mas nós, crossdressers "mesmo", não podemos continuar dando ouvidos à fala desmotivadora dessas pessoas que, por teimarem em permanecer ocultas, tentam desqualificar qualquer esforço no sentido de resgatar a dignidade das crossdressers "mesmo", cuja condição transgênera é muito mais do que um passatempo ou um fetiche.

Essa é uma bandeira destinada às verdadeiras crossdressers, que conhecem, do fundo da alma, a dor e a delícia de se ser o que é. Que não sentem vergonha de se reconhecer como grupo de expressão transgênera. Que não sentem repúdio nem guardam "a devida distância" de outras expressões de gênero que também buscam resgatar a sua dignidade e o seu direito de se manifestar como pessoas comuns, na vida em sociedade.

Talvez as crossdressers, por toda a sua história constitutiva, pela maneira como foram forçadas a reprimir e manter oculta a sua identidade transgênera, ainda não tenham a maturidade suficiente para existir à luz do dia, sem o medo, absurdo, de não serem mais respeitadas por não estarem sendo “suficientemente homens”.

Mas, também, jamais terão essa maturidade, se não começarem a se orgulhar, publicamente, de ser identificadas como pessoas transgêneras, com direito ao mesmo grau de reconhecimento, reverência e dignidade devido a qualquer homem ou mulher existente nesse mundo.

Do Forum Espartilho - Autor: Letícia Lanz
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Sobre este blog

Aqui eu não sou homem ou mulher. Sou um adepto do crossdresing. Sou uma Crossdresser - CD ou CDzinha. Desde os 9 anos, adoro lingeries e roupas sexyes. Levo uma vida normal masculina e tenho uma vida clandestina feminina.

Me proponho aqui a falar um pouco de tudo, em especial das Crossdressers, dos transexuais, dos Travestis e da enorme comunidade
LGBT existente em todo o mundo. Um estilo de vida complicado e confuso (para alguns)... Este espaço também se presta para expor a minha indignação quanto ao ódio e preconceito em geral.

Observo que esse é um blog onde parte do que aqui posto pode ser considerado como orientado sexualmente para adultos, ou seja, material destinado a pessoas maiores de 18 anos. Se você não atingiu ainda 18 anos, ou se este tipo de material ofende você, ou ainda se você está acessando a internet de algum país ou local onde este tipo de material é proibido por lei, NÃO siga 'navegando'.

Sou um Crossdresser {homem>mulher} casada {com mulher - que nada sabe} e não sou um 'pedaço de carne'.

Para aqueles que eventualmente perguntam sobre o porque do termo 'Crossdresser GG', eu informo que lógico que o termo trata das minhas medidas. Ja que de fato visto 'GG'. Entretanto alcunhei que 'GG' de Grande e Gorda, afinal minhas medidas numéricas femininas para Blusas, camisetas e vestidos são tamanho: 50 e Calças, bermudas, shorts e saias são tamanho: 50.

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